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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Lojas Renner prevê vendas maiores em até dois dígitos


As vendas pelo conceito "mesmas lojas" da Lojas Renner devem crescer perto de dois dígitos em 2010, antecipou hoje (19) o diretor financeiro e de relações com investidores da empresa, José Carlos Hruby.
"No início de 2009, esperávamos um número perto de zero. Hoje, vemos que as vendas serão maiores até o final do ano. Já para 2010, os resultados serão ainda melhores e podem ficar mais próximos de dois dígitos", disse Hruby, em reunião realizada pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec).
No trimestre encerrado em setembro, as vendas "mesmas lojas" da companhia aumentaram em 1,3%.
Em relação à abertura de novas lojas, o executivo confirmou que, em 2010, deverão ser criadas 12 novas unidades, cujos investimentos devem ultrapassar R$ 60 milhões.
"Vamos fortalecer a presença em praças onde já atuamos. Em capitais como Recife, Fortaleza e Salvador, podemos dobrar o número de lojas que temos hoje", afirmou.
Questionado sobre a atuação em lojas de rua, Hruby ressaltou que este ainda é um desafio para a Renner, cujo atual modelo de negócios demanda áreas específicas. "Seguimos avaliando oportunidades, mas muitos dos prédios que consultamos não foram construídos para comportar uma loja como a nossa".
Ainda assim, o diretor de RI não descartou a possibilidade de uma possível integração com alguma rede varejista voltada à classe econômica.
Produtos financeiros
Segundo Hruby, a Renner segue focada no avanço de seus produtos financeiros. "Com a instituição de uma financeira própria, conseguiremos atingir maior rentabilidade desses produtos que, hoje, ainda levam a perdas para a empresa", acrescentou.
A criação de uma financeira própria deve ser concluída ainda em 2010, segundo ele.
Sobre a implantação do cartão co-branded da Renner, que contemplará as bandeiras Master Card e Visa, o executivo informou que já estão sendo realizados testes para que o produto seja lançado aos clientes em maio de 2010. A princípio, serão fornecidos 1 milhão de cartões.
Operações on-line
Em relação ao comércio eletrônico de produtos, Hruby destacou que as operações continuarão concentradas na venda de relógios, perfumes e roupas íntimas femininas apenas.
"Nos próximos meses, manteremos uma postura low profile nesse segmento. Não temos intenção de aumentar esse mix para vestuário no curto prazo", disse.

Via
Vivian Pereira - Brasil Economico

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

BRASIL É 7° NO RANKING DE PREJUIZO COM FURTOS NO VAREJO


Os prejuízos causados por roubos ao comércio varejista no Brasil aumentaram 6,6% em 2009 na comparação com 2008, segundo levantamento global do Centro de Pesquisas do Varejo, na Grã-Bretanha. O país aparece em sétimo lugar no ranking de perdas provocadas por crimes, atrás apenas de Índia, Marrocos, México, África do Sul, Turquia e Tailândia.

No Brasil, os roubos provocaram prejuízo equivalente a 1,62% das vendas do varejo, num total de US$ 2,2 bilhões (R$ 3,8 bilhões). Em todo o mundo, as perdas chegam a US$ 114,8 bilhões (R$ 197 bilhões), o que representa 1,43% das vendas. Na comparação com 2008, houve aumento de 5,9% das perdas mundiais.

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O número leva em consideração roubos e também perdas causadas por falhas processuais, como erros contábeis. Excluindo as falhas, mas incluindo na conta os recursos investidos em prevenção aos roubos, os gastos do comércio mundial em 2009 chegaram a US$ 120,5 bilhões (R$ 208 bilhões).

No Brasil, o custo dos crimes contra o varejo somado aos investimentos em prevenção chegou a US$ 2,1 bilhões (R$ 3,6 bilhões) em 2009, 0,74% maior do que o de 2008.
A pesquisa foi realizada em 41 países, onde 1.069 empresas responderam ao questionário. Em 38 nações houve percepção de aumento nos roubos no varejo. As maiores altas foram registradas na Eslováquia (9,8%) e na África do Sul (8,2%).

O Brasil aparece em 15º lugar no ranking do número de comerciantes que relataram aumento dos prejuízos em cada país, com 37,5%. O maior percentual de varejistas que observaram crescimento do número de roubos está na Itália (54,2%), seguida por África do Sul (52,6%) e Estados Unidos (51,7%).

Um terço dos varejistas de todo o mundo acredita que o aumento do número de roubos praticados por clientes tem relação com a crise econômica mundial. Na América Latina, o percentual é de 37,1%, mas na América do Norte chega a 47,5%.

Na América Latina e América do Norte, o principal problema são os roubos praticados por funcionários, enquanto nas demais regiões pesquisadas (Europa, Ásia-Pacífico e Oriente Médio-África), o maior volume de perdas é causado por roubos praticados por clientes.
No Brasil, 41,2% dos prejuízos foram causados por funcionários, somando US$ 941 milhões (R$ 1,6 bilhões). Roubos realizados por clientes representaram 33,8%, das perdas e o restante é atribuído a fornecedores (8,2%) e erros internos (16,8%).

Apesar do aumento do número de roubos, a crise econômica levou os comerciantes a gastarem menos este ano na prevenção aos roubos. Os gastos nos 12 meses encerrados em junho de 2009 foram de US$ 24,5 bilhões (R$ 42,5 bilhões), uma queda de US$ 930 milhões (R$ 1,6 bilhões) na comparação com o ano anterior. No Brasil, os gastos em prevenção às perdas somaram US$ 293 milhões (R$ 508 milhões).

Em 2009, 5,8 milhões de pessoas foram flagrados roubando pelos varejistas em todo o mundo, 500 mil a mais do que no ano anterior. Desse total, 85,6% eram clientes e 14,4%, empregados.
As mercadorias mais visadas são roupas e acessórios, cosméticos, alimentos, CDs, DVDs e produtos eletrônicos.

Fonte: BBC Brasil/ O Globo

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Previsões de vendas de dezembro.


Consumidores gastarão em média R$ 170 neste Natal, prevêem lojistas.
O gasto médio dos brasileiros com compras de Natal será de R$ 170, segundo dados da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas). A entidade espera ainda que as vendas do comércio de fim de ano sejam 9% maiores que as registradas em 2008.

"Sem ameaça de crise e de desemprego, as pessoas vão comprar bem mais que no ano passado", declarou o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior. Ele afirma ainda que há uma demanda reprimida nas classes C e D que será impulsionada às compras com a liberação das restituições do Imposto de Renda - que injetará R$ 1,96 bilhão na economia no dia 16 de Novembro - e o pagamento do 13º salário.

Pagar dívidas e comprar.

"Esse dinheiro também vai ter impactos positivos na redução da inadimplência. O cliente vai honrar seus compromissos financeiros e ter condições de voltar a consumir", prevê Pellizzaro.

Um estudo divulgado pela Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) na segunda-feira (9) prevê que, em média, o consumidor brasileiro comprará 25 presentes neste Natal. Para a associação, o crescimento nas vendas ficará em 7% na comparação com 2008, o suficiente para gerar 130 mil empregos temporários no período.

Fonte: Info Money Pessoal
Por Alessandra Jermann