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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ricardo Eletro e Insinuante pretendem modernizar o crediário

A holding Máquina de Vendas, formada por Ricardo Eletro e Insinuante, planeja lançar em cerca de 90 dias um novo modelo de crediário. "Vamos dar uma nova 'roupagem' para o crediário", diz Samuel Henrique Belo, diretor de serviços financeiros da companhia.

Segundo ele, a empresa --a terceira maior do país-- estuda a mudança há um ano. "Queremos juntar as facilidades do cartão de crédito, como a praticidade de não passar por uma avaliação de crédito a cada compra, com os benefícios do carnê, de ter um limite maior."

O cliente poderá usar o cartão dentro e fora da loja. "A novidade é que vamos dar a ele mais poder de compra do que no cartão de crédito ou no cartão de loja que temos hoje."

De acordo com o diretor, enquanto um cartão de crédito concede em média limite de 80% da renda ao consumidor ao total da compra, esse cartão permitirá que ele comprometa por mês até 30% da sua renda com a parcela, o que ao fim resulta em um crédito mais elevado.

"No caso de um cliente com renda de R$ 1.000, o cartão lhe concede R$ 800 de crédito, já no nosso novo crediário ele poderá gastar por exemplo R$ 3.000, desde que a parcela fique em até R$ 300 num pagamento em dez meses", explica.

Custo e limite

O parcelamento nos cartões de crédito ou de loja pode ter custo menor do que no carnê. Como o risco da inadimplência no crediário fica por conta do varejista, há normalmente juros embutidos na operação. Já no cartão muitas vezes é possível comprar sem juros, porém em menos parcelas.

Nas Casas Bahia, por exemplo, um fogão de quatro bocas é vendido por R$ 399 à vista ou em até cinco vezes sem juros no cartão da loja. Já no pagamento com o carnê, pode ser feito em 20 parcelas de R$ 29,90, mas o valor total pago sobe para R$ 598.

"Quando o consumidor não consegue pagar o valor integral do cartão na data do vencimento, os juros são os maiores do mercado", alerta Roberto Vertamatti, conselheiro da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

Segundo pesquisa de agosto da associação, o comércio cobra em média 5,68% ao mês ou 94,05% ao ano e o rotativo do cartão de crédito 10,69% ao mês e 238,30% ao ano.

A caixa Nilda Silva Ferreira, 33, trocou o crediário pelo cartão justamente por causa do custo. "O carnê sempre tem juros, então prefiro usar o cartão e pagar sem. Só recorro ao carnê quando preciso fazer a compra de um bem mais caro, que prefiro pagar em várias parcelas. Às vezes também dá para usar o cartão, mas o meu limite não é suficiente", conta.

Já o enfermeiro Álvaro Benedito Mattos, de 56 anos, compra sempre no carnê, apesar de saber que muitas vezes paga a mais. "Tenho cinco carnês hoje. Acho prático saber o valor certinho que vou pagar e não abro mão do carnê, por mais que tenha cartão de crédito". Segundo ele, o crediário traz mais segurança. "Se um dia ficar devendo, sei que a loja vai me ligar para negociar. Já no cartão de crédito não tem jeito, vou pagar juros altíssimos e ficar com o nome sujo".
Fonte: Folha Online

segunda-feira, 29 de março de 2010

Os elefantes da classe C

O guru indiano C.K. Prahalad tem apontado em suas obras (principalmente em “A Riqueza na base da pirâmide) que é possível as empresas crescerem com lucros em mercados com grande incidência de população pobre. Tal afirmação, obviamente muito bem embasada por Prahalad, é fácil de compreender.

No Brasil, por exemplo, existem aproximadamente 192 milhões de habitantes. Praticamente 50% desta população pertencem à classe C (e suas variações), aproximadamente 15% pertence às classes A e B e, os demais 35%, às classes momentaneamente ainda menos abastadas (sim, momentaneamente). Em 2009, inclusive, 50% do consumo do país foi realizado pela população da classe C.

Em meu artigo “As Massas Também Exigem Qualidade” mencionei o interesse da população em crescimento financeiro ou com maior acesso ao crédito em adquirir produtos, os quais eram quase uma utopia e hoje é acessível a todos.

Bem ou mal, deixando as questões políticas de lado, a população de classe C está aumentando devido à boa parte da população classe D, que ano a ano vem fazendo um up grade em direção à classe C, passando assim a aumentar sua renda, seu poder de consumo e, paralelamente, sua qualidade de vida.

Este aumento de poder aquisitivo colaborou e continuará colaborando diretamente para o aumento do consumo. Os fabricantes de produtos da linha branca e linha marrom, bem como veículos, aparelhos celulares e até mesmo redes de fast foods podem ficar com o sorriso nas orelhas, pois são um dos maiores alvos de consumo desta população. Os lojistas situados em Shopping Centers também têm comemorado o aumento nas vendas e já não criticam mais o excesso de pessoas apenas passeando ou “dando uma olhadinha”.

A situação é clara. Há recursos disponíveis para compra e facilidade de pagamento, logo, existirão esforços de marketing para promover o aumento da demanda. Serão desenvolvidas ações para ampliar de forma significativa os desejos mais profundos da população, para que se consolidem os dois extremos: a população realizando seus desejos de consumo e as empresas realizando seus desejos de faturamento.

As empresas (indústrias, comércios e serviços) devem estar atentas para esta tendência que tem demonstrado alterações há alguns anos e precisam se adaptar a esta nova realidade, sem distinguir sua qualidade em atendimento e respeito em relação às classes sociais existentes. É incrível, mas ainda há profissionais de vendas e atendimento atuando nas empresas que representam, “medindo” os clientes pela forma com a qual se vestem ou se apresentam. Se os clientes demonstrarem ter maior quantidade de recursos financeiros, são melhor atendidos ou ouvidos, mas se aparentarem ser menos privilegiados financeiramente ficarão de lado ou nem mesmo serão atendidos.

Dizem que o elefante tem boa memória e jamais se esquece de algo, principalmente de algo que o deixou irritado. O consumidor da classe C é como um elefante. Um dia pode ter se irritado ou se decepcionado com você, pela falta de atenção e respeito quando não teve condições em adquirir produtos ou serviços de sua empresa, devido a limitações financeiras. No entanto, quando esta situação se reverter e seu poder aquisitivo aumentar, tenha certeza que ele não terá esquecido sua atitude e, por isso, desejará que você se esqueça dele! Ah, falando em se esquecer, não se esqueça que elefantes andam em bando.

CLAUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR

Consumidores que recebem de 5 a 6 salários mínimos são os mais inadimplentes

Pesquisa realizada pela TeleCheque e divulgada na quinta-feira (25) revela que os consumidores de maior renda foram os mais inadimplentes em janeiro e fevereiro deste ano.

Segundo o levantamento, aqueles que recebem entre R$ 2.075 e R$ 2.490 mensais responderam por 20,22% dos atrasos superiores a 15 dias dos valores em reais operados com cheques. O número é 20 pontos percentuais maior do que o registrado entre os que ganham de R$ 415 a R$ 830 por mês, de 0,22%.

O segundo maior percentual de inadimplentes está na faixa de R$ 1.661 a R$ 2.075 (19,78%), seguido pela faixa acima de R$ 2.491, com 17,98%.

Faixa de rendimento

De acordo com a pesquisa, as classes mais baixas devem voltar a assumir o posto dos mais inadimplentes, até então ocupado pelas classes mais altas, afetadas pela crise financeira mundial.

"As classes C e D enfrentam maior dificuldade em conseguir crédito no país, ao contrário da A e B, que, naturalmente, conquistam vantagens em diversas instituições financeiras", afirmou o vice-presidente da Telecheque, Praxedes Neto.

Fonte: Info Money Pessoal

CLAUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR

MagazineLuiza.com distribui descontos exclusivos via Twitter

O MagazineLuiza.com lançou esta semana uma ação que está mobilizando os acessos ao perfil da rede varejista no Twitter. Adequada à dinâmica do microblog, a promoção concede descontos cada vez maiores à medida que o @magazineluiza ganha novos seguidores, e contará com produtos até 50% mais baratos quando for alcançada a marca de cinco mil twitteiros.

As maiores pechinchas, porém, virão em seguida e estão reservadas aos seguidores mais atentos que responderem mais rapidamente ao post que anunciará 20 produtos pela metade do preço. Os interessados deverão indicar na resposta o nome do produto anunciado que pretendem adquirir – serão cinco televisores, cinco smartphones, cinco notebooks e cinco GPSs. Os autores dos cinco primeiros replies de cada produto serão contatados via direct message para efetivar a compra.

A primeira lista de produtos já foi divulgada e oferece 10% de desconto a televisores LCD, micro-ondas, celulares, máquina fotográfica, refrigeradores duplex, pranchas alisadoras, entre outros itens; e pode ser acessada através do www.magazineluiza.com.br/twitter. Para acompanhar a ação via Twitter acesse: twitter.com/magazineluiza.

Fonte: Varejista
CLAUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR

Ricardo Eletro e Insinuante criam nova gigante do varejo



A rede de varejo baiana Insinuante (Bahia) anuncia nesta segunda-feira (29) a união de suas operações com a Ricardo Eletro, de Minas Gerais, formando uma varejista de móveis e eletrodomésticos com cerca de 500 lojas no país.

O anúncio será feito pelos presidentes das duas companhias, Luiz Carlos Batista, da Insinuante, e Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, segundo comunicado informando sobre entrevista coletiva sobre a operação. De acordo com o comunicado, a fusão cria a segunda maior rede do varejo de eletroeletrônicos do país.

A união acontece alguns meses após o grupo Pão de Açúcar, líder no varejo do país, ter fechado acordo de compra das Casas Bahia, criando uma rede com pouco mais de mil lojas.

A Ricardo Eletro foi fundada em 1989 e tem cerca de 260 lojas nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Alagoas, Goiás e Distrito Federal, entre lojas de rua, de shoppings e megastore. A companhia tem cinco centros de distribuição.

Enquanto isso, a Insinuante começou a operar em 1959 e atualmente possui aproximadamente 220 lojas, em todos estados do Nordeste mais Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Fonte: G1


cláudio oliveira

aluno do ivar

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

PÃO DE AÇUCAR DE OLHO NA INSINUANTE




Empresário Abílio Diniz estaria interessado em comprar a rede varejista baiana

Informações que circulam no mercado sinalizam que o apetite de compra do empresário Abílio Diniz, controlador do Pão de Açúcar, grupo que no ano passado incorporou o Ponto Frio e as Casas Bahia, pode abocanhar outras empresas neste ano. O próximo alvo poderia ser a baiana Insinuante, hoje a terceira rede de varejo do País, com cerca de 220 lojas em 11 estados, a maioria na Região Norte e Nordeste, praças onde a presença do Pão de Açúcar, do Ponto Frio e das Casas Bahia ainda é tímida.

A compra também é estratégica, tendo em vista o incremento do mercado consumidor local. A disposição na mesa de negociações, no entanto, pode mudar a qualquer momento. Vale lembrar que a própria Insinuante tinha se candidatado a comprar o Ponto Frio em 2009.


O posicionamento oficial do Pão de Açúcar é de não comentar o que considera especulação. A Insinuante, por sua vez, não se manifestou. Na outra ponta, a expectativa é que o Walmart e o Carrefour, que brigam com o Pão de Açúcar pela liderança do setor, anunciem novas aquisições para fazer frente às investidas de Abílio Diniz.


Fonte: M&M Online



cláudio oliveira

aluno do ivar