quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Venda de cerveja deve ultrapassar 10 bilhões de litros



Com a expansão das vendas, veio uma safra de bons resultados para a indústria
O mercado de cerveja vai romper este ano no País a barreira dos 10 bilhões de litros. A retomada da rota de crescimento do setor, iniciada há dois anos, chega após quase dez anos de estagnação no patamar de 8,5 bilhões de litros e esquenta ainda mais a disputa no setor.

Com a expansão das vendas, veio uma safra de bons resultados para a indústria. A líder AmBev, dona das marcas Skol Brahma e Antarctica, cresceu 5,1% em volume no primeiro trimestre. A Femsa, com as marcas Kaiser e Sol, triplicou suas vendas no mesmo período. E, embora não divulguem balanços, tanto a Schincariol quanto a Cervejaria Petrópolis (Crystal e Itaipava) também conquistaram mais consumidores.

Todas ainda melhoraram a rentabilidade por causa da queda do dólar, que barateia matérias-primas importadas, em especial malte, lúpulo e alumínio para as embalagens.

No primeiro trimestre, o mercado cresceu 6,7%. Mas quem mais ocupou espaço, ampliando sua presença e tirando o terceiro lugar do conglomerado mexicano Femsa, foi a Petrópolis, que passou a deter 8,1% de participação de mercado em abril, segundo a A/C Nielsen.

O avanço da Petrópolis, porém, acendeu o sinal de alerta na concorrência e abriu a discussão sobre o rápido crescimento da companhia que, há quatro anos, tinha metade da participação atual. Entre os executivos do mercado especula-se que a eficiência das vendas nesse negócio, assim como a possibilidade de sonegação fiscal (que permitiria trabalhar com preços menores), passam necessariamente pelo sistema de distribuição.

A cerveja gelada na mesa do bar é essencial para a rentabilidade desse negócio, que movimenta R$ 24 bilhões ao ano, dos quais 35% são recolhidos em forma de impostos.

Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Cerveja (Sindicerv), 67% da venda da cerveja acontece em bares e restaurantes, em garrafas de 600 ml. As latas, garrafas long neck e barris de chope ficam com o restante. Para quem acompanha o setor, as margens das vendas em redes varejistas são muito estreitas. Na informalidade dos botecos é que estaria o lucro.

"Com a nota para apenas uma caixa de cerveja o distribuidor entrega quatro ou cinco no boteco da periferia das cidades ou Estados menos visados pela Receita Federal", diz um consultor, que prefere o anonimato. Todas as companhias garantem que, de suas fábricas, os caminhões saem com a documentação exigida.

Os arquivos policiais estão recheados de denúncias de sonegação na distribuição de cerveja. Também são comuns boletins de apreensão de caminhões de entrega sem as notas fiscais.

Em Mato Grosso, o Ministério Público formalizou no final do ano passado um pedido de instauração de inquérito a partir da investigação de denúncias anônimas contra uma dezena de distribuidores por fraude fiscal. Todas a serviço da Petrópolis. "A Secretaria da Fazenda do Estado deu uma busca e não confirmou qualquer irregularidade", diz a promotora que coordena a investigação, Ana Cristina Bardusco. "As filias da distribuidora Praiamar, a principal denunciada, no Estado são todas novas e apresentaram a documentação exigida."

A Praiamar, da qual o presidente da Petrópolis, Walter Faria, já foi sócio, hoje está registrada na Junta Comercial de São Paulo como pertencente à empresa uruguaia Cadnell Company S A, junto com um sócio minoritário, Roberto Luís Lopes. Faria faz questão de assegurar que trabalha com 117 revendas, todas terceirizadas.

Mudanças na distribuição - A distribuição, considerada o coração do negócio da venda de cerveja, passa por mudanças. A terceirização, recurso mais usado pelas empresas até há pouco tempo, começou a perder espaço há quatro anos, quando a AmBev iniciou seu plano de assumir a distribuição. Hoje, mais da metade da distribuição da empresa é própria.

"Nos grandes centros fazemos economia de escala e temos ganhos de produtividade com essa logística", diz o diretor de trade marketing da companhia, Michel Dimitrios. "Mas ainda mantemos cerca de 200 revendas para nos atender no interior, porque essas empresas têm conhecimento de mercado local."

Na Femsa, a distribuição se dá por meio do sistema Coca-Cola - os mexicanos detêm uma parte da operação da Coca-Cola no Brasil. Mas há 16 outras empresas independentes que engarrafam e distribuem Coca. Os executivos na Femsa evitam falar com a imprensa. Nesse caso, limitam-se a informar que a Femsa Cerveja "está se esforçando para oferecer um portfólio de produtos que represente as demandas do consumidor".

Os concorrentes interpretam essa declaração como uma admissão subliminar de que a empresa enfrenta problemas para fazer suas cervejas chegarem ao varejo. A questão essencial está em convencer as 16 outras empresas dos Sistema Coca a se empenharem em entregar as marcas Kaiser e Sol, que representam apenas 5% do seu negócio. Para contornar a dificuldade, a Femsa estaria negociando a venda de cerca de 15% da Femsa Cerveja do Brasil aos engarrafadores de Coca-Cola. A empresa não confirma nem nega a informação.

A Schincariol contratou um executivo para tentar profissionalizar sua distribuição - especialmente após o escândalo da Operação Cevada, que chegou a prender boa parte da cúpula da empresa por crime de sonegação. Procurada, a empresa preferiu não falar sobre o assunto

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

PESQUISA DA IBM MOSTRA COMO A TECNOLOGIA MUDA HÁBITOS DE CLIENTES E VAREJO





Entre o estado da economia e o crescimento tecnológico, os consumidores estão, mais do que nunca, abraçando a internet, os telefones móveis e outras tecnologias para encontrar formas de mudar a maneira de fazer compras. Para atender a essas demandas, e não perder espaço, as redes varejistas devem responder com promoções e ofertas cada vez mais personalizadas.
Essas afirmações fazem parte de um estudo divulgado pela IBM em sua National Retail Federation Annual Convention & Expo 2010, evento que acontece em Nova York.

Baseado em entrevistas com 32 mil consumidores em seis países, o levantamento revela que compras baseadas em conhecimento tecnológico não são mais apenas um nicho.

“Em todos os mercados, de todos os grupos de idade e segmentos de varejo que estudamos, de guloseimas às lojas especializadas em roupas, descobrimos grande uso de tecnologia entre os consumidores”, afirmou a líder de indústria de varejo da IBM, Jill Puleri.

A surpresa do estudo é que o uso da tecnologia era mais pronunciado em mercado de crescimento elevado como Índia, China e Brasil , que em mercados mais estabilizados como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.

“O mundo emergente tem percentual superior de entrevistados que usam duas ou mais tecnologias para comprar”, afirma Puleri. A internet e os celulares foram as opções mais citadas, respectivamente.

Mas como os consumidores querem usar essas tecnologias?

- 79% querem usar os sites para acessar e imprimir cupons;
- 75% dos entrevistados desejam utilizar os celulares para encontrar onde estão as lojas mais próximas;
- 66% gostaria de saber quais mercadorias estão em estoque antes de chegarem a algum ponto de venda;
- 78% dos consumidores disseram que contribuiriam ou co-criariam com os varejistas por meio de feedbacks.

Para extrair inteligência de um grande volume de comentários, como pesquisas por e-mail ou posts em blogs e redes sociais, como Facebook ou Twitter, essas redes e também as fabricantes estão cada vez mais aderindo a análise das informações dos clientes. Essas novas aplicações de Business Intelligence (BI) podem, rapidamente, encontrar documentos, pesquisas, comentários e avaliá-los por meio de palavras negativas ou positivas associadas a uma marca em particular, produtos ou serviços.

Fonte: InformationWeek EUA, traduzido e publicado no Brasil pela IT WEB

CLÁUDIO OLIVEIRA
ALUNO DO IVAR

Ventilador e ar condicionado puxam desempenho do varejo




Segundo o IBGE, houve forte alta nas vendas desses aparelhos.
Em novembro, vendas do comércio cresceram 1,1%, diz instituto
O setor de móveis e eletrodomésticos foi o principal responsável pelo crescimento de 1,1% no mês de novembro nas vendas do varejo brasileiro na comparação com o mês anterior.



Veja ao lado: calor intenso esvazia estoque de lojas no Rio



Para Nilo Lopes Macedo, coordenador de Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as altas temperaturas em boa parte do país elevaram o comércio de aparelhos de ar condicionado e ventiladores.



A redução do IPI (Imposto sobre Produtos Importados) e o forte calor que atingiu a maior parte das regiões brasileiras contribuíram para o aumento das vendas destes produtos", afirmou Macedo. Em novembro, móveis e eletrodomésticos registraram uma expansão de 5,9% contra outubro.




Materiais de construção

Macedo também destacou a recuperação das vendas de materiais de construção, que no penúltimo mês do ano passado tiveram um crescimento de 2,7% na comparação com outubro. Até novembro, contudo, os setor acumula queda de 7,7%.



"As famílias ainda estão com um pouco de receio para tocar suas obras. Por isso, o consumo neste segmento foi retomado só no último trimestre. De qualquer maneira, as perspectivas são positivas para os próximos meses", explica.



Segundo Macedo, o aumento de 8,7% nas vendas do varejo em novembro de 2009, em relação ao mesmo período de 2008, refletem o quadro favorável da economia brasileira e a base baixa de comparação.



Na época, a economia mundial amargava os primeiros efeitos da crise financeira mundial após a falência do banco de investimentos Lehman Brothers em setembro de 2008.

globo.com

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

FAÇA AS PAZES COM VOCÊ MESMO






Desenvolver hábitos saudáveis faz bem para o corpo, para a mente e para a carreira. Siga nossas dicas e viva mais feliz
Um estudo realizado pelo Hospital Alemão Oswaldo Cruz, de São Paulo, com 32 100 executivos constatou que 76% dos entrevistados são sedentários, 63% apresentam taxas de colesterol e triglicérides elevadas e 59% estão acima do peso ideal, tanto homens quanto mulheres. Essas características elevam o risco de doenças cardiovasculares, como enfarte e derrame.

Os níveis de ansiedade e depressão também são altos por causa da pressão por resultados e do medo de perder o emprego: cerca de 40% dos executivos brasileiros sofrem de estresse, de acordo com o Centro de Psicologia e Controle do Stress, de Campinas, em São Paulo. “A dinâmica de vida dos executivos, combinada a uma alimentação inadequada, ao tabagismo e ao alcoolismo, só agrava esse quadro”, diz Sandra Arsencio, cardiologista do Oswaldo Cruz.

Não deveria ser assim. Ao contrário, para ter um bom desempenho no trabalho e crescer na carreira, o profissional tem de estar com a mente e o corpo no melhor estado possível. Com a saúde em dia, a pessoa pensa melhor, sente-se disposta a encarar os desafios e ainda assim fica menos cansada. Mais importante ainda, evita todos os problemas relatados anteriormente. A saída inevitável é adquirir hábitos saudáveis. É fácil fazer isso? Não, mas é necessário, para não dizer urgente, para quem é sedentário. “O primeiro passo é escutar os sinais do corpo e se colocar como prioridade número 1 para as mudanças acontecerem”, diz Sandra Arsencio.

A decisão de viver melhor é sempre individual. “Tem que existir equilíbrio entre as dimensões de sua vida, que são: física, emocional, intelectual, social e espiritual”, afirma o médico Alberto Ogata, membro do comitê internacional do National Wellness Institute e presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida. “Sem essa preocupação, não há como caminhar em direção ao bem-estar.”
Atalho renovador

A PUBLICITÁRIA MATO-GROSSENSE-DO-SUL KRISTIANE CORREA, DE 25 ANOS,
gerente de planejamento estratégico da Agência Interativa F.Biz, de São Paulo, encontrou na bicicleta uma maneira de escapar do trânsito e, ao mesmo tempo, conciliar trabalho e saúde. Todos os dias, faz um percurso que passa por dentro do Parque do Ibirapuera na ida e na volta do trabalho. “Chego mais rápido de bike do que de carro. Quando saio do trabalho, penso em outras coisas durante o caminho e abro a porta de casa mais leve.”

você s.a

cláudio oliveira
aluno do ivar

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Projesões gerais para o comércio, Selic e balança comercial para 2010, segundo Fecomercio




Dentro de três cenários possíveis (provável, otimista e pessimista), a Fecomercio analisa alguns indicadores da economia brasileira, acreditando que este ano será bastante positivo:

Comércio

No cenário provável, os economistas da Fecomercio avaliam que o comércio brasileiro deve crescer 8% em 2010. No quadro otimista, 10%. Já para os mais pessimistas a expectativa é que o segmento cresça 5%.

Em relação ao desempenho do comércio em São Paulo, o mais provável é que, em 2010, a elevação seja de 6%. Do lado otimista essa projeção será de 8% e o pessimista, de 1%.

A Fecomercio acredita que, este ano, a economia deve voltar a crescer naturalmente, sem a ajuda do governo, que em 2009 teve de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Além disso, a economia contou com subsídios dos bancos públicos, que cederam crédito. Em 2010, o país não vai precisar dessa ajuda porque a indústria vai se recuperar, haverá mais emprego e com isso o consumo ficará mais aquecido.

Selic

Os economistas da Fecomercio avaliam que a taxa Selic provavelmente ficará em torno de 10,5% ao ano. Em um cenário otimista, essa taxa giraria em torno de 9,5% ao ano. Em relação a uma perspectiva mais pessimista ficaria em 12,5% ao ano. Para a assessoria econômica da Federação, o Banco Central, bastante conservador no Brasil, deve elevar os juros neste ano devido à retomada do crescimento da economia, aquecendo a demanda.

Além desse conservadorismo, o aumento dos juros também garante rendimentos atrativos para que os setores privado e externo financiem os gastos públicos. Para suprir essa necessidade de juros altos, entrave para os investimentos produtivos no país, a Federação defende uma reforma fiscal que garanta melhoria da redução dos gastos do governo.

Balança comercial

Em relação à balança comercial, a Fecomercio analisa que o país está perdendo espaço no mercado. No cenário mais provável, a projeção é a de que a balança comercial termine com um saldo de US$ 15 bilhões no próximo ano. A mais otimista prevê um saldo de US$ 20 bilhões e os mais pessimistas, US$ 10 bilhões.

Segundo a Fecomercio, o saldo menor em 2010 é explicado pelo ritmo de crescimento da importação que, neste ano, será maior que o da exportação, com a recuperação da indústria e a manutenção do consumo interno

Cláudio Oliveira
aluno do ivar

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

2010 C0MEÇA E ESTAMOS DE VOLTA!!!!




Ola a todos !
Depois de merecidas férias, o blog volta hoje ao ar.

2009, que ano ! De um ano em que no início todos falávamos em crise, terminamos com a euforia de um Natal com crescimento excepcional, com 6,8 % de crescimento para o varejo físico, e com o varejo online quebrando recordes com vendas acima de R$ 1,6 bilhão, com mais de 28% de crescimento no periodo do Natal !

Ainda para aumentar a euforia de 2010, assistimos a fusão de dois gigantes do varejo nacional (Pao de Açúcar e Casas Bahia), bem como o anúncio da WalMart, que pretende abrir mais de 100 lojas no decorrer deste ano, com um investimento superior a R$ 2 bilhões.

Ano de Copa do Mundo (e dá-lhe venda de televisores !) e Eleições (imagino que sem grandes sustos na economia até lá), 2010 promete.

Tá na hora de tirar a poeira do balcão, organizar o estoque, montar as ofertas e se preparar para vender, e muito.

Esse é meu desejo para todos vocês.

Um grande abraço e boas vendas

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR