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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Consumidores terão preços mais competitivos, diz Diniz sobre fusão

O presidente do conselho de administração do grupo Pão de Açúcar, Abílio Diniz, se pronunciou nesta terça-feira (28), por meio de nota, sobre a proposta de fusão com o Carrefour, segunda maior rede varejista do mundo, e disse que a operação, se aprovada, garantirá aos consumidores dos dois grandes varejistas "serviços ainda melhores a preços mais competitivos".

"Como todos sabem, estou sempre em busca de novas oportunidades de crescimento para o Pão de Açúcar, que já é, hoje, a maior empresa de varejo do Brasil e da América do Sul.
Nesse contexto, iniciei conversas com os principais acionistas do Carrefour, na tentativa de alinhar eventual negócio no Brasil, que acabou evoluindo para uma ideia de associação global."

O grupo francês Carrefour anunciou nesta terça-feira ter recebido uma proposta de fusão de ativos no Brasil com os da Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), holding que detém as lojas do Pão de Açúcar, Compre Bem e Extra.

Segundo a nota divulgada pelo Carrefour, a proposta foi apresentada na segunda-feira (27) pela empresa brasileira Gama, que pertence ao fundo BTG Pactual, do investidor André Esteves, com o apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O Carrefour informou ainda que seu Conselho de Administração foi informado a respeito dos termos da proposta e que irá analisá-los nos próximos dias. Se a operação for concretizada, a Gama se tornará um acionista de referência do Carrefour, número dois mundial do setor de distribuição com uma participação de 18% em seu capital.

A proposta surge depois que o Pão de Açúcar adquiriu nos últimos anos as redes de varejo Ponto Frio e Casas Bahia, operações que ainda não passaram pelo crivo do órgão de defesa da concorrência no país, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Ela também acontece após semanas de rumores sobre contatos do empresário Abílio Diniz, do Pão de Açúcar, com o Carrefour na França.

"A operação será, a princípio, muito benéfica para o Carrefour, cujos resultados no Brasil são decepcionantes e que em 2010 perdeu a liderança na distribuição de alimentos para a CBD", afirma uma nota de análise do agente da Bolsa Aurel.

"As sinergias e as reduções de custos potenciais, combinada com a força de venda do novo conjunto, devem melhorar a rentabilidade da nova entidade", acrescenta o texto.

Confira a íntegra da nota divulgada por Abílio Diniz:

"Como todos sabem, estou sempre em busca de novas oportunidades de crescimento para o Pão de Açúcar, que já é, hoje, a maior empresa de varejo do Brasil e da América do Sul.
Nesse contexto, iniciei conversas com os principais acionistas do Carrefour, na tentativa de alinhar eventual negócio no Brasil, que acabou evoluindo para uma idéia de associação global.

Recentemente um fundo de investimentos do BTG PACTUAL se interessou pela potencial operação, tendo enviado à companhia, na data de hoje, proposta para uma associação entre Pão de Açúcar e Carrefour envolvendo não apenas o mercado brasileiro, mas também o mundial, o que representaria um importante passo para a internacionalização da empresa. A proposta prevê investimento do BNDESPAR, que se interessou pelo negócio.

Se aprovada, a operação implicará uma mudança significativa na dimensão da companhia. O Grupo Pão de Açúcar fortalecerá e consolidará sua posição de liderança no setor de varejo brasileiro. No mercado internacional, com a participação a ser adquirida no Carrefour França, terá condições de levar os produtos brasileiros para todos os mercados estrangeiros onde o Carrefour já está presente, colocando o Brasil como um dos protagonistas do comércio varejista global.

Com a expansão de escala e os ganhos com sinergias, os consumidores de Pão de Açúcar e Carrefour terão serviços ainda melhores a preços mais competitivos. Seus acionistas, por sua vez, terão uma companhia maior, mais eficiente, mais lucrativa e com uma governança corporativa mais moderna. Enfim, seriam ganhos para a companhia, para seus empregados e acionistas, para os consumidores e para o Brasil.

Considero que são enormes os benefícios do negócio e vou analisar a proposta juntamente com meu sócio e co-controlador, o Grupo Casino. A decisão final será tomada seguindo os trâmites de praxe, previstos na lei e nos Acordos de Acionistas, em assembléia geral de acionistas, após o exame pelo Conselho de Administração da companhia."
Fonte: G1

Pão de Açúcar e Carrefour poderão fechar lojas próximas, diz BTG

Com a operação de fusão proposta ao Carrefour aos ativos da Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), holding que detém as lojas do Pão de Açúcar, Compre Bem e Extra, que foi anunciada nesta terça-feira (28), até 7% das lojas dos dois grupos que estiverem muito próximas poderão ser fechadas ou transferidas para outra região onde a concentração for menor, segundo cálculos estimados por Claudio Galleazi, sócio do BTG Pactual, fundo que apresentou a proposta do Carrefour.

"A gente estima que (poderão ser fechadas) de 5% a 7% das lojas nessas regiões onde tem superposição", afirmou o executivo, que ressaltou tratar-se de uma estimativa, já que a proposta ainda terá que passar por muitas etapas antes de sair do papel: precisa ser aprovada pelos acionistas dos grupos Pão de Açúcar, Carrefour, Casino, e ter ainda a aprovação do Conselho de Administração do BNDES. Caso os grupos cheguem a um acordo, o caso terá que ser levado também para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A maior concentração das lojas das duas companhias está em regiões metropolitanas como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, onde poderá haver alguma reestruturação. Porém, Galeazzi afirma que, a princípio, as marcas de todas as redes das duas companhias, incluindo os "atacarejos", serão mantidas.

"A sinergia vai trazer máximo aproveitamento de logística, redução dos estoques, redefinição de centrais de distribuição", disse o sócio.

Caso a operação seja aprovada e concluída, Pão de Açúcar e Carrefour terão de 26% a 27% do varejo no Brasil, segundo afirmou Galleazi. Considerando apenas os supermercados e hipermercados, passa para 30%.

Depois de aprovada pelos acionistas, a proposta de fusão será enviada ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça, que poderá aprovar ou vetar a operação.

O Novo Pão de Açúcar (NPA), nome dado ao novo grupo, se a operação de fusão for permitida, terá 2.386 lojas, sendo 1.822 do Pão de Açúcar e 564 do Carrefour, em 178 municípios.

Em 2010, a receita líquida dos dois grupos, juntos, chegou a R$ 65 bilhões - R$ 36 bilhões do Pão de Açúcar e R$ 29 bilhões da operação brasileira do Carrefour.

A proposta foi apresentada na segunda-feira (27) pela empresa brasileira Gama, que pertence ao fundo BTG Pactual, do investidor André Esteves, com o apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Aporte de até 2 bilhões de euros

Segundo o BTG, caso seja aprovada pelos acionistas, a NPA teria 50% da filial brasileira do grupo Carrefour e 11,7% da companhia francesa no mundo, virando o maior acionista. Essa participação pode crescer para até 17%. Se a fusão der certo, as ações seriam divididas com os novos sócios de Abílio.

A proposta prevê aporte de 2 bilhões de euros caso a operacao seja aprovada pelos acionistas das empresas envolvidas. Segundo o BTG e a Estáter, desse total, 1,7 bilhão de euros seriam aportados pelo BNDESpar, 300 milhões de euros pelo BTG Pactual, por meio de subscrição de ações. Também está previsto que a dívida de 500 milhões de euros seja assumida pela instituição financeira, por meio de fundo.

Hoje, o grupo Casino tem 36,9% de participação no Grupo Pão de Açúcar e Abilio Diniz, 21,4%. A holding Wilkes, criada por Diniz e o grupo Casino, detém 25,2% do Grupo Pão de Açúcar, sendo 7,8% de Diniz e 17,3% do Cassino.

Com a criação da NPA, a Wilke teria participação de 20,5%, sendo 6,4% do brasileiro e 14,1% do grupo francês. Já a participação direta de Abilio Diniz na NPA passaria de 13,6% para 10,5% e a do Casino, de 19,6% para 15,7%.

Com isso, o brasileiro teria 16,9% da nova empresa e o grupo francês 29,8%. O restante da NPA estaria dividido da seguinte forma: BNDESpar com 18%, BTG com 3,2% e 32,1% no mercado.
Fonte: G1

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Carrefour promove "Liquida Têxtil"

Para esquentar as vendas do mês de fevereiro e dar uma força para os clientes renovarem o guarda-roupa, o Carrefour preparou uma grande liquidação no setor de vestuário. É a chamada Liquida Têxtil, que oferece descontos de até 70% em todas as peças da Moda Verão. A partir do dia 4, mais de 800 produtos estarão em oferta nos hipermercados da rede.

A tradicional Liquida Têxtil Carrefour tem ofertas para atender a todos os bolsos e gostos. A promoção acontece até o dia 20 de fevereiro e suas ofertas variam de acordo com o estoque de cada loja. No Cartão Carrefour, o cliente Carrefour ainda pode parcelar suas compras em até 6 vezes sem juros.
Fonte: Varejista

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Para reverter prejuízo bilionário, Carrefour reestrutura comando

A partir de janeiro do ano que vem, Claudio Gouveia, vice-presidente da filial chinesa da rede de hipermercados, irá trabalhar diretamente com Luiz Fazzio, presidente do Carrefour Brasil há exatos cinco meses. Gouveia irá assumir o cargo de diretor executivo de operação. A posição será dividida com Ricardo Venturini, atual diretor de operação da filial brasileira.

O fator que impulsiona a promoção de mudanças na gestão da filial brasileira, é o rombo contábil de R$ 1,2 bilhão no caixa da unidade, revelado no começo de dezembro. Antes disso, a imprensa francesa divulgou que o Grupo Carrefour estava deixando o Brasil. A informação foi negada e os próprios especialistas de mercado acreditam que tal boato não faz sentido, uma vez que os BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) estão dominando o crescimento das redes varejistas de todo o mundo.

O Carrefour Brasil informa que Gouveia e Venturini “compartilharão o cargo”, mas não revela quem cuidará do que. A divisão das tarefas deverá ser definida assim que Gouveia assumir o cargo. A empresa explica que, por ser muito complexa e necessitar de dinamismo, a área de operações demanda dois executivos, principalmente num momento como esse. A companhia também garante que Fazzio continuará à frente dos negócios no País e acrescenta que ele foi contratado justamente para promover a reestruturação do grupo.

Perfil
Gouveia é brasileiro, tem 47 anos e atua há 25 na companhia. Ele é reconhecidamente um homem de confiança dos franceses e promoveu um salto no crescimento da operação chinesa nos últimos quatro anos. Em 2009, comandou a abertura de 22 lojas dentre um total de 157. Em 2010, deve inaugurar 25 pontos de venda.

Gouveia tem experiência em mercados emergentes. Antes de chegar à China, em 2006, onde ele acumula a vice-presidência com o comando das atividades da rede em toda a região nordeste do país, ele ocupou posições nas operações do Carrefour em Taiwan, onde foi gerente geral, e na Grécia, onde foi gerente de operações por três anos.
Fonte: Brasil Econômico

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

CVC paga R$ 10 milhões por Carrefour Turismo

Com esse valor, a CVC ficará com 14 unidades da empresa de turismo que pertencia à varejista. A marca Carrefour Turismo, no entanto, continuará existindo na internet. O motivo de a companhia se desfazer do negócio é que as vendas de pacotes vinham apresentando baixo resultado. Também acelerou o processo a divulgação de que a divergência constatada no balanço da filial brasileira chegou a 550 milhões de euros.
Segundo o jornal Valor Econômico, uma fonte do Carrefour afirmou que a empresa "tem pressa em apresentar resultados para a matriz e corrigir pontos da sua operação." A reportagem também afirma que a área de turismo já não estava recebendo investimentos há algum tempo.
A operação do Carrefour Turismo começou há três anos na internet e consistia em comercializar pacotes da CVC. A venda da unidade passa pela reorganização dos negócios da rede no País e pela revisão do modelo de hipermercados.
Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Grupo Carrefour lança três novos sites

Os portais estão no ar desde a semana passada e têm a função de aproximar a rede varejista do consumidor brasileiro. Para isso, cada endereço foi desenvolvido para explorar um segmento diferente do mercado.
O Produtos Carrefour, por exemplo, disponível pelo endereço www.produtoscarrefour.com.br está relacionado aos itens da marca própria Carrefour. Toda a linha está dividida em seis categorias: woman, man, kids, baby, selection e produtos Carrefour. A homepage traz a sessão Quem Prova Recomenda, uma forma encontrada para interagir com o público possibilitando que os clientes deem seus depoimentos a respeito dos produtos Carrefour, além de dicas de receitas elaboradas com produtos da marca.
Já o Linha Viver (www.linhaviver.com.br) é sobre produtos focados em bem-estar e saúde. Na home, os produtos também estão divididos em seis categorias: light, zero, soja, orgânico, diet e enriquecidos. O site tem ainda uma área para dicas de qualidade de vida, que são atualizadas semanalmente, além de receitas saudáveis. O espaço traz ainda a seção Fale com a Nutricionista Viver, que oferece uma ficha de contato para receber consultoria especializada de uma nutricionista.
O último, Mundo do Bebê, oferece apenas itens especiais para bebês (www.mundobebecarrefour.com.br). É inteiramente dedicado às mães. Traz informações, dicas e recomendações de produtos para bebês. A home está divida em hora do bebê, hora da mamãe e livro de bebê. No canal entretenimento estão disponíveis webcards, convites, wallpapers e uma lista de significados de nomes para ajudar na hora da escolha do nome do bebê.

A empresa que desenvolveu os três portais é a Xlab.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Grandes varejistas devem contratar 92 mil temporários para o fim de ano

As grandes redes de varejo do país esperam contratar 91,8 mil trabalhadores temporários para reforçarem o quadro neste fim de ano. O número equivale a 27% do total da força de trabalho de 35 varejistas que fazem parte do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo). As empresas têm faturamento anual estimado em R$ 100 bilhões.

"Devemos ter um dos melhores Natais dos últimos três anos e vamos reforçar o número de funcionários", afirma Fernando de Casto, conselheiro do IDV.

O crescimento nas vendas reais no último trimestre do ano é estimado em 11,1% na comparação com o mesmo período em 2009, o melhor desempenho desde 2007, quando começou o levantamento do IDV.

Segundo Valdemir Colleone, conselheiro do instituto e diretor de relações com o mercado da Lojas Cem, cerca de 10% dos temporários costumam ser efetivados após o período de festas. "Os que apresentam o melhor desempenho normalmente são mantidos, até porque sempre há necessidade de contratação da empresa com o crescimento das vendas", afirma.

O setor varejista espera ter em 2010 o melhor resultado anual desde 2007, segundo levantamento do IDV divulgado hoje. A projeção é registrar aumento real de 7,8% nas vendas neste ano, percentual ligeiramente superior ao que foi registrado em 2009 (7,7%).

Entre os fatores apontados para o bom resultado no ano estão o aumento da renda e o acesso ao crédito.

Presente de Natal

O conselheiro do IDV e diretor das Lojas Cem afirma que entre os produtos que serão mais procurados neste Natal estão as TVs de tela fina, os mp3 player (especialmente o iPod) e os smartphones (como o iPhone).

O segmento de bens duráveis (móveis, eletrodomésticos, material de construção) projeta as maiores taxas de crescimento nos próximos meses, sendo 16,5% em novembro e 16,7% em dezembro, ambos na comparação com o mesmo período no ano passado.

Outro segmento que também tem expectativa positiva é o de bens não duráveis (alimentação, farmácia, perfumaria etc.), que espera crescimento de 11,2% nas vendas em novembro e 9,1% em dezembro.

As empresas associadas ao IDV são: Bob's, C&A, C&C Casa e Construção, Carrefour, Casa Show, Droga Raia, Drogasil, Decathlon, DPaschoal, Fnac, Grupo Dimed-Panvel, Grupo Pão de Açúcar, Insinuante, Itapuã Calçados, Kalunga, Leo Madeiras, Leroy Merlin, Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Lojas Cem, Lojas Leader, Lojas Renner, Lojas Riachuelo, Lojas Marisa, Magazine Luiza, Mmartan, O Boticário, Pernambucanas, Polishop, Quero-Quero Casa e Construção, Ráscal, Telhanorte, Tok&Stok, Walmart e Gouvêa de Souza&MD.
Fonte: Folha Online

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Cencosud compra mais duas lojas em Salvador

Segundo notícia veiculada pelo Portal IG, o grupo chileno, dono do GBarbosa e do Bretas, adquiriu duas unidades de atacado da rede baiana Hiperideal. A matéria afirma também que foram compradas quatro filiais do Gigo Supermercados, nas cidades de Juazeiro (CE) e Petrolina (PE).
Segundo o portal IG, o Grupo Serrana, dono do Hiperideal, pretende focar seus investimentos no formato de hipermercado. Daí a varejista negar a intenção de se desfazer dos nove hiper localizados na capital baiana.
A expectativa do mercado é de que o Cencosud converta as unidades adquiridas do Hiperideal em atacarejo, formato híbrido entre atacado e varejo.
Com a aquisição do Bretas, no mês passado, a empresa chilena se fortaleceu na quarta posição do ranking brasileiro do autosserviço, ampliando a distância em relação ao quinto colocado, o Zaffari, do Rio Grande do Sul. O GBarbosa está atrás apenas das três gigantes: Grupo Pão de Açúcar, Carrefour e Walmart.
Fonte: IG

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Carrefour vende filiais da Ásia para Casino

A negociação foi fechada em € 868 milhões. A quantia envolve as 42 lojas do Carrefour na Tailândia, sendo oito supermercados e 34 superlojas, que agora vão se somar às 111 unidades do Casino no país com a bandeira Big C Supercenter. Segundo o Carrefour, a venda faz parte do plano de deixar seus negócios na Tailândia, na Malásia e em Cingapura para focar os investimentos nos mercados da China e da Indonésia.
O Casino está pagando pelas lojas o equivalente a 120% das vendas das 24 unidades e 13 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. A compra, que deve ser finalizada já no início de 2011, irá gerar sinergias de 1,2% das vendas estimadas para 2010 do Casino na Tailândia, segundo Antoine Giscard D’Estaing, diretor financeiro da rede.
Esse acréscimo de sinergias será utilizado para melhorar a distribuição, a eficiência da operação e, além disso, irá garantir mais poder de negociação ao Casino, que, segundo fonte ligada aos negócios da rede, também estaria interessada em comprar a PT Matahari Putra Prima, rede de supermercados da Indonésia.
As lojas tailandesas do Carrefour devem fechar o ano com faturamento de € 734 milhões. Já para o Casino, D’Estaing estima que as vendas de 2010 fiquem em € 1,8 bilhão. Para a rede, a aquisição é importante porque ajuda no projeto de expansão no mercado asiático, sua terceira maior região após França e América Latina. No Brasil, o Casino é sócio do Grupo Pão de Açúcar.
Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Carrefour pode abrir loja com novo conceito no Brasil

Trata-se do Carrefour Planet, cujo conceito está relacionado à forte segmentação de departamentos. A novidade já existe na França, onde fica a matriz da companhia. Segundo José Antonio Melchert, diretor de marca e comunicação, é possível que este novo conceito de loja do Carrefour chegue ao Brasil já no ano que vem. Essa informação foi divulgada ontem, dia 20/10, durante abertura do evento Marketing Mix “Estratégias de Ampliação Real e Virtual do PDV”, realizado pela ABA (Associação Brasileira de Anunciantes).
Ainda no evento, Melchert revelou que as unidades do Carrefour na França estão passando por uma completa reformulação, para garantir uma experiência de compra mais agradável aos clientes. Segundo o executivo, o lugar onde se pode comprar tudo, que foi uma grande tendência no passado, está hoje em transformação. “O primeiro indício disso foram as constantes reclamações de clientes em relação às grandes filas. A solução que encontramos foi a criação da “Linha Azul”, limite a partir do qual as lojas do Carrefour na França abrem novos caixas à medida em que as filas passam a marca”, conta Melchert. A novidade agradou aos consumidores no País e virou tema de campanha publicitária.
Fonte: Meio & Mensagem online

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Brasil reduz projeção de lucro global do Carrefour

A queda está relacionada aos ajustes contábeis em andamento nas contas da subsidiária brasileira do Carrefour. Segundo apurou o Valor Econômico, esses ajustes devem reduzir o lucro operacional da empresa no mundo em € 100 milhões (R$ 231 milhões) este ano.
A companhia contabilizou em seu balanço € 180 milhões (R$ 415,9 milhões) como "encargos extraordinários" do grupo no Brasil. "Além dos encargos pontuais relacionados ao País, resultado de auditoria em andamento, a estimativa é que tenhamos um resultado operacional de € 3 bilhões em 2010", disse o presidente mundial do Carrefour, Lars Olofsson, em nota. O montante anterior era de € 3,1 bilhões, ou seja, uma redução de € 100 milhões.
A rede Carrefour no Brasil está sob auditoria da KPMG, a pedido da matriz, porque a empresa computou valores em sua receita, que faziam parte de uma bonificação de compra de mercadorias acertada com a indústria. Esse montante acabou não entrando em seu caixa, pelo menos, nos últimos dois anos.
Ontem a empresa informou que foram identificadas no Brasil "questões adicionais relacionadas a bonificações, litígios tributários e baixa contábil em estoques". Em relação aos tributos, há uma pendência a ser resolvida. Segundo apurado pelo Valor, o Carrefour teria incorporado aos resultados, os créditos tributários de ICMS que são obtidos em cima das bonificações das mercadorias. Essa incorporação é legal, mas se o bônus não entra efetivamente nas contas, esse crédito precisaria ser estornado.
Carrefour nega o problema
Na França, o Carrefour não dá detalhes e nega, até o momento, a virtual má conduta na administração das contas da rede brasileira. Informa ainda que essa análise dis resultados da rede está ocorrendo porque a companhia decidiu rever o modelo de hipermercados no mundo e no Brasil. Com isso, passou a analisar mais profundamente as operações. No Brasil, a rede informou ontem, em nota, que a auditoria externa nas contas, feita pela KPMG, está em curso e deve terminar até o fim do ano. O Valor apurou que a rede poderá ter de rever créditos tributários já incorporados à operação no Brasil.
Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Inventário e bônus das indústrias levam a auditoria no Carrefour Brasil

Segundo notícia do jornal Valor Econômico de hoje (04/10), e confirmada pela empresa na França, a matriz está relizando uma auditoria dos resultados financeiros da filial brasileira do Carrefour. Segundo a reportagem, a investigação tem ainda como foco a necessidade de fazer ajustes contábeis no balanço. No Brasil, a empresa não se manifestou quando procurada pelo Valor.
O escritório brasileiro da KPMG foi contratado para realizar uma auditoria na rede varejista no País. Ainda de acordo com o jornal Valor Econômico, o objetivo é identificar perdas não relatadas pela filial no Brasil no último balanço encaminhado à matriz.
Segundo comunicado da varejista na França, o grupo já começou a contabilizar perdas do Brasil no relatório global. Em nota enviada ao jornal Valor, Hélène Saint-Raymond, porta-voz da matriz do Carrefour, afirma que a empresa decidiu lançar encargos extraordinários por conta de descontos recebidos dos fornecedores e pela necessidade de dar baixas contábeis no estoque da rede no Brasil. Ainda conforme a porta-voz, até o momento não foi identificada má conduta. As conclusões da auditoria serão comunicadas assim que o trabalho estiver concluído.
Ainda de acordo com a matéria, a varejista francesa informa que foram incluídos no balanço custos da filial brasileira até então não contabilizados no valor 69 milhões de euros. As despesas se referem a baixas de estoque identificadas em inventário nas lojas neste ano. O valor foi constatado pela KPMG.
Um outro ponto que tem sido avaliado na auditoria é a dificuldade de lançamento de verbas obtidas dos fornecedores em negociações comerciais. Diz a reportagem do Valor Econômico que, no caso do Carrefour, esses valores, além de descontos concedidos, elevaram o resultado da empresa no País em 2009 e início de 2010. Isso porque podem entrar no balanço como recebíveis. Esses ganhos, continua a matéria, aumentaram um quesito chamado "supplier receivables" no relatório global da companhia. No entanto, se ao longo das negociações com a indústria, esses recursos não entram no caixa, é preciso dar baixa como "provisão". O que está sendo verificado é como isso foi feito pela subsidiária brasileira.
A decisão de rever as contar no País foi tomada paralelamente a várias demissões no comando do Carrefour no Brasil. No entanto, a porta-voz Hélène garante que as mudanças de executivos não têm relação direta com os ajustes no balanço, e afirma que elas ocorreram devido “ao pobre desempenho de nossos hipermercados no Brasil."
Fonte: Valor Econômico

Supermercados esperam vender 30% mais no Natal

Importados e panetones devem animar o Natal dos supermercados neste ano. As redes varejistas esperam incremento de 30% nas vendas dos produtos quando comparado ao mesmo período do ano passado. As festas de fim de ano também devem aumentar vendagens de produtos como refrigerantes e cervejas.

Além do bom momento da economia, neste semestre, o aumento e o abono conseguidos pelos metalúrgicos devem injetar R$ 150 milhões na região, valor que tem motivado o setor.

Na Coop, o presidente Antonio José Monte afirma que serão fabricadas neste ano 380 toneladas de panetone para aproveitar o bom momento econômico e o aumento do consumo na região. "Essas 380 toneladas representam crescimento de 10% em volume em relação ao ano passado. Imaginamos o Natal mais recheado não só pela Coop, mas pelo mercado. As condições externas, o aumento real de salário. Todos os sindicatos fecharam com ganho real, o que significa maior procura de produtos também", aponta o empresário.

A rede Pão de Açúcar também trabalha com a expectativa de maior procura neste ano. O grupo, que espera espera aumento de 30% nas vendas, antecipou as encomendas de itens de decoração natalinos, brinquedos, pratos típicos e presentes. Nos produtos tradicionais, como bacalhau, vinhos e frutas secas, a expectativa é de elevação de 15% e 20% nos volumes a serem vendidos no mês de dezembro. As encomendas começam a chegar no mês que vem.

O Sam''s Club, rede do grupo Walmart, espera vendas 20% maiores. Para isso, trouxe brinquedos e decoração especiais, além de itens de decoração natalinas com personagens. Para animar ainda mais as festas de fim de ano, o grupo apostou nas árvores de natal com fibra ótica e luz LED, vedetes para a sazonalidade do período.

Shoppings preveem que data será a melhor dos últimos anos

Mesmo sem firmar índices de crescimento, lojistas de shoppings são unânimes em confirmar que este Natal será o melhor em 10 anos. Para isso, eles se firmam no bom momento econômico vivido pela região e pela queda no índice de desemprego no Grande ABC, que conta hoje com apenas 160 mil pessoas fora do mercado de trabalho.

Para o presidente da associação dos lojistas do Shopping ABC, Osvaldir Bertho Bono, o mercado informal de trabalho - embalado por conta das eleições - também deve ajudar a melhorar os resultados. "Tivemos um ótimo desempenho em 2008 e suplantaremos isso fácil. Esse Natal tem tudo para ser o melhor ano desse novo século", comemora.

O diretor de relações institucionais da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), Luís Augusto Ildefonso da Silva afirma que o segmento já se prepara para atender à demanda maior. Para isso, serão contratados 130 mil profissionais. "Aumento de 11% em relação ao ano passado, quando foram 113 mil postos", completa.
Fonte: Diário do Grande ABC

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Exceção entre os hipermercados, Andorinha crescerá 30%

Até o início de 2011, o número de caixas da loja vai saltar de 84 para 107. O faturamento, que, no ano passado, foi de R$ 234,9 milhões deve chegar a R$ 300 milhões até dezembro, quase 30% mais. O Andorinha está na contramão dos hipermercados. O formato vem perdendo faturamento e diminuindo a área de vendas para recuperar rentabilidade. Diariamente, cerca de 35 mil pessoas passam pela loja. O segredo é o atendimento especial dado aos clientes. “Apesar do tamanho, não perdemos o jeitão de vendinha de bairro”, conta Amauri Gouveia, diretor operacional da empresa.
O prédio onde fica a loja está localizado no bairro do Horto Florestal, na zona norte de São Paulo. Tem mais de 110 mil m² e inclui uma galeria com 80 lojas, com salão de beleza, correios, uma unidade do Magazine Luiza, entre outros. A galeria foi reformulada e ampliada no fim do ano passado, com investimentos de R$ 20 milhões. Todas as lojas de apoio que ficavam na frente dos caixas foram retiradas, o que abriu espaço para aumentar a área de vendas de 5,5 mil m² para 6,6 mil m².
Juntos, os irmãos Amauri, Alécio e Adilson Gouveia tentam antecipar desejos e soluções que possam facilitar a vida do cliente. É por isso que a loja até hoje ainda tem empacotadores. Eles embalam os produtos gelados em sacolinhas de cor diferente das normais. "Os perecíveis vão nas sacolas amarelas e os itens normais na branca. Assim, a dona de casa que faz a compra apressada antes de ir para o trabalho, chega em casa e não precisa ficar procurando de saquinho em saquinho o que tem que colocar na geladeira", diz Gouveia.
O Andorinha também é um dos poucos supermercados onde é possível, por exemplo, encontrar claras de ovos vendidas separadamente, embaladas em garrafas plásticas, depois de pasteurizadas. Na área de frios, o cliente não precisa ficar na fila do presunto fatiado na hora junto com seu carrinho: bem ao lado há uma espécie de estacionamento para eles. A antiga máquina de moer café na hora – aposentada em quase todos os supermercados – no Andorinha continua funcionando a todo vapor. Sugestões de clientes também passaram a ser bem-vindas. Uma delas foi vender filé de peito de frango moído. "É um dos sucessos da área de carnes", afirma Amauri Gouveia.
A participação dos clientes não para por aí. "Há algum tempo uma empresa de alimentos congelados deixou de nos fornecer um produto e os clientes começaram a reclamar. Quando expliquei que era a empresa que não estava mais querendo nos entregar o item, os clientes começaram a ligar no atendimento ao consumidor da companhia e não deu outra: no dia seguinte o fornecimento estava normalizado", lembra Gouveia.
Os 1080 funcionários do hipermercado, segundo o diretor, são treinados periodicamente. "Toda semana há algum curso". Por isso, um auditório de 118 lugares – com cozinha gourmet – está sendo construído para abrigar as aulas, que agora serão estendidas aos clientes. Estes terão cursos gratuitos a partir do fim de ano.
Fonte: Valor Econômico

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Gigantes do setor tentam fortalecer hipermercados

Após as aquisições de Ponto Frio e Casas Bahia, o Grupo Pão de Açúcar ganhou fôlego na liderança do setor de varejo no Brasil. Com as perdas de participação e mercado, o Carrefour e o Walmart se viram forçados a rever alguns pontos de suas estratégias.

Em uma das movimentações, ambos decidiram nomear executivos brasileiros para comandar suas operações por aqui. No Walmart, Marcos Samaha assumiu o posto do cubano Héctor Núñez, enquanto o Carrefour anunciou o executivo Luiz Fazzio para o principal cargo da operação brasileira, ocupado há sete anos pelo francês Jean-Marc Pueyo.

Para analistas do setor, um dos principais desafios dos novos presidentes será recuperar o desempenho das lojas do modelo hipermercado, que sofrem o impacto da migração de consumidores para supermercados de vizinhança.

Na Europa, o Carrefour anunciou recentemente um pacote de investimentos para revitalizar os hipermercados. Entre as adaptações, estão previstos reforço no mix de alimentos congelados e orgânicos, ampliação do espaço de circulação nos corredores e maior foco nas áreas de higiene e beleza, e de roupas.

O desejo de rentabilizar os hipermercados também consta dos planos do Grupo Pão de Açúcar, que atua no segmento com a bandeira Extra. Na semana passada, Enéas Pestana, presidente do grupo, declarou ter intenção de comprar ou se associar com varejistas de segmentos como têxteis e materiais de escritório. Segundo ele, os ganhos em negociações conjuntas trariam benefícios para as vendas desses itens nas lojas do Extra.
Fonte: Diário do Comércio

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Pesquisa mostra que consumidores confiam em hipermercados

A segunda edição do estudo "Trust Research" elaborado pela GS&MD - Gôuvea de Souza, que mede a confiança dos consumidores nas marcas de varejo, mostrou bom desempenho do segmento dos hipermercados. A Trust Research 2010 é uma reedição nacional da pesquisa realizada pela primeira vez em 2009, em parceria com empresas especializadas em varejo de onze países.

A média dos hiper foi de 81 pontos ante os 100 pontos do varejo em geral. A rede Bourbon superou o índice da categoria com 100 pontos no quesito "gostar de comprar nas lojas da marca". O hiper Bompreço, considerado pelos entrevistados como uma marca bem forte, atingiu 112 pontos. Em geral, todas as marcas do segmento de hipermercados superaram a média da categoria, como é o caso de "sentir falta se a marca desaparecesse" (102), "honestidade no que tange preços e valorização do dinheiro (100) e "confiança na marca" (96).

Os outros segmentos pesquisados foram: drogaria e farmácia, móveis e eletrônicos, livrarias, material de construção, material esportivo e vestuário e calçados.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Carrefour vai dobrar área destinada a galerias comerciais

A decisão não ocorre por acaso. Com o projeto “Minha Loja”, a rede francesa está reavaliando o mix para adequar suas lojas às necessidades do consumidor. O aumento da área destinada a lojas de terceiros, as chamadas galeriais comerciais – é uma tentativa de atrair mais consumidores para os hipermercados, modelo cujas vendas estão em queda.
Para se ter uma ideia, pesquisa divulgada pela Nielsen apontou uma retração de 7% no volume de vendas do formato no primeiro semestre deste ano em relação a igual período de 2009.
Investir nas galerias comerciais parece ser uma boa estratégia. Pelo menos se consideraramos o interesse de lojas de franquias nos hipermercados. Nesse formato, o custo para abrir um ponto é cerca de 30% inferior ao dos shopping centers, o que compensa a menor frequência de público.
Com 942 lojas em todo o Brasil, a marca de chocolates Cacau Show é uma das interessadas em abrir unidades dentro dos hipermercados. A empresa fez testes durante mais de um ano e decidiu inaugurar dez unidades no formato.
Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Carrefour detalha plano de 1,5 bilhão de euros para se reinventar

O desempenho dos hipermercados do Carrefour na Europa está estagnado. Cada vez mais, os consumidores preferem os mercados de bairro para adquirir alimentos e, quando a necessidade é de itens de vestuário ou produtos de beleza, muitos recorrem a lojas de departamento. As vendas das filiais abertas há mais de um ano na Europa Ocidental, com exceção da França, caíram 4,9%. Para reverter esses resultados, Lars Olofsson, CEO mundial da rede francesa, revelou detalhes da estratégia de revitalizar o modelo hipermercado no Velho Continente.
O plano consumirá 1,5 bilhão de euros ao longo de dois anos e deve resultar na adaptação de 245 hipermercados Carrefour para padrão semelhante ao da bandeira Carrefour Planet – apesar de manter a marca Carrefour. Entre as mudanças, as novas lojas ganham espaço de circulação nos corredores, maior clareza na separação entre os agrupamentos de produtos e mais espaço para alimentos congelados, orgânicos e itens de higiene e beleza, além de roupas. O modelo é testado desde o dia 25 de agosto em lojas-piloto na cidade francesa de Lyon. Os resultados estão 10% acima da média.
A companhia espera que as conversões gerem crescimento de 18% nas vendas.”Ao reinventar os hipermercados, reinventamos o Carrefour”, afirma Olofsson.
Fonte: Valor Econômico/Bloomberg

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Extra quer aumentar em 20% a venda de roupas e acessórios

O Extra Hipermercados, do Grupo Pão de Açúcar, espera aumentar em 20% as vendas de roupas e acessórios com a nova coleção Primavera-Verão 2011. Para alcançar a meta, o grupo apostará nas marcas próprias Cast e Taeq. Em 2008, o GPA modificou boa parte do design das roupas de marca própria do grupo quando montou uma área específica para estudo e desenvolvimento de roupas das marcas Cast, Boomy e Bambini.

FONTE - GSeMD

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Comércio online promove saldão com até 70% de desconto

São mais de vinte grandes varejistas, de categorias que variam de móveis ao autosserviço, como Walmart e Carrefour, reunidos pela internet na nona edição do Detonaweb. O evento é organizado pelo Comitê de Varejo Online, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara e-net), com o objetivo de incentivar as compras online.
No Brasil, as vendas via internet representam apenas 2% do total de produtos e serviços comercializados no País. “Nos Estados Unidos, por exemplo, esse índice é de 5%. Ou seja, temos elasticidade para crescer e o principal objetivo da campanha Detonaweb é justamente buscar novos consumidores por meio da internet, embora não seja restrito a eles”, explica Gastão Mattos, consultor do comitê de varejo online.
A novidade deste ano é que as ofertas ficam expostas no próprio site da promoção. Até o ano passado só eram colocadas no site das empresas. A mudança traz mais visibilidade para ação, o que gera uma expectativa de crescimento de 50% em comparação com o Detonaweb 2009.
“Reunimos por meio da camera e-net uma forma de levar uma promoção conjunta entre os maiores varejistas online com condições mínimas de ofertas. Isso serve como uma diretriz para que cada loja busque fazer algo ainda mais competitivo, pois as oferta não são combinadas entre as redes”, afirma Jonas Ferreira, representante do comitê online. Embora, as redes não divulguem a estimativa de vendas, as ofertas vão desde fretes grátis para todo País a parcelamento das compras em 12 vezes.
Fonte: Diário do Comércio