sábado, 5 de junho de 2010

Firjan: Indústria fluminense mostra tendência de acomodação

As vendas reais da indústria fluminense caíram 5,53% no mês de abril em relação a março na série com ajuste sazonal, ou seja, excluídas as características típicas do período, de acordo com o boletim Indicadores Industriais divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) nesta quarta-feira (2).

Para o chefe da Divisão de Estudos Econômicos da entidade, Guilherme Mercês, o que aconteceu em abril foi, na verdade, uma normalização da produção, que vinha muito aquecida no primeiro trimestre.

“Essa redução no mês é típica. A gente percebe em outros anos da série histórica e ocorreu devido ao encerramento de promoções e entrega de encomendas no mês de março.” Também contribuiu para o resultado negativo os três feriados em dias úteis no mês de abril.

Quando se confrontam, entretanto, os dados de 2010 com os de 2009, fica claro que o crescimento é muito significativo, afirmou o economista.

“As vendas reais da indústria cresceram 18,7% em relação a abril do ano passado e quase 24% nos primeiros quatro meses do ano, lideradas pelos setores que foram os mais afetados pela crise no ano passado.”

Segundo Mercês, isso deixa claro que o cenário econômico é bem diferente e positivo, apesar da acomodação observada em abril.

A alta das vendas no quadrimestre foi liderada pelos setores de edição e impressão (+ 84,37%), metalurgia básica (+ 75,71%) e veículos automotores (+ 72,43%).

A tendência é de continuidade do processo de acomodação das vendas ao longo do ano, uma vez que o crescimento no primeiro trimestre foi bastante acelerado e será difícil mantê-lo, analisou Mercês.

“O ano de 2010 aponta para a consolidação da recuperação da economia fluminense. Mas, o que a gente espera é uma acomodação do ritmo de crescimento da indústria no ano, tanto no Brasil, como no Rio de Janeiro."

O mercado de trabalho cresceu 0,47% em abril em comparação a março, com ajuste sazonal. Isso correspondeu à criação de 3,3 mil vagas. Esse foi o 12º aumento consecutivo do emprego na indústria fluminense, que atingiu seu melhor nível na série histórica, como mostra o boletim Indicadores Industriais da Firjan.

Fonte: Agência Brasil

Boa perspectiva para o emprego eleva otimismo dos consumidores

As perspectivas positivas para o mercado de trabalho elevaram o otimismo dos brasileiros. O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) registrou, em maio, um crescimento de 1,8% em relação ao mês anterior, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (2) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O resultado interrompeu uma sequência de duas quedas consecutivas no índice. No mês de maio, o INEC atingiu 114,6 e ficou 5,7% acima da média histórica, que é de 108,5. Já o indicador de expectativa de desemprego, principal responsável pelo desempenho positivo do índice no período, saltou na comparação mensal 4,8%.

Trata-se da maior alta desde 2007, segundo a pesquisa. Na avaliação da CNI, isso indica que as pessoas estão mais confiantes no aumento da oferta de empregos. Para o gerente executivo de política econômica da entidade, Flávio Castelo Branco, o INEC se mantém em nível elevado.

"Como o indicador estava muito alto, é natural que se tenha um recuo. Os consumidores sempre finalizam o ano com uma visão mais otimista por causa do ano novo", afirmou. As previsões de queda da inflação e de crescimento da renda pessoal também tiveram elevação. O otimismo em relação aos preços avançou 1,2% ante abril, enquanto a expectativa sobre a renda pessoal cresceu 2,4% no período.

A pesquisa também apontou que os consumidores estão menos endividados e com situação financeira melhor. O índice de endividamento aumentou 1,8% e o de situação financeira teve expansão de 2,1%. Apenas o indicador de compras de bens de maior valor teve um recuo de 0,2% em relação a abril.

Castelo Branco não descarta a hipótese de que a redução neste item foi fruto da elevação da Selic (taxa básica de juros). Ele acrescentou que a tendência de alta dos juros ao longo do ano poderá afetar o otimismo dos brasileiros, com impacto sobre a situação financeira e as perspectivas de compra de bens de maior valor.

O levantamento entrevistou 2.002 pessoas entre os dias 14 e 19 de maio.

Fonte: G1

O Brasil ficou em segundo lugar, atrás apenas da Índia, no ranking de consumo verde organizado pela National Geographic Society, o Greendex 2010, e di



O Brasil ficou em segundo lugar, atrás apenas da Índia, no ranking de consumo verde organizado pela National Geographic Society, o Greendex 2010, e divulgado hoje. Realizado pelo terceiro ano consecutivo, o levantamento mediu o comportamento e o estilo de vida de 17 mil pessoas em 17 países.

Os Estados Unidos são o último país do ranking. De acordo com a entidade, os norte-americanos se mantiveram como um dos povos com os hábitos menos sustentáveis do planeta nos últimos três anos. Austrália, França, Canadá e Alemanha também estão entre os piores colocados. "Consumidores em economias emergentes continuam a se posicionar no topo do ranking, enquanto os seis últimos são consumidores de países industrializados", destaca o documento. Além de Índia e Brasil, o levantamento listou nas primeiras colocações a China e o México.

O melhor desempenho brasileiro foi registrado no quesito moradia, que avalia o impacto ambiental de residências por conta da baixa utilização de aparelhos de ar-condicionado ou de aquecimento. O levantamento destaca o alto grau de utilização de energia proveniente de fontes renováveis no País. Mas o consumo de energia verde também está se tornando comum na China, Alemanha, Espanha e Suécia.

Outro ponto destacado pelo Greendex a respeito do Brasil é o fato de que cerca da metade das residências pesquisadas possuem televisores de baixo consumo de energia.

Apesar do segundo lugar no ranking geral, o Brasil ficou em 6º lugar no item transportes por causa do crescente uso do automóvel para tarefas diárias, como a ida ao trabalho, e da precária infraestrutura de transporte público. O País ficou atrás de Índia, China, Rússia, Hungria e Argentina nesse quesito. No item alimentação, o Brasil ficou em penúltimo lugar por causa do elevado consumo de carne vermelha.

Fonte: O Estado de São Paulo

Cacau Show entra em campo com chocolates para a Copa do Mundo



A Cacau Show coloca em campo sua nova linha de chocolates para animar e adoçar ainda mais a festa pela Seleção Brasileira no Mundial da África do Sul. Na lista de lançamentos, está o Bolão Show. No formato de uma bola de futebol, o produto é elaborado com chocolate ao leite e traz um Kit Torcida personalizado com bate-palminha, apito e uma superbandana do Brasil.

Outra novidade é a caixa de Bombons Sabores do Mundo, composta por chocolates decorados artesanalmente com transfers das bandeiras de cinco países participantes do mundial. Os bombons vêm com deliciosos recheios inspirados em cada país. Já o Chocobicho Safári traz 12 bichinhos de chocolate ao leite para a criançada se divertir enquanto assiste aos jogos da Seleção Brasileira.

Essas e outras novidades da Cacau Show podem ser encontradas nas mais de 800 lojas da rede localizadas em todo o Brasil.

Fonte: Varejista

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Mulheres dominam 66% do consumo no Brasil e movimentam R$ 1,3 trilhão

As mulheres já são o maior mercado consumidor do mundo. Em volume, os US$ 20 trilhões anuais ultrapassam o dobro do consumo anual da Índia e China juntos. No Brasil, elas representam nada menos que 66% de tudo o que é consumido pelas famílias.

Um estudo feito pela Sophia Mind, empresa de pesquisa do grupo Bolsa de Mulher, mostrou que, dos R$ 1,972 trilhão de gastos anuais com bens e serviços no País, R$ 1,3 trilhão são decididos por elas, valor que transforma o Brasil em um dos maiores mercados femininos do mundo.

A pesquisa faz parte do livro “Poderosas Consumidoras – o que quer e pensa a nova mulher brasileira”, com lançamento previsto para julho, e foi realizada com 1.917 mulheres das cinco regiões brasileiras no primeiro trimestre do ano.

“Administrando um montante superior à sua massa salarial, as brasileiras não apenas decidem e compram diretamente, mas também influenciam e controlam os gastos masculinos”, declara a presidente do grupo Bolsa de Mulher, Andiara Petterle. “E, mais do que a própria renda, elas gerenciam o orçamento familiar como um todo”.

Mais responsáveis pelas decisões

O estudo mostrou ainda que as mulheres têm ganho cada vez mais espaço nos setores antes dominados pelos homens, como a compra de automóveis e a escolha dos serviços financeiros. No entanto, os poucos mercados onde o homem ainda tem o maior domínio nas decisões de compra são aqueles onde as despesas familiares são significativas – como o mercado automobilístico.

A pesquisa mostrou que os três primeiros lugares no ranking dos principais gastos familiares são a compra de alimentos, a manutenção de veículos e a alimentação fora de casa.

Fonte: Info Money Pessoal

Consumo das famílias chegará a R$ 3,29 tri em 2020, diz Fecomercio

O consumo das famílias brasileiras poderá atingir R$ 2,22 trilhões até 2013. É essa a projeção do estudo Consumo das Familias Brasileiras até 2020, divulgado nesta quarta-feira (02) pela Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de São Paulo). Quando considerado o ano de 2020, a expectativa para o consumo é de R$ 3,29 trilhões.

O estudo identifica que, mensalmente, da despesa total das famílias, cerca de R$ 93,19 bilhões são direcionados ao consumo. Considerando todos os estratos sociais, cerca de 30% dessas receitas vão para habitação, enquanto 17% são direcionados à alimentação.

Para o economista da entidade, Fábio Pina, a dinâmica do consumo da população chamada classe média tem apresentado modificações intensas, mostrando-se casa vez mais qualificada. "Certamente, nos próximos anos, os gastos com alimentos vai representar uma parcela cada vez menor do orçamento, enquanto itens de habitação tendem a ganhar espaço. Essa mudança acontecerá mais fortemente entre as famílias de classe C, D e E", afirma.

Consequências

Ainda segundo o economista, esse aumento no consumo é preocupante. "Como os gastos do governo e o investimento privado têm tendência de crescimento superior ao do PIB no curto prazo, e o consumo das famílias se mantém potencializado, os efeitos deste fenômeno são evidentes: déficit internacional ou inflação", afirma o economista da entidade, Fábio Pina.

A entidade afirma que, com base nos cenários apresentados para o futuro, o próximo governo precisará atuar no gerenciamento das contas para garantir que a previsão de crescimento do déficit em contas correntes - US$ 300 bilhões ou 6% do PIB em 2013 - não se confirmem. "Entre 2010 e 2020 ou o consumo do governo se reduz, ou o investimento cai, ou o consumo das famílias diminui, ou uma combinação desses fatores vai ter que ocorrer por restrições", diz Pina, que completa, "outro efeito, ainda mais nefasto, seria o aumento da inflação, que corrigiria essas distorções e teríamos de volta o pior dos mundos", afirma o economista.

Fonte: Info Money Pessoal

Walmart lança iniciativa inédita no comércio eletrônico brasileiro

O site de comércio eletrônico do Walmart Brasil (www.walmart.com.br) agrega uma nova categoria à sua loja virtual, o E-Commerce Solidário. Seguindo a diretriz da empresa de inserir a Responsabilidade Social e Ambiental em seu negócio, uma parceria com a Solidarium, levará aos consumidores produtos desenvolvidos por diversas comunidades brasileiras. São itens de decoração e design feitos artesanalmente em todas as regiões do país.

"A sustentabilidade já faz parte da nossa estratégia de negócio e está inserida nas nossas relações comerciais, nas nossas construções e em todas as nossas iniciativas. Vender produtos mais sustentáveis e com apelo social e, com isso, contribuir para o desenvolvimento das comunidades se encaixa perfeitamente na nossa maneira de ver a sustentabilidade de maneira ampla, completamente inserida no negócio", diz Flávio Dias, diretor de e-commerce do Walmart Brasil.

A linha ‘Solidário’ é composta inicialmente por cerca de 100 itens. O projeto beneficiará 13 empreendimentos localizados nos estados do Paraná, São Paulo, Maranhão e Minas Gerais. Ao todo, são mais de 150 mulheres e homens que contarão com suporte na ampliação das suas vendas. Com a venda realizada por meio do site do Walmart essas comunidades serão beneficiadas com um aumento de sua demanda, renda e oportunidades de trabalho. Além disso, com o suporte da Solidarium , é possível oferecer um diferencial na negociação com o site, que antecipa 50% do pagamento para cada encomenda feita.

“O ‘E-Solidário’ está começando com um mix pequeno, até para que essas comunidades possam se estruturar cada vez mais para suprir o volume de encomenda que deve crescer rapidamente. Mas a ideia é torná-lo cada vez mais popular e rentável. Até o final do ano esperamos ter cerca de 400 itens diferentes no mix da linha. Já para o site como um todo, vale lembrar que a expectativa é chegar a 100 mil itens até o final do ano.”, complementa Flavio Dias.

Fonte: Varejista