Em parceria inédita com a rede de locadoras Blockbuster, o Fran’s Café alia a qualidade de seus produtos a um dos programas de lazer preferidos durante o inverno: assistir um filme agradável no conforto de casa.
Até hoje, os clientes que optarem por uma das combinações sugeridas do cardápio Fran’s Café, Croissant de Chocolate + Café Mocha ou Croque Monsieur + bebida, ganham a locação do filme Simplesmente Complicado, lançamento da Universal, em qualquer loja da rede Blockbuster.Em contrapartida, os clientes Blockbuster que locarem o mesmo vídeo, durante o período da promoção, ganham um café nas lojas Fran’s Café.
A promoção é válida para as 126 lojas Fran’s Café, em todas as regiões do Brasil e nas 190 lojas Blockbuster no país.
Fonte: Varejista
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
West Shopping promove palestras motivacionais
O West Shopping, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, promove palestras motivacionais para os seus lojistas. Com o objetivo de melhorar o desempenho das lojas, o programa Metas Lojistas 2010 será ministrado por professores de Administração e Marketing da Estácio, além de outros especialistas nessas áreas e em economia e recursos humanos.
A ação também pretende incentivar o acesso ao ensino superior, divulgando o convênio entre a Estácio e a Associação de lojistas do West Shopping, que oferece desconto nas mensalidades dos funcionários de lojas que estudam na unidade dentro do próprio shopping ou em qualquer outra nos termos do convênio.
As palestras serão realizadas uma vez por mês. A próxima acontecerá amanhã, e terá como tema a Gestão Motivacional. Mais informações através do telefone (21) 3514-1000.
Fonte: Varejista
A ação também pretende incentivar o acesso ao ensino superior, divulgando o convênio entre a Estácio e a Associação de lojistas do West Shopping, que oferece desconto nas mensalidades dos funcionários de lojas que estudam na unidade dentro do próprio shopping ou em qualquer outra nos termos do convênio.
As palestras serão realizadas uma vez por mês. A próxima acontecerá amanhã, e terá como tema a Gestão Motivacional. Mais informações através do telefone (21) 3514-1000.
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Mercado de franquias ganha marca de bijouxs e acessórios com novo conceito
A rede de bijouxs customizadas e acessórios femininos Fundição Filomena, fundada há menos de dois anos, está em plena expansão na região Sudeste e em especial na capital fluminense. Com 24 unidades em seis estados, sendo 11 no Rio de Janeiro (10 quiosques e uma loja no BarraShopping), a marca inaugura mais seis pontos até agosto. A empresa ainda encontra-se em São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Paraná e Espírito Santo e tem como objetivo para 2010 abrir mais 20 pontos de venda e chegar ao faturamento de R$ 1 milhão.
A Filomena lançou um novo conceito de franquias, em que os clientes podem montar suas próprias bijouxs. As peças são produzidas manualmente por cerca de 30 artesãs todos os dias. O conceito de “um espaço para customização de acessórios” está presente nos quiosques da rede, que foram formatados para estar situados nos principais shoppings do país. Outro diferencial são as bijuterias produzidas de um composto especial de estanho com banho de prata, química que possui o menor percentual de ferro do mercado (20%) e proporciona maior brilho e durabilidade aos acessórios.
"Nossa marca conquistou o mercado, principalmente o público feminino, pela exclusividade e possibilidade que oferecemos ao cliente de personalizar as bijouxs. Oferecemos acessórios com design arrojado e grande opção de cordões, anéis, brincos, pulseiras e chaveiros, entre outros, que podem ser montados ao gosto de cada um", afirma a presidente da empresa, Rosana Macedo.
Fonte: Varejista
A Filomena lançou um novo conceito de franquias, em que os clientes podem montar suas próprias bijouxs. As peças são produzidas manualmente por cerca de 30 artesãs todos os dias. O conceito de “um espaço para customização de acessórios” está presente nos quiosques da rede, que foram formatados para estar situados nos principais shoppings do país. Outro diferencial são as bijuterias produzidas de um composto especial de estanho com banho de prata, química que possui o menor percentual de ferro do mercado (20%) e proporciona maior brilho e durabilidade aos acessórios.
"Nossa marca conquistou o mercado, principalmente o público feminino, pela exclusividade e possibilidade que oferecemos ao cliente de personalizar as bijouxs. Oferecemos acessórios com design arrojado e grande opção de cordões, anéis, brincos, pulseiras e chaveiros, entre outros, que podem ser montados ao gosto de cada um", afirma a presidente da empresa, Rosana Macedo.
Fonte: Varejista
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quinta-feira, 29 de julho de 2010
Shoppings fogem do óbvio para o Dia dos Pais
O Dia dos Pais é uma data especial para reforçar o laço entre filhos e pais por meio de presentes e homenagens. Levando em conta essas duas possibilidades, os shoppings VillaLobos, ABC e Tamboré organizaram eventos e premiações criativas para a ocasião.
O Shopping VillaLobos está gravando depoimentos de seus clientes dentro de um táxi antigo e divulgando os vídeos na internet para que a gravação mais votada ganhe o prêmio: seis meses de táxi de graça para o pai. Já o ABC organizou um campeonato do game Rock Band. Ele é disputado por duplas (pais/filhos ou avôs/netos) para concorrerem a uma viagem para Londres, Memphis, Buenos Aires ou Rio de Janeiro. Por fim, o Tamboré abriga uma exposição sensorial sobre esportes radicais e um concurso cultural que premiará um pai surfista e seu filho com duas pranchas personalizadas.
Fonte: Varejista
O Shopping VillaLobos está gravando depoimentos de seus clientes dentro de um táxi antigo e divulgando os vídeos na internet para que a gravação mais votada ganhe o prêmio: seis meses de táxi de graça para o pai. Já o ABC organizou um campeonato do game Rock Band. Ele é disputado por duplas (pais/filhos ou avôs/netos) para concorrerem a uma viagem para Londres, Memphis, Buenos Aires ou Rio de Janeiro. Por fim, o Tamboré abriga uma exposição sensorial sobre esportes radicais e um concurso cultural que premiará um pai surfista e seu filho com duas pranchas personalizadas.
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Vender com qualidade
rofissional de vendas é sempre confrontado com a realidade das metas comerciais estimadas como atingíveis pela empresa.
Esse perene desafio empurra a ação desse ser humano na direção pragmática, cujo sucesso é medido em valores obtidos com as vendas realizadas.
Nos tempos atuais, as bastante tradicionais ferramentas de vendas recebem a companhia de outras, recém incorporadas ao ritual e à rotina do trabalho, tais como, aquelas oriundas dos serviços providos pela informática e comunicações.
Há, no entanto, um aviso de atenção surgindo no cenário: a preocupação com o meio ambiente.
O bom profissional de vendas precisa ser um vetor de propagação das boas práticas ambientais, conhecendo as melhores características dos produtos ecologicamente defensáveis e divulgando a política ambiental da sua empresa.
Este é um ponto significativo na fidelização do cliente tão bem como é revelador de uma atitude indispensável das empresas que entendem que o futuro se faz hoje, construindo, passo a passo, com atitudes conscientes, na mente das pessoas, a ação positiva das companhias, a qual gerará mais participação no mercado, com crescentes vendas de qualidade.
Na mente das pessoas já está impregnada a necessidade da preservação ambiental. São exemplos notórios dessa tomada de consciência, várias organizações que proveem suas lojas e/ou locais apropriados de recipientes adequados para receber lixos de várias origens e que podem ser reciclados. Outro macro exemplo é aquele que vem da Europa: os europeus estão, crescentemente, comprando produtos com origem ecológica certificada.
Daí, sem exagero, é um passo indispensável que o profissional de vendas esteja em sintonia ampla e total com o mercado, para que seu desempenho seja recompensado material e espiritualmente.
Miguel Ignatios é presidente da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) e presidente do Instituto de Responsabilidade Socioambiental (IRES). Foi diretor de empresas como Editora Abril, Gazeta Mercantil, e NEC do Brasil. Articulista de vários veículos de comunicação, já teve seus artigos publicados em duas coletâneas: “Preparando o Brasil do Novo Milênio” (2000), e “Os Agentes do Crescimento Sustentado” (2001). Miguel também atua como consultor de empresas e preside os conselhos da Golden-Cross e da União Cultural Brasil-Estados Unidos (UCBE).
Esse perene desafio empurra a ação desse ser humano na direção pragmática, cujo sucesso é medido em valores obtidos com as vendas realizadas.
Nos tempos atuais, as bastante tradicionais ferramentas de vendas recebem a companhia de outras, recém incorporadas ao ritual e à rotina do trabalho, tais como, aquelas oriundas dos serviços providos pela informática e comunicações.
Há, no entanto, um aviso de atenção surgindo no cenário: a preocupação com o meio ambiente.
O bom profissional de vendas precisa ser um vetor de propagação das boas práticas ambientais, conhecendo as melhores características dos produtos ecologicamente defensáveis e divulgando a política ambiental da sua empresa.
Este é um ponto significativo na fidelização do cliente tão bem como é revelador de uma atitude indispensável das empresas que entendem que o futuro se faz hoje, construindo, passo a passo, com atitudes conscientes, na mente das pessoas, a ação positiva das companhias, a qual gerará mais participação no mercado, com crescentes vendas de qualidade.
Na mente das pessoas já está impregnada a necessidade da preservação ambiental. São exemplos notórios dessa tomada de consciência, várias organizações que proveem suas lojas e/ou locais apropriados de recipientes adequados para receber lixos de várias origens e que podem ser reciclados. Outro macro exemplo é aquele que vem da Europa: os europeus estão, crescentemente, comprando produtos com origem ecológica certificada.
Daí, sem exagero, é um passo indispensável que o profissional de vendas esteja em sintonia ampla e total com o mercado, para que seu desempenho seja recompensado material e espiritualmente.
Miguel Ignatios é presidente da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) e presidente do Instituto de Responsabilidade Socioambiental (IRES). Foi diretor de empresas como Editora Abril, Gazeta Mercantil, e NEC do Brasil. Articulista de vários veículos de comunicação, já teve seus artigos publicados em duas coletâneas: “Preparando o Brasil do Novo Milênio” (2000), e “Os Agentes do Crescimento Sustentado” (2001). Miguel também atua como consultor de empresas e preside os conselhos da Golden-Cross e da União Cultural Brasil-Estados Unidos (UCBE).
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Comerciantes paulistas apostam em 2014 para investir no varejo

De acordo com dados da pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) feita em parceria com o instituto Data Popular, os comerciantes paulistas estão otimistas com relação à Copa do mundo de 2014.
Dos 121 proprietários de bares, restaurantes, supermercados, padarias e lojas de vestuário entrevistados em São Paulo, 60% acreditam que a Copa 2014 será boa para os negócios e 73% esperam faturar mais que a competição deste ano.
Além disso, a participação da seleção também pode influenciar nas vendas durante o período. Para 71% dos comerciantes, o bom desempenho do jogadores brasileiros durante a Copa 2014 afetará de forma positiva as vendas na ocasião. Dos entrevistados, 62% organizarão seus negócios para a competição que acontecerá no Brasil, enquanto 5% dos lojistas já iniciaram este trabalho.
Durante o evento mundial realizado este ano na África do Sul, 96% dos comerciantes que aumentaram os estoques tiveram saldo positivo nas vendas. Dos que fizeram promoções relacionadas ao torneio, 72% atingiram as expectativas de vendas.
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Como fazer o primeiro contato com um cliente desconhecido?
Este é um desafio comum para a maioria dos vendedores.
O contato pode acontecer, à princípio, de duas maneiras: na primeira, você ou sua empresa foram solicitadas por um potencial cliente para oferecer seu produto ou serviço. Aqui a abordagem é mais fácil e você tem abertura para uma conversa.
A segunda situação é a mais difícil, aquela que aterroriza os vendedores: chegar em uma empresa desconhecida, falar com uma pessoa desconhecida e conseguir vender.
Para realizar um bom trabalho neste caso, primeiro passo é elaborar um estudo rápido sobre a empresa (o que ela faz; quem são seus clientes; qual a sua história).
Depois disso, você deve imaginar como o produto ou serviço que você vende poderia ser usado por ela.
O terceiro passo é saber um pouco mais sobre a pessoa com quem que você vai se relacionar neste potencial cliente.
*Tanto o primeiro passo quanto o terceiro podem ser feitos com a ajuda da internet. Basta pesquisar os nomes e você encontrará muita informação.
Feito isso, o cliente já não será tão desconhecido assim.
Agora é a hora de ir à luta!
*Um detalhe: como você não conhece o interlocutor, vá com cuidado. Não faça brincadeiras e nem seja muito séria.
No início, você deve falar pouco de sua empresa. Depois, deve começar a fazer ao seu interlocutor perguntas que te permitam conhecer como a empresa dele lida com os temas relacionados ao seu produto.
Daí em diante é fazer o trabalho bem feito!
Sucesso e boas vendas!
O contato pode acontecer, à princípio, de duas maneiras: na primeira, você ou sua empresa foram solicitadas por um potencial cliente para oferecer seu produto ou serviço. Aqui a abordagem é mais fácil e você tem abertura para uma conversa.
A segunda situação é a mais difícil, aquela que aterroriza os vendedores: chegar em uma empresa desconhecida, falar com uma pessoa desconhecida e conseguir vender.
Para realizar um bom trabalho neste caso, primeiro passo é elaborar um estudo rápido sobre a empresa (o que ela faz; quem são seus clientes; qual a sua história).
Depois disso, você deve imaginar como o produto ou serviço que você vende poderia ser usado por ela.
O terceiro passo é saber um pouco mais sobre a pessoa com quem que você vai se relacionar neste potencial cliente.
*Tanto o primeiro passo quanto o terceiro podem ser feitos com a ajuda da internet. Basta pesquisar os nomes e você encontrará muita informação.
Feito isso, o cliente já não será tão desconhecido assim.
Agora é a hora de ir à luta!
*Um detalhe: como você não conhece o interlocutor, vá com cuidado. Não faça brincadeiras e nem seja muito séria.
No início, você deve falar pouco de sua empresa. Depois, deve começar a fazer ao seu interlocutor perguntas que te permitam conhecer como a empresa dele lida com os temas relacionados ao seu produto.
Daí em diante é fazer o trabalho bem feito!
Sucesso e boas vendas!
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
Brasileiras são as que mais comentam experiências de consumo em redes sociais
Segundo estudo realizado pela Sophia Mind com mulheres latinas, as brasileiras são as que mais acessam a internet: 66% das entrevistas frequentam o ambiente de rede diariamente e 89% acessam semanalmente. Dentre as atividades que realizam no mundo virtual, comentar as compras em rede sociais é uma delas.
Entre as mulheres brasileiras, argentinas, mexicanas e hispânicas residentes nos Estados Unidos entrevistadas, as brasileiras são as que mais comentam suas experiências de consumo em redes sociais. A pesquisa mostra que 66% delas têm esse comportamento.
Desse total, 32% comentam sempre, 26% só comentam quando estão satisfeitas com a compra e 8% comentam justamente quando não gostaram do produto que levaram para casa.
Outros países
Considerando as mulheres dos outros países consultados, 56% das hispânicas residentes nos EUA também fazem comentários sobre as experiências de consumo que tiveram. Desse total, 24% comentam quando estão satisfeitas, 21% comentam sempre e 11% comentam quando ficaram insatisfeitas com a compra.
O percentual de comentários negativos é maior entre as mexicanas. A pesquisa mostra que 48% delas comentam sobre as compras que fizeram nas redes sociais. Contudo, desse total, 18% o fazem quando a experiência foi negativa, enquanto que 20% delas comentam sobre o tema quando o produto correspondeu às expectativas e 10% comentam sempre, independentemente da satisfação.
As entrevistadas argentinas são as que menos comentam o tema em redes sociais. Apenas 38% têm esse comportamento. Desse total, 14% comentam sempre, 13% só comentam quando ficaram satisfeitas com a compra e 11% o fazem quando estão insatisfeitas.
Comentários positivos
Pelos dados, é possível perceber que, em qualquer um dos países pesquisados, o percentual de comentários em situações positivas é maior que os comentários negativos. “O efeito da publicidade espontânea é maior do que o efeito das reclamações e insatisfações”, comentam os pesquisadores.
Esse comportamento mostra que as mulheres buscam e fornecem informações relevantes a todo o momento sobre produtos, contribuindo para a tomada de decisão de consumo.
Fonte: Info Money Pessoal
Entre as mulheres brasileiras, argentinas, mexicanas e hispânicas residentes nos Estados Unidos entrevistadas, as brasileiras são as que mais comentam suas experiências de consumo em redes sociais. A pesquisa mostra que 66% delas têm esse comportamento.
Desse total, 32% comentam sempre, 26% só comentam quando estão satisfeitas com a compra e 8% comentam justamente quando não gostaram do produto que levaram para casa.
Outros países
Considerando as mulheres dos outros países consultados, 56% das hispânicas residentes nos EUA também fazem comentários sobre as experiências de consumo que tiveram. Desse total, 24% comentam quando estão satisfeitas, 21% comentam sempre e 11% comentam quando ficaram insatisfeitas com a compra.
O percentual de comentários negativos é maior entre as mexicanas. A pesquisa mostra que 48% delas comentam sobre as compras que fizeram nas redes sociais. Contudo, desse total, 18% o fazem quando a experiência foi negativa, enquanto que 20% delas comentam sobre o tema quando o produto correspondeu às expectativas e 10% comentam sempre, independentemente da satisfação.
As entrevistadas argentinas são as que menos comentam o tema em redes sociais. Apenas 38% têm esse comportamento. Desse total, 14% comentam sempre, 13% só comentam quando ficaram satisfeitas com a compra e 11% o fazem quando estão insatisfeitas.
Comentários positivos
Pelos dados, é possível perceber que, em qualquer um dos países pesquisados, o percentual de comentários em situações positivas é maior que os comentários negativos. “O efeito da publicidade espontânea é maior do que o efeito das reclamações e insatisfações”, comentam os pesquisadores.
Esse comportamento mostra que as mulheres buscam e fornecem informações relevantes a todo o momento sobre produtos, contribuindo para a tomada de decisão de consumo.
Fonte: Info Money Pessoal
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Construtoras vendem imóveis em supermercados

O crédito imobiliário deslanchou. Desde abril, o saldo total de recursos para habitação cresce a taxas superiores a 50% em relação a igual período de 2009, puxado por prazos longos dos financiamentos, juros menores e, especialmente, pela recente investida de bancos e construtoras para popularizar os empréstimos. Já há empresas com estandes de vendas de imóveis nos supermercados. Outras anunciam empreendimentos na embalagem de pizza.
Depois de fazer as compras num supermercado de Osasco (SP), a bancária Claudia dos Santos Silva, de 33 anos, foi surpreendida na saída da loja por um estande de vendas de imóveis, com corretor e tudo mais. Parou, tirou informações sobre o apartamento e guardou o folheto na bolsa. "Em casa vou dar uma olhada", disse Claudia, que se programa para comprar a casa própria.
Com as facilidades de crédito e o déficit habitacional nas classes C e D, grandes construtoras e incorporadoras estabeleceram como meta "ir onde o cliente está". Desde 2008, a Rossi, incorporadora e construtora, optou por esse caminho. "Temos quiosques no calçadão de Campo Grande (reduto de comércio popular do Rio de Janeiro) e em outros locais. Mudamos a forma de vender imóvel", afirma o diretor de empresa, Marco Adnet. Ele explica que há muitos brasileiros das classes C e D que não sabem que preenchem os quesitos para comprar um imóvel.
Os bancos também reduziram a burocracia: cortaram de 40 para 5 o total de documentos exigidos para aprovar os empréstimos e descentralizaram a aprovação do crédito, criando escritórios avançados. Até maio deste ano, o total de empréstimos habitacionais somava R$ 102,4 bilhões, apontam dados do Banco Central (BC) elaborados pela RC Consultores, nas várias modalidades de crédito imobiliário. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Agência Estado
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Acordos permitem mais voos para o país e beneficiam passageiros brasileiros
Doze acordos de serviços aéreos com foco na Ásia, África e Oriente Médio, renegociados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), ampliam as oportunidades para o surgimento de novos voos internacionais para qualquer cidade no Brasil. Com isso, os passageiros poderão contar com mais opções de rotas e se conectar em menor tempo a destinos no exterior, sem necessidade de muitas conexões. Atualmente, cerca de 930 voos partem todas as semanas do Brasil para outros 30 países.
Para que exista uma rota internacional, é necessário um acordo bilateral entre os países para definir a quantidade de voos permitidos (número de frequências semanais) e as cidades que podem ser atendidas, entre outros requisitos. A realização dos voos não é obrigatória, depende da estratégia de cada companhia aérea. No entanto, para que uma companhia possa planejar sua atuação internacional é indispensável que haja previsão dos voos nos acordos entre os países.
Maior conectividade
Atualmente, são 78 os países com os quais o Brasil pode realizar voos. No conjunto de negociações mais recente, realizado em reunião na Jamaica, a ANAC priorizou o extremo oriente e o Oriente Médio, buscando maior conectividade com os países árabes e principalmente com a Ásia. Foram firmadas novas bases para as relações aéreas do Brasil com a Coréia do Sul, Cingapura, Hong Kong, Emirados Árabes e Catar e novos acordos foram firmados com Omã e Bahrein. Além destes países, a ANAC também negociou recentemente acordo de transporte aéreo com o Kuwait, encerrando o ciclo de negociações com todos os principais mercados da região.
Fonte: Correio Braziliense
Para que exista uma rota internacional, é necessário um acordo bilateral entre os países para definir a quantidade de voos permitidos (número de frequências semanais) e as cidades que podem ser atendidas, entre outros requisitos. A realização dos voos não é obrigatória, depende da estratégia de cada companhia aérea. No entanto, para que uma companhia possa planejar sua atuação internacional é indispensável que haja previsão dos voos nos acordos entre os países.
Maior conectividade
Atualmente, são 78 os países com os quais o Brasil pode realizar voos. No conjunto de negociações mais recente, realizado em reunião na Jamaica, a ANAC priorizou o extremo oriente e o Oriente Médio, buscando maior conectividade com os países árabes e principalmente com a Ásia. Foram firmadas novas bases para as relações aéreas do Brasil com a Coréia do Sul, Cingapura, Hong Kong, Emirados Árabes e Catar e novos acordos foram firmados com Omã e Bahrein. Além destes países, a ANAC também negociou recentemente acordo de transporte aéreo com o Kuwait, encerrando o ciclo de negociações com todos os principais mercados da região.
Fonte: Correio Braziliense
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Estrelas turbinam marcas em até 30%
As marcas têm personalidade, a exemplo das pessoas, e o uso da imagem de uma figura pública famosa em campanhas publicitárias serve para reforçar as características humanas associadas ao produto. Quando uma celebridade cede sua imagem a determinada marca, as vendas podem aumentar até 30%, segundo dados do Grupo Troiano de Branding. No ano passado, o mercado publicitário movimentou cerca de R$ 30 bilhões, de acordo com números do projeto Inter-Meios, e, em torno das cifras milionárias, os famosos também viram marcas de carne e osso, vivos ou mortos.
“Celebridades também são marcas que apoiam outras marcas, mas é preciso saber se uma figura famosa chega para acrescentar. Quando fizemos um trabalho para a C&A sobre o uso da imagem da Gisele Bündchen, a empresa queria reforçar traços da personalidade da modelo, como internacionalidade, elegância, sensualidade e modernidade. É como uma transfusão de sangue e, nesse caso, deu tão certo que o que se pagou para a Gisele acabou ficando barato para a C&A”, explica o diretor do Grupo Troiano de Branding, Jaime Troiano.
Nos bastidores, estima-se que a modelo internacional não saia de casa por menos de R$ 1 milhão. Segundo o especialista em marketing, somente pesquisas específicas podem mensurar o quanto uma celebridade agrega valor à uma determinada marca. “Depende do caso. Se for de muito sucesso, algumas conseguem aumentar a venda de um produto em até 30%. No entanto, é difícil passar desse percentual”, afirma Troiano, autor do As marcas no divã: uma análise de consumidores e criação de valor.
E não só celebridades vivas incentivam as vendas de um produto. No início deste mês, o Bradesco lançou o título de capitalização Pé Quente Ayrton Senna 50 anos, em comemoração ao ano em que o piloto de Fórmula 1 completaria 50 anos. Parte da renda arrecadada é destinada ao Instituto Ayrton Senna, mas não deve ser só filantropia que move a ideia do banco. “Um ídolo morto ou vivo vende do mesmo jeito porque o ídolo continua vivo, a pessoa é quem morre”, explica o professor de marketing do Ibmec, com mestrado em gestão de marca, Glauco Grossi de Assis. “Dependendo da marca e coerência, pode vender até mais que uma celebridade viva”, acrescenta Troiano.
Outro detalhe que chama a atenção no mercado publicitário é que, com o câmbio valorizado, o setor está de olho em celebridades internacionais. Um bom exemplo foi a contratação de Paris Hilton, a mais famosa “patricinha de Beverly Hills”, para estrelar a campanha da cerveja Devassa. Informações não oficiais dão conta de que o cachê foi de US$ 500 mil. “Havia intenção clara e expliícita de associar a imagem da Paris à marca de cerveja. O objetivo era ser irreverente, quebrar tabus, mas o comercial não foi tão bem recebido por questões morais”, afira Assis. Mas a marca de cerveja não saiu no “prejuízo” por causa da polêmica. “O bochicho e a mídia espontânea em torno do assunto certamente compensaram”, diz Troiano.
No mercado nacional, não há uma lista dos top de imagem, mas, de acordo com estudos do Grupo Troiano, a baiana Ivete Sangalo, Pelé, Roberto Carlos, Gisele Bündchen estão no topo do ranking. Os cachês cobrados não são revelados, porém estima-se que o ator e comediante Bruno Mazzeo, outro que está entre os top de venda, tenha embolsado R$ 400 mil no comercial da Embratel. “Não há como determinar um valor de cachê. As marcas de celebridades valem pela capacidade que têm de turbinar um determinado negócio e há regras básicas que servem para administrar a carreira ou a imagem de famosos (ver quadro)”, define Troiano.
Conheça seis regras básicas que impulsionam a carreira ou a imagem de famosos
- Busca permanente por maior participação de mercado, o famoso market share
- Quanto menos polêmicos, mais sustentáveis
- Celebridades precisam ter uniqueness (aquilo que faz
com que “minha marca” seja percebida como distinta das minhas concorrentes, que se identifica como única, singular)
- Propensão para buscar outras áreas de negócio que não seja a sua de origem, como lançamentos de produtos ligados ao seu nome
- Celebridades também disputam espaço, assim como os produtos disputam lugares nas gôndolas
- Definir público-alvo. Ninguém é unanimidade
Fonte: Grupo Troiano de Branding
Fonte: Estado de Minas
“Celebridades também são marcas que apoiam outras marcas, mas é preciso saber se uma figura famosa chega para acrescentar. Quando fizemos um trabalho para a C&A sobre o uso da imagem da Gisele Bündchen, a empresa queria reforçar traços da personalidade da modelo, como internacionalidade, elegância, sensualidade e modernidade. É como uma transfusão de sangue e, nesse caso, deu tão certo que o que se pagou para a Gisele acabou ficando barato para a C&A”, explica o diretor do Grupo Troiano de Branding, Jaime Troiano.
Nos bastidores, estima-se que a modelo internacional não saia de casa por menos de R$ 1 milhão. Segundo o especialista em marketing, somente pesquisas específicas podem mensurar o quanto uma celebridade agrega valor à uma determinada marca. “Depende do caso. Se for de muito sucesso, algumas conseguem aumentar a venda de um produto em até 30%. No entanto, é difícil passar desse percentual”, afirma Troiano, autor do As marcas no divã: uma análise de consumidores e criação de valor.
E não só celebridades vivas incentivam as vendas de um produto. No início deste mês, o Bradesco lançou o título de capitalização Pé Quente Ayrton Senna 50 anos, em comemoração ao ano em que o piloto de Fórmula 1 completaria 50 anos. Parte da renda arrecadada é destinada ao Instituto Ayrton Senna, mas não deve ser só filantropia que move a ideia do banco. “Um ídolo morto ou vivo vende do mesmo jeito porque o ídolo continua vivo, a pessoa é quem morre”, explica o professor de marketing do Ibmec, com mestrado em gestão de marca, Glauco Grossi de Assis. “Dependendo da marca e coerência, pode vender até mais que uma celebridade viva”, acrescenta Troiano.
Outro detalhe que chama a atenção no mercado publicitário é que, com o câmbio valorizado, o setor está de olho em celebridades internacionais. Um bom exemplo foi a contratação de Paris Hilton, a mais famosa “patricinha de Beverly Hills”, para estrelar a campanha da cerveja Devassa. Informações não oficiais dão conta de que o cachê foi de US$ 500 mil. “Havia intenção clara e expliícita de associar a imagem da Paris à marca de cerveja. O objetivo era ser irreverente, quebrar tabus, mas o comercial não foi tão bem recebido por questões morais”, afira Assis. Mas a marca de cerveja não saiu no “prejuízo” por causa da polêmica. “O bochicho e a mídia espontânea em torno do assunto certamente compensaram”, diz Troiano.
No mercado nacional, não há uma lista dos top de imagem, mas, de acordo com estudos do Grupo Troiano, a baiana Ivete Sangalo, Pelé, Roberto Carlos, Gisele Bündchen estão no topo do ranking. Os cachês cobrados não são revelados, porém estima-se que o ator e comediante Bruno Mazzeo, outro que está entre os top de venda, tenha embolsado R$ 400 mil no comercial da Embratel. “Não há como determinar um valor de cachê. As marcas de celebridades valem pela capacidade que têm de turbinar um determinado negócio e há regras básicas que servem para administrar a carreira ou a imagem de famosos (ver quadro)”, define Troiano.
Conheça seis regras básicas que impulsionam a carreira ou a imagem de famosos
- Busca permanente por maior participação de mercado, o famoso market share
- Quanto menos polêmicos, mais sustentáveis
- Celebridades precisam ter uniqueness (aquilo que faz
com que “minha marca” seja percebida como distinta das minhas concorrentes, que se identifica como única, singular)
- Propensão para buscar outras áreas de negócio que não seja a sua de origem, como lançamentos de produtos ligados ao seu nome
- Celebridades também disputam espaço, assim como os produtos disputam lugares nas gôndolas
- Definir público-alvo. Ninguém é unanimidade
Fonte: Grupo Troiano de Branding
Fonte: Estado de Minas
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Consumidores de SP, RJ e BH ficam menos inadimplentes em junho

SÃO PAULO – O comércio comemora a queda da inadimplência dos consumidores do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. Os dados do CDL (Clube de Dirigentes Lojistas) das duas capitais mostram que houve recuo na taxa de não-pagamento em junho.
Na capital carioca, a instituição registrou queda de 1,8% no número de registros no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito) no sexto mês do ano, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Frente a maio, também houve queda, de 0,8%. No acumulado do ano, a inadimplência registrou queda de 0,6%.
Já na capital mineira, o número de registros no SPC caiu ainda mais, 24,66% em junho, frente ao mesmo período de 2009. Na comparação com maio, a queda foi de 10,8%. Entre janeiro e junho, a inadimplência em Belo Horizonte foi 5,31% menor.
Assim como no Rio e em Belo Horizonte, a inadimplência vem caindo entre os paulistanos. Segundo a ACSP (Associação Comercial de São Paulo), os registros recebidos no SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) caíram 3,6% na comparação anual. Contudo, frente a maio deste ano, houve alta de 2,5% na inadimplência.
Dívidas quitadas
Com relação às dívidas quitadas, o levantamento mostra que o número de consumidores cariocas que colocaram em dia seus débitos atrasados aumentou 4,8%, também na comparação com junho do ano passado.
Na análise mensal, houve alta de 1,3%, e entre janeiro e junho, o avanço no indicador foi de 5,5%.
Já na capital mineira, o número de registros cancelados, que indica as dívidas quitadas, registrou queda de 18,99%, frente a maio. Na comparação com junho do ano passado, a queda foi ainda maior, de 22,15%. Entre janeiro e junho, o número de consumidores que quitaram seus débitos atrasados registrou aumento de 10,6%.
Em São Paulo, por sua vez, os cancelamentos de registros nos cadastros de inadimplência avançaram 2,5% em um ano e 1,4% em um mês.
Cariocas e o cheque
O registro de cadastro do LIG Cheque, em junho, aponta crescimento de 0,5% na inadimplência, de 7,6% nas dívidas quitadas e de 16,9% nas consultas, o que mostra grande procura dos consumidores do Rio de Janeiro por pagamento com cheque.
Na comparação com maio, a inadimplência com cheques registrou aumento de 2,9%, as consultas aumentaram 4,2% e as dívidas quitadas, 4,6%.
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Anac: após quase um mês da nova regra, 915 passageiros reclamam de companhias

SÃO PAULO - Desde o dia 13 de junho, quando entrou em vigor a nova resolução da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), que obriga as companhias aéreas a darem assistência aos passageiros em casos de atraso de voo, cancelamento e preterição de embarque, a agência já recebeu 915 reclamações sobre um desses problemas.
De acordo com a Anac, 18 companhias aéreas foram notificadas por descumprirem a resolução, mesmo que parcialmente. Dentre os problemas constatados, estão a ausência ou insuficiência de informação aos passageiros, que deve ser dada também por escrito, e a falta de treinamento dos funcionários das companhias nos aeroportos sobre a regulamentação.
A regulamentação prevê que as companhias aéreas devem dar ao passageiro informações por escrito sobre seus direitos e garantir a ele, conforme o caso, reacomodação em outro voo, reembolso, facilidades de comunicação, alimentação e acomodação de acordo com o tempo de espera.
Fiscalização
A agência está percorrendo os principais aeroportos brasileiros para verificar se as companhias aéreas estão cumprindo as novas regras da assistência em casos de atraso de voo, cancelamento e preterição de embarque.
Algumas companhias já responderam oficialmente à Anac se comprometendo com o cumprimento dos requisitos. Entre elas, estão a brasileira Avianca e as estrangeiras American Airlines, Copa, Iberia, Jal, Korean Airlines, TAP e Unites Airlines. Outras companhias foram notificadas, como a Aerolíneas Argentinas, Air China, TAAG, Aeroméxico, British Airways, Delta Airlines, El Al, Emirates, South African e TACA.
De acordo com a Anac, as companhias aéreas que não tomarem providências estão sujeitas a processo administrativo, que pode resultar em multas de R$ 4 mil a R$ 10 mil por ocorrência.
O que mudou?
Antes das novas regras, quando se tratava de casos de atraso, a companhia podia esperar até quatro horas para providenciar a reacomodação de passageiro, em voo próprio ou de terceiro. Agora, é possível uma reacomodação antes das quatro horas, desde que haja outro voo da mesma empresa para o destino.
Em caso de atraso, antes, o passageiro não tinha previsão de reembolso integral. As novas regras garantem esse direito, caso o passageiro desista da viagem.
Já em casos de cancelamento de voos, as empresas aéreas devem providenciar imediatamente a reacomodação no próximo voo disponível, e o passageiro poderá optar por outra modalidade de transporte em caso de interrupção de voo.
Quando se trata de preterição, que é o impedimento de troca de aeronave, o passageiro pode pedir reembolso imediato, sendo que, antes, essa solicitação poderia ser feita apenas depois de quatro horas.
Com as novas regras, as companhias devem oferecer facilidade de comunicação, como ligação telefônica e acesso à internet, após uma hora de atraso do voo. Depois de duas horas, a empresa deve oferecer alimentação e, após quatro horas, acomodação em local adequado e, se necessário, serviço de hospedagem. Antes, apenas após quatro horas de atraso, eram oferecidas facilidades de comunicação, alimentação e hospedagem.
Reclamações
As reclamações podem ser feitas pelo telefone 0800 725 4445 ou pela internet, no www.anac.gov.br/faleanac. Os passageiros também podem buscar outros direitos, como indenizações, em entidades de defesa do consumidor ou na Justiça.
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De férias? Preços de itens de lazer e turismo estão mais caros, revela IBGE

SÃO PAULO – As férias de julho chegaram. Mas, além do descanso, elas também significam mais gastos, tanto para quem vai viajar, como para quem vai ficar em casa. Considerando os preços de alguns itens de lazer e turismo medidos pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), houve forte elevação nos últimos 12 meses terminados em junho.
Uma passagem de avião, por exemplo, ficou 16,02% mais cara no período. Alugar um veículo, por sua vez, encareceu 2,92% e uma passagem de ônibus interestadual subiu 5,94% no período.
Até quem preferiu ficar em casa deve sentir o aumento nos preços dos itens de lazer. Um ingresso para assistir a um jogo, por exemplo, teve alta de 24,73% nos últimos 12 meses. No período, ir a uma balada ficou 8,90% mais caro e até o aluguel de DVDs encareceu, 4,08%.
Férias caras
Dentre os itens analisados, é possível verificar que, em junho na comparação com maio, houve queda apenas nos preços das passagens dos ônibus interestaduais (-0,38%) e dos combustíveis (-1,09%). No acumulado deste ano, de janeiro a junho, os itens que ficaram mais baratos foram as passagens áreas (-11,09%), as de ônibus (1,65%) e os combustíveis (-2,09%).
Por outro lado, assistir a um filme, no cinema, ou a um jogo, deve pesar mais no bolso. Esses itens subiram 3,38% e 24,32% neste ano. Ir a um clube ficou 6,81% mais caro no período, enquanto que o aumento para ir a uma balada foi de 5,41%. Até quem preferir ficar em casa lendo vai pagar mais caro. Um livro, neste ano, encareceu 3,29%.
Confira na tabela abaixo as variações dos preços de alguns itens de férias:
Alimentação fora de casa 0,66% 4,26% 8,21% Corrida de Táxi 0,07% 3,53% 5,35% Passagens de Avião 12,57% -11,09% 16,02% Ônibus Interestadual -0,38% -1,65% 5,94% Aluguel de veículos 0,90% 3,89% 2,92% Combustíveis -1,09% -2,09% 1,98% Cinema 1,47% 3,38% 5,27% Ingresso para jogo 0,12% 24,32% 24,73% Clube 0,04% 6,81% 9,68% Aluguel de DVDs 0,98% 2,39% 4,08% Danceteria e Discoteca -0,01% 5,41% 8,90% Hotel 1,03% 6,91% 8,40% Livro 0,06% 3,29% 4,79% Fonte: IPCA/IBGE
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Quais são os seus hobbies? Saiba o que os recrutadores avaliam com esta pergunta

Quem já participou de uma entrevista de emprego sabe que não raro são feitas as perguntas: "Quais são os seus hobbies?" ou "O que você gosta de fazer nas horas vagas?". Nesta hora, apesar da simplicidade da questão, muita gente se atrapalha e fica na dúvida sobre qual a intenção do recrutador ao fazer o questionamento.
De acordo com a gerente de projetos da Foco Talentos, Fábia Cristina Barros, este tipo de pergunta serve para dar evidências comportamentais sobre o candidato, fazendo com que o recrutador saiba como ele funciona socialmente
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domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Como superar as objeções em vendas
Por que os vendedores se assustam com as objeções?
Tanto o processo de negociação quanto a forma de lidar com as objeções, devem ser de pleno domínio dos profissionais de vendas, porém, saber lidar adequadamente com as objeções é vital, pois é a fase da venda em que muitos vendedores fracassam.
Venda sem vendedor é auto-serviço. Vender sem receber objeções é o que fazem as “vending machine” no saguão de um aeroporto ou as gôndolas num supermercado. O custo para se manter um vendedor em um salão de vendas só se justifica porque nem sempre é fácil ajudar o cliente a comprar.
Pense em uma objeção como um pedido de mais informações.
Objeções não devem ser vistas como resistência.
A pior objeção é aquela que não é manifestada. A postura adequada diante das objeções é ter em mente que elas são excelentes oportunidades para se descobrir como os clientes pensam. São preciosos feedbacks que proporcionam a possibilidade de respostas que venham solucionar os problemas dos clientes. Mas atenção, procure sempre conhecer a verdadeira objeção, pergunte sempre que possível “por quê?” e esclareça.
Tenha equilíbrio emocional
Por que as objeções em vendas são tão temidas?
Porque representam o risco de não vender. O problema é que objeção não resolvida ou mesmo mal-entendida compromete qualquer venda.
Quanto mais tensos estivermos, maior será nossa vulnerabilidade. Para reduzir esta tensão, uma das coisas que podemos fazer é nos prepararmos o melhor possível para lidar com as objeções.
Vejamos a seguir sete dicas práticas:
1. Compensação: Sim – Mas. Dê razão ao cliente. Apresente um argumento verdadeiro que compensa a sua objeção.
Exemplo: – Este tecido é muito grosso.
- Sim, mas se a senhora quer resistência, o tecido terá que ser mais encorpado que os normais.
2. Resposta com uma pergunta. É a utilização de um argumento em forma de pergunta que desperta para uma vantagem que supera a objeção.
Exemplo: – A tiragem de seu jornal não é tão grande quanto eu pensava.
- O que interessa mais ao senhor no caso de um jornal dirigido a um público-alvo segmentado: A quantidade de exemplares ou a qualificação do público que o recebe?
3. Conversão ou Método Bumerangue. A idéia é converter a objeção numa razão de compra.
Exemplo: – Este equipamento é sofisticado demais para nós.
- Precisamente por isso é que o senhor deve adquiri-lo. Um equipamento mais simples ficará obsoleto em pouco tempo.
4. Demonstrar o produto. Demonstrar o produto para provar ao cliente que a objeção não se aplica.
5. Uso experimental. Quando possível, uma forma de remover possíveis desconfianças quanto ao produto é propor um teste ou deixar um produto em demonstração para o cliente por algum tempo.
6. Método do caso. Trata-se de responder à objeção contando o caso de outro cliente que adquiriu o produto e teve bons resultados.
7. Antecipação. Uma boa técnica para superar as objeções é antecipar-se a elas. Lembre-se que muitas vezes as objeções são como a dor de cabeça, que não é a causa e sim o sintoma de algo errado em outra parte do organismo. Se uma objeção aparece com freqüência, analise onde você pode estar falhando no processo da venda.
- Você abordou adequadamente o cliente? Conseguiu causar uma primeira boa impressão? Vendeu a si mesmo e à sua empresa antes de apresentar os produtos e serviços?
- Sondou as necessidades do cliente? Levou em conta que é preciso “entender para atender”? Fez perguntas abertas, começando com: Quem? O quê? Como? Quando? Onde? Por quê? Este tipo de pergunta é ideal para estimular o cliente a falar de si mesmo e de suas necessidades. Exemplos: “Que critérios o senhor utiliza para escolher os seus fornecedores?”, “O que é importante para o senhor em um software de gestão?”. As perguntas abertas não podem ser respondidas simplesmente com sim ou não. Aqui sua chance de obter comentários é maior e, portanto, maior a possibilidade de estabelecer diálogo.
- Apresentou na demonstração os benefícios que interessam ao cliente? Respondeu à pergunta que não quer se calar na mente do cliente: “O que eu ganho com isso?”
- Encarou as objeções como uma guerra ou como um pedido de mais informações? Vender não é um processo de convencer e sim de persuadir. O cliente fica mais satisfeito e sempre volta quando você não vende, apenas ajuda o cliente a comprar.
- Facilitou o fechamento? Tornou fácil para o cliente dizer sim? Uma boa dica de fechamento é lançar mão de perguntas fechadas: “Você vai pagar com cheque ou cartão de crédito?”, “Vai levar ou quer que nós façamos a entrega?”, “Prefere que entreguemos na primeira ou na segunda quinzena do mês?”.
Nas vendas consultivas, as objeções são sempre tratadas levando-se em conta três princípios fundamentais: seriedade, profissionalismo e respeito pelo cliente.
A qualidade nas vendas depende de inúmeros detalhes e nenhum cliente é igual ao outro, porém, o índice de conversão nas vendas é tanto maior, quanto mais simples e completo for o processo.
Tanto o processo de negociação quanto a forma de lidar com as objeções, devem ser de pleno domínio dos profissionais de vendas, porém, saber lidar adequadamente com as objeções é vital, pois é a fase da venda em que muitos vendedores fracassam.
Venda sem vendedor é auto-serviço. Vender sem receber objeções é o que fazem as “vending machine” no saguão de um aeroporto ou as gôndolas num supermercado. O custo para se manter um vendedor em um salão de vendas só se justifica porque nem sempre é fácil ajudar o cliente a comprar.
Pense em uma objeção como um pedido de mais informações.
Objeções não devem ser vistas como resistência.
A pior objeção é aquela que não é manifestada. A postura adequada diante das objeções é ter em mente que elas são excelentes oportunidades para se descobrir como os clientes pensam. São preciosos feedbacks que proporcionam a possibilidade de respostas que venham solucionar os problemas dos clientes. Mas atenção, procure sempre conhecer a verdadeira objeção, pergunte sempre que possível “por quê?” e esclareça.
Tenha equilíbrio emocional
Por que as objeções em vendas são tão temidas?
Porque representam o risco de não vender. O problema é que objeção não resolvida ou mesmo mal-entendida compromete qualquer venda.
Quanto mais tensos estivermos, maior será nossa vulnerabilidade. Para reduzir esta tensão, uma das coisas que podemos fazer é nos prepararmos o melhor possível para lidar com as objeções.
Vejamos a seguir sete dicas práticas:
1. Compensação: Sim – Mas. Dê razão ao cliente. Apresente um argumento verdadeiro que compensa a sua objeção.
Exemplo: – Este tecido é muito grosso.
- Sim, mas se a senhora quer resistência, o tecido terá que ser mais encorpado que os normais.
2. Resposta com uma pergunta. É a utilização de um argumento em forma de pergunta que desperta para uma vantagem que supera a objeção.
Exemplo: – A tiragem de seu jornal não é tão grande quanto eu pensava.
- O que interessa mais ao senhor no caso de um jornal dirigido a um público-alvo segmentado: A quantidade de exemplares ou a qualificação do público que o recebe?
3. Conversão ou Método Bumerangue. A idéia é converter a objeção numa razão de compra.
Exemplo: – Este equipamento é sofisticado demais para nós.
- Precisamente por isso é que o senhor deve adquiri-lo. Um equipamento mais simples ficará obsoleto em pouco tempo.
4. Demonstrar o produto. Demonstrar o produto para provar ao cliente que a objeção não se aplica.
5. Uso experimental. Quando possível, uma forma de remover possíveis desconfianças quanto ao produto é propor um teste ou deixar um produto em demonstração para o cliente por algum tempo.
6. Método do caso. Trata-se de responder à objeção contando o caso de outro cliente que adquiriu o produto e teve bons resultados.
7. Antecipação. Uma boa técnica para superar as objeções é antecipar-se a elas. Lembre-se que muitas vezes as objeções são como a dor de cabeça, que não é a causa e sim o sintoma de algo errado em outra parte do organismo. Se uma objeção aparece com freqüência, analise onde você pode estar falhando no processo da venda.
- Você abordou adequadamente o cliente? Conseguiu causar uma primeira boa impressão? Vendeu a si mesmo e à sua empresa antes de apresentar os produtos e serviços?
- Sondou as necessidades do cliente? Levou em conta que é preciso “entender para atender”? Fez perguntas abertas, começando com: Quem? O quê? Como? Quando? Onde? Por quê? Este tipo de pergunta é ideal para estimular o cliente a falar de si mesmo e de suas necessidades. Exemplos: “Que critérios o senhor utiliza para escolher os seus fornecedores?”, “O que é importante para o senhor em um software de gestão?”. As perguntas abertas não podem ser respondidas simplesmente com sim ou não. Aqui sua chance de obter comentários é maior e, portanto, maior a possibilidade de estabelecer diálogo.
- Apresentou na demonstração os benefícios que interessam ao cliente? Respondeu à pergunta que não quer se calar na mente do cliente: “O que eu ganho com isso?”
- Encarou as objeções como uma guerra ou como um pedido de mais informações? Vender não é um processo de convencer e sim de persuadir. O cliente fica mais satisfeito e sempre volta quando você não vende, apenas ajuda o cliente a comprar.
- Facilitou o fechamento? Tornou fácil para o cliente dizer sim? Uma boa dica de fechamento é lançar mão de perguntas fechadas: “Você vai pagar com cheque ou cartão de crédito?”, “Vai levar ou quer que nós façamos a entrega?”, “Prefere que entreguemos na primeira ou na segunda quinzena do mês?”.
Nas vendas consultivas, as objeções são sempre tratadas levando-se em conta três princípios fundamentais: seriedade, profissionalismo e respeito pelo cliente.
A qualidade nas vendas depende de inúmeros detalhes e nenhum cliente é igual ao outro, porém, o índice de conversão nas vendas é tanto maior, quanto mais simples e completo for o processo.
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Redecard ultrapassa a marca de 2 milhões de transações com Visa
Após uma semana do início da aceitação de Visa, a Redecard registra 2,35 milhões de transações com cartões Visa para compras no crédito e débito. A total disponibilidade da rede da Redecard para aceitar os cartões Visa desde o primeiro dia do fim da exclusividade entre bandeiras e credenciadoras foi decisiva para o bom resultado.
“Desde a zero hora do dia 1º de julho, todas as maquininhas da Redecard espalhadas pelo Brasil passaram a aceitar automaticamente a nova bandeira”, diz Roberto Medeiros, presidente da Redecard, referindo-se ao parque de um milhão de terminais da empresa.
“Já verificamos que o bom desempenho da captura de Visa pela Redecard gerou mais vendas aos lojistas associados à Associação Comercial e Industrial de Campinas na primeira semana de julho”, afirma Adriana Flosi, presidente da ACIC. “Uma rede sempre disponível e várias opções de bandeiras em uma mesma maquininha otimizam o trabalho e geram economia para os lojistas”, completa ela.
Fonte: Varejista
“Desde a zero hora do dia 1º de julho, todas as maquininhas da Redecard espalhadas pelo Brasil passaram a aceitar automaticamente a nova bandeira”, diz Roberto Medeiros, presidente da Redecard, referindo-se ao parque de um milhão de terminais da empresa.
“Já verificamos que o bom desempenho da captura de Visa pela Redecard gerou mais vendas aos lojistas associados à Associação Comercial e Industrial de Campinas na primeira semana de julho”, afirma Adriana Flosi, presidente da ACIC. “Uma rede sempre disponível e várias opções de bandeiras em uma mesma maquininha otimizam o trabalho e geram economia para os lojistas”, completa ela.
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MagazineLuiza.com põe no ar campanha com descontos de até 50%
A MagazineLuiza.com lançou uma liquidação com produtos dos mais variados setores e com descontos que chegam até 50%. Com estoques limitados, a campanha "Só se for Agora!" segue até o próximo domingo e traz produtos a preços imperdíveis. Entre as pechinchas é possível encontrar televisores LCD de grandes marcas, telefones celulares, notebooks, eletrodomésticos, brinquedos, itens de esporte e lazer, entre outros. Para conhecer, acesse: www.magazineluiza.com.br.
Fonte: Varejista
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Redes ampliam PRÓPRIAS Marcas e Faturamento
A Criação de Marcas e como PRÓPRIAS Vendas delas NAS Grandes Redes Já representam , em média , 8 % do Faturamento Grupos dos varejistas do País . A medida, comecou uma propagada Que Ser nenhuma Brasil Em meados de 1970, Hoje É USADA Pela maioria dos supermercadistas Que não veem um Processo Possibilidade de Expansão de Mercado e fidelização de Clientes COM PREÇOS Baixos Até 20 % mais do OS Que praticados em Produtos Convencionais .
Apostando não Incremento de Vendas , Uma cooperativa Along regional anunciou uma Junção de SUA marca varejista Outra COM Atua Já Que Também no Mercado. Com isso, o grupo aumentará um Diversificação dos Produtos oferecidos Nas duas Redes .
Para o professor do Núcleo de Varejo da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing ) e dos Responsáveis UM Pelo Desenvolvimento e implantação de marca Própria nenhum País, Pedro Matisonkas , uma atividade Ainda é Pouco explorada e dez Potencial para Expansão de Até 30%.
"O Mercado Aberto ESTÁ parágrafo crescimento. HA Toda Uma gama de Produtos Que podem Ser Por vendidos itens próprios Alimentos Desde Que Vão Até eletrodomésticos e eletrônicos . Mas isso Ainda Não É explorado Até a Capacidade ".
Atualmente, com bandeiras Produtos OS PREÇOS das Redes menores que dez Convencionais Que os, no entanto, o educador afirma Que Não É Apenas Atrai o Que valor. design bacana "tem de Não Ser Sinônimo de menor custo, mas de Qualidade . Não adianta colocar nd praça Algo Que VOCÊ SABE Que vai desagradar Clientes . Ele TEM de Embalagem e ter bom e Conteúdo . PREÇO SE para o menor , Será ótimo , Mas Avalia Ser DEVE não " uma base Desse item .
MELHOR NEGÓCIO
De olho em partes o Aumentar , É CADA uma Vez Maior Expansão Produtos Deusas. Uma grande Rede norte- americana afirma Que Os 12 mil itens de marca própria, divididos em Mais de 180 Categorias - Entre Alimentos e Alimentos Nao - representam crescimento médio de 20 % ao ano , Que o animou um Mais uma ARTIGOS LANÇAR .
Já o Maior grupo varejista do País Aumenta Anualmente uma Linha de Serviços oferecidos . Em uma nota Que Avisa rede " Passado No ano , TeVe Crescimento de 50% Em comparação com o Período anterior EA expectativa É Que Cresça Mais de 30% em 2010. Um Líder e marca , em UO Líder vice- Aproximadamente 50% dos Subgrupos ESTÁ Onde " presente.
Para Matisonkas , ha Vantagem da adoção Apenas na prática. "Você TEM uma facilidade de Adiar o Melhor Ponto de Vendas Dentro da loja ", Ele atesta , Que revela Que no Brasil, o Primeiro Sabão em Pó lançado possuía o logotipo de Uma Grande Rede . " Até Parafuso Prego e dez Espaço par isso . Basta saber Apenas Investir ".
Fonte: Diário do Grande ABC
Apostando não Incremento de Vendas , Uma cooperativa Along regional anunciou uma Junção de SUA marca varejista Outra COM Atua Já Que Também no Mercado. Com isso, o grupo aumentará um Diversificação dos Produtos oferecidos Nas duas Redes .
Para o professor do Núcleo de Varejo da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing ) e dos Responsáveis UM Pelo Desenvolvimento e implantação de marca Própria nenhum País, Pedro Matisonkas , uma atividade Ainda é Pouco explorada e dez Potencial para Expansão de Até 30%.
"O Mercado Aberto ESTÁ parágrafo crescimento. HA Toda Uma gama de Produtos Que podem Ser Por vendidos itens próprios Alimentos Desde Que Vão Até eletrodomésticos e eletrônicos . Mas isso Ainda Não É explorado Até a Capacidade ".
Atualmente, com bandeiras Produtos OS PREÇOS das Redes menores que dez Convencionais Que os, no entanto, o educador afirma Que Não É Apenas Atrai o Que valor. design bacana "tem de Não Ser Sinônimo de menor custo, mas de Qualidade . Não adianta colocar nd praça Algo Que VOCÊ SABE Que vai desagradar Clientes . Ele TEM de Embalagem e ter bom e Conteúdo . PREÇO SE para o menor , Será ótimo , Mas Avalia Ser DEVE não " uma base Desse item .
MELHOR NEGÓCIO
De olho em partes o Aumentar , É CADA uma Vez Maior Expansão Produtos Deusas. Uma grande Rede norte- americana afirma Que Os 12 mil itens de marca própria, divididos em Mais de 180 Categorias - Entre Alimentos e Alimentos Nao - representam crescimento médio de 20 % ao ano , Que o animou um Mais uma ARTIGOS LANÇAR .
Já o Maior grupo varejista do País Aumenta Anualmente uma Linha de Serviços oferecidos . Em uma nota Que Avisa rede " Passado No ano , TeVe Crescimento de 50% Em comparação com o Período anterior EA expectativa É Que Cresça Mais de 30% em 2010. Um Líder e marca , em UO Líder vice- Aproximadamente 50% dos Subgrupos ESTÁ Onde " presente.
Para Matisonkas , ha Vantagem da adoção Apenas na prática. "Você TEM uma facilidade de Adiar o Melhor Ponto de Vendas Dentro da loja ", Ele atesta , Que revela Que no Brasil, o Primeiro Sabão em Pó lançado possuía o logotipo de Uma Grande Rede . " Até Parafuso Prego e dez Espaço par isso . Basta saber Apenas Investir ".
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