A cada edição, a ExpoBento consolida-se como uma das maiores feiras multissetoriais do país. Promovida pelo CIC, a ExpoBento alcança marcas invejáveis, crescendo consideravelmente e satisfazendo público e expositores.
Reúne, durante 11 dias no Parque de Eventos, mais de 400 empreendedores interessados em exibir seus produtos e serviços. Todo o ano, cresce o número de visitantes, que deverá superar os 170 mil nesta edição.
Vindos de todas as partes do Rio Grande do Sul, e de estados como Santa Catarina, Paraná, São Paulo e demais regiões, buscam o aconchego e frio da Serra Gaúcha, diversão, gastronomia e uma boa oportunidade de fazer compras.
Local: Parque de Eventos - Bento Gonçalves
Endereço: Alameda Fenavinho, 481 – Bairro Fenavinho - Bento Gonçalves - SC
Data/Horário: 03/06/2010 a 13/06/2010 das 18:00 às 22:30
Tel: (54)2105-1966
Site: http://www.expobento.com.br
E-mail: expobento@expobento.com.br
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
sábado, 22 de maio de 2010
Alimentos: maior parte dos consumidores brasileiros quer produtos práticos
Quando o assunto é consumo de alimentos, é possível distinguir perfis diferentes entre os brasileiros. Pesquisa do Ibope Inteligência, encomendada pela Fiesp, mostra que a maior parcela dos consumidores (34%) pode ser enquadrada no grupo que prioriza produtos que oferecem conveniência e praticidade.
Segundo a pesquisa, existem ainda outras três tendências de consumo de alimentos por parte dos brasileiros. Entre eles, estão aqueles que escolhem os produtos de acordo com a confiabilidade e qualidade (23%). Para outros 22% o que importa é o sabor do alimento. Já 21% dos consumidores buscam alimentos que trazem benefício à saúde.
Conveniência e praticidade
Por conta da rotina corrida que levam, os consumidores classificados no grupo que prioriza a conveniência e praticidade têm nos alimentos congelados e semiprontos fortes aliados. De acordo com a pesquisa, esses consumidores confiam na qualidade dos produtos industrializados, ao mesmo tempo que priorizam sabor e variedade.
A pesquisa identificou que esse perfil de consumidor está presente nas classes A, B e C. Esse segmento está disposto a aumentar o consumo desse tipo de produto, caso ele apresente preços mais atraentes.
Qualidade e sabor
De acordo com a pesquisa, a classe C é a maior representante do grupo que prioriza a qualidade dos alimentos. Para esse segmento, as escolhas dos produtos se baseiam na qualidade. O levantamento constatou que esse grupo está disposto a pagar mais por produtos nos quais confia.
Para o grupo cuja prioridade é o prazer, o que o leva a consumir alimentos é o sabor. Esses consumidores possuem um perfil mais impulsivo na hora de comer.
Bem-estar e sustentabilidade
Para a parcela dos consumidores que se enquadram no grupo em que o consumo de alimentos reflete a busca por saúde, o que importa é a qualidade de vida. Embora seja o grupo de menor representatividade na população (21%), a pesquisa identificou que é o que tem maior potencial de crescimento.
Na hora de consumir alimentos, esses consumidores levam em conta um ideal que apenas o próprio bem-estar. Eles também se preocupam com o ambiente e a sociedade.
Por conta disso, eles priorizam a compra de alimentos industrializados de empresas que protegem o meio ambiente ou que possuem projetos sociais. Nesse sentido, deixam de comprar os itens daquelas envolvidas em quaisquer irregularidades dessa natureza.
No mercado consumidor de alimentos, esse grupo está mais presente na classe C, com maior destaque para os consumidores localizados na região Nordeste.
Fonte: Info Money Pessoal
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
Segundo a pesquisa, existem ainda outras três tendências de consumo de alimentos por parte dos brasileiros. Entre eles, estão aqueles que escolhem os produtos de acordo com a confiabilidade e qualidade (23%). Para outros 22% o que importa é o sabor do alimento. Já 21% dos consumidores buscam alimentos que trazem benefício à saúde.
Conveniência e praticidade
Por conta da rotina corrida que levam, os consumidores classificados no grupo que prioriza a conveniência e praticidade têm nos alimentos congelados e semiprontos fortes aliados. De acordo com a pesquisa, esses consumidores confiam na qualidade dos produtos industrializados, ao mesmo tempo que priorizam sabor e variedade.
A pesquisa identificou que esse perfil de consumidor está presente nas classes A, B e C. Esse segmento está disposto a aumentar o consumo desse tipo de produto, caso ele apresente preços mais atraentes.
Qualidade e sabor
De acordo com a pesquisa, a classe C é a maior representante do grupo que prioriza a qualidade dos alimentos. Para esse segmento, as escolhas dos produtos se baseiam na qualidade. O levantamento constatou que esse grupo está disposto a pagar mais por produtos nos quais confia.
Para o grupo cuja prioridade é o prazer, o que o leva a consumir alimentos é o sabor. Esses consumidores possuem um perfil mais impulsivo na hora de comer.
Bem-estar e sustentabilidade
Para a parcela dos consumidores que se enquadram no grupo em que o consumo de alimentos reflete a busca por saúde, o que importa é a qualidade de vida. Embora seja o grupo de menor representatividade na população (21%), a pesquisa identificou que é o que tem maior potencial de crescimento.
Na hora de consumir alimentos, esses consumidores levam em conta um ideal que apenas o próprio bem-estar. Eles também se preocupam com o ambiente e a sociedade.
Por conta disso, eles priorizam a compra de alimentos industrializados de empresas que protegem o meio ambiente ou que possuem projetos sociais. Nesse sentido, deixam de comprar os itens daquelas envolvidas em quaisquer irregularidades dessa natureza.
No mercado consumidor de alimentos, esse grupo está mais presente na classe C, com maior destaque para os consumidores localizados na região Nordeste.
Fonte: Info Money Pessoal
CLÁUDIO OLIVEIRA
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Brasileiro não é fiel ao ponto-de-venda e diversifica cada vez mais os canais de compra
Estudo realizado pela Kantar Worldpanel revela que, na hora de ir às compras, a maioria dos consumidores brasileiros não mantém fidelidade ao ponto-de-venda, diversificando cada vez mais os canais de compra.
Para se ter uma ideia, cerca de 74% dos consumidores frequenta três ou mais canais, sendo o setor de autosserviço responsável pela maior parte das aquisições - 60% em 2009. Apesar disso, este tipo de canal é o que obtém o menor índice de retenção e lealdade, com os hipermercados, por exemplo, apresentando índices de 23% de retenção e 6% de lealdade.
“Os hipermercados são altamente atrativos quer seja pela força das promoções, pela intensidade do marketing e, ainda pelo amplo sortimento. Sabem como nenhum outro canal trazer novos compradores. Porém, ainda não descobriram uma fórmula para fidelizar e reter esses consumidores”, diz a diretora de Retail da Kantar Worldpanel, Fátima Merlin.
Varejo de proximidade
O canal com maior índice de lealdade dos consumidores (48%) é o varejo de proximidade (lojas de bairro, vizinhança e pequenos supermercados de grandes marcas), cujo sucesso deve-se ao fato do ponto-de-venda estar próximo da casa do comprador.
Este canal é responsável por 18,6% dos gastos das famílias, com tíquete médio de R$ 23,63 para um total de 51,8 idas ao ponto-de-venda para comprar cinco itens por vez. Uma das caraterísticas do comprador deste tipo de estabelecimento é a pressa. “É aquele cliente que vai comprar coisas específicas, em um momento de urgência. Com as atribulações do dia-a-dia, trânsito, entre outros, não quer perder muito tempo”, explica Fátima.
Outros dados
No que diz respeito aos outros tipos de canais de compra, a pesquisa mostra um crescimento do canal Farma, que já responde por 2,3% dos gastos das famílias, e do setor atacadista, que saltou de uma representatividade de 2% em 2005 para 3,4% atualmente.
O comprador do atacado gasta cerca de R$ 125,73 e vai ao estabelecimento, em média, oito vezes por mês, levando 11 itens por ida. “O brasileiro percebeu que, para compras de maior porte para abastecer a dispensa de casa, o atacado oferece boa variedade, bem como produtos de marca e qualidade a preços mais atraentes”, ressalta a executiva.
Fonte: Info Money Pessoal
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
Para se ter uma ideia, cerca de 74% dos consumidores frequenta três ou mais canais, sendo o setor de autosserviço responsável pela maior parte das aquisições - 60% em 2009. Apesar disso, este tipo de canal é o que obtém o menor índice de retenção e lealdade, com os hipermercados, por exemplo, apresentando índices de 23% de retenção e 6% de lealdade.
“Os hipermercados são altamente atrativos quer seja pela força das promoções, pela intensidade do marketing e, ainda pelo amplo sortimento. Sabem como nenhum outro canal trazer novos compradores. Porém, ainda não descobriram uma fórmula para fidelizar e reter esses consumidores”, diz a diretora de Retail da Kantar Worldpanel, Fátima Merlin.
Varejo de proximidade
O canal com maior índice de lealdade dos consumidores (48%) é o varejo de proximidade (lojas de bairro, vizinhança e pequenos supermercados de grandes marcas), cujo sucesso deve-se ao fato do ponto-de-venda estar próximo da casa do comprador.
Este canal é responsável por 18,6% dos gastos das famílias, com tíquete médio de R$ 23,63 para um total de 51,8 idas ao ponto-de-venda para comprar cinco itens por vez. Uma das caraterísticas do comprador deste tipo de estabelecimento é a pressa. “É aquele cliente que vai comprar coisas específicas, em um momento de urgência. Com as atribulações do dia-a-dia, trânsito, entre outros, não quer perder muito tempo”, explica Fátima.
Outros dados
No que diz respeito aos outros tipos de canais de compra, a pesquisa mostra um crescimento do canal Farma, que já responde por 2,3% dos gastos das famílias, e do setor atacadista, que saltou de uma representatividade de 2% em 2005 para 3,4% atualmente.
O comprador do atacado gasta cerca de R$ 125,73 e vai ao estabelecimento, em média, oito vezes por mês, levando 11 itens por ida. “O brasileiro percebeu que, para compras de maior porte para abastecer a dispensa de casa, o atacado oferece boa variedade, bem como produtos de marca e qualidade a preços mais atraentes”, ressalta a executiva.
Fonte: Info Money Pessoal
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Grupo Bittencourt lança 1º Fórum Internacional de Redes de Franquias e Negócios
O Grupo Bittencourt organiza o 1º Fórum Internacional de Redes de Franquias e Negócios, e traz pela primeira vez ao Brasil um dos maiores nomes no mundo do franchising: Greg Nathan.
O Fórum apresenta o tema "A excelência em gestão de redes de franquias e negócios no cenário internacional" e é direcionado para franqueadores, executivos da indústria, do varejo e de serviços, interessados em atuar em redes de negócios e franquias.
A programação do evento está dividida em dois dias. O objetivo é apresentar estratégias inovadoras para auxiliar executivos a desenvolverem parcerias lucrativas e de resultados.
Um dia intenso com o palestrante australiano Greg Nathan, nomeado pela “The Franchising Times” em 2008, como um dos mais importantes especialistas sobre franchising nos Estados Unidos e autor dos livros “The Franchise E-Factor” e “Profitable Partnerships”. Considerado o maior especialista em relacionamento Franqueado / Franqueador. O Greg abordará técnicas e estratégias, comprovadamente de sucesso, que geram resultados para o negócio e promovem uma cultura saudável com os parceiros na rede.
Franqueadores e empresários com atuação internacional e nacional exibirão cases de sucesso, desafios e as melhores práticas aplicadas na gestão de redes de franquias e negócios.
Serão apresentados dados inéditos sobre gestão redes de negócios por palestrantes renomados do sistema de franquias, entre eles Eduardo Tormo, Diretor Geral da Tormo & Asociados – a maior consultoria em Franquia da Espanha, Marcos Gouvêa, Diretor Geral da GS&MD e Claudia Bittencourt, Diretora Geral do Grupo Bittencourt.
O principal evento para o franchising acontecerá nos dias 13 e 14 de abril de 2010, no Hotel Renassaince, em São Paulo e as reservas devem ser feitas pelo telefone (11) 3660.2202 ou pelo e-mail forum@bcef.com.br
Fonte: Varejista
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
O Fórum apresenta o tema "A excelência em gestão de redes de franquias e negócios no cenário internacional" e é direcionado para franqueadores, executivos da indústria, do varejo e de serviços, interessados em atuar em redes de negócios e franquias.
A programação do evento está dividida em dois dias. O objetivo é apresentar estratégias inovadoras para auxiliar executivos a desenvolverem parcerias lucrativas e de resultados.
Um dia intenso com o palestrante australiano Greg Nathan, nomeado pela “The Franchising Times” em 2008, como um dos mais importantes especialistas sobre franchising nos Estados Unidos e autor dos livros “The Franchise E-Factor” e “Profitable Partnerships”. Considerado o maior especialista em relacionamento Franqueado / Franqueador. O Greg abordará técnicas e estratégias, comprovadamente de sucesso, que geram resultados para o negócio e promovem uma cultura saudável com os parceiros na rede.
Franqueadores e empresários com atuação internacional e nacional exibirão cases de sucesso, desafios e as melhores práticas aplicadas na gestão de redes de franquias e negócios.
Serão apresentados dados inéditos sobre gestão redes de negócios por palestrantes renomados do sistema de franquias, entre eles Eduardo Tormo, Diretor Geral da Tormo & Asociados – a maior consultoria em Franquia da Espanha, Marcos Gouvêa, Diretor Geral da GS&MD e Claudia Bittencourt, Diretora Geral do Grupo Bittencourt.
O principal evento para o franchising acontecerá nos dias 13 e 14 de abril de 2010, no Hotel Renassaince, em São Paulo e as reservas devem ser feitas pelo telefone (11) 3660.2202 ou pelo e-mail forum@bcef.com.br
Fonte: Varejista
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Mudança no mercado masculino vira oportunidade de negócio
O mercado masculino pode ser uma oportunidade de negócio vantajosa para quem quer atingir esse público-alvo. Com o crescimento da vaidade e preocupação com a aparência, físico e saúde, segmentos que anteriormente não se preocupavam em alcançar os homens agora exploram essa mudança de comportamento.
Empresas do varejo disponibilizam produtos destinados exclusivamente ao público masculino. Desde as tradicionais lojas de vestuários: calça, camisa, terno, gravatas e calçados até as mais sofisticadas clínicas de estética e beleza. Já foi o tempo em que a mulher decidia o que ele ia vestir, calçar e usar de produtos e acessórios. Ele quer escolher, compara o que vê nos amigos, deseja certos produtos e acessórios, segue moda e tendências. Ele pesquisa na internet, lê opiniões sobre os produtos e compra.
O homem passou a ser mais consumista e menos conservador. Uma empresa que enxergou uma oportunidade de mercado com atendimento exclusivo para esse público é a Ophicina de Costura, especializada em serviços de reforma e consertos de roupas em geral, alfaiataria e alta costura. A corporação, pioneira no Brasil no ramo de serviços expressos e produtos exclusivos para a manutenção de sapatos, conta com 10 lojas nos principais shopping centers da cidade de São Paulo. Os serviços mais procurados por homens são a barra de calça, camisa sob medida e ajuste do comprimento da manga.
A tendência dos empreendimentos é se especializar em produtos e serviços para os homens. Os nichos mais visados são: Estética, Saúde e Beleza. Neste grupo enquadram-se as academias; clínicas de estética; cabeleireiros; clínicas de emagrecimento e rejuvenescimento; lojas de produtos de beleza: perfumes, cremes, produtos para banho, entre outras. Para Liana Bittencourt, diretora do Grupo Bittencourt, especializado em consultoria para expansão de negócios, “o mundo da moda e dos serviços e acessórios pessoais vêm aumentando a uma velocidade acelerada e percebe-se que existe uma carência de espaços, lojas e prestadores de serviços voltados especialmente para atender o público masculino”. Essa é uma das razões para que alguns espaços que foram utilizados no passado somente pelo o público feminino sejam invadidos por homens.
Segundo Liana, “a mulher se deixa envolver por vários aspectos: a vaidade aguçada no momento da compra, a emoção e o sonho da beleza ou de impressionar o marido ou o namorado. Ela é mais indecisa e o homem é mais direto e decidido” acrescenta. E os dados comprovam: eles compram em menos lojas que elas - 1,4, contra 1,6. Mas isso não significa um consumo menor, pois ele compra algo em 78% das lojas que entra, enquanto as mulheres adquirem produtos em 59% das lojas que frequentam.
Outro diferencial desse público é que o homem tem uma propensão a ser mais fiel a determinados produtos e marcas. Quando se dá bem como tipo de produto tem resistências para mudar, o que é bom para o varejo. Além disso, ele passou a comprar mais e buscar produtos com valor agregado.
Atenta a essa particularidade, a loja de jogos eletrônicos e entretenimento Uz Games atende majoritariamente homens há 25 anos. Mesmo com um leve crescimento na freqüência de mulheres, eles predominam. São 88% da clientela do estabelecimento do Shopping Ibirapuera. Segundo Marcos Khalil, sócio-diretor da UZ Games, “o homem é mais decidido no momento da compra, ele já sabe o que procura antes de entrar no estabelecimento, isso torna a venda mais rápida”.
O empreendedor que busca atingir esse público-alvo precisa ficar atento ao tipo de atendimento oferecido, que deve ser diferenciado. Para Liana, os vendedores que atendem esse público devem ser práticos e perspicazes para entender qual o perfil do seu cliente masculino já nos primeiro momento. “Uma característica muito forte é que eles decidem rápido, o que nem sempre significa compra por impulso e tentar vender adicionais sem essa análise pode ser fatal” finaliza.
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
Empresas do varejo disponibilizam produtos destinados exclusivamente ao público masculino. Desde as tradicionais lojas de vestuários: calça, camisa, terno, gravatas e calçados até as mais sofisticadas clínicas de estética e beleza. Já foi o tempo em que a mulher decidia o que ele ia vestir, calçar e usar de produtos e acessórios. Ele quer escolher, compara o que vê nos amigos, deseja certos produtos e acessórios, segue moda e tendências. Ele pesquisa na internet, lê opiniões sobre os produtos e compra.
O homem passou a ser mais consumista e menos conservador. Uma empresa que enxergou uma oportunidade de mercado com atendimento exclusivo para esse público é a Ophicina de Costura, especializada em serviços de reforma e consertos de roupas em geral, alfaiataria e alta costura. A corporação, pioneira no Brasil no ramo de serviços expressos e produtos exclusivos para a manutenção de sapatos, conta com 10 lojas nos principais shopping centers da cidade de São Paulo. Os serviços mais procurados por homens são a barra de calça, camisa sob medida e ajuste do comprimento da manga.
A tendência dos empreendimentos é se especializar em produtos e serviços para os homens. Os nichos mais visados são: Estética, Saúde e Beleza. Neste grupo enquadram-se as academias; clínicas de estética; cabeleireiros; clínicas de emagrecimento e rejuvenescimento; lojas de produtos de beleza: perfumes, cremes, produtos para banho, entre outras. Para Liana Bittencourt, diretora do Grupo Bittencourt, especializado em consultoria para expansão de negócios, “o mundo da moda e dos serviços e acessórios pessoais vêm aumentando a uma velocidade acelerada e percebe-se que existe uma carência de espaços, lojas e prestadores de serviços voltados especialmente para atender o público masculino”. Essa é uma das razões para que alguns espaços que foram utilizados no passado somente pelo o público feminino sejam invadidos por homens.
Segundo Liana, “a mulher se deixa envolver por vários aspectos: a vaidade aguçada no momento da compra, a emoção e o sonho da beleza ou de impressionar o marido ou o namorado. Ela é mais indecisa e o homem é mais direto e decidido” acrescenta. E os dados comprovam: eles compram em menos lojas que elas - 1,4, contra 1,6. Mas isso não significa um consumo menor, pois ele compra algo em 78% das lojas que entra, enquanto as mulheres adquirem produtos em 59% das lojas que frequentam.
Outro diferencial desse público é que o homem tem uma propensão a ser mais fiel a determinados produtos e marcas. Quando se dá bem como tipo de produto tem resistências para mudar, o que é bom para o varejo. Além disso, ele passou a comprar mais e buscar produtos com valor agregado.
Atenta a essa particularidade, a loja de jogos eletrônicos e entretenimento Uz Games atende majoritariamente homens há 25 anos. Mesmo com um leve crescimento na freqüência de mulheres, eles predominam. São 88% da clientela do estabelecimento do Shopping Ibirapuera. Segundo Marcos Khalil, sócio-diretor da UZ Games, “o homem é mais decidido no momento da compra, ele já sabe o que procura antes de entrar no estabelecimento, isso torna a venda mais rápida”.
O empreendedor que busca atingir esse público-alvo precisa ficar atento ao tipo de atendimento oferecido, que deve ser diferenciado. Para Liana, os vendedores que atendem esse público devem ser práticos e perspicazes para entender qual o perfil do seu cliente masculino já nos primeiro momento. “Uma característica muito forte é que eles decidem rápido, o que nem sempre significa compra por impulso e tentar vender adicionais sem essa análise pode ser fatal” finaliza.
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
Brasil é o terceiro mercado em consumo de produtos de higiene
A crescente participação da mulher brasileira no mercado de trabalho e a evolução na renda da nova classe C são fatores que explicam a expansão anual em média de 10,6% do setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos nos últimos 13 anos, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosmética (Abihpec). A expectativa é registrar incremento real (descontada a inflação) acima de 11% em 2009.
Francisco Caravanti Júnior, da Consult Cosmética e Farmacêutic, destaca que o mercado tem tudo para expandir-se ainda mais em 2010. Ele lembra do resultado positivo que o setor teve mesmo com a crise mundial, e afirma que, se a economia continuar como está, o crescimento deve passar de 13%.
– As condições econômicas estão melhores e o poder de compra da população também. Isso deve refletir-se nos resultados desse ano – afirma Caravanti Júnior.
O Brasil é o terceiro mercado consumidor de produtos de higiene e beleza do mundo, ficando atrás dos Estados Unidos e do Japão. Em 2008, o setor registrou R$ 21,2 bilhões em volume de vendas.
A produtora Juliana Gama, 26 anos, gasta R$ 1.500 por mês com cuidados para beleza, incluindo academia, tratamento estético e a compra de alguns produtos. Ela conta que está sempre procurando novidades para cuidar do corpo, mas diz que intensifica os tratamento durante o verão.
– A preocupação com o corpo é constante, mas no início do ano faço ainda sessões para eliminar a gordura localizada, cujo pacote com dez procedimentos custa R$ 800, – relata Gama.
No caso de algumas clínicas de estética, a projeção de incremento é de até 40% do movimento esse ano. Para isso, foram comprados novos equipamentos e oferecidos descontos para conquistar as clientes. Os tratamentos mais procurados nessa época do ano são para perda de medidas, celulites, flacidez, depilação a laser e rejuvenescimento facial.
A advogada Anna Paula Teixeira, 28 anos, só faz academia durante o ano, mas quando chega o verão testa procedimentos estéticos. Ela disse que parcela os gastos extras do início do ano, para não ficar com dívidas.
– No verão, vou mais à praia e preciso me preparar. Gasto R$ 500 por mês a mais com meu corpo por causa dos tratamentos – conta Anna.
A clínica Dicorp, da Barra da Tijuca, registra aumento da procura de tratamentos de pelo menos 20% a cada ano nos últimos cinco anos. Para esse ano, a previsão é de incremento de pelo menos 30% de movimento em relação ao ano anterior. A médica Marinez Peracchi, proprietária da Dicorp, atribui o aumento do faturamento do setor a uma busca frenética pela boa forma.
– Os tratamentos de beleza possibilitam a todos uma melhora significativa na aparência – justifica Marinez.
A clínica oferece descontos de até 40% no horário das 10h às 14h durante o verão. Segundo Marinez, a estação é sem dúvida a época de maior volume de vendas de programas corporais na clínica. Ainda assim, ela diz que vale a pena oferecer descontos para fidelizar e atrair novos clientes.
Na Dicorp da Lagoa, o movimento é 35% maior durante o verão. A gerente da unidade, Maria Helena Lauria, acredita que o aumento da procura deve-se à busca por resultados para poder colocar o biquíni e aproveitar as praias.
Já Onodera Estética, inaugurada há apenas seis meses, na Barra da Tijuca, registra crescimento mensal de 10%. A proprietária da unidade Viviane Laviola projeta crescimento de 40% nos próximos meses em comparação com o semestre anterior. Viviane disse que um cliente gasta em média R$ 1 mil em tratamentos, já que a recomendação para os programas de estética são dez sessões, para ter resultados duradouros.
– Quando uma pessoa procura a clínica, ela tem grande expectativa por bons resultados e está disposta a fazer um tratamento de médio prazo – explica Viviane.
O Salão Eclat aderiu aos descontos e oferece promoções de até 20% no peeling de maçã (renovação da camada superior da pele) e na hidratação de diamantes. Segundo Ana Junger, sócia do Eclat, os descontos oferecidos são uma ótima maneira de apresentar a qualidade dos serviços e cativar a clientela.
– A cliente compra um tratamento com desconto, gosta dos resultados e, naturalmente, se interessa por outros serviços com a mesma qualidade – observa Ana.
A publicitária Shirley Nunes, de 31 anos, diz que demorou a procurar clínicas de estética, mas ressalta que não fica mais sem os tratamentos. Ela admitiu que tinha muitos preconceitos contra tratamentos estéticos, mas deu o braço a torcer quando viu os resultados em uma amiga.
– É um pequeno gasto a mais todo mês, mas recompensa quando chega o verão e uso biquínis e saias – destaca.
Cuidados
A coordenadora institucional da Associação de Defesa do Consumidor (Pro Teste), Maria Inês Dolci, recomenda que o consumidor fique atento com promessas de resultados muito rápido. Ela recomenda que o cliente só faça tratamento em clínicas recomendadas por alguém de confiança e com indicação médica.
– O cliente deve sempre passar por uma avaliação. Deve ser informado sobre quais resultados pode esperar e a duração do serviço – alerta.
Inês explica que o cliente deve exigir no contrato todas as informações e promessas do serviço. Ela destacou também que o consumidor precisa saber se o procedimento é autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
– O mais importante sempre é saber que não existe resultado milagroso – ressalta.
Fonte: JB Online
CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR
Francisco Caravanti Júnior, da Consult Cosmética e Farmacêutic, destaca que o mercado tem tudo para expandir-se ainda mais em 2010. Ele lembra do resultado positivo que o setor teve mesmo com a crise mundial, e afirma que, se a economia continuar como está, o crescimento deve passar de 13%.
– As condições econômicas estão melhores e o poder de compra da população também. Isso deve refletir-se nos resultados desse ano – afirma Caravanti Júnior.
O Brasil é o terceiro mercado consumidor de produtos de higiene e beleza do mundo, ficando atrás dos Estados Unidos e do Japão. Em 2008, o setor registrou R$ 21,2 bilhões em volume de vendas.
A produtora Juliana Gama, 26 anos, gasta R$ 1.500 por mês com cuidados para beleza, incluindo academia, tratamento estético e a compra de alguns produtos. Ela conta que está sempre procurando novidades para cuidar do corpo, mas diz que intensifica os tratamento durante o verão.
– A preocupação com o corpo é constante, mas no início do ano faço ainda sessões para eliminar a gordura localizada, cujo pacote com dez procedimentos custa R$ 800, – relata Gama.
No caso de algumas clínicas de estética, a projeção de incremento é de até 40% do movimento esse ano. Para isso, foram comprados novos equipamentos e oferecidos descontos para conquistar as clientes. Os tratamentos mais procurados nessa época do ano são para perda de medidas, celulites, flacidez, depilação a laser e rejuvenescimento facial.
A advogada Anna Paula Teixeira, 28 anos, só faz academia durante o ano, mas quando chega o verão testa procedimentos estéticos. Ela disse que parcela os gastos extras do início do ano, para não ficar com dívidas.
– No verão, vou mais à praia e preciso me preparar. Gasto R$ 500 por mês a mais com meu corpo por causa dos tratamentos – conta Anna.
A clínica Dicorp, da Barra da Tijuca, registra aumento da procura de tratamentos de pelo menos 20% a cada ano nos últimos cinco anos. Para esse ano, a previsão é de incremento de pelo menos 30% de movimento em relação ao ano anterior. A médica Marinez Peracchi, proprietária da Dicorp, atribui o aumento do faturamento do setor a uma busca frenética pela boa forma.
– Os tratamentos de beleza possibilitam a todos uma melhora significativa na aparência – justifica Marinez.
A clínica oferece descontos de até 40% no horário das 10h às 14h durante o verão. Segundo Marinez, a estação é sem dúvida a época de maior volume de vendas de programas corporais na clínica. Ainda assim, ela diz que vale a pena oferecer descontos para fidelizar e atrair novos clientes.
Na Dicorp da Lagoa, o movimento é 35% maior durante o verão. A gerente da unidade, Maria Helena Lauria, acredita que o aumento da procura deve-se à busca por resultados para poder colocar o biquíni e aproveitar as praias.
Já Onodera Estética, inaugurada há apenas seis meses, na Barra da Tijuca, registra crescimento mensal de 10%. A proprietária da unidade Viviane Laviola projeta crescimento de 40% nos próximos meses em comparação com o semestre anterior. Viviane disse que um cliente gasta em média R$ 1 mil em tratamentos, já que a recomendação para os programas de estética são dez sessões, para ter resultados duradouros.
– Quando uma pessoa procura a clínica, ela tem grande expectativa por bons resultados e está disposta a fazer um tratamento de médio prazo – explica Viviane.
O Salão Eclat aderiu aos descontos e oferece promoções de até 20% no peeling de maçã (renovação da camada superior da pele) e na hidratação de diamantes. Segundo Ana Junger, sócia do Eclat, os descontos oferecidos são uma ótima maneira de apresentar a qualidade dos serviços e cativar a clientela.
– A cliente compra um tratamento com desconto, gosta dos resultados e, naturalmente, se interessa por outros serviços com a mesma qualidade – observa Ana.
A publicitária Shirley Nunes, de 31 anos, diz que demorou a procurar clínicas de estética, mas ressalta que não fica mais sem os tratamentos. Ela admitiu que tinha muitos preconceitos contra tratamentos estéticos, mas deu o braço a torcer quando viu os resultados em uma amiga.
– É um pequeno gasto a mais todo mês, mas recompensa quando chega o verão e uso biquínis e saias – destaca.
Cuidados
A coordenadora institucional da Associação de Defesa do Consumidor (Pro Teste), Maria Inês Dolci, recomenda que o consumidor fique atento com promessas de resultados muito rápido. Ela recomenda que o cliente só faça tratamento em clínicas recomendadas por alguém de confiança e com indicação médica.
– O cliente deve sempre passar por uma avaliação. Deve ser informado sobre quais resultados pode esperar e a duração do serviço – alerta.
Inês explica que o cliente deve exigir no contrato todas as informações e promessas do serviço. Ela destacou também que o consumidor precisa saber se o procedimento é autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
– O mais importante sempre é saber que não existe resultado milagroso – ressalta.
Fonte: JB Online
CLÁUDIO OLIVEIRA
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falando em varejo,
Instituto do Varejo,
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Preços de carros novos têm reajuste de 2,7%, aponta FGV
Pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas) aponta que o preço dos carros novos subiu, em média, 2,7% nos últimos 12 meses terminados em abril. A elevação reflete sobretudo a retirada do incentivo da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), a partir de março. Essa foi a maior variação em 17 meses.
No ano passado, os veículos haviam apresentado retração de 4,63%, também de acordo com o levantamento da FGV.
O percentual de aumento de preços, no entanto, foi inferior à alta no IPI após o fim do estímulo tributário. Desde 1º de abril, a alíquota do imposto dos carros flex 1.0, que estava em 3%, retornou aos 7% e, no caso dos flex de 1.0 a 2.0, passou de 7,5% para 11,5%.
Segundo o consultor especializado Paulo Roberto Garbossa, diretor da ADK Automotive, o pequeno reajuste no valor final dos carros se deve à concorrência acirrada no setor. "Ninguém quer perder vendas", afirma.
Em contato com concessionárias da região, a reportagem constatou que alguns modelos básicos tiveram aumento que chega a 4%, ou seja, a variação do tributo, enquanto alguns que já vêm mais equipados receberam, em alguns casos, bonificações das montadoras e se mantiveram praticamente sem variação.
Foi o caso do Gol 1.0 equipado com vidro, trava e direção hidráulica, que é encontrado na concessionária Avel, de São Bernardo, por R$ 30.700, mesmo preço de antes da retirada do incentivo. Já o carro sem esses itens passou de R$ 27.290 para R$ 28.990, alta de R$ 1.700.
De forma geral, as versãos mais básicas dos modelos populares subiram, pelo menos, R$ 1.000, o que daria para pagar a documentação mais o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores). Na Itavema, de Santo André, por exemplo, foi informado que o Fiat Palio subiu de R$ 23.490 para R$ 24.990 e, na Vigorito, o Celta passou de R$ 22.700 para R$ 24.200.
PERSPECTIVA - A perspectiva nas concessionárias é de melhora no volume comercializado na segunda metade deste mês, por conta da chegada de modelos da linha 2011 nas revendas e de promoções das montadoras.
Na primeira quinzena, o setor registrou retração de 27,98% nas vendas de automóveis e comerciais leves na comparação com os primeiros 15 dias úteis de abril - período em que as lojas ainda tinham estoque alto de carros faturados antes da retirada da redução do IPI.
Para o gerente de vendas de novos da Itavema, Oswaldo Rodrigues Domingos Júnior, o lançamento do Novo Uno, há poucos dias, já ajudou a elevar o fluxo de público.
Fonte: O Estado de São Paulo
cláudio oliveira
aluno do ivar
No ano passado, os veículos haviam apresentado retração de 4,63%, também de acordo com o levantamento da FGV.
O percentual de aumento de preços, no entanto, foi inferior à alta no IPI após o fim do estímulo tributário. Desde 1º de abril, a alíquota do imposto dos carros flex 1.0, que estava em 3%, retornou aos 7% e, no caso dos flex de 1.0 a 2.0, passou de 7,5% para 11,5%.
Segundo o consultor especializado Paulo Roberto Garbossa, diretor da ADK Automotive, o pequeno reajuste no valor final dos carros se deve à concorrência acirrada no setor. "Ninguém quer perder vendas", afirma.
Em contato com concessionárias da região, a reportagem constatou que alguns modelos básicos tiveram aumento que chega a 4%, ou seja, a variação do tributo, enquanto alguns que já vêm mais equipados receberam, em alguns casos, bonificações das montadoras e se mantiveram praticamente sem variação.
Foi o caso do Gol 1.0 equipado com vidro, trava e direção hidráulica, que é encontrado na concessionária Avel, de São Bernardo, por R$ 30.700, mesmo preço de antes da retirada do incentivo. Já o carro sem esses itens passou de R$ 27.290 para R$ 28.990, alta de R$ 1.700.
De forma geral, as versãos mais básicas dos modelos populares subiram, pelo menos, R$ 1.000, o que daria para pagar a documentação mais o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores). Na Itavema, de Santo André, por exemplo, foi informado que o Fiat Palio subiu de R$ 23.490 para R$ 24.990 e, na Vigorito, o Celta passou de R$ 22.700 para R$ 24.200.
PERSPECTIVA - A perspectiva nas concessionárias é de melhora no volume comercializado na segunda metade deste mês, por conta da chegada de modelos da linha 2011 nas revendas e de promoções das montadoras.
Na primeira quinzena, o setor registrou retração de 27,98% nas vendas de automóveis e comerciais leves na comparação com os primeiros 15 dias úteis de abril - período em que as lojas ainda tinham estoque alto de carros faturados antes da retirada da redução do IPI.
Para o gerente de vendas de novos da Itavema, Oswaldo Rodrigues Domingos Júnior, o lançamento do Novo Uno, há poucos dias, já ajudou a elevar o fluxo de público.
Fonte: O Estado de São Paulo
cláudio oliveira
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