terça-feira, 30 de março de 2010

Apresentado o projeto para o “Juá Shopping”



Foi apresentado na manhã de hoje no Paço Municipal, o projeto do Shopping de Juazeiro que nasce através de uma parceria entre instituição pública e privada. O “Juá Shopping” como foi batizado em homenagem ao nosso fruto característico e que ficará ao lado do Atacadão, será de grande porte. O representante da Conic, empresa responsável pela obra , Alberto Magno disse que será uma construção de acordo com o crescimento da região.

Para a viabilização do projeto, foi feito um “pool”, grupo de investidores que se juntaram para financiar a construção que terá 54 mil metros quadrados de terreno, situado no mais novo pólo comercial da região e com a expectativa de um milhão de consumidores nas 14 cidades do entorno de Juazeiro. “A intenção foi realizar um projeto do tamanho da região, levando em consideração a quantidade de habitantes das cidades circunvizinhas”, disse Ricardo Galdino, consultor comercial do projeto.

Isaac Carvalho, presente no evento, disse que está muito feliz em ser prefeito de Juazeiro neste momento e que este novo empreendimento vem para somar e não prejudicar o que já existe na região e complementou dizendo que está começando a colher os frutos plantados desde o início do mandato.

Para os que temem que o centro da cidade fique prejudicado, Erivaldo Oliveira, presidente da CDL nos disse que essa obra trará melhorias, no quesito organização, infra-estrutura do centro da cidade e que ficará lado a lado para ajudar no que for preciso.

O Juá Shopping terá 107 lojas satélites (menores), uma âncora, duas semi-âncoras, três salas de cinema, área para serviços públicos e privados, 17 lojas na praça da alimentação com 648 lugares e contará com 528 vagas para estacionamento do lado de fora do shopping. Estima-se que cerca de 10 milhões por mês será arrecadado em vendas nas lojas.

O prazo final para lançamento do shopping ainda não foi definido, já que, além de depender do fechamento de uma loja âncora, será preciso também que a prefeitura cumpra o que foi acordado, como por exemplo, a viabilização de ponto de ônibus no local. Foi prometido que até o final do mandato do então prefeito a obra será entregue.


CLAUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR

Mundo Verde inaugura primeira loja em Feira de Santana.



A cidade de Feira de Santana, a segunda mais populosa da Bahia, acaba de ganhar uma loja da maior rede de produtos naturais e orgânicos e de produtos para bem estar da América Latina, o Mundo Verde. Inaugurada no dia 18 de março, a primeira unidade da rede na cidade oferece uma ampla variedade de produtos para quem busca uma alimentação saudável, bem estar e qualidade de vida.

Esta é a 7ª loja da rede no estado da Bahia, sendo a primeira administrada por Sérgio e Selma Velanes, que já possuem franquias de outras duas redes e agora decidiram investir no Mundo Verde. A oportunidade de abrir uma franquia em Feira de Santana surgiu quando o casal Velanes notou um mercado crescente de produtos naturais que ainda não era aproveitado. “Os consumidores precisavam se deslocar até Salvador para comprar produtos no Mundo Verde”, conta Selma. “Agora todos estão nos agradecendo por termos trazido para a cidade os produtos que eles tanto gostam”, completa.

O estabelecimento, de 55 metros quadrados, conta com um mix de 7 mil produtos, que inclui alimentos diet e light, orgânicos, sem glúten, suplementos alimentares para atletas, chás, bebidas energéticas, fitoterápicos, aromáticos (incenso, essências e velas), livros, CDs, presentes artesanais, entre outros artigos.

Lanchonete

A franquia dos Velanes possui ainda uma lanchonete que será inaugurada no dia 29/03. Durante a inauguração, será promovida uma degustação de produtos para convidados, dentre eles nutricionistas, profissionais de educação física e clientes. O espaço oferecerá uma variedade de tortas doce e salgados integrais, sucos naturais e caf´´e orgânico.

“Nossa loja está preocupada com o meio ambiente e com consumo feito de maneira sustentável. Já começamos a conscientizar nossos clientes e funcionários e vamos, a cada dia, promover atividades que despertem a consciência das pessoas para um planeta mais verde”, reforça a proprietária.

Uma equipe com cinco funcionários foi treinada para atender os clientes com qualidade. A loja conta também com um estagiário de Nutrição, contratado especialmente para orientar os consumidores sobre os alimentos, e está à procura de um profissional graduado em Nutrição.

MUNDO VERDE FEIRA DE SANTANA

Av. Getúlio Vargas, 897 B, Centro, Feira de Santana/BA

CLAUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

segunda-feira, 29 de março de 2010

Os elefantes da classe C

O guru indiano C.K. Prahalad tem apontado em suas obras (principalmente em “A Riqueza na base da pirâmide) que é possível as empresas crescerem com lucros em mercados com grande incidência de população pobre. Tal afirmação, obviamente muito bem embasada por Prahalad, é fácil de compreender.

No Brasil, por exemplo, existem aproximadamente 192 milhões de habitantes. Praticamente 50% desta população pertencem à classe C (e suas variações), aproximadamente 15% pertence às classes A e B e, os demais 35%, às classes momentaneamente ainda menos abastadas (sim, momentaneamente). Em 2009, inclusive, 50% do consumo do país foi realizado pela população da classe C.

Em meu artigo “As Massas Também Exigem Qualidade” mencionei o interesse da população em crescimento financeiro ou com maior acesso ao crédito em adquirir produtos, os quais eram quase uma utopia e hoje é acessível a todos.

Bem ou mal, deixando as questões políticas de lado, a população de classe C está aumentando devido à boa parte da população classe D, que ano a ano vem fazendo um up grade em direção à classe C, passando assim a aumentar sua renda, seu poder de consumo e, paralelamente, sua qualidade de vida.

Este aumento de poder aquisitivo colaborou e continuará colaborando diretamente para o aumento do consumo. Os fabricantes de produtos da linha branca e linha marrom, bem como veículos, aparelhos celulares e até mesmo redes de fast foods podem ficar com o sorriso nas orelhas, pois são um dos maiores alvos de consumo desta população. Os lojistas situados em Shopping Centers também têm comemorado o aumento nas vendas e já não criticam mais o excesso de pessoas apenas passeando ou “dando uma olhadinha”.

A situação é clara. Há recursos disponíveis para compra e facilidade de pagamento, logo, existirão esforços de marketing para promover o aumento da demanda. Serão desenvolvidas ações para ampliar de forma significativa os desejos mais profundos da população, para que se consolidem os dois extremos: a população realizando seus desejos de consumo e as empresas realizando seus desejos de faturamento.

As empresas (indústrias, comércios e serviços) devem estar atentas para esta tendência que tem demonstrado alterações há alguns anos e precisam se adaptar a esta nova realidade, sem distinguir sua qualidade em atendimento e respeito em relação às classes sociais existentes. É incrível, mas ainda há profissionais de vendas e atendimento atuando nas empresas que representam, “medindo” os clientes pela forma com a qual se vestem ou se apresentam. Se os clientes demonstrarem ter maior quantidade de recursos financeiros, são melhor atendidos ou ouvidos, mas se aparentarem ser menos privilegiados financeiramente ficarão de lado ou nem mesmo serão atendidos.

Dizem que o elefante tem boa memória e jamais se esquece de algo, principalmente de algo que o deixou irritado. O consumidor da classe C é como um elefante. Um dia pode ter se irritado ou se decepcionado com você, pela falta de atenção e respeito quando não teve condições em adquirir produtos ou serviços de sua empresa, devido a limitações financeiras. No entanto, quando esta situação se reverter e seu poder aquisitivo aumentar, tenha certeza que ele não terá esquecido sua atitude e, por isso, desejará que você se esqueça dele! Ah, falando em se esquecer, não se esqueça que elefantes andam em bando.

CLAUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR

Vendas no varejo: a diferença entre atender e vender

Vou relatar a experiência que tive em uma rede de lojas de roupas no Rio de Janeiro. O trabalho era identificar as razões pelas quais alguns vendedores vendiam mais que os outros.

Assim, fui às lojas, acompanhar os vendedores. Como o sistema de atendimento era de rodízio, acompanhei todos até ter dez atendimentos de cada um. Esse sistema pressupõe que todos os vendedores deverão ter chances iguais de resultado.

Para sumarizar, falarei apenas de três deles, do melhor, ou vendedor A, do regular, ou vendedor B e do pior, ou vendedor C. Os resultados foram os seguintes:

Vendedor A: em 10 abordagens, vendeu para sete clientes. Sua característica principal era ser simpático, não falava muito, entretanto, instigava o cliente a falar. Em algumas ocasiões, percebeu oportunidades de venda de outros produtos na conversa com o cliente. Um dos clientes que ele atendeu havia entrado apenas para comprar uma calça. Esse vendedor então lhe apresentou os modelos e enquanto fazia isso, de um modo aparentemente displicente foi combinando em cima do balcão algumas opções de camisas e cintos. O cliente se interessou por uma camisa de viscose e por um cinto. Na sequência lhe foi mostrado um par de mocassins que ele também comprou. Durante a conversa, o cliente também mencionou que iria viajar para o Nordeste em férias, o vendedor lhe mostrou uma linha de camisetas e bermudas. Nessa venda, no total foram 10 itens diferentes para um cliente que havia entrado somente para comprar uma calça.

Ao final dos 10 atendimentos, o ticket médio desse vendedor foi de quatro itens por cliente. Seus clientes deram notas com média 9,2 para ele.

Vendedor B: em 10 abordagens vendeu para quatro clientes. Sua característica principal era a animação. Falava muito. Sua taxa de venda adicional foi de 1,5 itens em média. Observamos que ele não ofereceu sistematicamente produtos casados em todas as abordagens, somente em duas. Nessas, o que ele ofereceu, vendeu.

Os clientes consideraram o atendimento do vendedor B muito simpático, simples e correto e a média das notas foi de 8,4.

Vendedor C: Em 10 atendimentos, converteu apenas dois. Não houve venda adicional. Curiosamente esse vendedor era o mais bem apessoado entre os três aqui mencionados. Seu estilo era quieto e a partir do clássico “posso ajudar?” ele se limitava apenas a mostrar o que o cliente pedia, não respondendo às objeções nem oferecendo alternativas ou produtos casados (venda adicional). Os atendimentos foram rápidos e a média foi de um item por compra. Os clientes que compraram, levaram apenas o produto pedido inicialmente. A sua média de notas dadas pelos clientes ficou em 8.


CLAUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR

Consumidores que recebem de 5 a 6 salários mínimos são os mais inadimplentes

Pesquisa realizada pela TeleCheque e divulgada na quinta-feira (25) revela que os consumidores de maior renda foram os mais inadimplentes em janeiro e fevereiro deste ano.

Segundo o levantamento, aqueles que recebem entre R$ 2.075 e R$ 2.490 mensais responderam por 20,22% dos atrasos superiores a 15 dias dos valores em reais operados com cheques. O número é 20 pontos percentuais maior do que o registrado entre os que ganham de R$ 415 a R$ 830 por mês, de 0,22%.

O segundo maior percentual de inadimplentes está na faixa de R$ 1.661 a R$ 2.075 (19,78%), seguido pela faixa acima de R$ 2.491, com 17,98%.

Faixa de rendimento

De acordo com a pesquisa, as classes mais baixas devem voltar a assumir o posto dos mais inadimplentes, até então ocupado pelas classes mais altas, afetadas pela crise financeira mundial.

"As classes C e D enfrentam maior dificuldade em conseguir crédito no país, ao contrário da A e B, que, naturalmente, conquistam vantagens em diversas instituições financeiras", afirmou o vice-presidente da Telecheque, Praxedes Neto.

Fonte: Info Money Pessoal

CLAUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR

MagazineLuiza.com distribui descontos exclusivos via Twitter

O MagazineLuiza.com lançou esta semana uma ação que está mobilizando os acessos ao perfil da rede varejista no Twitter. Adequada à dinâmica do microblog, a promoção concede descontos cada vez maiores à medida que o @magazineluiza ganha novos seguidores, e contará com produtos até 50% mais baratos quando for alcançada a marca de cinco mil twitteiros.

As maiores pechinchas, porém, virão em seguida e estão reservadas aos seguidores mais atentos que responderem mais rapidamente ao post que anunciará 20 produtos pela metade do preço. Os interessados deverão indicar na resposta o nome do produto anunciado que pretendem adquirir – serão cinco televisores, cinco smartphones, cinco notebooks e cinco GPSs. Os autores dos cinco primeiros replies de cada produto serão contatados via direct message para efetivar a compra.

A primeira lista de produtos já foi divulgada e oferece 10% de desconto a televisores LCD, micro-ondas, celulares, máquina fotográfica, refrigeradores duplex, pranchas alisadoras, entre outros itens; e pode ser acessada através do www.magazineluiza.com.br/twitter. Para acompanhar a ação via Twitter acesse: twitter.com/magazineluiza.

Fonte: Varejista
CLAUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR

Ricardo Eletro e Insinuante criam nova gigante do varejo



A rede de varejo baiana Insinuante (Bahia) anuncia nesta segunda-feira (29) a união de suas operações com a Ricardo Eletro, de Minas Gerais, formando uma varejista de móveis e eletrodomésticos com cerca de 500 lojas no país.

O anúncio será feito pelos presidentes das duas companhias, Luiz Carlos Batista, da Insinuante, e Ricardo Nunes, da Ricardo Eletro, segundo comunicado informando sobre entrevista coletiva sobre a operação. De acordo com o comunicado, a fusão cria a segunda maior rede do varejo de eletroeletrônicos do país.

A união acontece alguns meses após o grupo Pão de Açúcar, líder no varejo do país, ter fechado acordo de compra das Casas Bahia, criando uma rede com pouco mais de mil lojas.

A Ricardo Eletro foi fundada em 1989 e tem cerca de 260 lojas nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Alagoas, Goiás e Distrito Federal, entre lojas de rua, de shoppings e megastore. A companhia tem cinco centros de distribuição.

Enquanto isso, a Insinuante começou a operar em 1959 e atualmente possui aproximadamente 220 lojas, em todos estados do Nordeste mais Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Fonte: G1


cláudio oliveira

aluno do ivar