Restrita aos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, a cerveja deve começar a circular em outras praças já nos próximos meses. Segundo Luiz Claudio Taya, diretor de marketing da empresa, o produto será levado a novos mercados em esquema de "ensaio". “Há planos de expansão, mas sempre com muita cautela. Vamos fazer alguns ensaios já no primeiro semestre deste ano, mas queremos ter isso guardado a sete chaves", diz, sem revelar quais serão os novos mercados.
Ele acrescentou, porém, que o foco do produto continua sendo o Sudeste. "Queremos consolidar o lançamento tanto no Rio quanto em São Paulo, ganhar mais corpo, mais distribuição, tornar a marca mais presente na mente do consumidor".
Aquisições
Sem dar muitos detalhes, Taya revelou que a Schincariol pode fazer novas aquisições em 2011. "Há essa possibilidade. Temos que estar sempre abertos. O mundo é globalizado e as empresas menores acabam se associando às grandes", afirma. "Podemos ter associações que sejam estratégicas para nós, porque não produzimos só cerveja, mas também água, refrigerante e suco", completa.
De acordo com o executivo, a empresa aumentará sua capacidade produtiva, especialmente das unidades no Norte e no Nordeste, para atender à crescente demanda por bebidas. "Temos de estar preparados para o consumo que o País terá. Vai ser um grande oxigênio", diz Taya, atribuindo a expansão da demanda à melhoria da renda da população.
Fonte: O Estado de S. Paulo
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
schincariol demite 130 profissionais da área administrativa
Grupo Schincariol, fabricantes de bebidas, anunciou na semana passada que terá de demitir um total de 130 funcionários do setor administrativo de sua sede, em Itu, no interior de São Paulo.
O corte de gastos, de acordo com nota divulgada pela própria empresa, estaria relacionado a uma otimização na agilidade e flexibilidade da companhia.
O mercado pode começar a se preparar para recrutar bons profissionais de administração. De acordo com uma pesquisa realizada, os CEOs apontam como maior desafio empresarial encontrar profissionais qualificados para assumirem cargos de responsabilidade na companhia.
FONTE- EU SEI VENDER
O corte de gastos, de acordo com nota divulgada pela própria empresa, estaria relacionado a uma otimização na agilidade e flexibilidade da companhia.
O mercado pode começar a se preparar para recrutar bons profissionais de administração. De acordo com uma pesquisa realizada, os CEOs apontam como maior desafio empresarial encontrar profissionais qualificados para assumirem cargos de responsabilidade na companhia.
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Schin e Petropólis são as mais atraentes para aquisição de estrangeiros
A conclusão é de um estudo realizado pela consultoria Lafis sobre fusões e aquisições no segmento. A pesquisa também mostra que, dos principais mercados emergentes, o Brasil é a região que apresenta maior potencial de crescimento, uma vez que a Índia e a China possuem restrições culturais ao consumo de bebidas alcoólicas.
Com a Nova Schin, Devassa, Glacial, Cintra, Primus, NS2 e Nobel em seu portfólio, a Schincariol tem uma ampla atuação no território nacional e está em expansão na América Latina. A liderança da companhia na região Nordeste, que possui alto potencial de crescimento, também é outro ponto de atração para investidores estrangeiros. O estudo também revela que o fato de a empresa não ter obtido ganhos de market share nos últimos anos, mantendo-se na casa de 12%, poderia abrir um espaço para uma revisão estratégica do seu posicionamento do mercado.
Mas, segundo Júlia Perez, analista setorial responsável pelo estudo, a Schincariol é familiar, está se profissionalizando e não demonstra interesse em ser comprada. “A empresa é atraente, porém não enxergamos como algo próximo a possibilidade de um grande player estrangeiro adquiri-la", pondera.
O Grupo Petrópolis – que tem as marcas Crystal, Lokal, Itaipava, TNT, Black Princess e Petra –, por outro lado, se apresenta como uma alternativa, mas não tão forte, segundo o estudo. Apesar de ter uma participação de mercado semelhante à da Schincariol, de 10%, a distribuição da empresa se concentra principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, o que dificultaria a conquista do mercado nacional por um comprador estrangeiro.
A categoria de cervejas premium é uma possível porta de entrada de empresas estrangeiras no País, segundo o estudo. Nesse sentido, o segmento das microcervejarias seria atraente por estar posicionado para um público que busca diferenciação do produto e se preocupa menos com preço. "Essa pode ser uma forma de as empresas estrangeiras começarem a entender melhor o mercado brasileiro como um todo. Esse segmento tem alto potencial de crescimento com o aumento da massa salarial do brasileiro e a sofisticação do consumo", afirma a analista.
Fonte: Valor Online
Com a Nova Schin, Devassa, Glacial, Cintra, Primus, NS2 e Nobel em seu portfólio, a Schincariol tem uma ampla atuação no território nacional e está em expansão na América Latina. A liderança da companhia na região Nordeste, que possui alto potencial de crescimento, também é outro ponto de atração para investidores estrangeiros. O estudo também revela que o fato de a empresa não ter obtido ganhos de market share nos últimos anos, mantendo-se na casa de 12%, poderia abrir um espaço para uma revisão estratégica do seu posicionamento do mercado.
Mas, segundo Júlia Perez, analista setorial responsável pelo estudo, a Schincariol é familiar, está se profissionalizando e não demonstra interesse em ser comprada. “A empresa é atraente, porém não enxergamos como algo próximo a possibilidade de um grande player estrangeiro adquiri-la", pondera.
O Grupo Petrópolis – que tem as marcas Crystal, Lokal, Itaipava, TNT, Black Princess e Petra –, por outro lado, se apresenta como uma alternativa, mas não tão forte, segundo o estudo. Apesar de ter uma participação de mercado semelhante à da Schincariol, de 10%, a distribuição da empresa se concentra principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, o que dificultaria a conquista do mercado nacional por um comprador estrangeiro.
A categoria de cervejas premium é uma possível porta de entrada de empresas estrangeiras no País, segundo o estudo. Nesse sentido, o segmento das microcervejarias seria atraente por estar posicionado para um público que busca diferenciação do produto e se preocupa menos com preço. "Essa pode ser uma forma de as empresas estrangeiras começarem a entender melhor o mercado brasileiro como um todo. Esse segmento tem alto potencial de crescimento com o aumento da massa salarial do brasileiro e a sofisticação do consumo", afirma a analista.
Fonte: Valor Online
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sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Schincariol investe R$ 1 bilhão na produção nordestina
A unidade de Alagoinha (BA) já está em fase de ampliação para dobrar a capacidade produtiva. A verba destinada chega a aproximadamente R$ 400 milhões que serão aplicados até o fim de 2011. A fábrica produz cerveja, chope, refrigerante, bebidas mistas e água mineral.
Em Recife (PE), o investimento a ser aplicado entre 2010 e 2014 é da ordem de R$ 200 milhões. O dinheiro será utilizado não só no aumento da produção, mas também na modernização da unidade. Já na unidade de Caxias (MA), os aportes programados são de R$ 120 milhões até 2014.
"Se o nosso produto precisar percorrer mais de 500 quilômetros para chegar aos pontos de distribuição, perdemos qualidade e não conseguimos competir nesse mercado" explica Adriano Schincariol, presidente do Grupo Schincariol. Com os investimentos em produção, a expectativa é fechar 2010 com faturamento de R$ 6 bilhões.
Fonte: DCI
Em Recife (PE), o investimento a ser aplicado entre 2010 e 2014 é da ordem de R$ 200 milhões. O dinheiro será utilizado não só no aumento da produção, mas também na modernização da unidade. Já na unidade de Caxias (MA), os aportes programados são de R$ 120 milhões até 2014.
"Se o nosso produto precisar percorrer mais de 500 quilômetros para chegar aos pontos de distribuição, perdemos qualidade e não conseguimos competir nesse mercado" explica Adriano Schincariol, presidente do Grupo Schincariol. Com os investimentos em produção, a expectativa é fechar 2010 com faturamento de R$ 6 bilhões.
Fonte: DCI
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