quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Cardápio saudável, a nova estratégia do fast food

A preocupação do brasileiro com hábitos mais saudáveis, principalmente, na hora de se alimentar, tem motivado transformações em muitas redes de franquias que atuam no setor de alimentação. De acordo com levantamento encomendado recentemente pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), duas fortes tendências fortalecem as mudanças no que diz respeito à nutrição: a valorização de refeições que promovam saúde e bem-estar e o prazer buscado no ato da refeição, ligados ao crescimento do mercado gourmet.

Antenadas à atual tendência do “fast food saudável”, redes de franquia investem no incremento do cardápio e até em novos formatos. É o caso da Spedini Trattoria Expressa, rede especializada na culinária italiana, presente em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná.

Sua única unidade de rua, localizada em Curitiba, foi totalmente modificada. Ganhou conceito diferenciado comparado ao das demais unidades, presentes em shoppings. “A Spedini Gourmet foi criada com a proposta de servir alimentos saudáveis, com buffet criado e cuidadosamente inspecionado por nutricionistas, para que o cliente tenha uma refeição balanceada, sem que a falta de tempo iniba a qualidade na hora de se alimentar”, explica o gerente comercial da rede, Romano Fressato Neto.
Fonte: Varejista

Firjan leva profissionais da moda brasileira a Paris

Profissionais do Centro Internacional de Negócios do Sistema Firjan e do Senai Moda e Design do Rio de Janeiro levarão a Paris, amanhã, um grupo com cerca de 40 empresários brasileiros e representantes dos sindicatos do setor de confecção do Rio. O objetivo é apoiar o processo de desenvolvimento dos produtos brasileiros, alinhados às tendências e mercados internacionais, e fomentar novos negócios para a o setor.

A programação conta com visitas às principais feiras - Prêt à Porter Paris, Mode City, Who’s Next, Iterfiliére – e às regiões de Marais/Lês Halles, Rivoli/Saint Honoré, Saint German e Boulevard Haussmann. A unidade produtiva da Weill, uma das mais antigas grifes francesas, e as escolas de moda, referências em Paris, também estão na programação. Uma das escolas visitadas será a École de La Chambre Syndicale de La Couture Parisienne.

O roteiro dos profissionais da moda brasileira fecha com palestra da chefe do Departamento de Tendências da Galeria Lafayette, Sylvie Foiret. Com novas experiências e projetos, o grupo estará de volta no dia 12. “A programação foi pensada visando aumentar a competitividade no setor de moda, buscando fomentar a atuação das empresas brasileiras em nichos de mercado de alto valor agregado, com produtos diferenciados e forte identidade”, disse a gerente do Senai Moda e Design do Rio de Janeiro, Cristiane Alves.
Fonte: Varejista

E-commerce no Brasil mais do que dobra em dois anos

Os gastos dos consumidores on-line da América Latina, entre 2007 e 2009, cresceram 106%, segundo estudo encomendado pela Visa. Neste período, o Brasil se destacou como principal personagem comercial da região. O e-commerce do país avançou 170%, no espaço de dois anos, atingindo US$ 13,23 bilhões.

Motivados pelo aumento na renda e no número de computadores, maior penetração da banda larga e melhorias na segurança on-line, os brasileiros consumiram mais produtos pela web.

Seguindo o mesmo processo de crescimento no e-commerce, mas com percentual bem inferior ao do Brasil, estão o México (91%), Argentina (56%) e o Chile (49%).

Mercado

A expansão brasileira também se deu na participação de mercado, que atingiu 61% do consumo on-line da região latino-americana em 2009. O México aparece novamente na segunda posição, com 12%, e o Chile, com 5% do consumo.

De acordo com a Visa, o e-commerce no Brasil contribui com 0,84% do PIB (Produto Interno Bruto). Em termos gerais, a região da América Latina e Caribe registrou alta de 49% em 2009, representando 0,52% do PIB na região.

A estimativa para o final do ano que vem é que a região experimente um aumento de 58% nas vendas on-line, atingindo um total de US$ 34,5 bilhões.
Fonte: Info Money Pessoal

Brasileiros consideram momento atual bom para o consumo de bens duráveis

A maioria dos brasileiros acredita que o momento atual é propício para a aquisição de bens de consumo duráveis, conforme mostra o IDF (Índice de Expectativas das Famílias) divulgado na terça-feira (31).

Enquanto 53,04 % das famílias ouvidas pelo Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) em agosto deste ano afirmaram que atualmente estamos em um bom momento para comprar essas mercadorias, 37,32% consideram o momento atual ruim para consumo de duráveis. Pouco menos de 10% não souberam ou não responderam.

O otimismo é maior na região Nordeste, com 64% das famílias acreditando ser este um bom momento para o consumo. As regiões Norte e Sul possuem menos famílias otimistas: apenas 47% e 42%, respectivamente.

Para o Ipea, os resultados “certamente explicam em parte os índices de elevação do consumo e do faturamento de muitos setores da economia”.

Crédito

Parte considerável da famílias brasileiras planejam tomar empréstimo ou financiamento para adquirir algum bem nos próximos três meses. De acordo com o estudo, a média nacional é de 7,56%, embora no Centro-Oeste 9,12% das famílias tenham essa intenção. O desejo é menor no Nordeste (6,85%).

A pesquisa foi realizada em 3.810 domicílios distribuídos por 214 municípios de todos os estados. O IDF mostrou também que, no mês passado, 54% das famílias brasileiras estavam endividadas, sendo que o valor médio dos débitos alcança R$ 5.426,59.
Fonte: Info Money Pessoal

Brasileiro acredita que não pagará contas atrasadas

Um quinto dos brasileiros (20%) estão com contas atrasadas. E 37,8% deste grupo estão em grave situação: afirmam que não conseguirão pagar suas dívidas.

Esta constatação faz parte da pesquisa Índice de Expectativas das Famílias, desenvolvida pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Os resultados consideram respostas apuradas em 3.810 domicílios distribuídos por 214 municípios em todo o País. O valor médio das dívidas das famílias, tanto em dia quanto atrasadas, é de R$ 5.400.

Apesar de pouco mais de um terço do universo de consumidores com contas atrasadas declarar que não vai conseguir honrar seus débitos, 59,5% estão otimistas quanto ao pagamento de suas dívidas.

A pesquisa informa que 22,8% dos entrevistados com contas vencidas têm total certeza que sairão do endividamento. E 36,7% afirmam que têm chances de pagar parte de suas dívidas.

Considerando apenas as famílias que residem no Sudeste do País com contas atrasadas, o resultado positivo é superior à média nacional, pois 62,4% esperam honrar seus compromissos.

Na avaliação do presidente da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), Andrew Frank Storfer, a expansão acelerada do crédito unida ao baixo índice de educação financeira sustentam o pessimismo em relação ao pagamento das contas atrasadas. "Quando você corre muito rápido, o tombo é maior", associou Storfer.

Por outro lado, o gestor do curso de Economia da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), Francisco Funcia, diz que dificilmente as dívidas são impagáveis, pois é possível renegociá-las. "Principalmente porque a economia está em expansão e as empresas não querem perder."

Contas

As famílias com renda mensal de até R$ 510 são as que menos têm dívidas. Ao todo, 58,5% delas declararam que não estão endividadas. No entanto, 36,9% daquelas com renda mensal acima de R$ 5.100 responderam que não têm débitos pendentes.

Perfil

Agrupando as variáveis, o perfil do muito endividado é aquele consumidor com renda mensal de um a dois salários-mínimos, com idade entre 30 e 39 anos, do sexo feminino, com Ensino Médio incompleto, etnia amarela e que não recebe benefício do governo.
Fonte: Diário do Grande ABC

Carrefour vai vender passagens e pacotes turísticos on-line

A rede de varejo Carrefour negocia parceria com uma operadora de turismo para vender pacotes e passagens aéreas on-line. O negócio deverá ser anunciado em dois meses, afirmou nesta terça-feira o diretor executivo de marketing da rede, Rodrigo Lacerda.

"Vamos vender diversos produtos relacionados ao turismo no site, mas os detalhes do negócios ainda não estão fechados. Estamos em negociação", disse ele.

Atualmente, a rede comercializa passagens aéreas, cruzeiros, locação de automóvel, hospedagem e pacotes turísticos por meio da Turismo Carrefour, que foi criada em 2001. São 20 lojas, sendo 19 no Estado de São Paulo e uma em Goiânia (GO). A ideia é ampliar a atuação neste segmento.

Outras redes de varejo também têm negociado a entrada no setor de turismo. O Magazine Luiza, por exemplo estuda uma parceria com a companhia aérea Azul para vender bilhetes e pacotes turísticos. A ideia é criar a Luiza Viagens, que comercializaria os produtos. A Azul confirma a discussão.

Neste mês, a Azul começou a vender passagens em supermercados. Segundo a aérea, são 32 pontos de vendas. Já a TAM passou a comercializar passagens aéreas em lojas das Casas Bahia no último dia 8. A estratégia começou com vendas em três filiais da capital paulista: Praça Ramos, Vila Nova Cachoeirinha e São Mateus.

A TAM vai instalar quiosques próprios nas unidades da rede de varejo e terá seis funcionários em cada uma. As Casas Bahia serão remuneradas pelo aluguel do espaço.

Campanha

Com investimento de R$ 20 milhões e meta de alavancar as vendas, o Carrefour lançou hoje a campanha de comunicação para comemorar os 35 anos da marca. A expectativa é de elevar em 15% as vendas durante o mês de setembro, quando será veiculada a campanha, ante o mesmo período do ano passado.

Durante o mês, estão previstas promoções na rede de até 35% no segmento de produtos alimentício. O prazo de parcelamento em compras no site da rede será ampliado de 30 para 35 meses sem juros para alguns produtos.

Resultado

A rede varejista anunciou também hoje o resultado no primeiro semestre do ano. O Carrefour obteve um lucro líquido de 82 milhões de euros (US$ 104 milhões) no primeiro semestre, ante 58 milhões de euros (US$ 73,43 milhões) de prejuízo registrado no mesmo período do ano passado.

Segundo a empresa, a demanda segue forte em mercados emergentes.
Fonte: Folha Online

Empresas deverão ter mais crédito no 2º trimestre, indica Serasa

A concessão de crédito às empresas do país deverá ter aceleraração no próximo trimestre, segundo levantamento realizado pela Serasa Experian, divulgado nesta quarta-feira (1º). O avanço do indicador de perspectiva do crédito foi de 0,3% em julho em relação ao mês anterior. De acordo com a pesquisa, essa foi a quarta alta mensal seguida do indicador e a maior registrada desde abril deste ano.

A proposta desse indicador é prever as oscilações cíclicas da concessão de crédito em um prazo de seis meses. Na avaliação da Serasa, essa sequência de aumentos dos últimos meses indica que a "evolução das operações de crédito às empresas tenderá a se acelerar", principalmente nos últimos trimestre do ano.

As perspectivas positivas são justificadas pela retomada de ritmo de crescimento mais acelerado da economia e a possível interrupção das altas da taxa básica de juros (Selic), de acordo com a Serasa.

Crédito para o consumidor

O Indicador Serasa Experian de Perspectiva do Crédito ao Consumidor registrou recuo de 1,7% em julho - sexta queda mensal consecutiva. Na avaliação da Serasa, o resultado indica que as concessões de crédito com recursos livres para pessoas físicas deverão evoluir mais lentamente no segundo semestre na comparação com os primeiros seis meses do ano.

A Serasa Experian atribui essa perspectiva menos otimista ao fim dos estímulos fiscais para as compras de bens duráveis e ao aumento do comprometimento de renda do consumidor. Conforme os economistas da Serasa informaram, esses fatores dificultam a capacidade de contratação de novos créditos.
Fonte: G1