Mostrando postagens com marcador Ponto Frio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ponto Frio. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Às vésperas da Copa, vendas de TVs disparam


A menos de 15 dias do início da Copa do Mundo, as vendas de televisores dispararam. Grandes redes varejistas mais que dobraram o número de unidades comercializadas na comparação com o mesmo período do ano passado.

Apesar do forte ritmo do consumo, lojistas informam que, por enquanto, não faltam produtos, mesmo os modelos mais procurados, como as TVs de LCD de 32 polegadas.

"Nossas vendas estão surpreendendo absurdamente", afirma o diretor de eletrônicos do Carrefour, Fábio Régis. Levando em conta o desempenho da última Copa do Mundo, quando os volumes vendidos de TVs cresceram 35% em relação a 2005, a rede se preparou nesta Copa para um aumento de 45% a 50% ante 2009.

Mas só neste mês a empresa já vendeu um número de TVs 67% maior na comparação com 2009 e ampliou em 80% o faturamento com o produto.

O grupo Pão de Açúcar, dono das bandeiras de eletrodomésticos Ponto Frio e Extra, também comemora os resultados.

As vendas de televisores cresceram 110% no quadrimestre em relação a igual período de 2009. Nas Lojas Colombo, os volumes comercializados de televisores dobraram de janeiro a maio.

Fonte: O Estado de São Paulo

terça-feira, 13 de abril de 2010

Vendas do Pão de Açúcar crescem 50,2% com Ponto Frio no 1º trimestre



As vendas líquidas do grupo Pão de Açúcar, incluindo as operações da rede de eletrodomésticos Ponto Frio, subiram 50,2% no 1º trimestre em relação ao mesmo período de 2009, segundo dados divulgados nesta segunda-feira.

As vendas líquidas somaram R$ 6,97 bilhões, enquanto as brutas foram de R$ 7,78 bilhões, expansão de 47,1% em relação ao 1º trimestre de 2009.

Excluindo-se as operações do Ponto Frio, a expansão das vendas líquidas foi de 23,2% e das vendas brutas de 19,9%.

No conceito "mesmas lojas", que incluem apenas as lojas com no mínimo 12 meses de operação e, portanto, excluem as operações do Ponto Frio, as vendas brutas cresceram 15%.

De acordo com comunicado da empresa, os resultados foram impactados positivamente pela antecipação da comemoração da Páscoa neste ano. Em 2009, o feriado aconteceu na 2ª semana de abril e, neste ano, na 1º semana de abril, fazendo com que os clientes iniciassem suas compras de Páscoa no final do mês de março.

Entre as bandeiras do grupo, os destaques no período foram o Extra Hipermercados, Extra Supermercados, Extra Eletro e Assaí que apresentaram performance superiores à média da companhia.

O comunicado destaca ainda que as vendas brutas do comércio eletrônico (composto pelo Extra.com.br, Pão de Açúcar Delivery, Pontofrio.com.br e Atacado) registraram crescimento de 65,3% no período. Também foi verificado um aumento no ticket médio e tráfego de clientes em todas as lojas do Grupo neste período.

Lojas

No trimestre, foram abertas 11 novas lojas, sendo: 1 loja Extra Hipermercado e 1 loja Assaí no conceito "power center" (formato que atende aos consumidores de atacado e varejo, com uma loja ao lado da outra) em Palmas (Tocantins); e nove lojas do Extra Fácil em São Paulo. Além disso 1 loja do CompreBem foi convertida para o formato Assaí em Pernambuco.

Fonte: Folha Online
CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

sábado, 5 de dezembro de 2009

Pão de Açúcar e Casas Bahia criam gigante no varejo




Retirado do site Yahoo (Alberto Alerigi Jr. e Guillhermo Parra-Bernal)
SÃO PAULO (Reuters) - O Grupo Pão de Açúcar fechou acordo para comprar o controle das Casas Bahia, em uma transação sem desembolso de dinheiro que reforça sua presença no varejo de bens duráveis em meio à aceleração do crescimento do Brasil.

Pelos termos do negócio, cuja divulgação foi antecipada para esta sexta-feira, os negócios das Casas Bahia serão integrados à Globex (Ponto Frio) --adquirida pelo Pão de Açúcar em junho-- e às lojas Extra-Eletro do conglomerado do empresário Abílio Diniz.

A empresa combinada nasce com pouco mais de 1 mil lojas, em 337 municípios de 18 Estados brasileiros, e vendas brutas de 18,5 bilhões de reais em 2008.

Após a conclusão da transação, que deverá ocorrer em até 120 dias, o Pão de Açúcar terá 50 por cento das ações ordinárias da Globex mais uma, enquanto os atuais donos das Casas Bahia deverão chegar a ter 49 por cento do capital votante.

A expectativa é que a associação gere sinergias de 2 bilhões de reais. Trata-se da segunda grande tacada do Pão de Açúcar neste ano para se expandir no segmento não-alimentício, depois da compra do Ponto Frio em junho por 1,2 bilhão de reais em dinheiro e ações.

"Foi uma oportunidade de sinergias e busca de eficiência. Nossa intenção é ocupar não só todos os Estados, como também todos os municípios", disse Diniz a analistas e jornalistas.

Mais cedo, o diretor-executivo das Casas Bahia, Michel Klein, participou da abertura da loja gigante de Natal das Casas Bahia no Anhembi, em São Paulo, em sua sétima edição.

"O que vocês acham das Casas Bahia com 1 mil lojas? Vocês estão preparados para tocar essas 1.000 lojas?", provocou o executivo a colaboradores da rede, sem ainda mencionar o Pão de Açúcar.

Michel --que é filho de Samuel, fundador das Casas Bahia-- será o presidente do Conselho de Administração da Globex.

As ações do Pão de Açúcar e da Globex reagiam em alta expressiva à aquisição das Casas Bahia.

Às 13h25, os papéis preferenciais do Pão de Açúcar exibiam valorização de 7 por cento, a 60,93 reais, enquanto as ações ordinárias da Globex disparavam 33,8 por cento, para 19,38 reais. O Ibovespa subia 1 por cento.

Na quinta-feira, as ações da Globex dispararam cerca de 35 por cento. Segundo Diniz, o anúncio da compra das Casas Bahia seria feito na semana que vem, mas foi antecipado devido a questionamentos da CVM sobre a oscilação das ações da Globex no último pregão.

CADE

A associação ainda precisará passar pelo crivo de autoridades que regulam a concorrência do país.

O presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Arthur Badin, disse que o órgão não foi informado antecipadamente sobre o negócio e que a operação só será analisada pela autarquia em meados de 2010, "na melhor das hipóteses".

Conforme Badin, o Cade poderá adotar medida cautelar para garantir a reversibilidade da operação até o julgamento pelo órgão.

Diniz, do Pão de Açúcar, disse não esperar restrições do Cade, pelo fato de o grupo não possuir participação expressiva no varejo de bens duráveis.

"Temos participação de menos de 20 por cento. Estamos falando de um mercado com 20 mil lojas e nós temos 1 mil", afirmou o chairman do Pão de Açúcar.

Porém, somando-se os supermercados e hipermercados do grupo, o Pão de Açúcar passará a contar com cerca de 1.600 lojas. O faturamento anualizado do Pão de Açúcar com Ponto Frio e Casas Bahia foi próximo de 40 bilhões de reais no ano passado.

(Reportagem adicional de Aluísio Alves e Cesar Bianconi)

Por Alessandra Jermann