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domingo, 11 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Rede Bob´s vai gerar mais de 1500 empregos com os novos pontos de venda
A rede Bob´s dá continuidade ao plano de expansão e pretende inaugurar até dezembro mais de 135 pontos de venda em todo o Brasil. Com as novas unidades a empresa vai gerar mais de 1500 vagas de empregos direto. A expectativa é que a praça do Rio de Janeiro ganhe mais de 10 pontos, o que corresponde a cerca de 150 novas vagas de trabalho. No estado de São Paulo a previsão é inaugurar mais de 30 unidades e empregar aproximadamente 350 profissionais.
Minas Gerais e Espírito Santo devem receber mais de 25 pontos, equivalendo a 300 vagas de emprego. Nas regiões norte e nordeste a previsão é abrir cerca de 40 unidades que somam mais de 350 empregos.
A expectativa é que no Sul sejam inaugurados mais de 20 pontos de venda que contabilizam 250 vagas de trabalho. A Região Centro-Oeste vai receber mais 12 que somam 120 empregos diretos.
Atualmente, o Bob´s possui 706 unidades em todos os estados brasileiros e gera mais de 11 mil vagas de trabalho no Brasil. “A rede Bob´s gera emprego em todos os estados do Brasil. O nosso plano de expansão é audacioso e revela a consolidação da marca Bob’s.”, afirma o Diretor de Recursos Humanos da BFFC, Wagner Rodrigues.
Fonte: Varejista
Minas Gerais e Espírito Santo devem receber mais de 25 pontos, equivalendo a 300 vagas de emprego. Nas regiões norte e nordeste a previsão é abrir cerca de 40 unidades que somam mais de 350 empregos.
A expectativa é que no Sul sejam inaugurados mais de 20 pontos de venda que contabilizam 250 vagas de trabalho. A Região Centro-Oeste vai receber mais 12 que somam 120 empregos diretos.
Atualmente, o Bob´s possui 706 unidades em todos os estados brasileiros e gera mais de 11 mil vagas de trabalho no Brasil. “A rede Bob´s gera emprego em todos os estados do Brasil. O nosso plano de expansão é audacioso e revela a consolidação da marca Bob’s.”, afirma o Diretor de Recursos Humanos da BFFC, Wagner Rodrigues.
Fonte: Varejista
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segunda-feira, 14 de junho de 2010
Vendas do Dia dos Namorados superam expectativas na Capital
As vendas no Dia dos Namorados já superam a expectativa dos lojistas da Capital. Até agora, houve crescimento de 10% nos negócios em relação ao mesmo período do ano passado.
A expectativa é de que o índice seja ainda maior, uma vez que os shoppings centers ficam abertos até as 22h. O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas da Capital, Vilson Noer, acredita que as vendas possam superar o Dia das Mães.
Os produtos mais procurados como presentes foram roupas, livros, perfumes, cosméticos, joias e celulares. A previsão é de que o comércio fature R$ 50 milhões no período.
Fonte: Zero Hora Online
A expectativa é de que o índice seja ainda maior, uma vez que os shoppings centers ficam abertos até as 22h. O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas da Capital, Vilson Noer, acredita que as vendas possam superar o Dia das Mães.
Os produtos mais procurados como presentes foram roupas, livros, perfumes, cosméticos, joias e celulares. A previsão é de que o comércio fature R$ 50 milhões no período.
Fonte: Zero Hora Online
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
Vencedores e perdedores

Quando se fala em vencedor, logo vem a imagem de alguém muito competitivo, sem ética e, invariavelmente, solitário. Ledo engano. Na verdade, vencedor é quem consegue atingir seus objetivos. Pois, mais que vencer os outros, ele vence suas próprias fraquezas, inseguranças e inabilidade.
O vencedor sabe que a derrota é uma possibilidade e se prepara adequadamente para que ela não aconteça. Apesar disso, concentra sua atenção em alcançar suas metas, e não em evitar derrotas. E a postura diante da derrota é um dos principais aspectos que diferenciam um vencedor de um perdedor.
Perante a derrota, o perdedor tem duas atitudes: o menosprezo e o pessimismo. Ele dá pouca importância ao adversário e não tem consciência de suas limitações. Por isso, frequentemente é pego de surpresa. Outra atitude do perdedor: o pessimismo; nesse caso, ele acredita que nasceu marcado e entra na disputa já preparando uma desculpa para a derrota…
Já o vencedor sabe que não conseguir algo faz parte das possibilidades da vida. E, ao invés de ficar se torturando e se culpando, procura refletir sobre sua conduta para aprender a crescer. Afinal, o vencedor tem um prazer constante em aprimorar-se.
Texto de Roberto Shinyashiki, extraído do livro "Sem medo de vencer".
CLÁUDIO OLIVEIRA
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Mundo Verde participa de desfile no Fashion Rio.


Fashion Rio 2010: Mundo Verde patrocina desfile de Nica Kessler
Unindo moda e sustentabilidade, estilista desenha ecobags da campanha ‘Você Bonita por Natureza’ da rede Mundo Verde
Numa inusitada parceria moda+vida saudável, a estilista Nica Kessler desenhou, para o Fashion Rio 2010, ecobags exclusivas para serem distribuídas no final do desfile de sua coleção ‘Tropical Déco’. As bolsas acompanham o tema da campanha de comunicação em vigência ''Você Bonita por Natureza'', da maior rede de produtos naturais, orgânicos e para bem-estar da América Latina, a Mundo Verde.
A estilista, de 27 anos, apresentará no primeiro dia de desfiles do Fashion Rio, dia 27, uma coleção que aborda um verão quase retrô, com toques vintage e mistura de tecidos e cores. As ecobags Mundo Verde, que finalizarão o desfile, foram desenhadas com estampas verdes e a inscrição ''Você Bonita por Nica Kessler'', e serão recheadas de brindes escolhidos por Nica.
Um dos principais objetivos da parceria da Mundo Verde com Nica Kessler é incentivar o uso de ecobags como uma prática sustentável e fashion. As bolsas estarão disponíveis para comercialização nas lojas Mundo Verde em breve.
Estudo sobre o papel feminino no ato da compra vira livro
Por que elas compram é o estudo mais atual e completo sobre o papel do sexo feminino no ato da compra. O livro, da Campus-Elsevier, oferece um roteiro altamente legível destinado a ajudar profissionais de marketing e de vendas a entender as crenças, os valores e a sensibilidade feminina.
A obra oferece insights preciosos e incomuns, tanto a respeito da maquiagem psicológica das mulheres consumidoras, quanto dos dados demográficos que qualquer pessoa que trabalhe no mercado precisa saber para ter condições de executar estratégias de marketing nesse desafiador ambiente econômico.
A mulher é responsável pela maioria das compras em uma grande parte do mundo. Justamente no momento em que os executivos conseguiram compreender a tecnologia, descobrem que há ainda outra habilidade de que irão precisar: compreender as mulheres. Isso nem sempre é fácil, como muitos viram no filme “Do que as mulheres gostam”, estrelado por Mel Gibson. O sexo é o determinante mais poderoso de como a pessoa vê o mundo e tudo que ele contém. É mais forte que idade, renda ou raça.
Embora existam montanhas de pesquisas feitas a cada ano para segmentar os consumidores e analisar seu comportamento e compra, é raro encontrar uma que isole a mais importante informação específica, que prevalece sobre todas as demais: o sexo do comprador. É impressionante a psicologia do sexo do consumidor, quando é de conhecimento de todos que homens e mulheres têm visões completamente diferentes do mundo.
“No mundo inteiro, são as mulheres que compram virtualmente tudo o que existe à venda. As mulheres fazem a compra diretamente ou são influenciadoras-chave em cerca de 80% da todas as vendas de bens de consumo efetuadas somente nos EUA. Contudo, quem será que comercializa e vende esses produtos para as mulheres? A resposta: homens, em sua maioria absoluta. Eles ocupam 85% das posições gerenciais das 500 maiores empresas listadas pela revista Fortune, a maioria (quase 70%) dos postos corporativos de diretor de marketing e de gerente executivo de vendas, e mais de 90% dos postos mais altos da diretoria de criação nas maiores agências de propaganda”, afirma a autora Bridget Brennan.
O livro foi concebido para ensinar aquilo que as escolas de negócios não ensinam: como modelar produtos, argumentos de venda e campanhas de marketing que tenham apelo para compradores do sexo feminino. Mulheres são fêmeas em primeiro lugar e consumidoras em segundo. A capacidade de entender sua estrutura cerebral, prioridades, visões de mundo e padrões demográficos poderá dar à empresa uma das mais genuínas vantagens competitivas que jamais poderia obter. E a recompensa por ter apelo para compradores do sexo feminino é que, quando isso for bem feito, os compradores do sexo masculino também ficarão satisfeitos – e eles não perceberão que não faziam parte do público-alvo principal.
Fonte: Varejista
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
A obra oferece insights preciosos e incomuns, tanto a respeito da maquiagem psicológica das mulheres consumidoras, quanto dos dados demográficos que qualquer pessoa que trabalhe no mercado precisa saber para ter condições de executar estratégias de marketing nesse desafiador ambiente econômico.
A mulher é responsável pela maioria das compras em uma grande parte do mundo. Justamente no momento em que os executivos conseguiram compreender a tecnologia, descobrem que há ainda outra habilidade de que irão precisar: compreender as mulheres. Isso nem sempre é fácil, como muitos viram no filme “Do que as mulheres gostam”, estrelado por Mel Gibson. O sexo é o determinante mais poderoso de como a pessoa vê o mundo e tudo que ele contém. É mais forte que idade, renda ou raça.
Embora existam montanhas de pesquisas feitas a cada ano para segmentar os consumidores e analisar seu comportamento e compra, é raro encontrar uma que isole a mais importante informação específica, que prevalece sobre todas as demais: o sexo do comprador. É impressionante a psicologia do sexo do consumidor, quando é de conhecimento de todos que homens e mulheres têm visões completamente diferentes do mundo.
“No mundo inteiro, são as mulheres que compram virtualmente tudo o que existe à venda. As mulheres fazem a compra diretamente ou são influenciadoras-chave em cerca de 80% da todas as vendas de bens de consumo efetuadas somente nos EUA. Contudo, quem será que comercializa e vende esses produtos para as mulheres? A resposta: homens, em sua maioria absoluta. Eles ocupam 85% das posições gerenciais das 500 maiores empresas listadas pela revista Fortune, a maioria (quase 70%) dos postos corporativos de diretor de marketing e de gerente executivo de vendas, e mais de 90% dos postos mais altos da diretoria de criação nas maiores agências de propaganda”, afirma a autora Bridget Brennan.
O livro foi concebido para ensinar aquilo que as escolas de negócios não ensinam: como modelar produtos, argumentos de venda e campanhas de marketing que tenham apelo para compradores do sexo feminino. Mulheres são fêmeas em primeiro lugar e consumidoras em segundo. A capacidade de entender sua estrutura cerebral, prioridades, visões de mundo e padrões demográficos poderá dar à empresa uma das mais genuínas vantagens competitivas que jamais poderia obter. E a recompensa por ter apelo para compradores do sexo feminino é que, quando isso for bem feito, os compradores do sexo masculino também ficarão satisfeitos – e eles não perceberão que não faziam parte do público-alvo principal.
Fonte: Varejista
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
Venda de notebook cresce 21% na região

O forte crescimento na venda de notebooks mostra que esses aparelhos deixaram de ser considerados artigos de luxo para a maioria da população. Nas varejistas da região, a participação nas vendas desses modelos frente aos desktops chega a 70%, tanto que sua comercialização avançou em média 21,5% no último trimestre em relação ao ano passado.
Os números acima são semelhantes aos nacionais, apontando que o mercado de computadores no primeiro trimestre chegou a 2,8 milhões de unidades, alta de 23% em relação a igual período de 2009, segundo estudo da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) e da consultoria IT Data. O destaque foi para o modelo portátil, que aumentou sua fatia de 34% para 47% no período, considerando os mercados corporativo e residencial.
Numa rede supermercadista regional, a quantia de notebooks vendidos cresceu 36% entre março e abril, em faturamento subiu 44%. "A redução de impostos praticada pelo governo torna o preço mais acessível. Fatia de 52% dos aparelhos vendidos aos cooperados são portáteis", diz o gerente de compras Edson Rodrigues.
O diretor de produto, Luciano Hoffmann, aponta que em uma das redes que atuam na região, o mercado de informática teve incremento de 30% no primeiro trimestre. "O acesso maior à tecnologia, estabilidade econômica e a baixa do dólar contribuem para estabilização do preço do computador", avalia.
Em outra grande cadeia varejista, a venda de notebook e netbook (versão compacta do portátil) avançou 50% no trimestre. E em outra rede que tem oito lojas na região, o desempenho seguiu média do mercado, de 20%. O diretor de eletro, Fábio Régis, relata que a venda nas unidades da região foi até superior à média. "O Grande ABC é uma das áreas que puxam nossas vendas para cima, está com consumo muito aquecido e bons índices de emprego", destaca.
Ele detalha que após a Copa do Mundo, a companhia voltará a focar em ações para a categoria de informática, especialmente os notebooks de configuração mais avançada. "A isenção de PIS e Cofins para computador desde 2005 reduziu o preço em 9,25%", destaca Régis.
Nas lojas especializadas, o aquecimento também é visível, tanto que em sete meses de operação uma rede em Diadema que vende artigos de escritório e informática vê alta média mensal de 10%, ainda com destaque para os notebooks, diz o gerente Silvano César da Silva.
Em Santo André, uma loja de artigos de informática acumula resultado 15% maior no trimestre ante 2009. O gerente Rodrigo Vital pontua que a participação do desktop diminui cada vez mais.
Fonte: Diário do Grande ABC
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
domingo, 23 de maio de 2010
A Lição de casa no Varejo do Brasil!
Prof. Múcio Morais, Palestrante Motivacional - Treinamento e Coaching Executivo - Comportamento, Marketing, Vendas, Mercado, Atendimento, Negociação e Desenvolvimento Humano em geral - (31) 3082-7271 - Site: www.muciomorais.com - e-mail: contato@muciomorais.com
É inegável que o varejo no Brasil passa por um momento de transição. As mudanças de comportamento de consuo está atingindo a todas as faixas de consumidores. Indiscriminadamente as novas possibilidades de aquisição de produtos e serviços invadem o dia a dia das pessoas. Existe uma dinâmica em criar necessidades, gostos e possibilidades. As equipes de vendas no varejo parecem atordoadas diante do desafio de enfrentar tecnologias esmagadoras de atendimento e vendas. Uma vendedora em um grande magazine me disse outro dia em um treinamento de vendas no varejo:
...Contornar objeções? Mas como? Contra fatos não tem argumentos! E ela está certa. O Varejo que sempre contornou fatos com argumentos agora precisa aprender a enfrentar “fatos com fatos”. Isso mesmo, contra fatos (internet, cartões, consórcio, juros zero, concorrência...) é preciso criar fatos, diferenciais de atendimento, facilidades, assertividade comercial, interatividade com o Cliente, soluções. Este é o desafio do Varejo no Brasil. Precisamos aprender a criar fatos em nossa dinâmica de atendimento e vendas. E veja bem que a palavra chave aqui é “CRIAR” em um contexto em que novidade vira velharia em uma semana.
Estive visitando uma loja de periferia de um dos maiores grupos de varejo no Brasil, o Gerente cabisbaixo me confidenciou: É Professor, a coisa está mudando demais e a gente está ficano pra tráz. Perguntei o que ele estava fazendo para mudar, ele me respondeu: Esperando pra ver no que isso vai dar! Parece conversa de gente louca não é? Pois é! Louca pra ser engolida pela depressão.
Falei um pouco com ele sobre o contexto onde sua empresa estava. Perguntei a ele que tipo de pessoas vivem lá? O que eles gostam de fazer? Onde eles estão? Onde passam suas horas de lazer? Quais os maiores problemas estruturais da região? Como as pessoas geram renda? Quais suas possibilidades de compra? Que tipo de atividades consideram importantes?
INTERESSANTE, ele me respondeu com prescisão a cada pergunta e à partir daí criamos um plano de ação para conquistar e cativar clientes. Responda você também estas perguntas e perceba onde sua empresa pode entrar, onde sua empres deve estar, como deve abordar, em que deve participar, que diferença deve fazer... Contextualizar nossa atuação empresarial ainda é o mais eficiente método de trabalho. E sabe porque? Porque tudo pode mudar, mas um coisa não muda: Nós seres humanos seremos sempre atraídos por qualquer pessoa, por qualquer empresa que demonstre estar realmente junto conosco, participando de nossa vida, comungando nossos interesses, falando nossa lingua.
É a isso que chamo: CRIAR FATOS.
Fatos contundentes e práticos combatem fatos igualmente poderosos com muto mais possibilidades de vitória.
Acredito neste novo modelo de gestão empresarial e em especial no varejo tenho percebido um crescimento integral nas empresas que adotam estas práticas.
Enquanto formos GENTE não precisamos temer as máquinas.
Múcio Morais
Consultor e Conferencista
Esta matéria é parte integrante da Palestra
Sucesso no Varejo HOJE
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
É inegável que o varejo no Brasil passa por um momento de transição. As mudanças de comportamento de consuo está atingindo a todas as faixas de consumidores. Indiscriminadamente as novas possibilidades de aquisição de produtos e serviços invadem o dia a dia das pessoas. Existe uma dinâmica em criar necessidades, gostos e possibilidades. As equipes de vendas no varejo parecem atordoadas diante do desafio de enfrentar tecnologias esmagadoras de atendimento e vendas. Uma vendedora em um grande magazine me disse outro dia em um treinamento de vendas no varejo:
...Contornar objeções? Mas como? Contra fatos não tem argumentos! E ela está certa. O Varejo que sempre contornou fatos com argumentos agora precisa aprender a enfrentar “fatos com fatos”. Isso mesmo, contra fatos (internet, cartões, consórcio, juros zero, concorrência...) é preciso criar fatos, diferenciais de atendimento, facilidades, assertividade comercial, interatividade com o Cliente, soluções. Este é o desafio do Varejo no Brasil. Precisamos aprender a criar fatos em nossa dinâmica de atendimento e vendas. E veja bem que a palavra chave aqui é “CRIAR” em um contexto em que novidade vira velharia em uma semana.
Estive visitando uma loja de periferia de um dos maiores grupos de varejo no Brasil, o Gerente cabisbaixo me confidenciou: É Professor, a coisa está mudando demais e a gente está ficano pra tráz. Perguntei o que ele estava fazendo para mudar, ele me respondeu: Esperando pra ver no que isso vai dar! Parece conversa de gente louca não é? Pois é! Louca pra ser engolida pela depressão.
Falei um pouco com ele sobre o contexto onde sua empresa estava. Perguntei a ele que tipo de pessoas vivem lá? O que eles gostam de fazer? Onde eles estão? Onde passam suas horas de lazer? Quais os maiores problemas estruturais da região? Como as pessoas geram renda? Quais suas possibilidades de compra? Que tipo de atividades consideram importantes?
INTERESSANTE, ele me respondeu com prescisão a cada pergunta e à partir daí criamos um plano de ação para conquistar e cativar clientes. Responda você também estas perguntas e perceba onde sua empresa pode entrar, onde sua empres deve estar, como deve abordar, em que deve participar, que diferença deve fazer... Contextualizar nossa atuação empresarial ainda é o mais eficiente método de trabalho. E sabe porque? Porque tudo pode mudar, mas um coisa não muda: Nós seres humanos seremos sempre atraídos por qualquer pessoa, por qualquer empresa que demonstre estar realmente junto conosco, participando de nossa vida, comungando nossos interesses, falando nossa lingua.
É a isso que chamo: CRIAR FATOS.
Fatos contundentes e práticos combatem fatos igualmente poderosos com muto mais possibilidades de vitória.
Acredito neste novo modelo de gestão empresarial e em especial no varejo tenho percebido um crescimento integral nas empresas que adotam estas práticas.
Enquanto formos GENTE não precisamos temer as máquinas.
Múcio Morais
Consultor e Conferencista
Esta matéria é parte integrante da Palestra
Sucesso no Varejo HOJE
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
sábado, 22 de maio de 2010
Alimentos: maior parte dos consumidores brasileiros quer produtos práticos
Quando o assunto é consumo de alimentos, é possível distinguir perfis diferentes entre os brasileiros. Pesquisa do Ibope Inteligência, encomendada pela Fiesp, mostra que a maior parcela dos consumidores (34%) pode ser enquadrada no grupo que prioriza produtos que oferecem conveniência e praticidade.
Segundo a pesquisa, existem ainda outras três tendências de consumo de alimentos por parte dos brasileiros. Entre eles, estão aqueles que escolhem os produtos de acordo com a confiabilidade e qualidade (23%). Para outros 22% o que importa é o sabor do alimento. Já 21% dos consumidores buscam alimentos que trazem benefício à saúde.
Conveniência e praticidade
Por conta da rotina corrida que levam, os consumidores classificados no grupo que prioriza a conveniência e praticidade têm nos alimentos congelados e semiprontos fortes aliados. De acordo com a pesquisa, esses consumidores confiam na qualidade dos produtos industrializados, ao mesmo tempo que priorizam sabor e variedade.
A pesquisa identificou que esse perfil de consumidor está presente nas classes A, B e C. Esse segmento está disposto a aumentar o consumo desse tipo de produto, caso ele apresente preços mais atraentes.
Qualidade e sabor
De acordo com a pesquisa, a classe C é a maior representante do grupo que prioriza a qualidade dos alimentos. Para esse segmento, as escolhas dos produtos se baseiam na qualidade. O levantamento constatou que esse grupo está disposto a pagar mais por produtos nos quais confia.
Para o grupo cuja prioridade é o prazer, o que o leva a consumir alimentos é o sabor. Esses consumidores possuem um perfil mais impulsivo na hora de comer.
Bem-estar e sustentabilidade
Para a parcela dos consumidores que se enquadram no grupo em que o consumo de alimentos reflete a busca por saúde, o que importa é a qualidade de vida. Embora seja o grupo de menor representatividade na população (21%), a pesquisa identificou que é o que tem maior potencial de crescimento.
Na hora de consumir alimentos, esses consumidores levam em conta um ideal que apenas o próprio bem-estar. Eles também se preocupam com o ambiente e a sociedade.
Por conta disso, eles priorizam a compra de alimentos industrializados de empresas que protegem o meio ambiente ou que possuem projetos sociais. Nesse sentido, deixam de comprar os itens daquelas envolvidas em quaisquer irregularidades dessa natureza.
No mercado consumidor de alimentos, esse grupo está mais presente na classe C, com maior destaque para os consumidores localizados na região Nordeste.
Fonte: Info Money Pessoal
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
Segundo a pesquisa, existem ainda outras três tendências de consumo de alimentos por parte dos brasileiros. Entre eles, estão aqueles que escolhem os produtos de acordo com a confiabilidade e qualidade (23%). Para outros 22% o que importa é o sabor do alimento. Já 21% dos consumidores buscam alimentos que trazem benefício à saúde.
Conveniência e praticidade
Por conta da rotina corrida que levam, os consumidores classificados no grupo que prioriza a conveniência e praticidade têm nos alimentos congelados e semiprontos fortes aliados. De acordo com a pesquisa, esses consumidores confiam na qualidade dos produtos industrializados, ao mesmo tempo que priorizam sabor e variedade.
A pesquisa identificou que esse perfil de consumidor está presente nas classes A, B e C. Esse segmento está disposto a aumentar o consumo desse tipo de produto, caso ele apresente preços mais atraentes.
Qualidade e sabor
De acordo com a pesquisa, a classe C é a maior representante do grupo que prioriza a qualidade dos alimentos. Para esse segmento, as escolhas dos produtos se baseiam na qualidade. O levantamento constatou que esse grupo está disposto a pagar mais por produtos nos quais confia.
Para o grupo cuja prioridade é o prazer, o que o leva a consumir alimentos é o sabor. Esses consumidores possuem um perfil mais impulsivo na hora de comer.
Bem-estar e sustentabilidade
Para a parcela dos consumidores que se enquadram no grupo em que o consumo de alimentos reflete a busca por saúde, o que importa é a qualidade de vida. Embora seja o grupo de menor representatividade na população (21%), a pesquisa identificou que é o que tem maior potencial de crescimento.
Na hora de consumir alimentos, esses consumidores levam em conta um ideal que apenas o próprio bem-estar. Eles também se preocupam com o ambiente e a sociedade.
Por conta disso, eles priorizam a compra de alimentos industrializados de empresas que protegem o meio ambiente ou que possuem projetos sociais. Nesse sentido, deixam de comprar os itens daquelas envolvidas em quaisquer irregularidades dessa natureza.
No mercado consumidor de alimentos, esse grupo está mais presente na classe C, com maior destaque para os consumidores localizados na região Nordeste.
Fonte: Info Money Pessoal
CLÁUDIO OLIVEIRA
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Mudança no mercado masculino vira oportunidade de negócio
O mercado masculino pode ser uma oportunidade de negócio vantajosa para quem quer atingir esse público-alvo. Com o crescimento da vaidade e preocupação com a aparência, físico e saúde, segmentos que anteriormente não se preocupavam em alcançar os homens agora exploram essa mudança de comportamento.
Empresas do varejo disponibilizam produtos destinados exclusivamente ao público masculino. Desde as tradicionais lojas de vestuários: calça, camisa, terno, gravatas e calçados até as mais sofisticadas clínicas de estética e beleza. Já foi o tempo em que a mulher decidia o que ele ia vestir, calçar e usar de produtos e acessórios. Ele quer escolher, compara o que vê nos amigos, deseja certos produtos e acessórios, segue moda e tendências. Ele pesquisa na internet, lê opiniões sobre os produtos e compra.
O homem passou a ser mais consumista e menos conservador. Uma empresa que enxergou uma oportunidade de mercado com atendimento exclusivo para esse público é a Ophicina de Costura, especializada em serviços de reforma e consertos de roupas em geral, alfaiataria e alta costura. A corporação, pioneira no Brasil no ramo de serviços expressos e produtos exclusivos para a manutenção de sapatos, conta com 10 lojas nos principais shopping centers da cidade de São Paulo. Os serviços mais procurados por homens são a barra de calça, camisa sob medida e ajuste do comprimento da manga.
A tendência dos empreendimentos é se especializar em produtos e serviços para os homens. Os nichos mais visados são: Estética, Saúde e Beleza. Neste grupo enquadram-se as academias; clínicas de estética; cabeleireiros; clínicas de emagrecimento e rejuvenescimento; lojas de produtos de beleza: perfumes, cremes, produtos para banho, entre outras. Para Liana Bittencourt, diretora do Grupo Bittencourt, especializado em consultoria para expansão de negócios, “o mundo da moda e dos serviços e acessórios pessoais vêm aumentando a uma velocidade acelerada e percebe-se que existe uma carência de espaços, lojas e prestadores de serviços voltados especialmente para atender o público masculino”. Essa é uma das razões para que alguns espaços que foram utilizados no passado somente pelo o público feminino sejam invadidos por homens.
Segundo Liana, “a mulher se deixa envolver por vários aspectos: a vaidade aguçada no momento da compra, a emoção e o sonho da beleza ou de impressionar o marido ou o namorado. Ela é mais indecisa e o homem é mais direto e decidido” acrescenta. E os dados comprovam: eles compram em menos lojas que elas - 1,4, contra 1,6. Mas isso não significa um consumo menor, pois ele compra algo em 78% das lojas que entra, enquanto as mulheres adquirem produtos em 59% das lojas que frequentam.
Outro diferencial desse público é que o homem tem uma propensão a ser mais fiel a determinados produtos e marcas. Quando se dá bem como tipo de produto tem resistências para mudar, o que é bom para o varejo. Além disso, ele passou a comprar mais e buscar produtos com valor agregado.
Atenta a essa particularidade, a loja de jogos eletrônicos e entretenimento Uz Games atende majoritariamente homens há 25 anos. Mesmo com um leve crescimento na freqüência de mulheres, eles predominam. São 88% da clientela do estabelecimento do Shopping Ibirapuera. Segundo Marcos Khalil, sócio-diretor da UZ Games, “o homem é mais decidido no momento da compra, ele já sabe o que procura antes de entrar no estabelecimento, isso torna a venda mais rápida”.
O empreendedor que busca atingir esse público-alvo precisa ficar atento ao tipo de atendimento oferecido, que deve ser diferenciado. Para Liana, os vendedores que atendem esse público devem ser práticos e perspicazes para entender qual o perfil do seu cliente masculino já nos primeiro momento. “Uma característica muito forte é que eles decidem rápido, o que nem sempre significa compra por impulso e tentar vender adicionais sem essa análise pode ser fatal” finaliza.
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
Empresas do varejo disponibilizam produtos destinados exclusivamente ao público masculino. Desde as tradicionais lojas de vestuários: calça, camisa, terno, gravatas e calçados até as mais sofisticadas clínicas de estética e beleza. Já foi o tempo em que a mulher decidia o que ele ia vestir, calçar e usar de produtos e acessórios. Ele quer escolher, compara o que vê nos amigos, deseja certos produtos e acessórios, segue moda e tendências. Ele pesquisa na internet, lê opiniões sobre os produtos e compra.
O homem passou a ser mais consumista e menos conservador. Uma empresa que enxergou uma oportunidade de mercado com atendimento exclusivo para esse público é a Ophicina de Costura, especializada em serviços de reforma e consertos de roupas em geral, alfaiataria e alta costura. A corporação, pioneira no Brasil no ramo de serviços expressos e produtos exclusivos para a manutenção de sapatos, conta com 10 lojas nos principais shopping centers da cidade de São Paulo. Os serviços mais procurados por homens são a barra de calça, camisa sob medida e ajuste do comprimento da manga.
A tendência dos empreendimentos é se especializar em produtos e serviços para os homens. Os nichos mais visados são: Estética, Saúde e Beleza. Neste grupo enquadram-se as academias; clínicas de estética; cabeleireiros; clínicas de emagrecimento e rejuvenescimento; lojas de produtos de beleza: perfumes, cremes, produtos para banho, entre outras. Para Liana Bittencourt, diretora do Grupo Bittencourt, especializado em consultoria para expansão de negócios, “o mundo da moda e dos serviços e acessórios pessoais vêm aumentando a uma velocidade acelerada e percebe-se que existe uma carência de espaços, lojas e prestadores de serviços voltados especialmente para atender o público masculino”. Essa é uma das razões para que alguns espaços que foram utilizados no passado somente pelo o público feminino sejam invadidos por homens.
Segundo Liana, “a mulher se deixa envolver por vários aspectos: a vaidade aguçada no momento da compra, a emoção e o sonho da beleza ou de impressionar o marido ou o namorado. Ela é mais indecisa e o homem é mais direto e decidido” acrescenta. E os dados comprovam: eles compram em menos lojas que elas - 1,4, contra 1,6. Mas isso não significa um consumo menor, pois ele compra algo em 78% das lojas que entra, enquanto as mulheres adquirem produtos em 59% das lojas que frequentam.
Outro diferencial desse público é que o homem tem uma propensão a ser mais fiel a determinados produtos e marcas. Quando se dá bem como tipo de produto tem resistências para mudar, o que é bom para o varejo. Além disso, ele passou a comprar mais e buscar produtos com valor agregado.
Atenta a essa particularidade, a loja de jogos eletrônicos e entretenimento Uz Games atende majoritariamente homens há 25 anos. Mesmo com um leve crescimento na freqüência de mulheres, eles predominam. São 88% da clientela do estabelecimento do Shopping Ibirapuera. Segundo Marcos Khalil, sócio-diretor da UZ Games, “o homem é mais decidido no momento da compra, ele já sabe o que procura antes de entrar no estabelecimento, isso torna a venda mais rápida”.
O empreendedor que busca atingir esse público-alvo precisa ficar atento ao tipo de atendimento oferecido, que deve ser diferenciado. Para Liana, os vendedores que atendem esse público devem ser práticos e perspicazes para entender qual o perfil do seu cliente masculino já nos primeiro momento. “Uma característica muito forte é que eles decidem rápido, o que nem sempre significa compra por impulso e tentar vender adicionais sem essa análise pode ser fatal” finaliza.
CLÁUDIO OLIVEIRA
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terça-feira, 20 de abril de 2010
magazine luiza + lojas cem = Mais uma grande fusão nas próximas semanas?


Deu na coluna do João Dória Jr, na IstoÉ Dinheiro:
"Mais duas gigantes do varejo negociam fusão. As convesas entre Lojas Cem e Magazine Luiza estão bem avançadas. Luiza Helena Trajano deve bater o martelo da compra da empresa da família Dalla Vecchia nas próximas semanas. Magazine Luiza e Lojas Cem não se pronunciam. Mas ambas ajustam os ponteiros."
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CLÁUDIO OLIVEIRA
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Varejo deve bater recorde de fusões em 2010

Levantamento da PriceWaterhouseCoopers mostra que o número de fusões e aquisições no comércio no primeiro bimestre deste ano já supera o dos dois primeiros meses de 2007, ano que marcou o recorde desse tipo de negócio, com um total de 58 operações. No mês passado, a criação da segunda maior empresa de varejo do País, com a união entre Insinuante e Ricardo Eletro, indica que 2010 pode quebrar o recorde de três anos atrás.
Em 2008 e 2009, a cautela dos empresários diante da crise fez o número de incorporações e fusões cair para 38 e 24, respectivamente. A recuperação da economia brasileira foi marcada pelo aquecimento da demanda interna e pela expansão de quase 6% varejo em 2009.
O anúncio de megafusões - como a que criou a Máquina de Vendas esta semana, ou o conglomerado Pão de Açúcar-Ponto Frio-Casas Bahia no final do ano passado - contribui para estimular novas etapas de consolidação do setor, aponta Alexandre Pierantoni, sócio da Price para a área de finanças corporativas. "A consolidação na cadeia varejista já vem de alguns anos, com o fortalecimento de grupos locais e a chegada de internacionais. Os últimos dois anos foram atípicos por causa da crise, mas acho que este ano vamos superar o patamar de operações de 2007. Já temos grandes players. Não vamos ver negócios de bilhões todo dia, mas vão continuar as transações de nicho ou entre cadeias menores e atores regionais", prevê.
Fonte: O Estado de São Paulo
CLÁUDIO OLIVEIRA
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Consumidores que recebem de 5 a 6 salários mínimos são os mais inadimplentes
Pesquisa realizada pela TeleCheque e divulgada na quinta-feira (25) revela que os consumidores de maior renda foram os mais inadimplentes em janeiro e fevereiro deste ano.
Segundo o levantamento, aqueles que recebem entre R$ 2.075 e R$ 2.490 mensais responderam por 20,22% dos atrasos superiores a 15 dias dos valores em reais operados com cheques. O número é 20 pontos percentuais maior do que o registrado entre os que ganham de R$ 415 a R$ 830 por mês, de 0,22%.
O segundo maior percentual de inadimplentes está na faixa de R$ 1.661 a R$ 2.075 (19,78%), seguido pela faixa acima de R$ 2.491, com 17,98%.
Faixa de rendimento
De acordo com a pesquisa, as classes mais baixas devem voltar a assumir o posto dos mais inadimplentes, até então ocupado pelas classes mais altas, afetadas pela crise financeira mundial.
"As classes C e D enfrentam maior dificuldade em conseguir crédito no país, ao contrário da A e B, que, naturalmente, conquistam vantagens em diversas instituições financeiras", afirmou o vice-presidente da Telecheque, Praxedes Neto.
Fonte: Info Money Pessoal
CLAUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
Segundo o levantamento, aqueles que recebem entre R$ 2.075 e R$ 2.490 mensais responderam por 20,22% dos atrasos superiores a 15 dias dos valores em reais operados com cheques. O número é 20 pontos percentuais maior do que o registrado entre os que ganham de R$ 415 a R$ 830 por mês, de 0,22%.
O segundo maior percentual de inadimplentes está na faixa de R$ 1.661 a R$ 2.075 (19,78%), seguido pela faixa acima de R$ 2.491, com 17,98%.
Faixa de rendimento
De acordo com a pesquisa, as classes mais baixas devem voltar a assumir o posto dos mais inadimplentes, até então ocupado pelas classes mais altas, afetadas pela crise financeira mundial.
"As classes C e D enfrentam maior dificuldade em conseguir crédito no país, ao contrário da A e B, que, naturalmente, conquistam vantagens em diversas instituições financeiras", afirmou o vice-presidente da Telecheque, Praxedes Neto.
Fonte: Info Money Pessoal
CLAUDIO OLIVEIRA
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segunda-feira, 8 de março de 2010
TV de LCD deve ficar mais barata antes da Copa

A cotação mais baixa do dólar neste ano, a chegada das novas gerações de TVs de LED (versão melhorada do LCD e do plasma) e a maior procura dos consumidores por televisões de tela fina são alguns dos fatores que levarão os preços destes produtos ficarem até 25% mais baixos para a Copa do Mundo.
A paixão dos brasileiros pelo futebol provocará verdadeira guerra no varejo para conquistar os consumidores. Segundo fabricantes, o Brasil é um dos poucos países em que a demanda por televisores cresce tanto nesta época.
Apesar das vendas serem intensas entre abril e junho, conforme a Seleção Brasileira avança no torneio as pessoas continuarão comprando. "Quando o Brasil perde, as vendas caem", afirma o diretor de linha marrom do Walmart, Luciano Hoffmann.
Segundo o executivo, a tendência é que os preços das TVs de LCD e plasma caiam 10% a partir de abril. A rede negociou com a Samsung modelo de 37" full HD (alta definição) com conversor digital. Hoffmann garante que o valor dela será 25% menor frente os similares da concorrência.
Ao contrário de 2009, a indústria afirma que conseguirá atender os pedidos. "A saída do modelo LED cresceu e isso faz o preço cair", diz o diretor de eletrônicos de consumo da Samsung, Marcio Portella Daniel.
Para a Copa, a tendência é que muitos troquem o televisor de tubo pelo de LCD, enquanto os que têm este modelo migrarão para o LED. Portella aponta que a diferença de preço entre o LCD e o LED com configurações iguais chega a 40%. As ‘telas finas'' deixaram de ser luxo para entrar na rotina das pessoas.
DIGITAL - O apelo das empresas para elevar as vendas é que este será o primeiro torneio mundial que o País terá oportunidade de assistir com transmissão digital. Neste embalo surgirão nas prateleiras das redes em breve a TV 3D. A coreana LG apresentou alguns aparelhos que precisam de óculos especiais.
Fernanda Summa, gerente de produto da área de TV da LG, sinaliza que Net e Globo já estão trabalhando para fornecer conteúdo em 3D. "A Globo, inclusive, fez testes com transmissão da novela e do Carnaval", diz. A emissora deverá transmitir alguns jogos da Copa neste formato.
PREFERÊNCIA - O carro-chefe de vendas na Coop (Cooperativa de Consumo) é o modelo de 32''''. O gerente de compras de Eletro Edson Rodrigues prevê alta de 60% nas vendas nesta categoria em relação a 2009. "Os preços estarão atrativos", afirma. A rede também aguarda a chegada da TV 3D para atender os aficionados por tecnologia.
No Grupo Pão de Açúcar (Extra e Ponto Frio), 85% dos aparelhos vendidos são de LCD, 10% são de plasma e só 5% de LED. O gerente comercial Fábio Tavares endossa o coro e também garante preços mais baixos do que em 2009.
A Lojas do Baú Crediário reforçou o estoque em 30%. A rede crê na estabilidade dos preços. Em nota, Magazine Luiza, Casas Bahia e Carrefour informam que as vendas serão maiores, mas não detalham variação no custo do produto.
Por determinação do governo, TVs com 32'', no mínimo, devem ter sintonizador de TV digital a partir de junho.
Fonte: Diário do Grande ABC
CLÁUDIO OLIVEIRA
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segunda-feira, 1 de março de 2010
CASA DO PÃO DE QUEIJO

A primeira loja da Casa do Pão de Queijo foi inaugurada no centro da cidade de São Paulo, em 1967, pelo Engenheiro Mário Carneiro. Até então, o Pão de Queijo não era algo que fazia parte dos hábitos alimentares do Paulistano, porém a famosa e exclusiva receita de Dona Arthêmia, mãe do fundador e personagem da logomarca, mudaria isso para sempre. O produto, típico de Minas Gerais, fez um sucesso tão grande na capital paulista, que a recém inaugurada loja chegou a vender em um só dia 42.000 unidades. Estava marcado o início de uma história de sucesso e de um novo hábito que virou mania nacional: o de se saborear os deliciosos pães de queijo de Dona Arthêmia.
Treze anos depois, a Casa do Pão de Queijo já possuía 13 lojas próprias, sempre bem localizadas e prontas para atender consumidores de todos os lugares. Com uma média de uma nova loja a cada ano, o negócio, que até então havia se mantido como uma empresa familiar, estava entre os mais prósperos comércios do ramo de alimentação da época.
Começava aí a se desenhar o projeto de franquia da Casa do Pão de Queijo, devido à qualidade de seus produtos que eram considerados os melhores do mercado. Lojas bem localizadas, com uma operação funcional e competente, agregados a um produto de excelente qualidade e com um preço acessível proporcionaram o imediato sucesso da empreitada e de todos os envolvidos na mesma. Hoje, 14 anos após a abertura da primeira franquia, a Casa do Pão de Queijo figura como líder absoluta em seu segmento.
Tornou-se sinônimo de qualidade, higiene e agilidade em seus serviços, em suas mais de 456 lojas distribuídas por todo o território nacional.Tudo isso é fruto de uma história de sucesso, empenho, muito trabalho e principalmente, dedicação ao consumidor.
CLÁUIDO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
Spoleto

Em 1999, no Rio de Janeiro, o Spoleto deu início ao inovador conceito onde o cliente é o chef. Com o objetivo de oferecer uma refeição saborosa, rápida e de alta qualidade, no restaurante as pessoas ficam à vontade para escolherem ingredientes e criarem suas próprias receitas – sempre servidas através de um eficiente atendimento.
Foi a partir dessa iniciativa que a marca logo se destacou no mercado, conquistando um público fiel. Mas a intenção era levar as refeições do Spoleto ao maior número de pessoas possível. Foi a partir do sistema de franchising que a rede cresceu.
Hoje possui 272 restaurantes situados em todo o Brasil, além de 23 lojas no exterior (21 no México e 2 na Espanha). “A projeção é assinar 36 novas unidades ao longo desse ano”, diz a gerente de marketing Amanda Ribeiro.
E foi a união da inovação e da qualidade com a rapidez de um fast-food que possibilitou ao Spoleto conquistar reconhecimento no mercado e ganhar prêmios importantes. “O grande desafio é manter as equipes motivadas de forma a transmitirem isto para os clientes, mantendo a excelência e qualidade no atendimento.”, completa Amanda.
Tanto investimento e dedicação transformaram o Spoleto na maior rede de massas italianas no Brasil.
CLÁUDIO OLIVEIRA
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Saber esperar o momento certo pode fazer com que o cliente compre produtos adicionais

Adicionar em vendas significa fazer com que seus clientes comprem mais do que originalmente pretendiam. Acontece quando seu cliente entra na loja à procura de um item e você vende aquele e outros dois. Funciona quando os clientes lhe dizem que não irão exceder um determinado limite de preço e, na hora em que vão embora de sua loja, já gastaram o dobro daquela quantia. A venda de adicionais pode ser uma maneira absolutamente agradável de fazer negócios porque pode ser muito divertida. Mas qual é o momento certo para oferecer um produto adicional? É logo após ou durante a Demonstração. Após passar por todos os estágios da Demonstração, caso você perceba a receptividade do cliente e tenha a certeza de que ele irá comprar o produto principal, esta é a hora certa de adicionar
CLÁUDIO OLIVEIRA
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Ter certeza é a chave!

O amador imagina se os clientes vão comprar. O profissional sabe que eles vão comprar e a questão é quanto eles vão comprar. A certeza vem da combinação do conhecimento e da experiência. Há muitas pessoas com mais de 20 anos de experiência em vendas. Infelizmente, às vezes é só uma questão de repetir a mesma experiência ano após ano. Outras pessoas crescem a cada ano, aprendem com os próprios erros e adquirem novos conhecimentos.
As pessoas que decidem fazer compras com você têm um desejo consciente ou mesmo subconsciente de possuir aquilo que você está vendendo. Então, a menos que você tenha uma bola de cristal, assuma que todos vão comprar e comece o seu trabalho de descobrir exatamente o que vão comprar. Para tal, basta que você aprimore seus conhecimentos e adquira a confiança necessária para realizar uma venda. Isso, sem dúvidas, fará toda a diferença!
CLÁUDIO OLIVEIRA
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Empresas começam a contratar funcionários temporários para a Páscoa

As empresas fabricantes de produtos típicos da Páscoa já estão começando a admitir funcionários temporários para o período. A Nestlé, produtora de bombons e ovos de chocolate, informou que contratará 4.000 promotores de vendas em todo o país. Os funcionários serão escolhidos por agências de emprego, que deverão anunciar a abertura do processo seletivo.
A Garoto, empresa do mesmo ramo, também oferecerá 4.000 vagas em todas as capitais brasileiras e terá os contratados igualmente selecionados por agências de emprego.
Na Kraft, responsável pela Lacta, serão abertas aproximadamente 6.000 vagas temporárias para as áreas de vendas e promoção para todo o Brasil, mas cerca de 40% dos postos de trabalho ficarão no estado de São Paulo. A empresa informou que em setembro foram contratadas 1.100 pessoas para trabalhar até o fim de fevereiro na linha de produção da fábrica, em Curitiba e que todos têm possibilidade de efetivação.
A Village deverá contratar 500 pessoas para a produção e 600 para trabalhar nos pontos de venda com a promoção de seus bombons e ovos de chocolate. De acordo com a Village, no ano passado, o número de contratações foi semelhante à meta deste ano.
A Kopenhagen abrirá 80 vagas temporárias para auxiliar de vendas nas lojas da rede em São Paulo e no Rio de Janeiro. O processo seletivo começa em fevereiro e o trabalho, em março, com o contratado permanecendo durante cerca de um mês.
Segundo o presidente da Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), Getúlio Ursulino Netto, os temporários podem ser aproveitados nas empresas depois da Páscoa, para substituir funcionários em férias e posteriormente ser efetivados. "Não sabemos informar os números precisos, porque temos 18 indústrias. Umas são pequenas, outras maiores, umas são mais automatizadas", disse Ursulino.
Ele informou que os produtos típicos da Páscoa começam a ser fabricados em setembro, junto com os destinados ao Natal. Depois do Natal, reforça-se a produção para a Páscoa. "O Brasil é o segundo produtor mundial de produtos de Páscoa, isso é um grande volume. A Páscoa está muito no hábito do brasileiro, é uma coisa emocional, todos se julgam no direito de ganhar um ovo [de chocolate]."
Fonte: Agência Brasil
CLÁUDIO OLIVEIRA
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Lacta busca repetir a liderança de mercado na Páscoa 2010

A Lacta, líder no mercado de ovos de chocolate no Brasil há 13 anos consecutivos, quer o 14º ano de liderança. Para isso, a marca oferece na Páscoa de 2010 uma linha de 47 produtos, sendo dezesseis lançamentos divididos entre as linhas adulto e infantil, o que significa quatro vezes mais novidades versus 2009.
“A companhia se baseia em três pilares para manter o sucesso nas vendas durante o período de Páscoa: inovação, execução com excelência no ponto de vendas e marcas fortes no mercado. O foco nessas mesmas bases será mantido este ano”, comenta o Diretor de Snacks da Kraft Foods Brasil, Romeo Lacerda.
A preparação para a época de Páscoa teve início em setembro de 2009, quando a empresa contratou 1.100 funcionários temporários para a linha de produção, na sua fábrica em Curitiba. Outras seis mil vagas, espalhadas por todo o país, foram abertas para as áreas de vendas e promoção. Os números impressionam e para atender ao mercado nacional, o volume de ovos se aproxima dos 23 milhões de ovos de Páscoa.
“No ano de 2009, o market share da Lacta em valor foi de 34,6% (Nielsen). Nos últimos 13 anos, a marca se consolidou como líder absoluta no período de Páscoa”, comenta Lacerda. A linha de ovos Sonho de Valsa é a campeã em volume de vendas em todo o Brasil, com 11,7% de participação em 2009 (Nielsen) no segmento de ovos adultos. Nesse mesmo segmento, entre as 10 principais marcas no país, 5 são marcas da Lacta. O sucesso é tanto que considerando o mercado total de Páscoa, a cada 10 ovos vendidos no país, um deles é Sonho de Valsa.
Fonte: Varejista
CLÁUDIO OLIVEIRA
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