segunda-feira, 19 de abril de 2010

Grupo Pão de Açúcar inaugura Centro de Distribuição Verde


O Grupo Pão de Açúcar inaugurou no começo de abril seu primeiro Centro de Distribuição (CD) Verde, localizado em Brasília (DF). Com investimento de R$ 75 milhões, o CD Verde tem 32,6 mil m² de área construída, 90 docas e 32 mil posições de estocagem e irá substituir as outras três Centrais de Distribuição utilizadas anteriormente pelo Grupo para abastecer 28 lojas das bandeiras Extra, Pão de Açúcar e Assaí localizadas no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Tocantins. Essa unificação gera ganho de produtividade, redução de custos e eficiência no abastecimento dos super e hipermercados da companhia.

Como o novo CD está substituindo as outras três Centrais de Distribuição utilizadas anteriormente pelo Grupo, a capacidade de armazenamento cresceu 105%, a quantidade de itens em estoque também está 83% maior - aumentando a variedade de produtos que irão para os consumidores da região. Outro ganho foi na expedição de produtos e entregas delivery. Antes muitos produtos e eletroeletrônicos vinham de SP, a partir de agora eles já estarão disponíveis em Brasília, o que aumentará e agilizará o abastecimento, sobretudo de não alimentos que cresce mais de 500%, e as entregas das compras de eletroeletrônicos que antes demoravam uma semana, agora será feira em até 48 horas.

Reconhecido pelo seu pioneirismo na área de responsabilidade socioambiental na construção de lojas de supermercados com princípios de sustentabilidade, o Grupo Pão de Açúcar conseguiu aplicar em seu mais novo Centro de Distribuição práticas eficazes para racionalização no uso de água e energia elétrica. Além disso, a obra do CD foi feita com pintura Ecológica - as tintas e vernizes usados são a base de água ou com baixa emissão de compostos -, toda madeira foi reutilizada, a edificação privilegia a ventilação natural, há também a utilização de cobertura vegetal nas áreas não edificadas e a aplicação de revestimentos de piso e paredes laváveis.

Fonte: JB Online


CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

Mercado pet deve crescer 4% em 2010

Para se destacar no concorrido setor, empresários investem em produtos e serviços diferenciados

O mercado pet faturou quase R$ 10 bilhões no ano passado. Tem expectativa de crescer outros 4% em 2010. Para se destacar no concorrido setor, empresários investem em produtos e serviços diferenciados.

Uma clínica veterinária é especializada em gatos. O sonho das sócias Luciana Deschamps e Elizabete Boreli se transformou em um negócio muito lucrativo.

“Temos 2,5 mil clientes cadastrados. Vale lembrar que muitos clientes têm oito, nove, dez gatos”, afirma a empresária Luciana Deschamps.

A clínica tem serviços diferenciados para os felinos. Um deles é um hotel, que tem 18 vagas. A diária custa R$ 50. Nos meses de férias, fica lotado. Os gatos têm tratamento especial. Por incrível que pareça, não reclamam do banho.

Na clínica, há um espaço exclusivo para cirurgia e um laboratório para exames de sangue que dá o resultado em cinco minutos.

“Não fica ansiosa para saber o resultado. Na hora, já sabe o que ele tem”, comenta a cliente Edelweiss Amaral.

As sócias investiram R$ 150 mil na clínica de 240 metros quadrados. O dinheiro foi recuperado em dois anos. São feitas cerca de cem consultas por mês. Parte do faturamento vem da loja, que vende brinquedos arranhadores e chás. Entre os produtos, está um relaxante conhecido como “erva do gato”. O produto exala um cheiro que deixa o animal mais tranquilo e comportado. Para os donos de animais, a loja oferece anéis felinos de ouro e prata. E também relógios personalizados com a foto do bichinho de estimação.

“Além de todo o afeto e de toda a vontade de trabalhar com a espécie, é um espaço que deixa as pessoas felizes. E não deixa de ser um bom negócio”, afirma a empresária Luciana Deschamps.

O empresário Marcos Magalhães Duarte sempre gostou de animais. Como não tinha com quem deixar os cachorros, resolveu unir prazer e negócio. Ele pesquisou o mercado pet durante um ano, até encontrar um lugar que unisse diversos serviços para os animais.

“Queríamos um ponto que comportasse todas as atividades que temos hoje, banho, venda de produto, creche, hotel, clínica veterinária”, explica empresário Marcos Magalhães Duarte.

Luciano Rios é cliente do pet shop. A energia do animal é gasta lá e o carinho, com a família, em casa. Para ele, o investimento de R$ 400 por mês compensa: “Ele passa quatro dias da semana aqui, recebe treinamento para exercícios, nada duas vezes por semana, toma banho uma vez por semana e ainda sai para passear duas a três vezes por dia”.

Para montar um pet shop rico em serviços, Marcos Duarte alugou um espaço com mais de mil metros quadrados. O investimento total ficou em cerca de R$ 500 mil. A creche tem atividades das 9h às 18h. O serviço é cobrado por pacotes. Se o cão passar só um dia da semana, a estada é de R$ 140.

O empresário conta hoje com dois veterinários e 21 funcionários. A creche representa 25% do faturamento total da empresa, que cresce de 10% a 15% ao ano.

“Com relação à parte de serviço, conseguimos uma margem bruta melhor, de 40% a 50%”, calcula o empresário Marcos Magalhães Duarte.

Todos os dias, são deixados mais de 20 cães. Os grandes diferenciais do negócio são a creche e a piscina.

“Facilita a minha vida, porque, na verdade só posso ter um labrador em um apartamento porque tem esse tipo de serviço”, diz a cliente Graziela Clemente.



VEJA OS CONTATOS DAS EMPRESAS



Clínica Veterinária Sr. Gato
Rua Mateus Grou, 56 – Pinheiros
CEP: 05415-040 - São Paulo/SP
Tel.: (11) 3086-0737 / 3061-3853
Site: www.clinicasrgato.com.br

Pet days
Rua Graúna, 60 - Moema
CEP: 04514-000 - São Paulo/SP
Tel.: (11) 5041-2044
Site: www.petdays.com.br


globo.com


CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

terça-feira, 13 de abril de 2010

“O Brasil é a bola da vez no varejo mundial”, argumentam especialistas na ACSP





A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) reuniu, na terça-feira (09/02), especialistas em varejo e empresários do setor para repercutir as novidades apresentadas no maior evento de varejo do mundo, a NRF 2010 – também conhecida como Retail’s Big Show.

O vice-presidente da ACSP e organizador da comissão, Nelson Kheirallah, ressaltou a importância de adaptar os conteúdos apresentados no congresso para a realidade brasileira. “Felizmente, no contexto varejista, estamos em posição bem mais favorável que os americanos, saturados no mercado varejista e ainda administrando os reflexos da crise econômico-financeira”, menciona o executivo.

“O Brasil é saudado como a grande oportunidade para o varejo. É considerada a economia emergente mais importante do momento”, apontou o coordenador do Núcleo de Estudos de Varejo da ESPM, Ricardo Pastore. “O cenário norte-americano está estagnado. Lá existem mais de 100 mil shopping centers, com previsão zero de abertura de novos estabelecimentos. No Brasil, embora o número seja bem menor – 400 shoppings – somente em 2010 prevê-se abrir 40 empreendimentos, o que significa um aumento de 10% em somente um ano”, destacou.

A questão da sustentabilidade deixou de ser vista como preocupação politicamente correta para tornar-se rentável, bem como o uso de estratégias de comunicação 2.0 – ou seja, as redes sociais. Entre os especialistas, foi unânime a premissa de que essas plataformas não devem ser meros meios de propaganda, mas também meios multilaterais de relacionamento, o que agrega muito à marca.

Abordando a questão do atendimento estratégico, o sócio da empresa Ponto de Referência, Edmour Saiani, ressaltou a importância de enxergar o relacionamento com o cliente como ponto crucial para os negócios. “Dentre os motivos que impulsionam o consumidor a abandonar uma marca e migrar para outra, 30% estão relacionados a produtos e 70% a atendimento”, alertou o especialista.

Na sequência, Dr. Francisco Alvarez, professor da USP e ESPM, enfatizou o problema do excesso de produtos para satisfazer aos desejos do cliente. “Na tentativa de aumentar o mix de mercadorias, há uma saturação de produtos que mais confunde o consumidor do que o satisfaz”. Valendo-se da premissa “retail is detail” (varejo é detalhe), Dr. Alvarez mencionou outro problema dos excessos de mercadoria: “na tentativa de impressionar o cliente com sua gama extensa de produtos, o varejista acaba escondendo outras mercadorias. É sumamente importante lembrar-se da seguinte regra: se o produto não está visível, ele não está à venda”, ponderou o especialista.

Fechando o evento, o sócio-diretor da GrowBiz, Dagoberto Hajjar, abordou os aspectos tecnológicos que prometem revolucionar as práticas varejistas. Na sua apresentação, a tônica manteve-se em torno das condutas não-invasivas de obter informações estratégicas sobre o cliente e, ao mesmo tempo, encantá-lo ao invés de importuná-lo. “Na tentativa de obter os gostos e desejos dos clientes, muitos varejistas tornam-se hostis, fazendo da sua relação com o consumidor um verdadeiro ‘Big Brother’, assustando-o ao invés de criar relacionamentos”.

Quanto às tecnologias incorporadas no dia a dia das empresas, o especialista foi categórico em afirmar que “só valorizamos a tecnologia quando ela efetua alguma tarefa que não conseguimos realizar manualmente”. De acordo com o executivo, “quando a tecnologia apenas burocratiza processos, ela é inútil”, finalizou.

Fonte: Varejista

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

Varejo deve bater recorde de fusões em 2010



Levantamento da PriceWaterhouseCoopers mostra que o número de fusões e aquisições no comércio no primeiro bimestre deste ano já supera o dos dois primeiros meses de 2007, ano que marcou o recorde desse tipo de negócio, com um total de 58 operações. No mês passado, a criação da segunda maior empresa de varejo do País, com a união entre Insinuante e Ricardo Eletro, indica que 2010 pode quebrar o recorde de três anos atrás.

Em 2008 e 2009, a cautela dos empresários diante da crise fez o número de incorporações e fusões cair para 38 e 24, respectivamente. A recuperação da economia brasileira foi marcada pelo aquecimento da demanda interna e pela expansão de quase 6% varejo em 2009.

O anúncio de megafusões - como a que criou a Máquina de Vendas esta semana, ou o conglomerado Pão de Açúcar-Ponto Frio-Casas Bahia no final do ano passado - contribui para estimular novas etapas de consolidação do setor, aponta Alexandre Pierantoni, sócio da Price para a área de finanças corporativas. "A consolidação na cadeia varejista já vem de alguns anos, com o fortalecimento de grupos locais e a chegada de internacionais. Os últimos dois anos foram atípicos por causa da crise, mas acho que este ano vamos superar o patamar de operações de 2007. Já temos grandes players. Não vamos ver negócios de bilhões todo dia, mas vão continuar as transações de nicho ou entre cadeias menores e atores regionais", prevê.

Fonte: O Estado de São Paulo


CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

Grupo Pão de Açúcar investirá no mercado nordestino



O presidente do Grupo Pão de Açúcar, Enéas Pestana, classificou como "natural e saudável" a criação da empresa Máquina de Vendas, resultante da fusão entre as redes varejistas Insinuante e Ricardo Eletro, ocorrida no final de março.

"É um movimento de proteção, visando a obtenção de sinergias, em um mercado que tem um líder disparado (a Casas Bahia e o Ponto Frio)", afirmou. Pestana destacou que a empresa vai investir fortemente no mercado nordestino, região na qual a Máquina de Vendas tem boa parte de suas lojas. "O Nordeste é hoje o segundo mercado consumidor brasileiro, com potencial enorme de crescimento."

Segundo ele, a expansão do grupo na região será de forma orgânica, mas não descartou aquisições. "Nossas aquisições não pararam, mas buscamos empresas que estejam alinhadas com nossas estratégias", salientou.

Sobre o resultado das vendas, o executivo destacou que as vendas do primeiro trimestre "estão acima da média do mercado", sem dar detalhes dos números. "Tivemos uma Páscoa fantástica", garantiu.

De acordo com a Abras (Associação Brasileira de Supermercados), as vendas reais no setor acumularam uma expansão de 7,67% nos dois primeiros meses do ano em relação a igual período do ano passado.

Em relação às projeções do grupo para o ano de 2010, Pestana afirmou que serão divulgadas na primeira quinzena de maio. As projeções incluirão os resultados da Casas Bahia, cuja consolidação está bem encaminhada, segundo ele.

Fonte: O Estado de São Paulo

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

Casas Bahia ameaçam desfazer acordo de fusão com Pão de Açúcar



Celebrado como o maior negócio da história do varejo brasileiro, a união das Casas Bahia com o Pão de Açúcar estava ameaçada ontem à noite. Assinado em dezembro, o acordo entre os grupos deixou pontos importantes para serem definidos ao longo dos meses seguintes. Passados cinco meses, não houve acordo em torno de itens decisivos como: valores envolvidos, a possibilidade de vendas de ações da nova empresa, governança e estrutura de comando.

Ontem, fontes ligadas à família Klein, das Casas Bahia, diziam que o negócio corria o risco de ser desfeito. Do outro lado, o tom foi mais cauteloso. Profissionais ligados ao Pão de Açúcar afirmaram que a discussão envolve ajustes normais em contratos e que a própria família Klein tinha pedido a confecção de um documento simples, para ser detalhado mais tarde. Oficialmente, nenhum dos grupos quis se manifestar.

Representantes dos dois lados estiveram reunidos por horas ontem na sede das Casas Bahia, em São Caetano do Sul (SP), em busca de um acordo em torno dos pontos pendentes. Segundo fontes que acompanham o processo, os Klein teriam começado o dia dispostos a propor um rompimento. Mas, ao final do encontro, decidiram aguardar mais um pouco por um novo posicionamento do Pão de Açúcar.

Segundo fontes ligadas à negociação, as Casas Bahia tentam desde o começo do ano renegociar várias cláusulas do acordo, e não vinham encontrando receptividade do lado do Pão de Açúcar. "Eles (o Pão de Açúcar) não querem rever alguns pontos e outros eles empurram com a barriga", afirma uma fonte ligada às Casas Bahia.

Na visão da família Klein, o formato final da operação teria ficado muito favorável ao Pão de Açúcar. Logo depois do anúncio da operação, as Casas Bahia contrataram assessores financeiros e escritórios de advocacia para discutir os tais pontos em aberto com Abílio Diniz, o líder do Pão de Açúcar. Eles trabalhavam nos acertos contratuais, enquanto outra equipe, técnica, também com representantes dos dois lados, cuidava da integração operacional das duas empresas.

Operação. O primeiro contato entre Michael Klein e Abílio Diniz foi feito três meses antes de a compra ter se tornado pública. Diniz teria procurado Klein logo após a aquisição do Ponto Frio. Segundo fontes do mercado, a saída de Saul Klein do negócio em 2008, após uma briga com o irmão, teria motivado Michael a se associar a Diniz.

As Casas Bahia foram avaliadas em R$ 6 bilhões, embora o Pão de Açúcar não tenha desembolsado nenhum centavo no negócio. Não houve auditoria. O contrato prevê que, se houver contingências fiscais, o vendedor arca com os custos. O mesmo vale para surpresas positivas.

A união das Casas Bahia com o Pão de Açúcar criou um gigante do varejo de alimentos, móveis e eletroeletrônicos, com faturamento de R$ 40 bilhões por ano. O Pão de Açúcar é a terceira maior empresa privada do País. Com a fusão, o grupo teria vendas iguais às do Walmart e do Carrefour, seus principais concorrentes, juntos.

Pelo acordo, as Casas Bahia e o Pão de Açúcar tornaram-se sócios numa nova empresa de móveis e eletroeletrônicos, que inclui o Extra Eletro e o Ponto Frio, adquirido em junho pelo Pão de Açúcar. O faturamento anual dessa empresa seria de R$ 18,5 bilhões, com 1.015 lojas espalhadas por 337 municípios, 28 centros de distribuição e 62 mil funcionários. A nova empresa teria um porte cinco a seis vezes maior que as principais rivais no mercado de eletroeletrônicos e móveis.

O Pão de Açúcar ficaria com 51% do capital e as Casas Bahia, com 49%. Essa cifra inclui 25% da fábrica de móveis Bartira, contrato de fornecimento de móveis por três anos a preço de custo, contrato de locação dos imóveis de dez anos, no valor de R$ 130 milhões, renovável por mais dez, e uma dívida de R$ 950 milhões de curto prazo.

Dois meses depois do anúncio da operação, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspendeu parcialmente o processo de compra das Casas Bahia pelo Pão de Açúcar. As empresas foram autorizadas a fundir suas atividades administrativas, mas ficaram proibidas de fechar lojas em 146 municípios onde são concorrentes.

As empresas também foram obrigadas a manter as marcas Casas Bahia e Ponto Frio (rede também adquirida pelo Pão de Açúcar em 2009), os centros de distribuição de cada empresa e o nível de emprego até o julgamento final da operação pelo Cade.

Na prática, as duas companhias já podiam se tornar uma única empresa, mas com as marcas operando separadamente.

Para lembrar:

2009 foi o ano decisivo para o Grupo

O ano de 2009 foi decisivo para o Grupo Pão de Açúcar. Em junho, a empresa comprou o Ponto Frio por R$ 826 milhões e se transformou na maior varejista do País, com faturamento de R$ 26 bilhões, 79 mil funcionários e mais de mil lojas espalhadas por 18 Estados. A negociação surpreendeu o varejo, pois o Ponto Frio estava à venda há muito tempo e as exigências feitas pela rede dificultavam a negociação.

Seis meses depois, o Grupo Pão de Açúcar deu um novo salto ao se unir às Casas Bahia, ficando com participação majoritária num negócio de R$ 40 bilhões. Em janeiro deste ano, a companhia anunciou um investimento recorde de R$ 5 bilhões até 2012, porém sem contar o negócio das Casas Bahia.

Fonte: O Estado de São Paulo

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

Vendas do Pão de Açúcar crescem 50,2% com Ponto Frio no 1º trimestre



As vendas líquidas do grupo Pão de Açúcar, incluindo as operações da rede de eletrodomésticos Ponto Frio, subiram 50,2% no 1º trimestre em relação ao mesmo período de 2009, segundo dados divulgados nesta segunda-feira.

As vendas líquidas somaram R$ 6,97 bilhões, enquanto as brutas foram de R$ 7,78 bilhões, expansão de 47,1% em relação ao 1º trimestre de 2009.

Excluindo-se as operações do Ponto Frio, a expansão das vendas líquidas foi de 23,2% e das vendas brutas de 19,9%.

No conceito "mesmas lojas", que incluem apenas as lojas com no mínimo 12 meses de operação e, portanto, excluem as operações do Ponto Frio, as vendas brutas cresceram 15%.

De acordo com comunicado da empresa, os resultados foram impactados positivamente pela antecipação da comemoração da Páscoa neste ano. Em 2009, o feriado aconteceu na 2ª semana de abril e, neste ano, na 1º semana de abril, fazendo com que os clientes iniciassem suas compras de Páscoa no final do mês de março.

Entre as bandeiras do grupo, os destaques no período foram o Extra Hipermercados, Extra Supermercados, Extra Eletro e Assaí que apresentaram performance superiores à média da companhia.

O comunicado destaca ainda que as vendas brutas do comércio eletrônico (composto pelo Extra.com.br, Pão de Açúcar Delivery, Pontofrio.com.br e Atacado) registraram crescimento de 65,3% no período. Também foi verificado um aumento no ticket médio e tráfego de clientes em todas as lojas do Grupo neste período.

Lojas

No trimestre, foram abertas 11 novas lojas, sendo: 1 loja Extra Hipermercado e 1 loja Assaí no conceito "power center" (formato que atende aos consumidores de atacado e varejo, com uma loja ao lado da outra) em Palmas (Tocantins); e nove lojas do Extra Fácil em São Paulo. Além disso 1 loja do CompreBem foi convertida para o formato Assaí em Pernambuco.

Fonte: Folha Online
CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR