Investir na consolidação da marca é essencial para conquistar espaço na memória do cliente. Para ajudá-lo a aproveitar cada centavo aplicado em marketing, ouvimos dois especialistas: Paulo Cunha, professor de planejamento de comunicação da ESPM, e Guilherme Plessmann Tiezzi, professor de marketing do Ibmec São Paulo.
1 - Escolha a dedo o público-alvo de suas campanhas.
"Quem atira para todos os lados dilui recursos e perde eficácia na ação", afirma Tiezzi. Por isso, é importante focar esforços na clientela mais rentável. Para identificá-la, o especialista recomenda peneirar os clientes mais frequentes, os mais recentes, aqueles com maiores gastos e os que compram produtos variados.
2 – Acerte nos brindes
Para evitar que bonés e camisetas distribuídos acabem esquecidos numa gaveta, Cunha sugere que, junto com seu logo, sejam escritas frases bem-humoradas. Uma opção mais séria e convencional, mas bastante eficiente, é defender uma causa que tenha apelo ao público do negócio - e na qual você realmente acredite.
3 – Apareça em publicações especializadas
Outra forma de ganhar visibilidade e credibilidade para seu negócio é escrever artigos para publicações dirigidas a seu público-alvo. Tente também se oferecer como fonte de informações para reportagens sobre seu setor. Com a estratégia, você pode ganhar status de autoridade na área de atuação da empresa.
4 – Ouça antigos clientes
Sempre que possível, procure seus clientes para agradecer a compra e pedir opinião sobre produtos ou serviços. Com a medida, além de ganhar informações para o aprimoramento do negócio, você sinaliza que está atento ao que os compradores têm a dizer. O trabalho não termina aí. Mantenha os compradores informados sobre as sugestões implementadas.
5 – Acrescente um slogan na sua assinatura de e-mail
Uma pequena frase acrescentada de um logo ajuda a consolidar a marca entre os leitores de seus e-mails. Cuidado, porém, para não exagerar na dose com textos longos e imagens pesadas.
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Uso correto do marketing sensorial pode ajudar a vender mais
Com a ajuda de consultorias ou de maneira empírica, lojas apostam nos cinco sentidos humanos para ganhar mais dinheiro
A música ambiente de uma loja ou o cheiro que os clientes sentem ao entrar nela podem não ser por acaso. Muitas vezes, o que está por trás disso é a aplicação do marketing sensorial, uma estratégia que visa despertar os cinco sentidos do consumidor para vender mais. Esse tipo de ação faz o cliente associar a marca a uma sensação boa, o que o leva a comprar mais, explica Marcelo D´Emidio, chefe do departamento de marketing e pesquisa da graduação da ESPM.
Segundo D’Emidio, o conceito do marketing aliado aos cinco sentidos chegou ao Brasil há cerca de quatro anos e as primeiras unidades a adotá-lo foram lojas conceito, aquelas em que o principal objetivo é transmitir a identidade da marca, sem necessariamente vender o produto em si. Depois, os varejistas perceberam que mexer com os sentidos poderia ser bom para os negócios e adotaram alguns princípios dessa estratégia nos pontos de venda convencionais. D’Emidio acredita que qualquer negócio feito para o consumidor final (B2C) pode se valer do marketing sensorial.
Para mostrar como um mesmo sentido pode ser trabalhado de maneira diferente em lojas conceito e tradicionais, D’Emidio dá um exemplo: “Enquanto na primeira você opta por um som ambiente que de alguma forma transparece a identidade da marca (mais lento ou mais urbano, por exemplo), na unidade convencional a música escolhida é aquela que aumenta o consumo, sem ter necessariamente alguma ligação com a marca.”
Com o crescimento do uso do marketing sensorial no varejo, aumentou também o número de consultorias especializadas em implantá-lo. “A consultoria traz conhecimento científico e pesquisas embasadas, que ajudam na hora de decidir em qual sentido do cliente a empresa deve investir. Há, porém, empreendimentos que aliam os sentidos às suas marcas de maneira empírica, como as padarias e docerias. Afinal, é quase óbvio que o cheiro dos alimentos ali servidos atrai mais gente”, afirma D’Emidio.
A rede de nuts glaceados Nutty Bavarian é um exemplo de empresa que aplica o marketing sensorial de forma empírica. Com um faturamento de R$ 18 milhões em 2009 e meta de atingir 130 pontos de venda nos próximos anos em todo o país, com foco no Rio de Janeiro e Santa Catarina, a franquia tem no marketing sensorial o seu principal motivador de vendas.
Numa pesquisa realizada pela empresa com pouco mais de 300 frequentadores de shoppings, 66,7% deles afirmaram ter sido motivados a comprar os produtos da Nutty Bavarian quando sentiram o cheiro das nuts glaceadas. O estudo mostrou ainda que a primeira sensação que vem à cabeça das pessoas quando elas pensam na marca é o odor adocicado das nozes, avelãs e amêndoas. “O produto feito na hora exala um aroma que atrai os clientes e cria uma identidade que é quase tão forte quanto a imagem de nossos quiosques. E isso sem precisar borrifar essências nos pontos de venda, como fazem muitas redes”, conta Adriana Auriemo, responsável pela criação da franquia no país.
PEGN
A música ambiente de uma loja ou o cheiro que os clientes sentem ao entrar nela podem não ser por acaso. Muitas vezes, o que está por trás disso é a aplicação do marketing sensorial, uma estratégia que visa despertar os cinco sentidos do consumidor para vender mais. Esse tipo de ação faz o cliente associar a marca a uma sensação boa, o que o leva a comprar mais, explica Marcelo D´Emidio, chefe do departamento de marketing e pesquisa da graduação da ESPM.
Segundo D’Emidio, o conceito do marketing aliado aos cinco sentidos chegou ao Brasil há cerca de quatro anos e as primeiras unidades a adotá-lo foram lojas conceito, aquelas em que o principal objetivo é transmitir a identidade da marca, sem necessariamente vender o produto em si. Depois, os varejistas perceberam que mexer com os sentidos poderia ser bom para os negócios e adotaram alguns princípios dessa estratégia nos pontos de venda convencionais. D’Emidio acredita que qualquer negócio feito para o consumidor final (B2C) pode se valer do marketing sensorial.
Para mostrar como um mesmo sentido pode ser trabalhado de maneira diferente em lojas conceito e tradicionais, D’Emidio dá um exemplo: “Enquanto na primeira você opta por um som ambiente que de alguma forma transparece a identidade da marca (mais lento ou mais urbano, por exemplo), na unidade convencional a música escolhida é aquela que aumenta o consumo, sem ter necessariamente alguma ligação com a marca.”
Com o crescimento do uso do marketing sensorial no varejo, aumentou também o número de consultorias especializadas em implantá-lo. “A consultoria traz conhecimento científico e pesquisas embasadas, que ajudam na hora de decidir em qual sentido do cliente a empresa deve investir. Há, porém, empreendimentos que aliam os sentidos às suas marcas de maneira empírica, como as padarias e docerias. Afinal, é quase óbvio que o cheiro dos alimentos ali servidos atrai mais gente”, afirma D’Emidio.
A rede de nuts glaceados Nutty Bavarian é um exemplo de empresa que aplica o marketing sensorial de forma empírica. Com um faturamento de R$ 18 milhões em 2009 e meta de atingir 130 pontos de venda nos próximos anos em todo o país, com foco no Rio de Janeiro e Santa Catarina, a franquia tem no marketing sensorial o seu principal motivador de vendas.
Numa pesquisa realizada pela empresa com pouco mais de 300 frequentadores de shoppings, 66,7% deles afirmaram ter sido motivados a comprar os produtos da Nutty Bavarian quando sentiram o cheiro das nuts glaceadas. O estudo mostrou ainda que a primeira sensação que vem à cabeça das pessoas quando elas pensam na marca é o odor adocicado das nozes, avelãs e amêndoas. “O produto feito na hora exala um aroma que atrai os clientes e cria uma identidade que é quase tão forte quanto a imagem de nossos quiosques. E isso sem precisar borrifar essências nos pontos de venda, como fazem muitas redes”, conta Adriana Auriemo, responsável pela criação da franquia no país.
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Levantamento aponta que 55% dos usuários do Facebook “curtem” alguma empresa
Perguntas respondidas por 270 usuários do Facebook em uma análise realizada pela agência de comunicação digital PictureWeb revelou que 54,81% deles “curtem” alguma empresa na rede social. Dentre os entrevistados, quase 27% disseram que a “relevância de conteúdo” é a principal razão para seguir uma empresa nessa rede. “Interesse por produtos ou serviços” foi a segunda justificativa apontada (22,78%), à frente de “admiração pela marca” (17,72%) e “acompanhar lançamentos e tendências” (15,61%). O “interesse por promoções” foi o motivo apontado por apenas 3,8% dos participantes.
O levantamento foi realizado entre seguidores da agência e seus respectivos amigos. Deles, 4,44% são presidentes de empresas, 24,81%, diretores e 20,74%, gerentes. “O Facebook tem se mostrado uma ferramenta de comunicação extremamente eficiente para ações corporativas, especialmente por ter um público mais qualificado em relação às redes mais populares”, afirma Marcelo Abdo, diretor executivo da agência. Segundo ele, o objetivo deste levantamento é apontar a relevância do Facebook para a realização de ações digitais corporativas.
Entre as ações que mais irritam os seguidores de empresas no Facebook, foram apontadas a repetição e a grande quantidade de posts, além da falta de atualização, o que leva 61,73% deles a deixarem de seguir a marca. “De nada adianta uma empresa conquistar seguidores para perdê-los pouco tempo depois. Por isso, é preciso manter uma comunicação adequada e periódica”, diz Abdo.
Questionados sobre participações em outras redes sociais, mais de 85% das pessoas afirmaram utilizar diferentes sites: Twitter (34,46%), Orkut (26,40%) e LinkedIn (25,28%). MySpace, Sonico e outras somaram 13,87% das respostas.
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O levantamento foi realizado entre seguidores da agência e seus respectivos amigos. Deles, 4,44% são presidentes de empresas, 24,81%, diretores e 20,74%, gerentes. “O Facebook tem se mostrado uma ferramenta de comunicação extremamente eficiente para ações corporativas, especialmente por ter um público mais qualificado em relação às redes mais populares”, afirma Marcelo Abdo, diretor executivo da agência. Segundo ele, o objetivo deste levantamento é apontar a relevância do Facebook para a realização de ações digitais corporativas.
Entre as ações que mais irritam os seguidores de empresas no Facebook, foram apontadas a repetição e a grande quantidade de posts, além da falta de atualização, o que leva 61,73% deles a deixarem de seguir a marca. “De nada adianta uma empresa conquistar seguidores para perdê-los pouco tempo depois. Por isso, é preciso manter uma comunicação adequada e periódica”, diz Abdo.
Questionados sobre participações em outras redes sociais, mais de 85% das pessoas afirmaram utilizar diferentes sites: Twitter (34,46%), Orkut (26,40%) e LinkedIn (25,28%). MySpace, Sonico e outras somaram 13,87% das respostas.
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Brasil Cacau aumenta presença no Rio Grande do Sul

Rede especializada na venda de chocolates quer alcançar 13 franquias no estado e 180 no país até o final de 2010
A rede de franquias Brasil Cacau, especializada na venda de chocolates, está planejando expansão no Rio Grande do Sul. A empresa pertence ao grupo CRM, o mesmo que controla as marcas Kopenhagen e Dan Top, mas é focada na classe C.
"A concorrência de fabricantes locais na região não deve ser problema. Há muito espaço para crescer, e a Brasil Cacau faz parte de um grupo muito forte", afirma Andréa Garcia, gerente de expansão da empresa. Além das três unidades já abertas em Caxias, São Leopoldo e na capital Porto Alegre, a rede planeja abrir mais dez lojas no estado ainda este ano, nas seguintes cidades: Cachoeirinha; Canoas; Guaíba; Passo Fundo; Pelotas; Rio Grande; Santa Maria; Santa Rosa; Gravataí; e mais uma unidade em Porto Alegre.
A política de expansão da empresa é agressiva: fundada em 2009, pretende alcançar 180 lojas em todo o Brasil no final deste ano, 380 em 2011 e 500 até o fim de 2012. "Já temos 82 lojas abertas e 128 vendidas, e cerca de 60 franqueados. Isso significa que muitos colaboradores têm mais de uma franquia, sinal de que é um negócio rentável", afirma Andréa.
Além da franquia, outra estratégia de expansão da marca é o licenciamento. Nessa modalidade, voltada a lojas multimarcas, o empreendedor coloca um box de produtos da Brasil Cacau, com um mix de produtos menos sortido, mais focado em miudezas, e um preço mais caro. Porém a prioridade, diz Andréa, é para as franquias.
O investimento inicial em uma franquia da Brasil Cacau é relativamente baixo, a partir de R$ 90 mil, e o prazo de retorno do investimento é de 18 a 24 meses. A empresa procura candidatos com perfil empreendedor e que se identifiquem com a marca e o mercado de chocolates.
fonte: PEGN
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sábado, 7 de agosto de 2010
"Encontro marcado"

Reuniões fora do ambiente de trabalho ajudam a estreitar o relacionamento.
Agenda lotada é uma desculpa comum para evitar ou postergar reuniões de trabalho. A solução encontrada pelo empresário Ronaldo Timm, sócio da Supranano, especializada no desenvolvimento de produtos e serviços na área de nanotecnologia, com sede em São Paulo, foi marcar almoços com parceiros e fornecedores em restaurantes.
"Já que temos de parar para comer, aproveitamos e conversamos a respeito de negócios", afirma Timm. O uso de restaurantes e cafeterias para fazer reuniões não só otimiza o tempo do empreendedor como ajuda a estreitar relacionamentos.
"Sair para almoçar, jantar ou tomar um café é produtivo para finalizar negócios e parcerias", afirma Leila Navarro, presidente do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Capital Humano. "Em locais mais relaxados é possível conhecer melhor as pessoas, pois elas deixam transparecer características e opiniões que não viriam à tona em ambientes sérios", diz Alexandre Fialho, professor de estratégia da Fundação Dom Cabral.
Preste atenção quanto à forma de se comportar nas reuniões fora do ambiente de trabalho. Não se deve ir direto ao ponto. Para quebrar o gelo, recomenda-se primeiro falar sobre amenidades e assuntos do cotidiano. Só depois se dá início à reunião de fato. Timm diz que inicialmente costuma apresentar o ambiente para o convidado e explica por que escolheu aquele local.
Depois, as pessoas decidem o que vão comer e, durante o almoço, seguem conversando sobre temas diversos. "Ao chegar à sobremesa, ou durante o cafezinho, é que começamos a falar de negócios", afirma Timm. Leila diz que a atitude do empresário está correta.
"Enquanto as pessoas comem, converse sobre coisas rotineiras. Assim dá para perceber a reação do seu interlocutor e conhecer seus gostos e opiniões", afirma a consultora. "Na hora do cafezinho, empenhe-se realmente no foco da reunião."
A escolha do local é essencial. Nada de restaurantes com comidas exóticas - o seu convidado pode não apreciar a culinária indiana, por exemplo - e locais muito barulhentos, que dificultam a conversa. Apesar de esses encontros serem mais descontraídos, regras de etiqueta devem ser seguidas, aconselha Fialho, da Dom Cabral.
A roupa não precisa ser muito formal, mas também não dá para demonstrar desleixo. Bebidas alcoólicas só são permitidas se todos os convidados forem beber. "Lembre-se de que não é a pessoa física que está ali", diz Fialho. "Você está representando a sua empresa."
O efeito dos encontros fora do escritório pode ser muito positivo, mas essas reuniões não servem para todo tipo de assunto. No caso de temas mais complexos, como a definição da estratégia de atuação junto a um cliente, o escritório é o local mais recomendável. Um encontro informal cabe com perfeição para dar início a um contato, celebrar a conclusão de um projeto ou acertar os detalhes de um trabalho.
Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Lançamentos de novas embalagens crescem 10,5% no mundo em 2010
A tendência de “consumo em movimento” acaba guiando a produção de novos designs que acompanhem a rotina corrida dos consumidores
Com as mudanças de rotina e padrões do consumidor, empresas vêm adaptando e renovando não só seus produtos, mas as suas embalagens para atender determinadas demandas. O Laboratório de Monitoramento Global da Embalagem da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que analisa essa evolução, conseguiu determinar alguns padrões e novas tendências de 2010.
O número de lançamentos de novas embalagens, por exemplo, cresceu 10,5% este ano no mundo, o que mostra que a embalagem vem apresentando uma forte dinâmica de mercado. Uma das principais mudanças observadas foi o crescimento nos lançamentos de embalagens de cosméticos e lanches (snacks), que substituíram carnes, massas e refeições prontas no grupo das 10 mais mundial. Já no Brasil, os biscoitos lideram os lançamentos de embalagens em alimentos. Dados ainda comprovam que os tamanhos das embalagens mais lançadas caíram pela metade nos últimos cinco anos.
Ainda segundo observação do Laboratório, os produtos orgânicos, éticos ou com embalagens ambientalmente corretas ganham destaque entre os lançamentos, coisa que não acontecia há cinco anos. A praticidade e a conveniência continuam sendo os atributos mais desejáveis nas novas embalagens, assim como atributos que destacam a economia de tempo e a maior duração dos produtos.
A principal tendência verificada nos padrões está no “consumo em movimento”. Chamada internacionalmente de “to go”, significa que os novos produtos têm que acompanhar o consumidor em sua vida agitada, com múltiplas atividades e deslocamentos constantes, e para isso precisam ter embalagens que se adaptem a essa nova dinâmica.
FONTE: PEGN
Com as mudanças de rotina e padrões do consumidor, empresas vêm adaptando e renovando não só seus produtos, mas as suas embalagens para atender determinadas demandas. O Laboratório de Monitoramento Global da Embalagem da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que analisa essa evolução, conseguiu determinar alguns padrões e novas tendências de 2010.
O número de lançamentos de novas embalagens, por exemplo, cresceu 10,5% este ano no mundo, o que mostra que a embalagem vem apresentando uma forte dinâmica de mercado. Uma das principais mudanças observadas foi o crescimento nos lançamentos de embalagens de cosméticos e lanches (snacks), que substituíram carnes, massas e refeições prontas no grupo das 10 mais mundial. Já no Brasil, os biscoitos lideram os lançamentos de embalagens em alimentos. Dados ainda comprovam que os tamanhos das embalagens mais lançadas caíram pela metade nos últimos cinco anos.
Ainda segundo observação do Laboratório, os produtos orgânicos, éticos ou com embalagens ambientalmente corretas ganham destaque entre os lançamentos, coisa que não acontecia há cinco anos. A praticidade e a conveniência continuam sendo os atributos mais desejáveis nas novas embalagens, assim como atributos que destacam a economia de tempo e a maior duração dos produtos.
A principal tendência verificada nos padrões está no “consumo em movimento”. Chamada internacionalmente de “to go”, significa que os novos produtos têm que acompanhar o consumidor em sua vida agitada, com múltiplas atividades e deslocamentos constantes, e para isso precisam ter embalagens que se adaptem a essa nova dinâmica.
FONTE: PEGN
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Japoneses criam sistema para lojas que seleciona peças para consumidor

Produto promete revolucionar experiência de compra no varejo
O TeamLab, um grupo de designers japoneses, desenvolveu um novo sistema para lojistas que promete revolucionar a experiência do consumidor dentro de uma loja. Trata-se de uma instalação de moda interativa que coordena automaticamente os produtos que serão oferecidos ao cliente com base naquilo que ele já selecionou previamente.
O sistema, que se chama Coordenated, funciona por meio de ganchos com sensores embutidos e telas digitais, associados com a roupa no cabide. Quando um cliente pega seleciona um apeça, as telas exibem automaticamente os próximos vários acessórios que melhor combinariam com a peça escolhida.
O Coordenated ainda está em fase de desenvolvimento, mas os designers japosenes já estão sendo procurados por varejistas do Japão, que apostam em um novo tipo de experiência para o consumidor, mais interativo e independente e querem implantar o sistema em suas lojas.
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Prestação de serviços é setor que mais cresce na economia nacional
Secretário de Comércio e Serviços, Edson Lupatini, do MDIC, apresentou o Panorama de Comércio Internacional de Serviços, referente a 2009
O setor de serviços respondeu, no ano passado, por 68,5% do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas no país – e por mais de 70% dos empregos formais. Além disso, foi a atividade econômica que mais recebeu investimentos estrangeiros diretos: em torno de 45% das aplicações externas no setor produtivo.
O resultado explica por que o setor de serviços é o que mais cresce no Brasil, afirmou nesta quinta-feira (5) o secretário de Comércio e Serviços, Edson Lupatini, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ao anunciar o Panorama de Comércio Internacional de Serviços, referente a 2009.
Depois de cruzar os dados do Banco Central (BC) sobre balanços de pagamentos com números do ministério sobre balanços comerciais, a Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) concluiu que mesmo com a crise econômica internacional, que reduziu os fluxos mundiais do comércio exterior no ano passado, o desempenho das exportações brasileiras de serviços caiu 8,8% em relação a 2008. Somaram US$ 26,3 bilhões, contra US$ 28,8 bilhões no ano anterior.
Foi o único resultado negativo das exportações do setor, desde que a SCS começou a divulgar o balanço, em 2005. Mas, como enfatizou o secretário Lupatini, as exportações mundiais de serviços caíram em média 12,9%, com diminuições mais acentuadas nos países desenvolvidos, que sofreram mais o impacto da crise financeira. O Brasil, ao contrário, manteve praticamente estáveis as importações de serviços, que declinaram apenas 0,7% na comparação anual.
Lupatini destacou que “o setor de serviços é o que mais cresce, aqui e lá fora”, a ponto de representar cerca de 80% do PIB em países como Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, dentre outros. Ele afirmou que a previsão para este ano é de forte recuperação das exportações brasileiras de serviços, na faixa de 23% aproximadamente, como nos anos que anteriores à crise mundial.
Para impulsionar ainda mais o setor, ele anunciou que o Diário Oficial da União deverá publicar, até o fim deste mês, o decreto de criação da Nomenclatura Brasileira de Serviços, elaborada em conjunto com a Secretaria da Receita Federal (SRF) e com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se de uma codificação dos mais de mil tipos de serviços prestados nas exportações e nas importações, reconhecidos pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
Lupatini acredita que o novo documento pode ser implantado ainda este ano, de modo a agilizar a catalogação dos serviços. Ele explicou que a catalogação dará mais visibilidade à prestação de serviços externos por pessoas jurídicas e por pessoas físicas. “Só precisa que classifiquem corretamente o serviço prestado para que possamos falar a mesma linguagem com o mundo”, afirmou.
fonte: PEGN
O setor de serviços respondeu, no ano passado, por 68,5% do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas no país – e por mais de 70% dos empregos formais. Além disso, foi a atividade econômica que mais recebeu investimentos estrangeiros diretos: em torno de 45% das aplicações externas no setor produtivo.
O resultado explica por que o setor de serviços é o que mais cresce no Brasil, afirmou nesta quinta-feira (5) o secretário de Comércio e Serviços, Edson Lupatini, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ao anunciar o Panorama de Comércio Internacional de Serviços, referente a 2009.
Depois de cruzar os dados do Banco Central (BC) sobre balanços de pagamentos com números do ministério sobre balanços comerciais, a Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) concluiu que mesmo com a crise econômica internacional, que reduziu os fluxos mundiais do comércio exterior no ano passado, o desempenho das exportações brasileiras de serviços caiu 8,8% em relação a 2008. Somaram US$ 26,3 bilhões, contra US$ 28,8 bilhões no ano anterior.
Foi o único resultado negativo das exportações do setor, desde que a SCS começou a divulgar o balanço, em 2005. Mas, como enfatizou o secretário Lupatini, as exportações mundiais de serviços caíram em média 12,9%, com diminuições mais acentuadas nos países desenvolvidos, que sofreram mais o impacto da crise financeira. O Brasil, ao contrário, manteve praticamente estáveis as importações de serviços, que declinaram apenas 0,7% na comparação anual.
Lupatini destacou que “o setor de serviços é o que mais cresce, aqui e lá fora”, a ponto de representar cerca de 80% do PIB em países como Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha, dentre outros. Ele afirmou que a previsão para este ano é de forte recuperação das exportações brasileiras de serviços, na faixa de 23% aproximadamente, como nos anos que anteriores à crise mundial.
Para impulsionar ainda mais o setor, ele anunciou que o Diário Oficial da União deverá publicar, até o fim deste mês, o decreto de criação da Nomenclatura Brasileira de Serviços, elaborada em conjunto com a Secretaria da Receita Federal (SRF) e com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se de uma codificação dos mais de mil tipos de serviços prestados nas exportações e nas importações, reconhecidos pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
Lupatini acredita que o novo documento pode ser implantado ainda este ano, de modo a agilizar a catalogação dos serviços. Ele explicou que a catalogação dará mais visibilidade à prestação de serviços externos por pessoas jurídicas e por pessoas físicas. “Só precisa que classifiquem corretamente o serviço prestado para que possamos falar a mesma linguagem com o mundo”, afirmou.
fonte: PEGN
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quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Brasil gerou 1,766 milhão de empregos formais em 2009
A Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2009 mostra que foram gerados 1,766 milhão de empregos formais no ano passado. O número divulgado nesta quinta-feira (5), no entanto, é o mais baixo desde 2003, quando foram captados pela Rais cerca de 860 mil empregos. Para o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, os números de 2009 refletem o efeito da crise financeira mundial no mercado de trabalho. Porém, Lupi afirma que, entre os países do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), o Brasil foi o único que conseguiu registrar aumento nos postos de trabalho. "O pior resultado desde 2003 é positivo. Veio o crescimento, mas foi menor", disse o ministro.
O número de trabalhadores com vínculos formais - tomando como referência o dados da Rais de 2009 (41,207 milhões) acrescidos do saldo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do primeiro semestre de 2010 (1,473 milhão) - atingiu 42,680 milhões em junho deste ano. No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de 2003 a junho de 2010 a geração de empregos formais - celetistas e estatutários - atingiu 13,997 milhões. Segundo Lupi, será tranquilo cumprir a meta de 15 milhões de empregos formais no governo Lula.
A Rais mostra ainda que o rendimento médio dos trabalhadores formais apresentou um aumento real (descontada a inflação) 2,51%, ao passar de R$ 1.556,15 em dezembro de 2008 para R$ 1.595,22 em dezembro do ano passado. Em 2009, os setores que mais contribuíram para a criação de empregos formais foram os de serviços (654 mil), a administração pública (453,8 mil), o comércio (368,8 mil) e a construção civil (217,7 mil). Em termos relativos, o maior crescimento foi da construção civil, de 11,37%. O ministro explicou que isso é reflexo das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida".
Segundo Lupi, a Rais é uma fotografia do mercado de trabalho brasileiro. Ela mostra que quanto maior for a escolaridade do trabalhador, maior será a remuneração. Lupi disse ainda que a Rais revela que houve uma aumento na contratação de pessoas mais experientes. De 2008 para 2009, houve um crescimento de 7,62% no número de empregos de trabalhadores com mais de 65 anos. Por outro lado, a menor expansão foi verificada entre trabalhadores de 16 e 17 anos, que registraram variação de apenas de 1,46%.
FONTE : PEGN
O número de trabalhadores com vínculos formais - tomando como referência o dados da Rais de 2009 (41,207 milhões) acrescidos do saldo do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do primeiro semestre de 2010 (1,473 milhão) - atingiu 42,680 milhões em junho deste ano. No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de 2003 a junho de 2010 a geração de empregos formais - celetistas e estatutários - atingiu 13,997 milhões. Segundo Lupi, será tranquilo cumprir a meta de 15 milhões de empregos formais no governo Lula.
A Rais mostra ainda que o rendimento médio dos trabalhadores formais apresentou um aumento real (descontada a inflação) 2,51%, ao passar de R$ 1.556,15 em dezembro de 2008 para R$ 1.595,22 em dezembro do ano passado. Em 2009, os setores que mais contribuíram para a criação de empregos formais foram os de serviços (654 mil), a administração pública (453,8 mil), o comércio (368,8 mil) e a construção civil (217,7 mil). Em termos relativos, o maior crescimento foi da construção civil, de 11,37%. O ministro explicou que isso é reflexo das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida".
Segundo Lupi, a Rais é uma fotografia do mercado de trabalho brasileiro. Ela mostra que quanto maior for a escolaridade do trabalhador, maior será a remuneração. Lupi disse ainda que a Rais revela que houve uma aumento na contratação de pessoas mais experientes. De 2008 para 2009, houve um crescimento de 7,62% no número de empregos de trabalhadores com mais de 65 anos. Por outro lado, a menor expansão foi verificada entre trabalhadores de 16 e 17 anos, que registraram variação de apenas de 1,46%.
FONTE : PEGN
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ASSÉDIO MORAL PODE SER CONSIDERADO COMO ACIDENTE DE TRABALHO
Um projeto de lei em tramitação na Câmara quer incluir o assédio moral como acidente de trabalho. A medida prevê reconhecimento por perito do INSS e, caso aprovada, pode aumentar o número de ações judiciais e os gastos das companhias com tributos.
A mudança não é à toa. A última revisão da lista de doenças classificadas como acidente de trabalho foi em 1999, e o governo já está estudando alterá-la. O projeto de lei quer incluir o assédio moral na lista por conta de dados como esse: a concessão de auxílio-doença acidentário para trabalhadores com transtornos mentais e comportamentais passou de 612, em 2006, para 13.478, em 2009.
Segundo o diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência Social, Remigio Todeschini, a ofensa é um dos principais motivos para a ampliação da concessão dos benefícios para doenças como transtornos mentais e comportamentais.
Além de receber o auxílio-doença por 12 meses, o trabalhador que tiver o benefício liberado poderá solicitar o auxílio acidente de trabalho, um tipo de indenização, correspondente a 50% do salário benefício. Não bastasse a remuneração do funcionário, se o assédio moral for classificado como acidente de trabalho, a empresa verá aumentar seu cálculo do Seguro Acidente de Trabalho.
Essa mudança na lei pode exigir das empresas uma mudança de comportamento para impedir um aumento inesperado de gastos trabalhistas. Você concorda com ela? Já viu casos de assédio moral no ambiente de trabalho? Comente!
fonte//;PEGN
A mudança não é à toa. A última revisão da lista de doenças classificadas como acidente de trabalho foi em 1999, e o governo já está estudando alterá-la. O projeto de lei quer incluir o assédio moral na lista por conta de dados como esse: a concessão de auxílio-doença acidentário para trabalhadores com transtornos mentais e comportamentais passou de 612, em 2006, para 13.478, em 2009.
Segundo o diretor do Departamento de Políticas de Saúde e Segurança Ocupacional do Ministério da Previdência Social, Remigio Todeschini, a ofensa é um dos principais motivos para a ampliação da concessão dos benefícios para doenças como transtornos mentais e comportamentais.
Além de receber o auxílio-doença por 12 meses, o trabalhador que tiver o benefício liberado poderá solicitar o auxílio acidente de trabalho, um tipo de indenização, correspondente a 50% do salário benefício. Não bastasse a remuneração do funcionário, se o assédio moral for classificado como acidente de trabalho, a empresa verá aumentar seu cálculo do Seguro Acidente de Trabalho.
Essa mudança na lei pode exigir das empresas uma mudança de comportamento para impedir um aumento inesperado de gastos trabalhistas. Você concorda com ela? Já viu casos de assédio moral no ambiente de trabalho? Comente!
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Microempresa quita 95,4% das dívidas em junho
São Paulo - As micro e pequenas empresas (MPEs) registraram em junho índice de 95,4% de pontualidade de pagamento, informou hoje a Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito. De cada mil pagamentos efetuados no mês, 954 foram quitados à vista ou com um atraso máximo de sete dias. Este é o maior valor mensal do indicador desde janeiro de 2006, quando começou a série histórica. Em maio, o índice havia atingido 95,2%.
De acordo com a Serasa Experian, a pontualidade no pagamento foi semelhante nos diferentes setores da economia. Enquanto o comércio registrou índice de 95,4% em junho, a indústria e o setor de serviços apresentaram porcentual de 95,3%. Já o valor médio dos pagamentos feitos no mês recuou 3% em junho em relação a maio e atingiu o valor de R$ 1.495,36. Em relação a junho de 2009, houve queda de 2,5% no valor médio dos pagamentos - a 13ª queda anual seguida.
No primeiro semestre deste ano, as micro e pequenas empresas acumulam um índice de 94,9% de pontualidade de pagamento, em relação ao mesmo período do ano passado. Este é o maior nível para um primeiro semestre desde o início da série histórica.
Para os analistas da Serasa Experian, "a pontualidade dos pagamentos das micro e pequenas empresas tende a se manter elevada ao longo dos próximos meses, em patamares acima dos registrados nos anos anteriores". Segundo o documento de divulgação da pesquisa, "apesar da desaceleração da atividade produtiva em curso, a economia brasileira ainda conseguirá sustentar uma boa taxa de crescimento ao longo do ano de 2010, favorecendo as condições de solvência de micro e pequenas empresas, especialmente daquelas mais focadas ao atendimento do mercado doméstico".
O Indicador Serasa Experian de Pontualidade de Pagamentos das Micro e Pequenas Empresas é formulado com base nos pagamentos efetuados, mensalmente, por cerca de 600 mil micro e pequenas empresas em todo o Brasil. No levantamento, são consideradas empresas com faturamento líquido anual de até R$ 4 milhões.
De acordo com a Serasa Experian, a pontualidade no pagamento foi semelhante nos diferentes setores da economia. Enquanto o comércio registrou índice de 95,4% em junho, a indústria e o setor de serviços apresentaram porcentual de 95,3%. Já o valor médio dos pagamentos feitos no mês recuou 3% em junho em relação a maio e atingiu o valor de R$ 1.495,36. Em relação a junho de 2009, houve queda de 2,5% no valor médio dos pagamentos - a 13ª queda anual seguida.
No primeiro semestre deste ano, as micro e pequenas empresas acumulam um índice de 94,9% de pontualidade de pagamento, em relação ao mesmo período do ano passado. Este é o maior nível para um primeiro semestre desde o início da série histórica.
Para os analistas da Serasa Experian, "a pontualidade dos pagamentos das micro e pequenas empresas tende a se manter elevada ao longo dos próximos meses, em patamares acima dos registrados nos anos anteriores". Segundo o documento de divulgação da pesquisa, "apesar da desaceleração da atividade produtiva em curso, a economia brasileira ainda conseguirá sustentar uma boa taxa de crescimento ao longo do ano de 2010, favorecendo as condições de solvência de micro e pequenas empresas, especialmente daquelas mais focadas ao atendimento do mercado doméstico".
O Indicador Serasa Experian de Pontualidade de Pagamentos das Micro e Pequenas Empresas é formulado com base nos pagamentos efetuados, mensalmente, por cerca de 600 mil micro e pequenas empresas em todo o Brasil. No levantamento, são consideradas empresas com faturamento líquido anual de até R$ 4 milhões.
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terça-feira, 20 de julho de 2010
Sua empresa vai reciclar
A nova Política Nacional de Resíduos Sólidos distribui a responsabilidade sobre a reciclagem por toda a cadeia produtiva, incluindo indústria e comércio. Prepare-se para as mudanças
Depois de mais de 19 anos de discussão no Congresso, é bem provável que seja aprovada nos próximos meses a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que estabelece as novas regras para a reciclagem no país. A lei prevê o envolvimento de toda a cadeia de consumo no destino dos resíduos — das empresas aos seus clientes. Para se adequar à nova regulamentação, fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes vão ter de achar saídas para colocar no mercado artigos recicláveis e que gerem a menor quantidade possível de resíduos, além de formar parcerias para recolher o material descartado.
Algumas ações já em curso sugerem alternativas para os pequenos e médios empresários que precisam adaptar seus negócios às demandas do futuro próximo. Um exemplo é o programa Ciclo Sustentável, da Philips. Lançado neste ano, o projeto envolve a rede de assistências técnicas da empresa no recolhimento de produtos eletroeletrônicos dispensados pelo consumidor. “Em dois meses, recebemos oito toneladas de produtos”, comemora Marcus Bicudo, presidente da empresa. O destino dos resíduos é a Oxil, empresa de Paulínia (SP) especializada em reaproveitamento de produtos e equipamentos. Procurar parceiros para a reciclagem é fundamental, acredita Fernando Santana, responsável pela comunicação da FNAC Brasil, que há oito anos mantém um programa de recolhimento de pilhas. “Uma boa opção são as ONGs especializadas no reaproveitamento de materiais, de papel a eletroeletrônicos. Empresas de menor porte podem se associar a vizinhos, por exemplo, para gerar volume e atrair um parceiro único. Também é importante definir pontos de coleta, processos de manuseio e logística, além de promover a conscientização do consumidor”,
Depois de mais de 19 anos de discussão no Congresso, é bem provável que seja aprovada nos próximos meses a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que estabelece as novas regras para a reciclagem no país. A lei prevê o envolvimento de toda a cadeia de consumo no destino dos resíduos — das empresas aos seus clientes. Para se adequar à nova regulamentação, fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes vão ter de achar saídas para colocar no mercado artigos recicláveis e que gerem a menor quantidade possível de resíduos, além de formar parcerias para recolher o material descartado.
Algumas ações já em curso sugerem alternativas para os pequenos e médios empresários que precisam adaptar seus negócios às demandas do futuro próximo. Um exemplo é o programa Ciclo Sustentável, da Philips. Lançado neste ano, o projeto envolve a rede de assistências técnicas da empresa no recolhimento de produtos eletroeletrônicos dispensados pelo consumidor. “Em dois meses, recebemos oito toneladas de produtos”, comemora Marcus Bicudo, presidente da empresa. O destino dos resíduos é a Oxil, empresa de Paulínia (SP) especializada em reaproveitamento de produtos e equipamentos. Procurar parceiros para a reciclagem é fundamental, acredita Fernando Santana, responsável pela comunicação da FNAC Brasil, que há oito anos mantém um programa de recolhimento de pilhas. “Uma boa opção são as ONGs especializadas no reaproveitamento de materiais, de papel a eletroeletrônicos. Empresas de menor porte podem se associar a vizinhos, por exemplo, para gerar volume e atrair um parceiro único. Também é importante definir pontos de coleta, processos de manuseio e logística, além de promover a conscientização do consumidor”,
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
Postos de gasolina criam áreas para novas lojas e franquias É o conceito de one-stop-shopping, que alia conveniência e economia de tempo

A tendência ganha cada vez mais força em São Paulo: os postos de gasolina estão se transformando em espaços multifuncionais, onde é possível abastecer o carro, consertar roupas e sapatos, ir à lavanderia e, ainda, comer um prato de massa. O que antes era um simples posto para abastecer o carro se tornou um centro de varejo, capaz de satisfazer diversas necessidades do consumidor em uma única parada. “É o que chamamos de one-stop-shopping, um conceito que alia conveniência e economia de tempo, comum nos Estados Unidos”, afirma Patrícia Vance, coordenadora da área de franchising do Programa de Administração de Varejo – Provar. Instalado há 13 anos no bairro paulistano da Pompeia, o posto Stop Center, de bandeira Ipiranga, reúne 13 lojas, de salão de cabeleireiro a fast-food de comida italiana. Juntas, faturam R$ 2,3 milhões por mês e atendem mais de 4.500 pessoas nos fins de semana. “Combustível é commodity, não dá dinheiro. O que incrementa o faturamento é a loja de conveniência”, diz Arthur Etzel, dono do Stop Center. “O segredo está na seleção de boas marcas, que tenham afinidade com o perfil da vizinhança e ajudem a atrair mais público.” Quem deseja se instalar no posto precisa trabalhar no ramo de serviços, gostar de lidar com o público e estar disposto a pagar um aluguel mensal de R$ 120 por metro quadrado, além do condomínio. “Não faltam candidatos. Recebo em média duas propostas de locação por dia”, diz Etzel.
Segundo Tadeu Masano, presidente da Geografia de Mercado, consultoria de análise de pontos comerciais, a tendência é mundial. “Os postos de combustível normalmente estão instalados em grandes áreas, bem localizadas, e, portanto, caras. Para conseguirem pagar o aluguel e ainda obter lucro com a operação, a melhor saída é dividir as despesas com outros varejistas”, diz. “Assim todos ganham.”
1>>> LAVANDERIA
Há nove anos, a empresária Margareth Matos mantém uma franquia da rede de lavanderias 5 à Sec no Stop Center. “O posto tem a vantagem de ser um centro de conveniências adaptado ao ritmo de vida do bairro, e funciona como um varejo de vizinhança”, afirma Margareth. Com uma área de 100 m² e sete funcionários, a franquia atende uma média de 1.600 clientes por mês, o dobro do movimento de uma loja de rua
2>>> SAPATARIA
A decisão de trocar um ponto em um hipermercado por uma loja no Stop Center foi tomada há pouco mais de dois anos pelo empresário Edson Dias, dono de uma unidade da Sapataria do Futuro. “O investimento na franquia é o mesmo. a diferença é o perfil do público”, afirma Dias. “Quem frequenta as lojas de posto vai em busca de conveniência. É isso que oferecemos.” A loja fatura R$ 20 mil mensais — 25% desse valor é gasto com aluguel e condomínio
3>>> REVISTARIA
Flexibilidade de horário, segurança e maior visibilidade: esses foram os ingredientes que levaram o empresário Antonio de Oliveira a instalar, há quatro anos, a revistaria La Casa no Stop Center. “A rentabilidade é boa. São cerca de seis mil clientes por mês, que garantem um faturamento mensal de R$ 70 mil”, diz o empresário. “Não vejo desvantagens na localização, até porque os custos são proporcionais ao nosso espaço de 18 m²”
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Empresa de cosmético lança franquia virtual Versão on-line é mais barata para o franqueado e custa cerca de R$ 19.900
A rede de franquias Antídoto, especializada na venda de cosméticos para corpo e cabelo, acaba de lançar um conceito diferente dentro do franchising: a franquia virtual. A empresa, que tem 130 lojas físicas em 17 estados brasileiros e faturou R$ 40 milhões em 2009, agora oferece aos franqueados a opção de vender também pela internet. “Percebemos que o nosso faturamento com as vendas virtuais estava crescendo muito e resolvemos compartilhar esse ganho com os franqueados”, afirma Ana Glória Dias da Silva, sócia da Antídoto. Funciona assim. O cliente entra no site da empresa e ao decidir comprar um produto coloca seu CEP. A partir desse momento, o consumidor é redirecionado para a loja virtual do franqueado, que atende aquela determinada região. Esse espaço na internet é do franqueado e ele pode fazer ali as suas promoções, bem como dar destaque para o produto que achar mais interessante. “Ganha o cliente, porque paga menos frete e tem a entrega mais rápida, e ganha o franqueado, que tem mais um ponto de venda”, diz Ana Glória.
Todos os franqueados da Antídoto que já têm uma loja física ganharão também a loja virtual. Já para os novos franqueados da rede existe a opção de escolher pela loja física com a virtual ou só a virtual. Nesse último caso, o valor do investimento inicial é menor e fica em R$ 19.900, o que inclui R$ 10 mil em produtos. Nesse modelo, não há custo com aluguel do ponto, reformas ou funcionários. “O empreendedor pode começar de casa, se quiser”, diz Ana Glória.
No mercado desde 1999, a Antídoto espera continuar expandindo os negócios também por meio das lojas físicas e busca franqueados em todas as regiões do país. Em dois anos, a expectativa é chegar a 200 lojas.
Quanto custa ter uma franquia da Antídoto
Investimento Inicial:
R$ 19.900 (loja virtual); R$ 50 mil (quiosque); R$ 72 mil (loja física)
Taxa de franquia: R$ 5 mil (quiosque) e R$ 8 mil (loja)
Estoque inicial:
R$ 10 mil (loja virtual); R$ 9 mil (quiosque); R$ 19 mil (loja física)
Taxa de royalties: não cobra
Taxa de publicidade: 5% sobre o valor das compras
Capital de giro: de 3 a 5 vezes o valor das despesas fixas
Margem de lucro sugerida:
de 20% a 30% sobre o faturamento bruto
Número de funcionários: de 2 a 5
Prazo médio de retorno: de 18 a 24 meses
Área de loja: 5 m2 (quiosque) e 30 m2 (loja física)
Fonte: Antídoto
Todos os franqueados da Antídoto que já têm uma loja física ganharão também a loja virtual. Já para os novos franqueados da rede existe a opção de escolher pela loja física com a virtual ou só a virtual. Nesse último caso, o valor do investimento inicial é menor e fica em R$ 19.900, o que inclui R$ 10 mil em produtos. Nesse modelo, não há custo com aluguel do ponto, reformas ou funcionários. “O empreendedor pode começar de casa, se quiser”, diz Ana Glória.
No mercado desde 1999, a Antídoto espera continuar expandindo os negócios também por meio das lojas físicas e busca franqueados em todas as regiões do país. Em dois anos, a expectativa é chegar a 200 lojas.
Quanto custa ter uma franquia da Antídoto
Investimento Inicial:
R$ 19.900 (loja virtual); R$ 50 mil (quiosque); R$ 72 mil (loja física)
Taxa de franquia: R$ 5 mil (quiosque) e R$ 8 mil (loja)
Estoque inicial:
R$ 10 mil (loja virtual); R$ 9 mil (quiosque); R$ 19 mil (loja física)
Taxa de royalties: não cobra
Taxa de publicidade: 5% sobre o valor das compras
Capital de giro: de 3 a 5 vezes o valor das despesas fixas
Margem de lucro sugerida:
de 20% a 30% sobre o faturamento bruto
Número de funcionários: de 2 a 5
Prazo médio de retorno: de 18 a 24 meses
Área de loja: 5 m2 (quiosque) e 30 m2 (loja física)
Fonte: Antídoto
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terça-feira, 13 de julho de 2010
Boas ideias de negócios na área de pets

R$ 2.200.000
29. PRODUÇÃO DE ALIMENTOS NATURAIS
EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES: R$ 2.000.000 (misturador, dosadeira, autoclave, seladora, equipamentos de controle de qualidade, estoque, sistema de gestão e escritório para 10 pessoas)
CAPITAL DE GIRO: R$ 200.000
FATURAMENTO MÉDIO MENSAL: R$ 220.000
FUNCIONÁRIOS: 47 (o dono, 20 na produção e técnica, 3 marketing, 4 financeiro, 1 compras, 1 secretária, 10 administrativos e 7 comerciais)
PRAZO DE RETORNO: 48 meses
O mercado de alimentos para animais de estimação movimenta anualmente cerca de R$ 5,8 bilhões no Brasil, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes. Desse total, 13% são de alimentos super premium, segundo José Montagnana, 54 anos, proprietário da Fama, fabricante paulista de alimentos naturais para cães. A empresa, que tem um ano de vida, fechou 2009 com vendas na casa dos R$ 900 mil. Os próximos passos vão ser o lançamento da versão orgânica de seus produtos, a entrada no mercado de alimentos para gatos e o início das exportações. A expectativa é conseguir alcançar um faturamento de R$ 2,8 milhões em 2010, com lucro líquido de R$ 2 milhões. E, dentro de cinco anos, chegar a uma receita de R$ 10 milhões.
Leia Mais
* 50 ideias de negócios em diversos setores
Montagnana observa que, para atrair um público disposto a pagar R$ 8,50 por uma embalagem de 300 gramas de ração animal, é preciso direcionar distribuição e divulgação em clínicas veterinárias e empórios de luxo. Participar de feiras de alimentos naturais e orgânicos também é uma estratégia adequada. “Nosso público trata o animal como filho”, diz Montagnana. “Exige qualidade, acima de tudo.”
Um dos segredos do negócio está no desenvolvimento do produto. Montagnana buscou ajuda no meio acadêmico e fez uma parceria com a Universidade Federal de Lavras (MG), onde ficam alguns dos maiores especialistas brasileiros em alimentação animal. Os custos de desenvolvimento são altos, mas o empresário garante que vale a pena. Para quem deseja investir na linha de alimentos orgânicos, a recomendação é negociar com fornecedores exclusivos. Deve-se levar em consideração que a plantação precisa ter pelo menos seis meses sem agrotóxicos.
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O registro de patente feito no Brasil vale em outros países?
Da redação, com informações do INPI
"Inventei um produto e pedi registro de patente. Até onde sei, essa patente tem valor só no Brasil. Gostaria de saber se existe alguma facilidade para registrá-lo em outros paises, como Estados Unidos, por exemplo. Ou seja, o fato de o produto já ser patenteado garante alguma coisa em outro país? Outra coisa, caso alguém tente patenteá-lo em outro país, eu posso entrar com recurso para impedir essa patente?"
Jorge Rodrigues
Primeiramente, em relação à proteção do seu invento, informamos que para fazer valer o direito do invento é necessário depositar um “pedido de patente” que, depois de devidamente analisado por um examinador de patentes poderá se tornar uma patente válida em todo o território nacional.
Sobre as regulamentações internacionais que facilitam a utilização do sistema de patentes, foi assinado, em 1970, o Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT) com a finalidade de aperfeiçoar os meios de cooperação entre os países industrializados e os em desenvolvimento.
Com a ampliação do comércio internacional, os países desenvolvidos foram levados a estabelecer mecanismos que fossem capazes de impedir a cópia dos produtos expostos nas feiras industriais, que passaram a ser frequentes na metade do século XIX. Houve então a regulamentação da propriedade industrial em termos internacionais que culminou com a Convenção da União de Paris (CUP). Um dos princípios básicos regulados pela CUP é a prioridade unionista. Assim, ficou estabelecido que qualquer pessoa que deposite um pedido de patente de invenção, modelo de utilidade ou desenho industrial em um país da União tem o direito de reivindicar prioridade em todos os países da União dentro de um prazo determinado, durante o qual o seu pedido não poderá ser invalidado por atos de outras pessoas. Tal prioridade deverá ser reivindicada no ato do depósito no prazo de doze (12) meses para Privilégio de Invenção (PI) e Modelo de Utilidade (MU) e seis (06) meses para Desenho Industrial.
Isso equivale a dizer que se trata de uma salvaguarda, por um prazo determinado, fornecida ao inventor que depositou seu pedido em um dos países membros da União, garantindo que a novidade de um pedido depositado em um dos países membros não será prejudicada por qualquer pedido idêntico ou por sua publicação, uso, exploração ou concessão da patente.
Para maiores informações, entre em contato com o INPI: www.inpi.gov.br
Tem dúvidas sobre registro de marcas, design, franquias e softwares e concessões de patentes? Mande as suas questões para especialistapegn@edglobo.com.br e coloque Divã do Inventor no campo “assunto” do e-mail. As respostas serão respondidas por profissionais do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e publicadas aqui no site, na seção Divã do Inventor. Clique aqui e confira as respostas já publicadas.
"Inventei um produto e pedi registro de patente. Até onde sei, essa patente tem valor só no Brasil. Gostaria de saber se existe alguma facilidade para registrá-lo em outros paises, como Estados Unidos, por exemplo. Ou seja, o fato de o produto já ser patenteado garante alguma coisa em outro país? Outra coisa, caso alguém tente patenteá-lo em outro país, eu posso entrar com recurso para impedir essa patente?"
Jorge Rodrigues
Primeiramente, em relação à proteção do seu invento, informamos que para fazer valer o direito do invento é necessário depositar um “pedido de patente” que, depois de devidamente analisado por um examinador de patentes poderá se tornar uma patente válida em todo o território nacional.
Sobre as regulamentações internacionais que facilitam a utilização do sistema de patentes, foi assinado, em 1970, o Tratado de Cooperação em Matéria de Patentes (PCT) com a finalidade de aperfeiçoar os meios de cooperação entre os países industrializados e os em desenvolvimento.
Com a ampliação do comércio internacional, os países desenvolvidos foram levados a estabelecer mecanismos que fossem capazes de impedir a cópia dos produtos expostos nas feiras industriais, que passaram a ser frequentes na metade do século XIX. Houve então a regulamentação da propriedade industrial em termos internacionais que culminou com a Convenção da União de Paris (CUP). Um dos princípios básicos regulados pela CUP é a prioridade unionista. Assim, ficou estabelecido que qualquer pessoa que deposite um pedido de patente de invenção, modelo de utilidade ou desenho industrial em um país da União tem o direito de reivindicar prioridade em todos os países da União dentro de um prazo determinado, durante o qual o seu pedido não poderá ser invalidado por atos de outras pessoas. Tal prioridade deverá ser reivindicada no ato do depósito no prazo de doze (12) meses para Privilégio de Invenção (PI) e Modelo de Utilidade (MU) e seis (06) meses para Desenho Industrial.
Isso equivale a dizer que se trata de uma salvaguarda, por um prazo determinado, fornecida ao inventor que depositou seu pedido em um dos países membros da União, garantindo que a novidade de um pedido depositado em um dos países membros não será prejudicada por qualquer pedido idêntico ou por sua publicação, uso, exploração ou concessão da patente.
Para maiores informações, entre em contato com o INPI: www.inpi.gov.br
Tem dúvidas sobre registro de marcas, design, franquias e softwares e concessões de patentes? Mande as suas questões para especialistapegn@edglobo.com.br e coloque Divã do Inventor no campo “assunto” do e-mail. As respostas serão respondidas por profissionais do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi) e publicadas aqui no site, na seção Divã do Inventor. Clique aqui e confira as respostas já publicadas.
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Como criar um sistema de delivery?

Aumento de faturamento e fidelização dos clientes: esses são alguns dos benefícios que um sistema de entrega em domicílio pode trazer para a sua empresa
Revista PEGN
Desde a abertura da Mercearia do Animal no bairro de Pinheiros, em 1998, Carlos Barreto colocou à disposição dos clientes o serviço de “leva e traz” de animais de estimação. Mas os donos de cães e gatos que visitavam a loja queriam mais: volta e meia, perguntavam a Barreto se ele não poderia entregar produtos, como ração, diretamente em suas casas. Entusiasmado com o número de pedidos, o empresário de 42 anos decidiu criar o seu próprio delivery em 2004, oferecendo o serviço nas lojas de Pinheiros e também no Jardim Europa. “O benefício de adotar um sistema de entrega em domicílio é a fidelização do cliente, que pode trazer um crescimento nas vendas”, diz Wagner Salzano, gerente de projetos da Imam Consultoria. “Mas, antes de implementar o serviço, é preciso analisar o segmento, verificar se a entrega é necessária e se será um diferencial em relação ao concorrente”, diz.
Como atendia apenas donos de animais nas imediações das duas lojas, Barreto decidiu criar uma frota própria, comprando dois carros e duas motos, além de contratar novos funcionários. O gasto inicial foi de R$ 45 mil e o custo mensal ficou em R$ 2 mil — o que inclui salários, combustível e manutenção dos veículos. “Uma frota própria é ideal para empresas que atendem a áreas restritas”, afirma Salzano. No caso da Mercearia, o investimento valeu a pena: hoje, o serviço de delivery corresponde a 30% do faturamento.
Enquanto alguns empreendimentos optam pelo delivery para se diferenciar dos concorrentes, outros não podem viver sem ele. É o caso das pizzarias e lanchonetes. E também da loja virtual de pratos congelados Pronto Light, que precisou organizar seu sistema antes de começar a faturar. Como a empresa atende São Paulo e Grande São Paulo, a decisão foi terceirizar as entregas. “Fomos cuidadosos, porque lidamos com comidas congeladas. Qualquer erro ou atraso pode estragar a refeição”, diz Pedro Pandolpho, 29 anos, um dos donos do negócio. Logo de cara, houve um gasto de R$ 2 mil com um sistema on-line para organizar roteiros de entregas. “O software de roteirização pode ser útil, mas apenas para aquelas empresas que precisam cobrir grandes distâncias”, diz Salzano.
PARA ACERTAR A ROTA | 5 questões que você deve responder antes de implantar um delivery
1. ENTREGAR OU NÃO ENTREGAR?
Em primeiro lugar, avalie se o serviço de entregas será um diferencial em relação aos seus concorrentes. Também é importante verificar se a opção por receber a mercadoria diretamente em casa é proveitosa para os seus clientes. Se o produto tem um valor agregado muito baixo, o preço do serviço pode desmotivar sua utilização. É fundamental analisar ainda os custos que a empresa terá com a implementação do delivery: gasto inicial, compra e manutenção de veículos, funcionários etc.
2. QUE TIPO DE VEÍCULO DEVO USAR?
Para decidir como fazer a entrega, é preciso analisar as características dos produtos, como tamanho, peso e cuidados especiais (fragilidade, controle de temperatura, valor médio). Exemplo: para transportar objetos grandes ou bichos de estimação, como no caso da Mercearia do Animal, são necessários carros ou caminhões. Já objetos menores, ou perecíveis, como as refeições do Ponto Light, requerem a velocidade e a flexibilidade das motos.
3. TERCEIRIZAR OU NÃO?
“A tendência é terceirizar”, diz Salzano. “Devido ao grande número de clientes, uma empresa de transporte consegue diminuir o preço do serviço. Além do mais, chega a lugares que você não atingiria com veículos próprios.” Criar uma frota particular só vale a pena se a área de atendimento for restrita. Não se esqueça de dimensionar sua estrutura de acordo com o tamanho do negócio.
4. COMO TORNAR CONHECIDO O DELIVERY?
É fundamental divulgar na própria loja e no site da empresa. É possível tirar proveito de anúncios em publicações locais, como jornais e catálogos.
5. COMO ORGANIZAR ROTAS?
Se for entregar em muitas regiões, vale a pena instalar um software que sistematiza pedidos e trajetos (veja o box ao lado). No caso de rotas restritas, dá para resolver com um sistema de planilhas e ferramentas gratuitas, como o Google Maps.
AJUDA HI-TECH PARA A SUA ENTREGA | Sites e softwares que sistematizam pedidos e trajetos ALTEC SISTEMAS
Os softwares oferecidos pela empresa incluem cadastro de clientes, acompanhamento do serviço, integração com módulos de estoque e financeiro e etiquetagem. Adota um sistema versátil, em que o cliente pode acrescentar módulos diferentes com serviços distintos. O preço varia entre R$ 2 mil e R$ 7 mil, e o cliente paga ainda R$ 250 mensais pela licença
CIA. DO SOFTWARE
A empresa produz o Mr. Delivery, opção popular e barata para quem está implementando seu serviço de delivery. Com o software, é possível localizar o cliente pelo número do telefone, armazenar o histórico de pedidos e ainda imprimir ordens. Preço: R$ 99
ROTEIRIZADOR MULTIPONTO DA LBS LOCAL
Não é preciso instalar nenhum programa: o serviço está disponível on-line. No site, é possível fazer a roteirização das entregas, em rotas com 25 pontos de parada. Inclui ainda cálculo de gastos com combustível e pedágios. Preço: R$ 120 pelo plano semestral.
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sábado, 12 de junho de 2010
Seis negócios para você montar em casa

Para evitar despesas na largada, você pode trabalhar na sala, no quarto ou na garagem
Muita gente que decide montar o próprio negócio prefere fazê-lo em casa, ao menos no começo, para diminuir os riscos da empreitada. Entre outras vantagens, trabalhar por conta própria em casa permite um certo conforto e economia de tempo e de dinheiro. Mas atenção: você precisará ter muita disciplina para que isso não comprometa a sua produtividade. É fundamental delimitar o espaço físico entre a casa e o trabalho e tomar cuidado para que não haja interferência da família no dia-a-dia do negócio. Procure respeitar os horários. Nada de parar no meio do expediente para um cochilo ou para asssitir à TV. Você também não deve estar 24 horas por dia à disposição dos clientes. Lembre-se de que suas horas de descanso e de dedicação à família também devem ser sagradas tanto quanto possível.
Até pouco tempo atrás, trabalhar em casa era algo restrito a atividades como costura, produção de comida congelada e artesanato. Com o tempo, a lista foi crescendo e hoje inclui também atividades descoladas, como promoção de eventos, aluguel de som e luz para festas, agência de turismo, escritório de design para sites, criação de jogos para celulares e produção de incensos, velas e aromas. Se você se interessou por alguma dessas atividades, confira a seguir algumas dicas de empresários que atuam nesses ramos para você se dar bem.
Perfumes terapêuticos
A aromaterapia pode ser uma oportunidade para novos negócios dentro do setor de bem-estar. O mercado ligado ao bem-estar segue em alta no país. Um número cada vez maior de pessoas busca alternativas para equilibrar o corpo e a mente e para reduzir o estresse do dia-a-dia. Muitas atividades exigem investimentos relativamente altos, como a montagem de um spa urbano ou de uma clínica de terapias orientais. Mas se você tem afinidades com o ramo e não dispõe de muito capital, pode iniciar um negócio de produção de incensos, velas, sabonetes, sachês e outros aromatizantes, em sua própria casa, sem fazer grandes investimentos.
Leia Mais14 dicas fundamentais para quem tem um negócio em casa
Sozinho ou acompanhado?O empresário João Pedro Hessel Filho, de São Paulo, que atua no ramo, diz que o ideal é você começar fazendo um ou outro item apenas e ir aumentando a gama de produtos à medida que for se firmando no mercado. Além de vender os produtos diretamente para o consumidor final e para as lojas, você pode formar parcerias com outras empresas do ramo, como as clínicas de terapias orientais.
Há espaço também para quem quer oferecer serviços de aromatização de ambientes para empresas, como faz a aromaterapeuta e psicóloga Sâmia Maluf, da By Sâmia, de São Paulo. O trabalho consiste em estudar e mapear os problemas existentes no ambiente antes de definir que tipo de aroma será utilizado. Um consultório dentário, por exemplo, pode optar por óleos cujos aromas tranquilizem os pacientes. Para uma loja de doces, um cheirinho que estimule o apetite nos clientes pode ser uma boa ideia. Há também substâncias que instigam o aumento da produtividade. Mas é preciso se precaver com possíveis casos de pessoas alérgicas.
É importante também tomar alguns cuidados com a segurança. Como a parafina e a glicerina, duas matérias-primas muito utilizadas na área, são inflamáveis, procure instalar o negócio num cômodo livre, bem ventilado e que não seja frequentado por crianças, nem por animais de estimação. Mesmo assim, convém manter um extintor de incêndio sempre por perto. É fundamental também conhecer bem as diferentes substâncias utilizadas na produção e seus efeitos. Algumas podem causar alergia em pessoas que têm problemas respiratórios.
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Franquias internacionais buscam parceiros no Brasil

A expectativa de crescimento da economia brasileira colocou o país na rota dos investimentos. Franqueadores de várias partes do mundo estão à procura de um bom parceiro nacional. Pode ser você
O Brasil virou o centro das atenções das franquias internacionais. Dezenas de redes globais estão procurando parceiros para implantar as suas marcas no país, como as imobiliárias Harcourts e Re/Max, as lojas de roupas Aftershock e Strasburg Children e a empresa especializada em treinamento de vendas Crestcom. “O crescimento econômico nos últimos anos e a forma como o país tem enfrentado a crise financeira chamam a atenção. Encontrar parceiros brasileiros é uma prioridade”, diz Michael Murphy, diretor de desenvolvimento para América Latina e Caribe da NexCen, companhia americana que administra seis marcas de franquias (as sorveterias Maggie Moos e Marble Creamery, as redes de alimentação Great American Cookies e Pretzelmaker & Pretzel Time e as calçadistas The Athlete’s Foot e Shoe Box New York). “Com os indicadores positivos, o Mundial de Futebol, em 2014, e os jogos olímpicos, em 2016, o Brasil tem tudo para crescer ainda mais”, afirma Eduardo Torcivia, proprietário da Puska, marca argentina de roupas em busca de interessados em abrir franquias aqui.
Em outubro, Brenand Dorrian, fundador e CEO da Global Retail Network, consultoria londrina especializada em varejo, veio ao Brasil pela terceira vez. Só agora ele resolveu tornar pública sua visita e uma lista com mais de 20 clientes com interesse em abrir unidades no país. Às vezes, as negociações para encontrar o parceiro ideal levam tempo — em média, são seis a nove meses para fechar o contrato e entre nove meses e um ano adicionais para a abertura da primeira franquia. “80% do sucesso do negócio depende da escolha do parceiro certo”, afirma Paulo César Mauro, presidente da Global Franchise, outra consultoria, que no momento está assessorando 19 redes internacionais.
Leia MaisFranquia internacional de frozen yogurt chega ao BrasilRenato Teixeira e seus três sócios, Paulo Toledo, Luis Carlos Julião e José Luiz Monteis, esperaram dois anos até ser escolhidos para desenvolver no Brasil a imobiliária de origem norte-americana Re/Max. “Já conhecíamos a marca. Quando começamos a perceber a movimentação para a abertura de unidades na América do Sul, procuramos nos credenciar para ser master franqueados”, diz Teixeira. A bagagem no mercado imobiliário e os R$ 10 milhões disponíveis para trazer a Re/Max ao país foram decisivos na escolha. “Empatia, experiência em varejo e segurança financeira são alguns dos requisitos procurados pelos franqueadores. Mas o principal é gostar muito da marca”, afirma Dorrian.
O master franqueado tem sido o tipo de parceiro preferido dos franqueadores quando decidem entrar em novos mercados. É ele quem deterá o direito de explorar a marca no país e será responsável por vender as franquias. “Mas não há uma fórmula padrão”, diz a advogada Melitha Novoa Prado, da Novoa Prado Consultoria Jurídica. Há casos em que o franqueador opta por ter mais de um representante no país e seleciona “masters regionais”. “Esse tem se tornado um mecanismo comum, até pela extensão do país”, afirma Mauro. A Re/Max optou por uma combinação desses modelos: além do master franqueado, decidiu desenvolver uma estrutura com 17 masters regionais, que efetivamente vão operacionalizar o negócio.
A argentina Puska decidiu tomar um caminho diferente: pretende vender diretamente a franquia no Brasil. “A nossa proximidade com o país e as normas do Mercosul fazem com que não haja sentido em ter um master franqueado”, diz Torcivia. Murphy, da NexCen, prioriza o modelo de master franqueado, mas está aberto a outras possibilidades. “Estamos investigando as oportunidades. Se for o caso, é possível ter um acordo para uma região ou estado específico”, afirma.
Após um extenso levantamento com consultorias e franquias, conseguimos obter informações exclusivas de 26 franquias internacionais em busca de parceiros no Brasil. Confira a seguir as oportunidades e verifique no quadro abaixo algumas dicas de como implantar um negócio internacional no Brasil.
PARA TRAZER UMA FRANQUIA INTERNACIONAL
Quais os cuidados a tomar e como se tornar um forte candidato O primeiro passo é verificar a existência de mercado no país para o negócio. “A análise de viabilidade financeira é também muito importante. As pessoas esquecem de fazer conta”, diz a advogada Melitha Novoa Prado.
Deve-se dedicar um tempo especial para a análise de royalties e taxas de importação. “Lembre-se de que é um processo de escolha mútuo”, afirma Paulo Ancona, sócio e diretor da Vecchi & Ancona, que está formatando a marca Re/Max no Brasil.
A franquia deverá estar preparada para se adaptar à realidade de um país diferente. “Há marcas que se restringem a traduzir o material e adaptar a legislação. Dependendo do segmento de atuação, isso pode levar ao insucesso”, diz Ancona.
É preciso prestar atenção aos aspectos logísticos, que podem ser complicados em uma operação internacional. No caso da Great American Cookies, como a massa de biscoitos virá dos Estados Unidos, a rede está disposta a dar um desconto no preço da matéria-prima.
Calma é essencial. No caso da NexCen, os interessados passam por uma conversa inicial, os dados são avaliados, é feita uma entrevista e eles vão aos Estados Unidos para conhecer o negócio. “Consideramos muito valioso passar um tempo com os futuros parceiros para saber se têm profissionalismo. Não temos pressa”, diz Michael Murphy, diretor da empresa.
Ter experiência no ramo em questão só traz vantagens na negociação. No caso da NexCen, ter conhecimento da atividade é pré-requisito para as franquias de calçados e de moda. No caso das franquias de alimentação, como a empresa controla o processo de produção e disponibiliza suporte e treinamento, profissionalismo e viabilidade financeira são as características mais importantes.
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Qual é a vantagem de proteger uma marca no Brasil?
"A minha pergunta é sobre a proteção em si. Qual é a vantagem de proteger uma marca ou patente no Brasil, já que não há uma lei que obrigue essa proteção?"
Louise
Os direitos de propriedade intelectual são essenciais para garantir a posse do que é seu. Mesmo não sendo obrigatória, a proteção é um instrumento que deve fazer parte de uma estratégia de negócios. Ao gerar um nome conhecido no mercado, o registro da marca é condição fundamental para que só você use esse nome e possa recorrer à Justiça caso alguém faça uma cópia. Além disso, sem o registro, outra pessoa pode pedir a marca e tenta impedir a sua empresa de usá-la.
No caso da patente, a concessão do direito garante que só você poderá explorar comercialmente a invenção, criando um diferencial perante os concorrentes e licenciando a tecnologia para outras empresas. Em caso de cópia, você poderá acionar a Justiça. Além disso, com a patente, você poderá fazer parcerias com outras empresas para gerar novas invenções. O mesmo se aplica a outros registros, como o Desenho Industrial.
Em resumo, os direitos são essenciais para proteger seu trabalho e conquistar espaço num mercado cada vez mais competitivo.
Louise
Os direitos de propriedade intelectual são essenciais para garantir a posse do que é seu. Mesmo não sendo obrigatória, a proteção é um instrumento que deve fazer parte de uma estratégia de negócios. Ao gerar um nome conhecido no mercado, o registro da marca é condição fundamental para que só você use esse nome e possa recorrer à Justiça caso alguém faça uma cópia. Além disso, sem o registro, outra pessoa pode pedir a marca e tenta impedir a sua empresa de usá-la.
No caso da patente, a concessão do direito garante que só você poderá explorar comercialmente a invenção, criando um diferencial perante os concorrentes e licenciando a tecnologia para outras empresas. Em caso de cópia, você poderá acionar a Justiça. Além disso, com a patente, você poderá fazer parcerias com outras empresas para gerar novas invenções. O mesmo se aplica a outros registros, como o Desenho Industrial.
Em resumo, os direitos são essenciais para proteger seu trabalho e conquistar espaço num mercado cada vez mais competitivo.
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