Realizar compras sem sair de casa já se tornou um hábito entre os brasileiros. Mais de 23 milhões de pessoas compraram pela internet no último ano. O E-bit estima que em 2010, o varejo eletrônico faturou em torno de R$15 bilhões. A expectativa para 2011 é de 19% de crescimento em todo o mundo, afirma pesquisa JP Morgan.
Só na época do Natal, as vendas via web cresceram 40%. Dados do E-bit apontam que entre o dia 15 de novembro a 24 de dezembro foram movimentados R$2,2 bilhões em vendas de bens de consumo pela web. O pico de vendas foi em 14 de dezembro, com 224 mil pedidos. O valor médio dos pedidos feitos pela internet ficou em R$ 370,00.
Um dos pioneiros em e-commerce no país e com mais de oito mil itens na sua loja virtual, a Eletrônica Santana registrou crescimento de 90% em relação ao mesmo período no ano passado. Rubens Branchini Martins, diretor comercial, diz que seus consumidores gastaram a média de R$220 com produtos eletro-eletrônicos, principalmente acessórios para linha Apple (IPod, IPad e IPhone), para TV digital e informática, equipamentos de segurança, além da linha saúde e beleza.
Para 2011 Martins promete superar 100% em incremento de vendas. “O primeiro mês do ano já alcançou este índice mensal se comparado ao mesmo mês do ano passado”, conclui.
Fonte: Varejista
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Saldão na Internet começa dia 20, com descontos de até 90%
Aqueles que ainda não compraram os presentes de fim de ano podem esperar um pouco mais se quiserem economizar.
Isso porque o Saldão na Internet Especial de Natal antecipa as promoções para o dia 20 deste mês reunindo as principais redes varejistas do e-commerce que oferecerão produtos com descontos de até 90%.
Ao todo, devem ser movimentados R$ 20 milhões, o dobro do valor movimentado no Natal passado, quando R$ 10 milhões foram comercializados por cerca de 380 mil consumidores.
A partir do dia 20 será possível encontrar ofertas diárias no www.saldaonainternet.com.br e na virada do dia 24 para o dia 25 ocorrerão as grandes promoções. O término do Saldão está previsto para ocorrer entre os dias 10 e 15 de janeiro.
Ofertas
Espera-se que cerca de mil lojas virtuais participem do Saldão ofertando de flores a eletrodomésticos e eletroeletrônicos.
“Os consumidores do Saldão buscam boas oportunidades e os produtos com ofertas mais agressivas são os que mais vendem, sempre”, ressaltou, por meio de nota, o Gerente de Marketing da Braspag, empresa de soluções de pagamentos para e-commerce que criou o Saldão, Rennan Fortes.
Além das ofertas, os consumidores também poderão ganhar prêmios. “Nosso maior propagador será o próprio consumidor, que ganhará pontos por meio das indicações de novos usuários e que consumam no site. Os pontos valerão prêmios ao primeiro colocado”, afirma Fortes.
As informações sobre as ofertas e promoções do Saldão serão divulgadas no site da iniciativa.
E-commerce
O faturamento do comércio online deve superar os R$ 15 bilhões neste ano. Somente neste último trimestre espera-se um faturamento de R$ 3,3 bilhões.
Neste Natal, os consumidores gastarão 40% a mais em compras pela internet, segundo as previsões da camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico).
“Nas três semanas que antecedem o Natal, o varejo on-line vende o volume equivalente a oito semanas médias e o tíquete médio de 2009 foi R$ 346”, declarou o presidente da camara-e.net, Manuel Matos. Segundo ele, o Natal costuma representar 16% das vendas de todo o ano.
Assim como em 2009, os produtos de informática e eletrônicos devem ser destaque de vendas, seguidos por livros, CDs e DVDs. De acordo com Matos, os e-varejistas já estão se preparando para atender ao crescimento da demanda que ocorre nesta época do ano.
Fonte: Info Money Pessoal
Isso porque o Saldão na Internet Especial de Natal antecipa as promoções para o dia 20 deste mês reunindo as principais redes varejistas do e-commerce que oferecerão produtos com descontos de até 90%.
Ao todo, devem ser movimentados R$ 20 milhões, o dobro do valor movimentado no Natal passado, quando R$ 10 milhões foram comercializados por cerca de 380 mil consumidores.
A partir do dia 20 será possível encontrar ofertas diárias no www.saldaonainternet.com.br e na virada do dia 24 para o dia 25 ocorrerão as grandes promoções. O término do Saldão está previsto para ocorrer entre os dias 10 e 15 de janeiro.
Ofertas
Espera-se que cerca de mil lojas virtuais participem do Saldão ofertando de flores a eletrodomésticos e eletroeletrônicos.
“Os consumidores do Saldão buscam boas oportunidades e os produtos com ofertas mais agressivas são os que mais vendem, sempre”, ressaltou, por meio de nota, o Gerente de Marketing da Braspag, empresa de soluções de pagamentos para e-commerce que criou o Saldão, Rennan Fortes.
Além das ofertas, os consumidores também poderão ganhar prêmios. “Nosso maior propagador será o próprio consumidor, que ganhará pontos por meio das indicações de novos usuários e que consumam no site. Os pontos valerão prêmios ao primeiro colocado”, afirma Fortes.
As informações sobre as ofertas e promoções do Saldão serão divulgadas no site da iniciativa.
E-commerce
O faturamento do comércio online deve superar os R$ 15 bilhões neste ano. Somente neste último trimestre espera-se um faturamento de R$ 3,3 bilhões.
Neste Natal, os consumidores gastarão 40% a mais em compras pela internet, segundo as previsões da camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico).
“Nas três semanas que antecedem o Natal, o varejo on-line vende o volume equivalente a oito semanas médias e o tíquete médio de 2009 foi R$ 346”, declarou o presidente da camara-e.net, Manuel Matos. Segundo ele, o Natal costuma representar 16% das vendas de todo o ano.
Assim como em 2009, os produtos de informática e eletrônicos devem ser destaque de vendas, seguidos por livros, CDs e DVDs. De acordo com Matos, os e-varejistas já estão se preparando para atender ao crescimento da demanda que ocorre nesta época do ano.
Fonte: Info Money Pessoal
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Brasileiro é líder em compra on-line na América Latina
O brasileiro que entra em sites de vendas dificilmente sai de mãos abanando. Segundo pesquisa, 94% dos internautas que frequentam essa modalidade de site já fizeram compras on-line --maior índice da América Latina.
Na Argentina, que tem o segundo maior patamar, 89% já adquiriram produtos pela internet. No Peru, o último, o índice é de 63%, segundo a consultoria ComScore.
Esses dados, afirma o estudo, mostram que o setor dá sinais "encorajadores de crescimento", mas que as empresas devem se adaptar para concretizar esse avanço.
Uma das questões cruciais é a melhora da segurança nas compras on-line, que é a principal preocupação dos internautas da América Latina, principalmente entre as mulheres, que são as líderes de compra na região.
Segundo a pesquisa, 88% das latino-americanas que visitam sites de vendas já adquiriram produto on-line (entre os homens, são 79%).
Porém, entre as que não compraram, mais de dois terços dizem que a falta de segurança na internet foi o principal motivo que impediu a concretização do negócio.
Preferência nacional
A pesquisa mostra que o brasileiro prefere os sites locais, mas há espaço para os concorrentes internacionais ganharem consumidores.
Segundo a ComScore, 58% dos internautas brasileiros preferem comprar em um site nacional do que em um de fora do país. Essa preferência só perde na América Latina para a dos argentinos -76% dos vizinhos optam pelo comércio eletrônico local.
Para a consultoria, como a diferença de preferência é pequena (no Brasil e na maior parte da região), isso mostra que a origem do site não é levada em grande consideração pelos consumidores latino-americanos.
Uma das dificuldades que os sites internacionais têm para elevar as vendas no Brasil é o alto custo da importação, devido aos impostos.
O consumidor brasileiro é o que paga mais caro para comprar o Kindle, o leitor de livros eletrônicos vendido pela Amazon.
São US$ 312 (cerca de R$ 530) pela versão mais barata -praticamente metade do valor é formada por impostos.
Fonte: Folha Online
Na Argentina, que tem o segundo maior patamar, 89% já adquiriram produtos pela internet. No Peru, o último, o índice é de 63%, segundo a consultoria ComScore.
Esses dados, afirma o estudo, mostram que o setor dá sinais "encorajadores de crescimento", mas que as empresas devem se adaptar para concretizar esse avanço.
Uma das questões cruciais é a melhora da segurança nas compras on-line, que é a principal preocupação dos internautas da América Latina, principalmente entre as mulheres, que são as líderes de compra na região.
Segundo a pesquisa, 88% das latino-americanas que visitam sites de vendas já adquiriram produto on-line (entre os homens, são 79%).
Porém, entre as que não compraram, mais de dois terços dizem que a falta de segurança na internet foi o principal motivo que impediu a concretização do negócio.
Preferência nacional
A pesquisa mostra que o brasileiro prefere os sites locais, mas há espaço para os concorrentes internacionais ganharem consumidores.
Segundo a ComScore, 58% dos internautas brasileiros preferem comprar em um site nacional do que em um de fora do país. Essa preferência só perde na América Latina para a dos argentinos -76% dos vizinhos optam pelo comércio eletrônico local.
Para a consultoria, como a diferença de preferência é pequena (no Brasil e na maior parte da região), isso mostra que a origem do site não é levada em grande consideração pelos consumidores latino-americanos.
Uma das dificuldades que os sites internacionais têm para elevar as vendas no Brasil é o alto custo da importação, devido aos impostos.
O consumidor brasileiro é o que paga mais caro para comprar o Kindle, o leitor de livros eletrônicos vendido pela Amazon.
São US$ 312 (cerca de R$ 530) pela versão mais barata -praticamente metade do valor é formada por impostos.
Fonte: Folha Online
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
E-commerce deve crescer 25% em 2010
O faturamento do canal ficou em R$ 7,8 bilhões no primeiro semestre deste ano. A previsão é de que o setor feche 2010 com crescimento de 25% em relação a 2009, atingindo R$ 14,6 bilhões. Segundo a Fecomércio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), com base em estudo da e-bit, o número de consumidores online deve passar de 17,2 milhões em 2009 para 23 milhões de internautas até dezembro.
Um motivos para a expansão do segmento é o sucesso dos sites de compras coletivas no País. O tíquete médio dessa modalidade já é superior a R$ 30. Nesse formato, os compradores cadastrados recebem propostas de descontos dos lojistas. No entanto, a promoção só vale se um número mínimo de internautas bancar a promoção em um período determinado.
De olho nesse mercado, o empresário Felipe Murta e mais dois sócios lançaram o site de compras em grupo Vitrine Coletiva. “A intenção é aproveitar uma oferta para divulgar um produto ou serviço e a própria marca dos parceiros”, explicou Murta. Com investimento de R$ 100 mil, o site já conta com uma estrutura de 12 funcionários e atuará, inicialmente, apenas na cidade do Rio de Janeiro. A ideia é trabalhar com descontos entre R$ 35 e R$ 85. A previsão é movimentar cerca de R$ 500 mil em um ano e reinvestir até 60% na própria empresa.
Já a papelaria Paperchase, 20 anos no mercado, abriu seu braço online em 2007 para vender os mesmos produtos da unidade física, que fatura R$ 1,4 milhão. Durante 2009, o site, com tíquete médio de R$ 148, faturou R$ 22 mil. A previsão para 2010 é chegar a R$ 25 mil.
Em 2011, a Paperchase vai investir cerca de 40% da receita prevista na plataforma digital. “Vamos investir em navegabilidade, conteúdo e atuação nas redes sociais”, adiantou Álvaro Real, gerente de marketing da empresa. O site também ganhará novas ferramentas de apresentação de produtos, como vídeo e fotos em 360 graus. “A novidade vai tirar dúvidas do internauta na hora da compra.”
Fonte: Valor Econômico
Um motivos para a expansão do segmento é o sucesso dos sites de compras coletivas no País. O tíquete médio dessa modalidade já é superior a R$ 30. Nesse formato, os compradores cadastrados recebem propostas de descontos dos lojistas. No entanto, a promoção só vale se um número mínimo de internautas bancar a promoção em um período determinado.
De olho nesse mercado, o empresário Felipe Murta e mais dois sócios lançaram o site de compras em grupo Vitrine Coletiva. “A intenção é aproveitar uma oferta para divulgar um produto ou serviço e a própria marca dos parceiros”, explicou Murta. Com investimento de R$ 100 mil, o site já conta com uma estrutura de 12 funcionários e atuará, inicialmente, apenas na cidade do Rio de Janeiro. A ideia é trabalhar com descontos entre R$ 35 e R$ 85. A previsão é movimentar cerca de R$ 500 mil em um ano e reinvestir até 60% na própria empresa.
Já a papelaria Paperchase, 20 anos no mercado, abriu seu braço online em 2007 para vender os mesmos produtos da unidade física, que fatura R$ 1,4 milhão. Durante 2009, o site, com tíquete médio de R$ 148, faturou R$ 22 mil. A previsão para 2010 é chegar a R$ 25 mil.
Em 2011, a Paperchase vai investir cerca de 40% da receita prevista na plataforma digital. “Vamos investir em navegabilidade, conteúdo e atuação nas redes sociais”, adiantou Álvaro Real, gerente de marketing da empresa. O site também ganhará novas ferramentas de apresentação de produtos, como vídeo e fotos em 360 graus. “A novidade vai tirar dúvidas do internauta na hora da compra.”
Fonte: Valor Econômico
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Comércio eletrônico espera faturar R$ 2,2 bilhões no Natal
O comércio eletrônico espera faturar R$ 2,2 bilhões com as vendas do período natalino de 15 de novembro a 24 de dezembro, o que virá a representar um aumento de em relação ao mesmo período do ano anterior, quando somou R$ 1,6 bilhão, de acordo com levantamento da e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce.
A previsão é que o tíquete médio no setor deverá girar em torno de R$ 370, com destaque de vendas para as categorias livros, eletrônicos, informática e eletrodomésticos. Se a previsão de vendas se confirmar, o comércio eletrônico deverá fechar o ano com faturamento de R$ 15 bilhões, ante R$ 10,6 bilhões registrados no ano anterior.
Na avaliação da e-bit, o potencial de crescimento do país no varejo online é tão expressivo que chega a superar o do mercado americano. 'Enquanto no Brasil as vendas pela internet têm previsão de crescimento de 40% em 2010, nos Estados Unidos as vendas devem ser de apenas 12,7%, de acordo com dados do eMarketer, empresa americana de inteligência digital', avaliou o e-bit em nota de divulgação.
Fonte: Valor Online
A previsão é que o tíquete médio no setor deverá girar em torno de R$ 370, com destaque de vendas para as categorias livros, eletrônicos, informática e eletrodomésticos. Se a previsão de vendas se confirmar, o comércio eletrônico deverá fechar o ano com faturamento de R$ 15 bilhões, ante R$ 10,6 bilhões registrados no ano anterior.
Na avaliação da e-bit, o potencial de crescimento do país no varejo online é tão expressivo que chega a superar o do mercado americano. 'Enquanto no Brasil as vendas pela internet têm previsão de crescimento de 40% em 2010, nos Estados Unidos as vendas devem ser de apenas 12,7%, de acordo com dados do eMarketer, empresa americana de inteligência digital', avaliou o e-bit em nota de divulgação.
Fonte: Valor Online
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Mulheres gastam em média R$ 475 por mês na internet
Os itens que lideram a lista dos mais consumidos são eletrônicos, livros e revistas, segundo pesquisa realizada pela Sophia Mind. Dados do e-bit demonstram que desde 2001, o e-commerce cresceu cerca de 2.000% no Brasil, sendo que 55% dos consumidores são mulheres.
Em pesquisa anterior, a Sophia Mind destacou que mais de 40% das entrevistadas sentem interesse em realizar compras através da internet. As que já utilizam o sistema buscam também informações e compartilhamento de experiências, que acabam influenciando em suas escolhas na hora da compra.
Apesar das redes sociais, como o twitter, e dos sites de compras coletivas terem fortes tendências do mercado, o e-mail ainda é um canal importante para as empresas e marcas manterem contato com as potenciais consumidoras.
Fonte: Sophia Mind
Em pesquisa anterior, a Sophia Mind destacou que mais de 40% das entrevistadas sentem interesse em realizar compras através da internet. As que já utilizam o sistema buscam também informações e compartilhamento de experiências, que acabam influenciando em suas escolhas na hora da compra.
Apesar das redes sociais, como o twitter, e dos sites de compras coletivas terem fortes tendências do mercado, o e-mail ainda é um canal importante para as empresas e marcas manterem contato com as potenciais consumidoras.
Fonte: Sophia Mind
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Marketing digital turbina desempenho de loja virtual
A loja virtual O Melhor da Vida, pioneira no conceito de Experience Marketing no Brasil, reafirma o compromisso de fortalecer cada vez mais sua marca na internet e, para isso, aposta em ações de marketing digital e em redes sociais.
A empresa formou uma base de clientes composta por mais de 90 mil nomes, que recebem campanhas promocionais por meio de ações de e-mail marketing. Os envios destas campanhas são realizados pela Virtual Target, que entrega 80 relatórios de acessibilidade, possibilitando à loja virtual mensurar os resultados de cada campanha online.
Mensalmente, O Melhor da Vida dispara duas remessas de e-mail com dicas de consumo, lançamentos de produtos e anúncios de concursos culturais, dentre outras informações. A partir daí, por meio da análise detalhada dos relatórios de acessibilidade da Virtual Target – que trazem dados pormenorizados sobre o perfil comportamental da base – a empresa faz um novo disparo, com ofertas ainda mais segmentadas de acordo com o interesse do destinatário.
A ferramenta possibilita identificar os assuntos que despertam maior interesse, pois o sistema aponta todos os produtos que foram clicados pelo destinatário e mensura o que foi gerado em vendas no portal, proveniente da ação. Em média, a conversão em vendas obtida na segunda remessa de emails, mais segmentada, é de 25%.
Outra aposta da loja virtual são as redes sociais. Atualmente, a empresa participa do Facebook, Twitter, Linkedin, YouTube e Orkut, que somam mais de 500 seguidores no Brasil. Além disso, a loja virtual mantém um blog (http://omelhordavida2009.blogspot.com/), onde disponibiliza conteúdos relacionados às suas promoções, concursos culturais e lançamentos de produtos e serviços.
De acordo com Jorge Nahas, CEO da empresa, “esses canais nos permitem falar de forma altamente segmentada, e possibilitam poder ‘ouvir’ o que os clientes dizem sobre a marca, sugestões de novos produtos e serviços, opiniões e depoimentos. É uma forma de tornar mais pessoal um contato que, muitas vezes, acontece apenas no ambiente virtual”, diz.
Fonte: Varejista
A empresa formou uma base de clientes composta por mais de 90 mil nomes, que recebem campanhas promocionais por meio de ações de e-mail marketing. Os envios destas campanhas são realizados pela Virtual Target, que entrega 80 relatórios de acessibilidade, possibilitando à loja virtual mensurar os resultados de cada campanha online.
Mensalmente, O Melhor da Vida dispara duas remessas de e-mail com dicas de consumo, lançamentos de produtos e anúncios de concursos culturais, dentre outras informações. A partir daí, por meio da análise detalhada dos relatórios de acessibilidade da Virtual Target – que trazem dados pormenorizados sobre o perfil comportamental da base – a empresa faz um novo disparo, com ofertas ainda mais segmentadas de acordo com o interesse do destinatário.
A ferramenta possibilita identificar os assuntos que despertam maior interesse, pois o sistema aponta todos os produtos que foram clicados pelo destinatário e mensura o que foi gerado em vendas no portal, proveniente da ação. Em média, a conversão em vendas obtida na segunda remessa de emails, mais segmentada, é de 25%.
Outra aposta da loja virtual são as redes sociais. Atualmente, a empresa participa do Facebook, Twitter, Linkedin, YouTube e Orkut, que somam mais de 500 seguidores no Brasil. Além disso, a loja virtual mantém um blog (http://omelhordavida2009.blogspot.com/), onde disponibiliza conteúdos relacionados às suas promoções, concursos culturais e lançamentos de produtos e serviços.
De acordo com Jorge Nahas, CEO da empresa, “esses canais nos permitem falar de forma altamente segmentada, e possibilitam poder ‘ouvir’ o que os clientes dizem sobre a marca, sugestões de novos produtos e serviços, opiniões e depoimentos. É uma forma de tornar mais pessoal um contato que, muitas vezes, acontece apenas no ambiente virtual”, diz.
Fonte: Varejista
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
Sites de compras coletivas alcançam 5,6 milhões de usuários, diz Ibope
Os sites de descontos ou compras coletivas atingiram 5,5 milhões de usuários em setembro, expansão de 27% em relação a agosto, quando somou 4,3 milhões, de acordo com dados do Ibope Nielsen Online.
Os internautas de 25 a 34 anos são os que mais usam os sites de compras coletivas, representando 38,3% da audiência, seguido do grupo de 35 a 49 anos. Os homens ainda são maioria nesse tipo de site, com 53,8% da audiência total de 5,583 milhões em setembro. As mulheres representam 46,2%.
De acordo com José Calazans, analista do Ibope Nielsen Online, o número total de usuários ativos no trabalho e em residências em setembro foi de 40,6 milhões, o que significou uma diminuição de 2,4% em relação ao mês anterior e um crescimento de 14% na comparação com os 35,5 milhões de setembro de 2009.
Considerando o uso da internet em todos ambientes (trabalho, residências, escolas, lan houses, bibliotecas, telecentros), o número de pessoas com acesso à rede foi de 67,5 milhões, no quarto trimestre de 2009.
Fonte: Valor Online
Os internautas de 25 a 34 anos são os que mais usam os sites de compras coletivas, representando 38,3% da audiência, seguido do grupo de 35 a 49 anos. Os homens ainda são maioria nesse tipo de site, com 53,8% da audiência total de 5,583 milhões em setembro. As mulheres representam 46,2%.
De acordo com José Calazans, analista do Ibope Nielsen Online, o número total de usuários ativos no trabalho e em residências em setembro foi de 40,6 milhões, o que significou uma diminuição de 2,4% em relação ao mês anterior e um crescimento de 14% na comparação com os 35,5 milhões de setembro de 2009.
Considerando o uso da internet em todos ambientes (trabalho, residências, escolas, lan houses, bibliotecas, telecentros), o número de pessoas com acesso à rede foi de 67,5 milhões, no quarto trimestre de 2009.
Fonte: Valor Online
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
CONHEÇA AS MELHORES LOJAS DE E-COMMERCE DE 2010
Durante a segunda quinzena de outubro o comércio eletrônico brasileiro conheceu as melhores lojas do setor, conforme opinião de consumidores. As empresas foram homenageadas durante a sétima edição do “Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C – 2010”, organizado pela e-bit, com a presença das principais redes varejistas do país.
Ao todo, 17 lojas virtuais receberam o troféu Diamante, enquanto nove conquistaram os prêmios Ouro, Prata e Bronze, a partir de votação pública de mais de 300 mil votos.
“A premiação da e-bit já é um evento tradicional do setor. Desde 2004, as lojas com melhor desempenho no e-commerce são devidamente recompensadas com os troféus bronze, prata, ouro, diamante e principalmente, o Diamante Azul. Isso reforça ainda mais a relevância que essas empresas têm para um setor que vem crescendo em média 40% ao ano nos últimos 5 anos”, afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.
Para concorrer ao prêmio de Loja Diamante, é necessário que o varejista tenha avaliação máxima dos consumidores, por pelo menos noventa dias, no primeiro semestre de 2010.
De acordo com Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, as lojas premiadas merecem ser lembradas pela boa execução em todas as frentes de negócio: “Consideramos todos os resultados obtidos na pesquisa de satisfação do consumidor, que envolvem aspectos como o processo de compra, prazo de entrega, atendimento ao cliente, fidelização, entre outros. A participação do consumidor é essencial para o reconhecimento das lojas”, explica o executivo.
Entre as empresas cadastradas na e-bit, 17 delas conquistaram o título de Diamante, entre as quais, a de maior pontuação obteve o título Diamante Azul.
Além dos troféus, a premiação permite ainda que os ganhadores divulguem selos nas suas páginas. O “Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C – 2010” contou com o apoio e patrocínio das seguintes empresas: FControl, Vendapontocom, Total Express, CiaShop e Virid.
Conheça a lista completa dos ganhadores do Prêmio “Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C - 2010:
Melhor Loja Diamante – Diamante Azul
- WalMart
Lojas Diamante vencedoras
- Livraria Cultura
- Droga Raia
- Fast Shop
- Fnac
- Livraria da Travessa
- Livraria Saraiva
- Magazine Luiza
- Marisa
- Onofre em Casa
- Pão de Açúcar Delivery
- Passarela Calçados
- Siciliano.com.br
- Sorte Online
- Ultrafarma
- Videolar.com
- WalMart
- Zelo
Melhores Lojas Ouro – Votação Popular
1° lugar: Compra Fácil
2° lugar: Lojas MM
3° lugar: Extra.com.br
Melhores Lojas Prata – Votação Popular
1° lugar: TAM Linhas Aéreas
2° lugar: Vivo
3° lugar: Barato Mania
Melhores Lojas Bronze – Votação Popular
1° lugar: Calçados Online
2° lugar: Lojas Bom Preço
3° lugar: 28 Camisas Inteligentes
Ao todo, 17 lojas virtuais receberam o troféu Diamante, enquanto nove conquistaram os prêmios Ouro, Prata e Bronze, a partir de votação pública de mais de 300 mil votos.
“A premiação da e-bit já é um evento tradicional do setor. Desde 2004, as lojas com melhor desempenho no e-commerce são devidamente recompensadas com os troféus bronze, prata, ouro, diamante e principalmente, o Diamante Azul. Isso reforça ainda mais a relevância que essas empresas têm para um setor que vem crescendo em média 40% ao ano nos últimos 5 anos”, afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.
Para concorrer ao prêmio de Loja Diamante, é necessário que o varejista tenha avaliação máxima dos consumidores, por pelo menos noventa dias, no primeiro semestre de 2010.
De acordo com Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, as lojas premiadas merecem ser lembradas pela boa execução em todas as frentes de negócio: “Consideramos todos os resultados obtidos na pesquisa de satisfação do consumidor, que envolvem aspectos como o processo de compra, prazo de entrega, atendimento ao cliente, fidelização, entre outros. A participação do consumidor é essencial para o reconhecimento das lojas”, explica o executivo.
Entre as empresas cadastradas na e-bit, 17 delas conquistaram o título de Diamante, entre as quais, a de maior pontuação obteve o título Diamante Azul.
Além dos troféus, a premiação permite ainda que os ganhadores divulguem selos nas suas páginas. O “Prêmio Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C – 2010” contou com o apoio e patrocínio das seguintes empresas: FControl, Vendapontocom, Total Express, CiaShop e Virid.
Conheça a lista completa dos ganhadores do Prêmio “Excelência em Qualidade Comércio Eletrônico B2C - 2010:
Melhor Loja Diamante – Diamante Azul
- WalMart
Lojas Diamante vencedoras
- Livraria Cultura
- Droga Raia
- Fast Shop
- Fnac
- Livraria da Travessa
- Livraria Saraiva
- Magazine Luiza
- Marisa
- Onofre em Casa
- Pão de Açúcar Delivery
- Passarela Calçados
- Siciliano.com.br
- Sorte Online
- Ultrafarma
- Videolar.com
- WalMart
- Zelo
Melhores Lojas Ouro – Votação Popular
1° lugar: Compra Fácil
2° lugar: Lojas MM
3° lugar: Extra.com.br
Melhores Lojas Prata – Votação Popular
1° lugar: TAM Linhas Aéreas
2° lugar: Vivo
3° lugar: Barato Mania
Melhores Lojas Bronze – Votação Popular
1° lugar: Calçados Online
2° lugar: Lojas Bom Preço
3° lugar: 28 Camisas Inteligentes
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Intenção de compra neste trimestre sobe para 76,2%
Esse é o percentual de pessoas que pretendem adquirir algum produto nos próximos três meses. O índice registrou um aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre deste ano, e uma leve queda de 0,8 ponto percentual frente ao quarto trimestre de 2009. A “Pesquisa Trimestral de Intenção de Compra no Varejo” é realizada pelo Provar (Programa de Administração do Varejo) da FIA (Fundação Instituto de Administração), em parceria com a Felisoni Consultores Associados.
O resultado é reflexo da confiança do consumidor na situação econômica do País, e indica que ele pretende ir às compras neste fim de ano. “O Natal é a data comemorativa de melhor rentabilidade no varejo e esta pesquisa comprova que a intenção de compras para esta época se mantém quase igual à de 2009, período que também foi extremamente positivo para o comércio”, avalia Claudio Felisoni de Angelo, coordenador geral do Provar.
Entre as categorias analisadas, o item Cine e Foto é o que tem maior intenção de compra entre os 500 entrevistados, com 14,2% dos respondentes. Em segundo lugar vêm os eletroeletrônicos, com 13,2% – alta de 26,9% frente ao trimestre anterior.
E-commerce
A pesquisa também avaliou a intenção de compra pela internet. Dos entrevistados, 87,5% declararam que pretendem adquirir pelo menos um item dos segmentos consultados, contra 86% do mesmo período de 2009.
O resultado é reflexo da confiança do consumidor na situação econômica do País, e indica que ele pretende ir às compras neste fim de ano. “O Natal é a data comemorativa de melhor rentabilidade no varejo e esta pesquisa comprova que a intenção de compras para esta época se mantém quase igual à de 2009, período que também foi extremamente positivo para o comércio”, avalia Claudio Felisoni de Angelo, coordenador geral do Provar.
Entre as categorias analisadas, o item Cine e Foto é o que tem maior intenção de compra entre os 500 entrevistados, com 14,2% dos respondentes. Em segundo lugar vêm os eletroeletrônicos, com 13,2% – alta de 26,9% frente ao trimestre anterior.
E-commerce
A pesquisa também avaliou a intenção de compra pela internet. Dos entrevistados, 87,5% declararam que pretendem adquirir pelo menos um item dos segmentos consultados, contra 86% do mesmo período de 2009.
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Preparados para o comércio eletrônico
Um recente estudo realizado pela AmericaEconomia Intelligence e encomendado pela Visa sobre as condições para o crescimento do e-commerce demonstra que a América Latina melhorou em 47,6% suas condições para o desenvolvimento do comércio eletrônico nos últimos quatro anos. Entretanto, a diferença em relação aos países desenvolvidos continua grande.
O desenvolvimento do comércio eletrônico de um país depende de uma se´rie de variáveis, que podem ser sintetizadas em cinco grandes dimensões: o potencial da demanda, a infraestrutura tecnológica, a penetração dos diferentes meios de pagamento, a força da oferta e a velocidade com que as tecnologias são adotadas pelos consumidores.
A AmericaEconomia Intelligence analisou cada uma dessas variáveis nos principais mercados da América Latina e desenvolveu um índice e-readiness, que descreve a capacidade de um país para transformar a internet em um canal de vendas efetivo para os consumidores.
O Brasil passou a liderar o índice e-readiness na região. O país concentra a maior quantidade de PCs por habitante, tem um dos custos mais baixos de banda larga e o uso mais estendido de cartões de crédito e débito. O aumento da riqueza também está se refletindo no uso de novas tecnologias: apesar de não contar com a maior penetração de celulares (95,7%), é um dos que mais usam banda larga móvel (4,3%).
Os varejistas têm sido agressivos em suas estratégias para a internet, com destaque para lojas 100% online, como Submarino.com, e a versão web de lojas tradicionais, como Americanas e Walmart. O principal desafio para o país, porém, é desenvolver o governo eletrônico (e-government): o complexo sistema tributário é uma dificuldade para contribuintes que desejam pagar seus impostos via web.
O objetivo do índice e-readiness e os indicadores que o compõem é identificar os motivos da grande disparidade do comércio eletrônico nos diversos países da América Latina. As lacunas que separam a região dos mercados desenvolvidos são amplas e, para reduzi-las, uma das premissas é acelerar o crescimento. O número de usuários de internet na América Latina chegou a 174 milhões em 2009, uma expansão de apenas 9%, enquanto nos anos anteriores foi de 20%.
Mas a região continua sendo fértil em oportunidades e a adoção de tecnologias móveis abre espaço para muitas iniciativas. Mundialmente, os grandes varejistas já entenderam as oportunidades oferecidas pelo mundo mobile. A Pizza Hut, três meses após o lançamento do aplicativo para celulares, apresentou US$ 1 milhão em vendas por esse canal. A Amazon.com, maior varejista de e-commerce no mundo, faturou US$ 330 milhões via seu m-commerce, que juntamente com o eBay correspondeu a 70% do mercado de m-commerce americano em 2009.
No Brasil, o Grupo Pão de Açúcar decidiu apostar cedo na ideia de tecnologias móveis. Há cerca de um mês lançou o aplicativo mobile commerce do Pão de Açúcar Delivery em diversas plataformas, entre elas o iPad. Para a varejista, essa ação tem como propósito antecipar as necessidades e tendências que ocorrem no mundo virtual e relacionar-se com os usuários dessas novas mídias.
Para acessar o Pão de Açúcar Delivery Mobile basta baixar o aplicativo por meio da loja virtual disponível para cada um dos sistemas operacionais e se cadastrar. O Pão de Açúcar é o primeiro supermercado do país a aderir a esse universo de vendas por meio de smartphones e tablet PCs.
As empresas também apostam em ações de mobile marketing como um diferencial. Segundo levantamento da consultoria ABI Research, o mercado global de mobile marketing deve saltar de US$ 1,8 bilhão em 2007 para US$ 24 bilhões em 2013.
Estratégia é frequentemente a palavra mais usada no negócio, porém na sua forma mais simples deveria ser definida como a forma como uma empresa constroi vantagem competitiva perante seus concorrentes. Fica evidente que o maior desafio para as empresas será se organizar para o varejo multicanal. Novos questionamentos emergem, como: qual a estratégia de varejo que engloba todos os canais; e se a tecnologia está alinhada com as metas e prioridades da empresa. Sem endereçar esses fatores, o desenho de uma organização multicanal obterá só resultados marginais, ou não será absolutamente efetivo.
Hugo Cabrera (hugo.cabrera@gsmd.com.br), gerente de Consultoria - Estratégia e Marketing da GS&MD – Gouvêa de Souza
DATA E VAREJO
O desenvolvimento do comércio eletrônico de um país depende de uma se´rie de variáveis, que podem ser sintetizadas em cinco grandes dimensões: o potencial da demanda, a infraestrutura tecnológica, a penetração dos diferentes meios de pagamento, a força da oferta e a velocidade com que as tecnologias são adotadas pelos consumidores.
A AmericaEconomia Intelligence analisou cada uma dessas variáveis nos principais mercados da América Latina e desenvolveu um índice e-readiness, que descreve a capacidade de um país para transformar a internet em um canal de vendas efetivo para os consumidores.
O Brasil passou a liderar o índice e-readiness na região. O país concentra a maior quantidade de PCs por habitante, tem um dos custos mais baixos de banda larga e o uso mais estendido de cartões de crédito e débito. O aumento da riqueza também está se refletindo no uso de novas tecnologias: apesar de não contar com a maior penetração de celulares (95,7%), é um dos que mais usam banda larga móvel (4,3%).
Os varejistas têm sido agressivos em suas estratégias para a internet, com destaque para lojas 100% online, como Submarino.com, e a versão web de lojas tradicionais, como Americanas e Walmart. O principal desafio para o país, porém, é desenvolver o governo eletrônico (e-government): o complexo sistema tributário é uma dificuldade para contribuintes que desejam pagar seus impostos via web.
O objetivo do índice e-readiness e os indicadores que o compõem é identificar os motivos da grande disparidade do comércio eletrônico nos diversos países da América Latina. As lacunas que separam a região dos mercados desenvolvidos são amplas e, para reduzi-las, uma das premissas é acelerar o crescimento. O número de usuários de internet na América Latina chegou a 174 milhões em 2009, uma expansão de apenas 9%, enquanto nos anos anteriores foi de 20%.
Mas a região continua sendo fértil em oportunidades e a adoção de tecnologias móveis abre espaço para muitas iniciativas. Mundialmente, os grandes varejistas já entenderam as oportunidades oferecidas pelo mundo mobile. A Pizza Hut, três meses após o lançamento do aplicativo para celulares, apresentou US$ 1 milhão em vendas por esse canal. A Amazon.com, maior varejista de e-commerce no mundo, faturou US$ 330 milhões via seu m-commerce, que juntamente com o eBay correspondeu a 70% do mercado de m-commerce americano em 2009.
No Brasil, o Grupo Pão de Açúcar decidiu apostar cedo na ideia de tecnologias móveis. Há cerca de um mês lançou o aplicativo mobile commerce do Pão de Açúcar Delivery em diversas plataformas, entre elas o iPad. Para a varejista, essa ação tem como propósito antecipar as necessidades e tendências que ocorrem no mundo virtual e relacionar-se com os usuários dessas novas mídias.
Para acessar o Pão de Açúcar Delivery Mobile basta baixar o aplicativo por meio da loja virtual disponível para cada um dos sistemas operacionais e se cadastrar. O Pão de Açúcar é o primeiro supermercado do país a aderir a esse universo de vendas por meio de smartphones e tablet PCs.
As empresas também apostam em ações de mobile marketing como um diferencial. Segundo levantamento da consultoria ABI Research, o mercado global de mobile marketing deve saltar de US$ 1,8 bilhão em 2007 para US$ 24 bilhões em 2013.
Estratégia é frequentemente a palavra mais usada no negócio, porém na sua forma mais simples deveria ser definida como a forma como uma empresa constroi vantagem competitiva perante seus concorrentes. Fica evidente que o maior desafio para as empresas será se organizar para o varejo multicanal. Novos questionamentos emergem, como: qual a estratégia de varejo que engloba todos os canais; e se a tecnologia está alinhada com as metas e prioridades da empresa. Sem endereçar esses fatores, o desenho de uma organização multicanal obterá só resultados marginais, ou não será absolutamente efetivo.
Hugo Cabrera (hugo.cabrera@gsmd.com.br), gerente de Consultoria - Estratégia e Marketing da GS&MD – Gouvêa de Souza
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Confiança no e-commerce chega a 87,29%, maior nível histórico
Os consumidores brasileiros que realizam compras por meio de lojas virtuais estão cada vez mais satisfeitos. Em agosto, o Índice de Confiança do e-Consumidor, que mede o grau de contentamento das pessoas que adquiriram produtos pela internet, ficou em 87,29%. Desde que o indicador começou a ser divulgado, em fevereiro de 2009, esse foi o melhor desempenho já registrado, empatando com o recorde anterior, de agosto do ano passado. A previsão da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) é de que as vendas cheguem a R$ 15 bilhões em 2010 número quase 50% superior aos R$ 10,8 bilhões de 2009.
Criado pela camara-e.net em parceria com a consultoria e-bit e com o Movimento Internet Segura (MIS), o índice reflete a média de satisfação dos consumidores que fizeram compras nas 2,5 mil lojas de comércio eletrônico conveniadas. Para levantar esses dados, o internauta é convidado a responder duas pesquisas: uma após concluir a transação na rede e outra depois de receber o produto em casa. Neles, o consumidor (1) avalia diferentes questões referentes à experiência de compra, como facilidade de efetuar o pagamento, informações sobre produtos, preços, navegação, prazo de entrega, qualidade de atendimento e política de privacidade. O levantamento foi feito com 123.841 pessoas entre 1º e 31 de agosto.
Evolução
Segundo dados do setor divulgados pela e-bit, as vendas no e-commerce cresceram 40% no primeiro semestre. Excluindo os segmentos de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais, os brasileiros gastaram aproximadamente R$ 6,7 bilhões com compras de janeiro a junho. No mesmo período de 2009, o montante atingido pelo setor foi de R$ 4,8 bilhões.
O aumento se deu principalmente pela expansão de itens ligados à Copa do Mundo, como artigos esportivos e televisores de tela plana. Além deles, assinaturas de revistas e jornais, eletrodomésticos, livros, cosméticos, medicamentos e informática lideraram o ranking dos mais procurados pelos consumidores. O valor médio gasto também cresceu, atingindo R$ 379, numa alta de 17%.
1 - 23 milhões de usuários
Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de internet, sendo que 43 milhões possuem conta de internet banking. De acordo com a camara-e.net, em 2009 o Brasil somou 17,2 milhões consumidores que realizaram compras pela rede. Para este ano, a expectativa é que esse número alcance os 23 milhões de usuários.
Fonte: Correio Braziliense Online
Criado pela camara-e.net em parceria com a consultoria e-bit e com o Movimento Internet Segura (MIS), o índice reflete a média de satisfação dos consumidores que fizeram compras nas 2,5 mil lojas de comércio eletrônico conveniadas. Para levantar esses dados, o internauta é convidado a responder duas pesquisas: uma após concluir a transação na rede e outra depois de receber o produto em casa. Neles, o consumidor (1) avalia diferentes questões referentes à experiência de compra, como facilidade de efetuar o pagamento, informações sobre produtos, preços, navegação, prazo de entrega, qualidade de atendimento e política de privacidade. O levantamento foi feito com 123.841 pessoas entre 1º e 31 de agosto.
Evolução
Segundo dados do setor divulgados pela e-bit, as vendas no e-commerce cresceram 40% no primeiro semestre. Excluindo os segmentos de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais, os brasileiros gastaram aproximadamente R$ 6,7 bilhões com compras de janeiro a junho. No mesmo período de 2009, o montante atingido pelo setor foi de R$ 4,8 bilhões.
O aumento se deu principalmente pela expansão de itens ligados à Copa do Mundo, como artigos esportivos e televisores de tela plana. Além deles, assinaturas de revistas e jornais, eletrodomésticos, livros, cosméticos, medicamentos e informática lideraram o ranking dos mais procurados pelos consumidores. O valor médio gasto também cresceu, atingindo R$ 379, numa alta de 17%.
1 - 23 milhões de usuários
Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de internet, sendo que 43 milhões possuem conta de internet banking. De acordo com a camara-e.net, em 2009 o Brasil somou 17,2 milhões consumidores que realizaram compras pela rede. Para este ano, a expectativa é que esse número alcance os 23 milhões de usuários.
Fonte: Correio Braziliense Online
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Satisfação com o e-commerce volta a atingir pico em julho e agosto
O grau de satisfação do consumidor brasileiro com as compras na internet chegou a 87,29% nos meses de julho e agosto, mesmo patamar registrado em agosto de 2009, quando o indicador marcou um recorde na série histórica iniciada em fevereiro do mesmo ano.
De acordo com o levantamento realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net) em parceria com a e-bit com mais de 1,4 milhão de e-consumidores, 4,34% ficaram insatisfeitos com o processo de compra online e 8,37% se mostraram indiferentes. A pesquisa online foi realizada entre agosto de 2009 e agosto de 2010 após compras em mais de 2.500 lojas cadastradas na rede.
'O mercado está começando a responder melhor aos picos de demanda em datas comemorativas, investindo especialmente em logística', afirma o coordenador de comitês da Camara-e.net, Gersom Rolim referindo-se ao Dia dos Pais, que motivou a elevação do índice entre julho e agosto.
Ainda segundo Rolim, o nível de satisfação reflete o aprendizado crscente com as compras via web. 'O consumidor está está aprendendo a interagir da forma correta com o canal', observa.
O e-commerce brasileiro faturou R$ 7,8 bilhões no primeiro semestre deste ano superando as vendas dos shoppings da Grande São Paulo (R$ 7,2 bilhões) informou a Federação Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), com base em um estudo da e-bit.
A consultoria prevê que o comércio eletrônico alcance um faturamento de R$ 14,3 bilhões em 2010, o que representa uma expansão de 25% em relação ao resultado obtido no anterior. O número de e-consumidores deve crescer de 17,2 milhões em 2009 para 23 milhões ao final deste ano.
Fonte: Valor Online
De acordo com o levantamento realizado pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net) em parceria com a e-bit com mais de 1,4 milhão de e-consumidores, 4,34% ficaram insatisfeitos com o processo de compra online e 8,37% se mostraram indiferentes. A pesquisa online foi realizada entre agosto de 2009 e agosto de 2010 após compras em mais de 2.500 lojas cadastradas na rede.
'O mercado está começando a responder melhor aos picos de demanda em datas comemorativas, investindo especialmente em logística', afirma o coordenador de comitês da Camara-e.net, Gersom Rolim referindo-se ao Dia dos Pais, que motivou a elevação do índice entre julho e agosto.
Ainda segundo Rolim, o nível de satisfação reflete o aprendizado crscente com as compras via web. 'O consumidor está está aprendendo a interagir da forma correta com o canal', observa.
O e-commerce brasileiro faturou R$ 7,8 bilhões no primeiro semestre deste ano superando as vendas dos shoppings da Grande São Paulo (R$ 7,2 bilhões) informou a Federação Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), com base em um estudo da e-bit.
A consultoria prevê que o comércio eletrônico alcance um faturamento de R$ 14,3 bilhões em 2010, o que representa uma expansão de 25% em relação ao resultado obtido no anterior. O número de e-consumidores deve crescer de 17,2 milhões em 2009 para 23 milhões ao final deste ano.
Fonte: Valor Online
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Pesquisa: 81% das mulheres querem comprar produtos tecnológicos
O levantamento foi realizado pela Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado do grupo Bolsa de Mulher, com 712 mulheres entre 18 e 60 anos de todo o Brasil.
Nos próximos seis meses, 45% das entrevistadas têm intenção de comprar uma TV de alta definição. Os notebooks ficam em segundo lugar, com 29%, atrás estão máquinas fotográficas digitais (25%), netbooks (16%) e videogames (13%). A surpresa ficou por conta da baixa intenção de compra de aparelhos celulares: smartphones têm apenas 13% das intenções, e iPhone, 11%.
Na hora da compra, 75% pesquisam o melhor preço. Os meios são a internet (65%), o site específico da fabricante (41%) e também a indicação de pessoas de confiança que tenham adquirido o mesmo produto (39%). As mulheres consideram o preço (35%), a segurança (28%) e a garantia (21%), ao decidir entre comprar em loja ou via web.
Com 63% das menções, ter várias funcionalidades é o fator mais importante na escolha do produto. Depois aparece a possibilidade de uso para estudos e trabalho (47%), lazer (36%), e a possibilidade de compartilhar com outras pessoas da família (27%). E para adquirir o próximo produto tecnológico, as mulheres avaliam a alta qualidade/performance de som/imagem (53%); facilidade de manuseio (39%); alta capacidade de armazenamento de dados (36%); velocidade de processamento de dados (34%); acesso à internet (32%); além de design moderno e atraente (31%).
Intenção de compra reflete números do mercado
Entre as mulheres, os notebooks e netbooks estão entre os primeiros na lista de compras. Não por acaso, o mercado brasileiro de computadores registrou expansão de 20% nas vendas do primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo intervalo do ano passado. Neste trimestre, as vendas de PCs já cresceram 23%, segundo dados preliminares da consultoria IDC (International Data Corporation).
A expectativa da consultoria é expandir em 24% as vendas de PCs neste ano frente a 2009. Para o mercado de TI, há a previsão de um aumento de 14% da receita, saindo de R$ 56 bilhões para R$ 64 bilhões. Segundo Mauro Peres, diretor-geral da IDC, a receita cresce menos devido à redução dos preços praticados no varejo, fruto do aumento da concorrência entre fabricantes e da queda nos custos com produtos importados.
Fonte: Sophia Mind/ Valor Econômico
Nos próximos seis meses, 45% das entrevistadas têm intenção de comprar uma TV de alta definição. Os notebooks ficam em segundo lugar, com 29%, atrás estão máquinas fotográficas digitais (25%), netbooks (16%) e videogames (13%). A surpresa ficou por conta da baixa intenção de compra de aparelhos celulares: smartphones têm apenas 13% das intenções, e iPhone, 11%.
Na hora da compra, 75% pesquisam o melhor preço. Os meios são a internet (65%), o site específico da fabricante (41%) e também a indicação de pessoas de confiança que tenham adquirido o mesmo produto (39%). As mulheres consideram o preço (35%), a segurança (28%) e a garantia (21%), ao decidir entre comprar em loja ou via web.
Com 63% das menções, ter várias funcionalidades é o fator mais importante na escolha do produto. Depois aparece a possibilidade de uso para estudos e trabalho (47%), lazer (36%), e a possibilidade de compartilhar com outras pessoas da família (27%). E para adquirir o próximo produto tecnológico, as mulheres avaliam a alta qualidade/performance de som/imagem (53%); facilidade de manuseio (39%); alta capacidade de armazenamento de dados (36%); velocidade de processamento de dados (34%); acesso à internet (32%); além de design moderno e atraente (31%).
Intenção de compra reflete números do mercado
Entre as mulheres, os notebooks e netbooks estão entre os primeiros na lista de compras. Não por acaso, o mercado brasileiro de computadores registrou expansão de 20% nas vendas do primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo intervalo do ano passado. Neste trimestre, as vendas de PCs já cresceram 23%, segundo dados preliminares da consultoria IDC (International Data Corporation).
A expectativa da consultoria é expandir em 24% as vendas de PCs neste ano frente a 2009. Para o mercado de TI, há a previsão de um aumento de 14% da receita, saindo de R$ 56 bilhões para R$ 64 bilhões. Segundo Mauro Peres, diretor-geral da IDC, a receita cresce menos devido à redução dos preços praticados no varejo, fruto do aumento da concorrência entre fabricantes e da queda nos custos com produtos importados.
Fonte: Sophia Mind/ Valor Econômico
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Compras coletivas buscam novas estratégias para fisgar consumidor
Os sites de compras coletivas começam a explorar novas formas de interação com o consumidor. Agora, além de receberem ofertas segmentadas por região de uma cidade, eles também poderão ganhar créditos a cada compra efetuada pelos novos usuários que indicar – e, em breve, receberão avisos de descontos no celular, com base em informações de geolocalização.
A bandeira dessas mudanças – um movimento que alguns já chamam de “Compras Coletivas 2.0” – já foi levantada pelo site Oferta Única, que desde a semana passada divulga, para a cidade de São Paulo, promoções segmentadas por zona (Norte, Sul, Leste e Oeste). Inaugurado em junho de 2010, o site afirma contar com 350 mil usuários cadastrados e garante ter superado, em receita, o atual líder de mercado (o site Peixe Urbano), na comparação dos três primeiros meses de operação de cada site.
“A maioria dos sites brasileiros simplesmente copia o modelo do americano GroupOn”, aponta o sócio-diretor do Oferta Única, Rodrigo Monzoni. “Se continuarem deste jeito, estes sites vão morrer. A gente já tenta ir além (desse modelo)”, argumenta.
Vários sites já vêm experimentando diferenciais, como forma de se destacar. No começo de setembro, o site ClickOn ofertou, numa combinação inusitada, um cupom para compra de bens em outro site, Brands Club, voltado para itens de moda, como roupas, relógios e calçados.
Líder do segmento, o site Peixe Urbano comemorou a marca de 1 milhão de usuários cadastrados, atingida no fim de agosto, com a distribuição de 25 milhões de reais em cupons de crédito. Cada pessoa cadastrada recebeu cinco cupons, no valor de cinco reais cada, para distribuir aos amigos.
No Oferta Única, a mudança mais visível foi a abolição da formação de grupo – na maioria dos sites, é preciso que um número mínimo de interessados se comprometa com a compra para que ela se torne válida. “A formação de grupos está em desuso. Qualquer boa oferta ultrapassa em muito o número mínimo”, explica Monzoni.
Pela vizinhança
Já a segmentação por zonas da cidade, que teve início há uma semana, foi resultado de uma pesquisa efetuada com base nos dados dos usuários cadastrados. “Percebemos que 80% dos gastos dos usuários ocorrem em estabelecimentos próximos de onde eles moram ou trabalham”, conta o diretor.
Com a segmentação, o Oferta Única acredita que seus consumidores poderão encontrar ofertas mais relevantes. Para as empresas participantes do sistema, a mudança também traz benefícios, explica Monzoni. “Ao divulgar uma oferta para toda a cidade, corremos o risco de atrair para o negócio um cliente que não se tornará habitual. A segmentação é uma proposta melhor para os dois lados.”
Os efeitos deste upgrade começam a aparecer. Segundo o site, o faturamento originado na cidade de São Paulo cresceu 177% depois que se aplicou a divisão por regiões (o número representa a variação entre o faturamento da semana imediatamente anterior à divisão com a semana seguinte).
Voucher na hora
A entrega do voucher na hora é outro aperfeiçoamento oferecido pelo Oferta Única, diz o diretor. É ele que permite a utilização do desconto no estabelecimento.
“Nos outros sites, você compra (o serviço ou produto) e não consegue usar na hora. É preciso esperar de dois dias a até uma semana. Isso frustra a expectativa do usuário. As pessoas não querem esperar”, lembra Monzoni, que diz que, no Oferta Única, o voucher é enviado logo após a confirmação do pagamento pela operadora de cartão de crédito.
Segundo o Oferta Única, o modelo permite, por exemplo, que o consumidor utilize seu smartphone para comprar uma oferta, que poderá ser utilizada em seguida bastando apresentar ao responsável pelo estabelecimento o e-mail recebido no próprio smartphone.
O smartphone, aliás, será peça fundamental de outra evolução do serviço: a oferta de promoções com base na geolocalização do consumidor. A ideia é que, pelo GPS do aparelho, ele informe sua posição geográfica na cidade – e receba, na hora, ofertas dos estabelecimentos mais próximos do local onde está.
“Estamos fazendo testes, mas os resultados ainda dependem do navegador utilizado”, revela Monzoni. “Mas é o caminho pelo qual estamos evoluindo. “Queremos fornecer ofertas não apenas pela localização, mas pelo perfil do consumidor. Nós temos a atenção dele uma vez por dia. Por isso, consideramos um desperdício enviar uma oferta que ele não irá utilizar.”
Bônus em cascata
Outro pilar das “Compras Coletivas 2.0”, segundo Monzoni, é a utilização de recursos de rede social – uma forma de promover a expansão orgânica da massa de usuários cadastrados. Enquanto outros sites oferecem um bônus único na indicação de novos associados – que, geralmente, tem valor de 10 ou 12 reais –, o Oferta Única implantou um sistema de “marketing multicamada”.
“Nosso sistema de indicações tem quatro níveis”, explica Monzoni. “A partir do momento que você indica alguém, ganhará um porcentual sobre todas as compras efetuadas pela pessoa indicada. Se essa pessoa indicar mais pessoas, você também ganhará”, detalha.
Nesse sistema, o amigo que o consumidor indicar lhe renderá 3% de cada compra efetuada. O amigo de seu amigo proporcionará 1%. Os “amigos” de terceiro nível renderão 0,7% e os de quarto e último nível, 0,3%. Além disso, essas bonificações são perpétuas, e não premiações oferecidas apenas na primeira compra.
A febre dos sites de compras coletivas teve início em meados de março e ainda mostra vigor. Na semana passada, uma marca de peso na Internet brasileira, o BuscaPé, anunciou a compra, por valor não revelado, do agregador de ofertas de compras coletivas ZipMe, criado pelos donos do site Coletivar. Com a compra, o agregador passou a ser chamado de SaveMe.
Tal como outros sites de compras coletivas, o Oferta Única entende que o setor passa hoje, no Brasil, por uma seleção natural. “Acredito que, dos cerca de 20 que operam hoje, irão prevalecer cinco ou seis sites, que vão concentrar as melhores ofertas”, aponta Monzoni.
“As marcas que tendem a permanecer tendem a virar marcas nacionais. Boa parte dos sites menores não deverá encontrar viabilidade financeira. Para se manter nesse mercado é preciso ter escala”, conclui.
Fonte: IDG Now!
A bandeira dessas mudanças – um movimento que alguns já chamam de “Compras Coletivas 2.0” – já foi levantada pelo site Oferta Única, que desde a semana passada divulga, para a cidade de São Paulo, promoções segmentadas por zona (Norte, Sul, Leste e Oeste). Inaugurado em junho de 2010, o site afirma contar com 350 mil usuários cadastrados e garante ter superado, em receita, o atual líder de mercado (o site Peixe Urbano), na comparação dos três primeiros meses de operação de cada site.
“A maioria dos sites brasileiros simplesmente copia o modelo do americano GroupOn”, aponta o sócio-diretor do Oferta Única, Rodrigo Monzoni. “Se continuarem deste jeito, estes sites vão morrer. A gente já tenta ir além (desse modelo)”, argumenta.
Vários sites já vêm experimentando diferenciais, como forma de se destacar. No começo de setembro, o site ClickOn ofertou, numa combinação inusitada, um cupom para compra de bens em outro site, Brands Club, voltado para itens de moda, como roupas, relógios e calçados.
Líder do segmento, o site Peixe Urbano comemorou a marca de 1 milhão de usuários cadastrados, atingida no fim de agosto, com a distribuição de 25 milhões de reais em cupons de crédito. Cada pessoa cadastrada recebeu cinco cupons, no valor de cinco reais cada, para distribuir aos amigos.
No Oferta Única, a mudança mais visível foi a abolição da formação de grupo – na maioria dos sites, é preciso que um número mínimo de interessados se comprometa com a compra para que ela se torne válida. “A formação de grupos está em desuso. Qualquer boa oferta ultrapassa em muito o número mínimo”, explica Monzoni.
Pela vizinhança
Já a segmentação por zonas da cidade, que teve início há uma semana, foi resultado de uma pesquisa efetuada com base nos dados dos usuários cadastrados. “Percebemos que 80% dos gastos dos usuários ocorrem em estabelecimentos próximos de onde eles moram ou trabalham”, conta o diretor.
Com a segmentação, o Oferta Única acredita que seus consumidores poderão encontrar ofertas mais relevantes. Para as empresas participantes do sistema, a mudança também traz benefícios, explica Monzoni. “Ao divulgar uma oferta para toda a cidade, corremos o risco de atrair para o negócio um cliente que não se tornará habitual. A segmentação é uma proposta melhor para os dois lados.”
Os efeitos deste upgrade começam a aparecer. Segundo o site, o faturamento originado na cidade de São Paulo cresceu 177% depois que se aplicou a divisão por regiões (o número representa a variação entre o faturamento da semana imediatamente anterior à divisão com a semana seguinte).
Voucher na hora
A entrega do voucher na hora é outro aperfeiçoamento oferecido pelo Oferta Única, diz o diretor. É ele que permite a utilização do desconto no estabelecimento.
“Nos outros sites, você compra (o serviço ou produto) e não consegue usar na hora. É preciso esperar de dois dias a até uma semana. Isso frustra a expectativa do usuário. As pessoas não querem esperar”, lembra Monzoni, que diz que, no Oferta Única, o voucher é enviado logo após a confirmação do pagamento pela operadora de cartão de crédito.
Segundo o Oferta Única, o modelo permite, por exemplo, que o consumidor utilize seu smartphone para comprar uma oferta, que poderá ser utilizada em seguida bastando apresentar ao responsável pelo estabelecimento o e-mail recebido no próprio smartphone.
O smartphone, aliás, será peça fundamental de outra evolução do serviço: a oferta de promoções com base na geolocalização do consumidor. A ideia é que, pelo GPS do aparelho, ele informe sua posição geográfica na cidade – e receba, na hora, ofertas dos estabelecimentos mais próximos do local onde está.
“Estamos fazendo testes, mas os resultados ainda dependem do navegador utilizado”, revela Monzoni. “Mas é o caminho pelo qual estamos evoluindo. “Queremos fornecer ofertas não apenas pela localização, mas pelo perfil do consumidor. Nós temos a atenção dele uma vez por dia. Por isso, consideramos um desperdício enviar uma oferta que ele não irá utilizar.”
Bônus em cascata
Outro pilar das “Compras Coletivas 2.0”, segundo Monzoni, é a utilização de recursos de rede social – uma forma de promover a expansão orgânica da massa de usuários cadastrados. Enquanto outros sites oferecem um bônus único na indicação de novos associados – que, geralmente, tem valor de 10 ou 12 reais –, o Oferta Única implantou um sistema de “marketing multicamada”.
“Nosso sistema de indicações tem quatro níveis”, explica Monzoni. “A partir do momento que você indica alguém, ganhará um porcentual sobre todas as compras efetuadas pela pessoa indicada. Se essa pessoa indicar mais pessoas, você também ganhará”, detalha.
Nesse sistema, o amigo que o consumidor indicar lhe renderá 3% de cada compra efetuada. O amigo de seu amigo proporcionará 1%. Os “amigos” de terceiro nível renderão 0,7% e os de quarto e último nível, 0,3%. Além disso, essas bonificações são perpétuas, e não premiações oferecidas apenas na primeira compra.
A febre dos sites de compras coletivas teve início em meados de março e ainda mostra vigor. Na semana passada, uma marca de peso na Internet brasileira, o BuscaPé, anunciou a compra, por valor não revelado, do agregador de ofertas de compras coletivas ZipMe, criado pelos donos do site Coletivar. Com a compra, o agregador passou a ser chamado de SaveMe.
Tal como outros sites de compras coletivas, o Oferta Única entende que o setor passa hoje, no Brasil, por uma seleção natural. “Acredito que, dos cerca de 20 que operam hoje, irão prevalecer cinco ou seis sites, que vão concentrar as melhores ofertas”, aponta Monzoni.
“As marcas que tendem a permanecer tendem a virar marcas nacionais. Boa parte dos sites menores não deverá encontrar viabilidade financeira. Para se manter nesse mercado é preciso ter escala”, conclui.
Fonte: IDG Now!
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
Comércio online fatura mais do que shoppings de São Paulo
Um levantamento de dados realizado pela Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) divulgou que a internet movimenta mais dinheiro e gera mais lucros do que as compras realizadas em shopping centers da cidade de São Paulo.
A pesquisa apurou que, durante os primeiros sete meses deste ano, as compras realizadas nos shoppings da capital paulista movimentaram um total de R$ 7,2 bilhões, enquanto que o e-commerce (comércio eletrônico) faturou R$ 7,8 bilhões.
A instituição estima que as vendas pela internet cresçam em 25% ao ano, superando cada vez mais as compras realizadas nos estabelecimentos de shoppings.
fonte- eu sei vender
A pesquisa apurou que, durante os primeiros sete meses deste ano, as compras realizadas nos shoppings da capital paulista movimentaram um total de R$ 7,2 bilhões, enquanto que o e-commerce (comércio eletrônico) faturou R$ 7,8 bilhões.
A instituição estima que as vendas pela internet cresçam em 25% ao ano, superando cada vez mais as compras realizadas nos estabelecimentos de shoppings.
fonte- eu sei vender
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Comprafacil.com espera aumentar vendas em 90% na Liquidafácil
O portal de e-commerce Comprafacil.com iniciou na primeira semana de setembro a segunda edição do Liquidafácil, promoção que dá descontos de até 60% em mais de 300 itens. Os produtos à venda podem ser parcelados em até dez sem juros, com parcela mínima de R$ 9,90. A primeira edição da liquidação, em janeiro deste ano, apresentou um aumento de vendas de 90% sobre o mesmo período do ano passado, movimentando R$ 91,4 milhões. A expectativa é manter o desempenho nesta segunda edição, que irá até 15 de outubro.
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terça-feira, 31 de agosto de 2010
Fantasma do carrinho de compras abandonado assombra e-commerce
Um fantasma assombra o potencial de crescimento do e-commerce no Brasil: o carrinho virtual de compras abandonado na boca do caixa.
A julgar pelos números, o comércio eletrônico verde-amarelo vai bem. Segundo números do relatório “WebShoppers”, elaborado pela e-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o setor faturou 6,7 bilhões de reais nos seis primeiros meses do ano, 40% a mais que o resultado do mesmo período de 2009.
Se as expectativas estiverem corretas, o setor fechará 2010 com um faturamento de 14,3 bilhões de reais, o que representaria 35% de aumento em relação a 2009.
É verdade que, em termos absolutos, se comparado aos EUA, é um mercado modesto. Por lá, o comércio eletrônico faturou 129,8 bilhões de dólares em 2009 (cerca de 230 milhões de reais), de acordo com a empresa de pesquisas na web comScore.
Mas o resultado brasileiro poderia ser bem maior se não fosse a alta taxa de abandono do carrinho virtual antes da finalização da compra – um fenômeno que vem exigindo um bom esforço das lojas virtuais. “Em geral, de cada cem pessoas que visitam uma loja, 20 a 25 decidem carregam um carrinho de compras mas só duas ou três realmente compram os itens que escolhem”, estima o CEO da agência de marketing digital AD.Brazil, Leo Cid Ferreira.
Peneira severa
Os números revelados da AD.Brazil sintetizam a experiência de seus clientes, empresas de comércio eletrônico que vendem de 50 mil a milhões de reais. Nessa base, que inclui nomes como Riachuelo, SBT, Banco PanAmericano, Jequiti e Hope, entre outros, 52% dos que carregam um carrinho vão embora antes do login. E, dos 48% que passam pelo login, a metade abandona a compra antes da confirmação da entrega.
“Nos Estados Unidos, a competição é muito maior. Mas a confiança no sistema também, pois o mercado é mais antigo e todos conhecem as ferramentas de pagamento, como o Google Checkout e o PayPal”, ressalta Ferreira. “Aqui, com exceção dos sites grandes, as pessoas têm medo (de comprar).”
Embora o principal trabalho de uma agência como a AD.Brazil seja trazer audiência qualificada – via campanhas de publicidade em buscas, e-mail marketing e ações em redes sociais –,ela também ajuda na tarefa de fazer com que essas pessoas sejam bem recebidas pelas lojas virtuais. “Se muita gente abandona o carrinho na hora do login, por que isso acontece? Nós temos como descobrir”, conta o CEO.
Não é só no Brasil que o abandono de carrinhos em lojas virtuais têm tirado o sono dos empresários. Em um estudo recente, revelado em maio, a empresa de pesquisas Forrester Research estimou que, apesar dos avanços no design de interface e no conforto do ato de comprar, 88% dos consumidores online americanos abandonam seus carrinhos – mesma porcentagem de cinco anos atrás.
Desafios locais
Os principais motivos para o abandono dos carrinhos americanos, segundo a Forrester, incluem preço elevado do frete, comparação de preço e usabilidade com outras lojas e mudança de ideia. Mas, por sua experiência, Ferreira incluiria alguns itens específicos do mercado brasileiro.
“Uma razão a mais para desistir da compra no Brasil é o prazo de entrega”, conta. “Alguns lojistas dizem ‘não sei se consigo despachar o produto em um dia útil’. Mas reduzir o prazo em um dia útil, nem que seja para algumas praças, já é um grande diferencial. Um cliente conseguiu reduzir esse prazo de cinco dias para um e viu suas vendas aumentar em 32%.”
Outro motivo de abandono dos carrinhos, segundo Ferreira, é o tipo de pagamento. “Se duas lojas cobram o mesmo preço, então eu vou escolher a que me dá mais prazo.”
Com tantos detalhes no processo de compra online, seria possível detectar a existência de ‘ratos de lojas virtuais’, ou consumidores especialistas em compras de comércio eletrônico? “Não dá para detectar com certeza”, diz o CEO. “O fato é que todo mês aumenta o número de usuários que retornam. Na primeira vez, eles são trazidos pela publicidade. Depois, eles vêm direto, digitando o nome do site.”
Ferreira lembra que o crescimento do número dos compradores que retornam é relativamente maior que o das vendas, embora não tão grande como nos EUA. “Isso para nós quer dizer que ele gostou da experiência e criou fidelidade”, diz.
Estratégias
E o que fazer com o comprador que desistiu da compra e que você sabe quem é? “Todo processo de compra chega numa tela que pergunta se o comprador já é cadastrado e, em caso negativo, convida ao cadastramento, solicitando o e-mail e o CEP. É na continuação desse cadastramento que muitos desistem”, avalia Ferreira.
Mas é nesse ponto que a empresa já tem o e-mail do comprador, bem como o carrinho que foi abandonado. O executivo sugere que o ideal, aqui, seria que a empresa guardasse o carrinho e enviasse, por e-mail, um lembrete com uma nova oportunidade de compra – e, quem sabe, algum atrativo adicional. “O que pode ser feito é oferecer a reativação do carrinho com 5% ou 10% de desconto ou frete grátis. E dá certo.”
Por fim, Ferreira lembra que o processo de compra online não é só online. “O comprador precisa ter uma boa experiência de compra on e offline. Só assim ele voltará”, considera.
Fonte: IDG Now!
A julgar pelos números, o comércio eletrônico verde-amarelo vai bem. Segundo números do relatório “WebShoppers”, elaborado pela e-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o setor faturou 6,7 bilhões de reais nos seis primeiros meses do ano, 40% a mais que o resultado do mesmo período de 2009.
Se as expectativas estiverem corretas, o setor fechará 2010 com um faturamento de 14,3 bilhões de reais, o que representaria 35% de aumento em relação a 2009.
É verdade que, em termos absolutos, se comparado aos EUA, é um mercado modesto. Por lá, o comércio eletrônico faturou 129,8 bilhões de dólares em 2009 (cerca de 230 milhões de reais), de acordo com a empresa de pesquisas na web comScore.
Mas o resultado brasileiro poderia ser bem maior se não fosse a alta taxa de abandono do carrinho virtual antes da finalização da compra – um fenômeno que vem exigindo um bom esforço das lojas virtuais. “Em geral, de cada cem pessoas que visitam uma loja, 20 a 25 decidem carregam um carrinho de compras mas só duas ou três realmente compram os itens que escolhem”, estima o CEO da agência de marketing digital AD.Brazil, Leo Cid Ferreira.
Peneira severa
Os números revelados da AD.Brazil sintetizam a experiência de seus clientes, empresas de comércio eletrônico que vendem de 50 mil a milhões de reais. Nessa base, que inclui nomes como Riachuelo, SBT, Banco PanAmericano, Jequiti e Hope, entre outros, 52% dos que carregam um carrinho vão embora antes do login. E, dos 48% que passam pelo login, a metade abandona a compra antes da confirmação da entrega.
“Nos Estados Unidos, a competição é muito maior. Mas a confiança no sistema também, pois o mercado é mais antigo e todos conhecem as ferramentas de pagamento, como o Google Checkout e o PayPal”, ressalta Ferreira. “Aqui, com exceção dos sites grandes, as pessoas têm medo (de comprar).”
Embora o principal trabalho de uma agência como a AD.Brazil seja trazer audiência qualificada – via campanhas de publicidade em buscas, e-mail marketing e ações em redes sociais –,ela também ajuda na tarefa de fazer com que essas pessoas sejam bem recebidas pelas lojas virtuais. “Se muita gente abandona o carrinho na hora do login, por que isso acontece? Nós temos como descobrir”, conta o CEO.
Não é só no Brasil que o abandono de carrinhos em lojas virtuais têm tirado o sono dos empresários. Em um estudo recente, revelado em maio, a empresa de pesquisas Forrester Research estimou que, apesar dos avanços no design de interface e no conforto do ato de comprar, 88% dos consumidores online americanos abandonam seus carrinhos – mesma porcentagem de cinco anos atrás.
Desafios locais
Os principais motivos para o abandono dos carrinhos americanos, segundo a Forrester, incluem preço elevado do frete, comparação de preço e usabilidade com outras lojas e mudança de ideia. Mas, por sua experiência, Ferreira incluiria alguns itens específicos do mercado brasileiro.
“Uma razão a mais para desistir da compra no Brasil é o prazo de entrega”, conta. “Alguns lojistas dizem ‘não sei se consigo despachar o produto em um dia útil’. Mas reduzir o prazo em um dia útil, nem que seja para algumas praças, já é um grande diferencial. Um cliente conseguiu reduzir esse prazo de cinco dias para um e viu suas vendas aumentar em 32%.”
Outro motivo de abandono dos carrinhos, segundo Ferreira, é o tipo de pagamento. “Se duas lojas cobram o mesmo preço, então eu vou escolher a que me dá mais prazo.”
Com tantos detalhes no processo de compra online, seria possível detectar a existência de ‘ratos de lojas virtuais’, ou consumidores especialistas em compras de comércio eletrônico? “Não dá para detectar com certeza”, diz o CEO. “O fato é que todo mês aumenta o número de usuários que retornam. Na primeira vez, eles são trazidos pela publicidade. Depois, eles vêm direto, digitando o nome do site.”
Ferreira lembra que o crescimento do número dos compradores que retornam é relativamente maior que o das vendas, embora não tão grande como nos EUA. “Isso para nós quer dizer que ele gostou da experiência e criou fidelidade”, diz.
Estratégias
E o que fazer com o comprador que desistiu da compra e que você sabe quem é? “Todo processo de compra chega numa tela que pergunta se o comprador já é cadastrado e, em caso negativo, convida ao cadastramento, solicitando o e-mail e o CEP. É na continuação desse cadastramento que muitos desistem”, avalia Ferreira.
Mas é nesse ponto que a empresa já tem o e-mail do comprador, bem como o carrinho que foi abandonado. O executivo sugere que o ideal, aqui, seria que a empresa guardasse o carrinho e enviasse, por e-mail, um lembrete com uma nova oportunidade de compra – e, quem sabe, algum atrativo adicional. “O que pode ser feito é oferecer a reativação do carrinho com 5% ou 10% de desconto ou frete grátis. E dá certo.”
Por fim, Ferreira lembra que o processo de compra online não é só online. “O comprador precisa ter uma boa experiência de compra on e offline. Só assim ele voltará”, considera.
Fonte: IDG Now!
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Porque As Lojas Virtuais Fracassam

É fato que mais de 60% das lojas virtuais que são abertas no Brasil fecham com menos de 1 ano de existência. Por que isso? Será que no Brasil esse é um segmento que não pegou? Nada disso, fecham por falta de conhecimento sobre o que realmente é o comércio virtual e por falta de preparação da administração e do pessoal encarregado do gerenciamento da loja. Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacitação tanto dos administradores quanto do pessoal de apoio é cada vez mais um fator básico para o bom desempenho de um negócio e no comércio eletrônico não é diferente.
Veja quais são as principais causas de fracasso das lojas virtuais no Brasil:
1 – Falta de Planejamento
Muitos empreendedores subestimam a complexidade do comércio eletrônico e não se preparam adequadamente para participar deste segmento de mercado. O desconhecimento das ferramentas de e-commerce e características próprias deste setor levam a gastos desnecessários ou subutilização de recursos, o que acarreta aumento de custos operacionais com redução de margens de lucro e conseqüente perda de competitividade. Antes de começar seu empreendimento online procure se informar o máximo possível através de treinamentos disponíveis para este tipo de negócio ou muita pesquisa.
2 – Falta de Foco No Mercado
Um erro muito comum é abrir uma loja virtual para "vender de tudo". Isso não funciona para o pequeno e médio empresário. A tendência do mercado virtual é cada vez mais se concentrar em nichos de mercado e conseguir excelência nesses segmentos. A competição com as grandes redes é inviável e por isso o empreendedor digital deve procurar segmentos de mercado que aparentemente não interessam a essas grandes redes por questão de volume de negócios ou logística. As oportunidades nesses nichos de mercado são muitas e altamente rentáveis. Na Internet, qualquer pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores.
3 – Improviso na Modelagem do Negócio
Comércio eletrônico é coisa séria e não tem espaço para improvisos. É comum ver ótimos projetos de e-commerce fracassarem simplesmente porque na hora da escolha de uma plataforma de e-commerce ou serviço de otimização para ferramentas de busca o cliente opta por uma solução improvisada que as vezes tem como único atrativo o preço, sem garantia alguma de profissionalismo. Ter a ferramenta ou serviço adequado às sua necessidades é fator chave para o sucesso de um negócio em um segmento cada vez mais técnico e profissional.
4 – Mão de Obra Não Qualificada
Gerenciar uma loja virtual requer muito mais que conhecimento sobre navegação na Internet. O gerenciamento e manutenção de uma loja virtual exige conhecimento em diversas áreas como marketing digital, otimização para ferramentas de busca, monitoramento de tráfego entre outras. Por isso, não se pode imaginar um empreendedor digital atribuindo as funções de gerenciamento de conteúdo de um site de e-commerce a um funcionário só porque ele "conhece de Internet". A formação do gestor de e-commerce é essencial para a identificação de problemas no funcionamento e estrutura da loja assim como na prospecção de oportunidades e novos mercados.
5 – Divulgação Ineficiente
O fundador do Yahoo dizia que um site sem divulgação é como um outdoor no porão de uma casa. Realmente, não adianta ter uma loja virtual com ótimos produtos e preços altamente competitivos se o internauta não lhe vê e não consegue te achar. Boa colocação em ferramentas de busca, anúncios em sites de comparação de preços e presença atuante nas redes sociais são hoje em dia instrumentos decisivos para o sucesso de um negócio virtual. muitas lojas virtuais fecham justamente por acreditarem que o simples fato de estar na Internet gera tráfego de acesso automaticamente. O marketing digital desempenha papel vital no sucesso de um empreendimento no comércio eletrônico.
6 – Inércia Digital
Não é porque no ano passado sua loja teve um bom resultado com as estratégias que foram utilizadas que ela necessariamente apresentará o mesmo resultado se mantidas as estratégias anteriores. A Internet é extremamente dinâmica e tendências, tecnologias e novas formas de interação surgem a cada momento. As técnicas para otimização em ferramentas de busca mudaram profundamente nos últimos três anos e o Twitter se transformou em fenômeno em menos de 18 meses. O empreendedor digital deve estar atento a essas mudanças e adaptar seu negócio para estas novas tendências. Nenhum projeto de e-commerce está terminado, nó máximo eles ficam prontos. esteja sempre aberto a modificações e aperfeiçoamentos.
7 – Fraudes nos Pagamentos Online
Muitas lojas virtuais não resistem a quantidade de prejuízos nas vendas com cartões de crédito – chargeback – em sua vendas online e acabam fechando. Pior ainda, fecham e ainda ficam devendo em função de antecipações negativadas. Uma boa estrutura nas formas de pagamento online, principalmente no caso de cartões de crédito é indispensável para qualquer lojista virtual, já que o chargeback é apontado como fator de fechamento de diversos tipos de e-commerce, não apenas dos modelos de negócio baseados em relações B2B. Atualmente as opções de gateways de pagamento são mais diversificadas e é possível se previnir contra fraudes nos cartões de crédito de diversas maneiras.
8 – Falta de Monitoramento
Toda loja virtual precisa ter seus dados constantemente monitorados para que a administração possa saber o que realmente está acontecendo no negócio. A web análise é uma ferramenta essencial para a tomada de decisões no mundo virtual. Ignorar ferramentas como o Google Analytics equivale, em termos digitais, a não ouvir a opinião dos seus clientes em uma loja física. Muitos empreendimentos virtuais fracassam porque a administração não faz a mínima idéia sobre o que realmente está acontecendo em termos de acessos ao site e resultados de campanhas de marketing digital e tomam decisões baseadas em suposições e não dados reais.
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O Buscador é o Melhor amigo de sua loja virtual

A busca orgânica é a principal fonte de tráfego e receita para sites e lojas virtuais, que fazem questão de afinar cada vez mais a amizade com o Google e recebê-lo de braços abertos. Há um ano, discorri nos eventos, rodas de network e reuniões que passei, sobre como obter mais resultados com menos (ou o mesmo) investimento, já que estávamos em clima de crise mundial, que felizmente passou distante do mercado de marketing online ou, pelo menos, das agências e veículos com mídias de performance.
Doze meses se passaram e é gratificante perceber o número de empresas tradicionais que estão transpondo barreiras culturais, investindo pesado na reformulação de seus sites e lojas virtuais, para entrar na disputa da atenção dos consumidores, que estão cada vez mais tempo conectados.
O Google é Seu Cliente
Mas também é triste constatar que, mesmo quem está entrando por último (pra valer) na Internet, ainda comete os mesmos erros dos primeiros: ignoram o seu principal cliente, o Google. Sim, o Google é um cliente da sua empresa. Pode se tornar o principal cliente de toda sua empresa. Impossível? Vamos lá.
Apesar de você nem percebê-lo no dia-a-dia, ele está lá, visitando e armazenando todo conteúdo de suas páginas. É um cliente super assíduo, visita seu estabelecimento virtual todos os dias, muitas vezes diversas vezes ao dia. E cada vez que ele visita seu site, ele faz questão de examinar dezenas ou até centenas de produtos disponíveis nele. Um por um.
Ele tenta entender para que serve cada produto, analisa a quantidade de informações que você possui e avalia se você oferece informações relevantes ou simplesmente dados que ninguém, literalmente, procura. Nem seu cliente mais assíduo consegue manter essa frequência de visitas diárias para saber o que tem de novo. O Google é o cliente mais exigente que você possui. E ele quer ser seu amigo.
Apesar disso, ele nem reclama quando sua filial na web não está atendendo aos padrões de qualidade que ele determina. Até porque seu site passou pelo crivo dos clientes internos, ou seja, aqueles que serão responsáveis pela sua manutenção – sua equipe de TI, Marketing, Comercial e tantas outras áreas – e foi feito por uma agência renomada.
O Google Como Amigo e Parceiro
O site também foi aprovado pelos clientes externos, os reais clientes e consumidores dos produtos e serviços da empresa. O problema de não ser amigo do Google é que ele é amigo da maioria esmagadora dos mais de 65 milhões de internautas brasileiros.
Se você começar a tratar o Google bem, ou seja, ter atenção, cuidado e respeitar os padrões de qualidade que ele recomenda e necessita, aos poucos ele começará a simpatizar com o seu site. E quando algum dos milhões de usuários perguntarem ao Google onde comprar um produto ou serviço, ele pode começar a indicar sua empresa nos resultados de busca.
Mas se você for uma empresa realmente bacana e fizer sucesso com seus outros clientes, os de carne e osso, e estes falarem bem de você por aí, o Google vai gostar ainda mais de você. Você pode se tornar um dos sites mais indicados pelo Google para dezenas, centenas, milhares de perguntas sobre onde comprar produtos e serviços. E ele fará isso de graça.
Milhares, milhões de clientes potenciais encontrarão suas páginas. Suas vendas online terão um crescimento significativo. As vendas “off-line” também irão crescer, afinal, muita gente ainda usa a Internet para pesquisar e comparar preços e, só depois disso, ir à loja escolhida fazer a compra.
Construindo Uma Imagem
Mas amizade e confiança não se compram, se constroem com o tempo. Apenas com o tempo. A relação, quando bem construída, pode durar por muito tempo. Tudo depende se você vai dar atenção e carinho a este cliente tão exigente e tão rentável.
Para a maioria dos grandes varejistas online, como a americana Zappos, a busca orgânica representa a principal fonte de tráfego e receita do site, com ROI incomparável, conforme me informou pessoalmente Matt Burchard, Diretor de Marketing, em uma visita à Zappos no final de 2009. No Brasil isso não é diferente, mas ainda há muito terreno para ser explorado. Para ficar bem posicionado nos resultados orgânicos do Google, Yahoo!, Bing e demais buscadores da Internet, é fundamental que o site atenda a mais de uma centena de critérios técnicos.
Assim como uma loja física precisa atender a muitos requisitos técnicos importantes, na web não é diferente, só mudam os tipos de recursos utilizados. A diferença é que se você atender a esses requisitos no seu site, boa parte da sua receita e rentabilidade acontecerão sem a necessidade de 1 Real de investimento em mídia.
Casos de Sucesso em SEO
Para ilustrar o potencial de resultados, vamos ver três casos de sucesso. O primeiro é um grande varejista brasileiro que, sabendo do potencial das buscas orgânicas, queria aumentar a receita originada dessa fonte.
Com foco na correção dos inúmeros aspectos técnicos que o Google considera para melhorar o posicionamento de um site, após seis meses de projeto a loja virtual teve um incremento de 196% de visitas da busca orgânica, crescimento de vendas de 165% e um ROI acumulado de R$ 120, ou seja, para cada R$ 1 investido na consultoria do Projeto de SEO, retornaram R$ 120 em vendas. Um ROI praticamente obsceno.
No setor de serviços, uma grande imobiliária investiu na ampliação da sua amizade, que já vinha de longo prazo com os robôs do Google. Menos de um ano depois, conseguiu dobrar as visitas que chegam não só através do Google, mas também do Yahoo! e Bing.
Na indústria, onde poucas empresas estão atentas para a Internet, um grande grupo em seu segmento precisava comunicar sua liderança e diferenciais ao mercado através do posicionamento do site nos mecanismos de busca e por meio das palavras-chave que remetem às suas soluções. Conseguiu incríveis 775% de aumento nas visitas ao site num período de oito meses de projeto de SEO.
Explore mais e entenda o potencial do SEO da sua empresa, para vender mais e contar com um ROI insuperável.
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