O brasileiro precisaria de um salário mínimo no valor de R$ 2.227,53 em dezembro do ano passado, para conseguir arcar com suas despesas básicas, de acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A entidade verificou que são necessárias 4,37 vezes o valor do salário mínimo para suprir as demandas do trabalhador. O cálculo foi feito com base no mínimo de R$ 510, em vigor até o fim do ano passado. Em novembro, o valor necessário para suprir as necessidades mínimas do trabalhador era de R$ 2.222,99 - 4,35 vezes o mínimo vigente.
O salário mínimo necessário é o que segue o preceito constitucional de atender às necessidades vitais do cidadão e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, sendo reajustado periodicamente para preservar o poder de compra. Em dezembro do ano passado, o comprometimento da renda com os gastos da cesta básica alcançava, em média, 48,51% do salário mínimo, ante os 48,52% necessários em novembro.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Botafogo ganha mais uma loja da Casa do Pão de Queijo
os cariocas vão ganhar mais uma unidade da Casa do Pão de Queijo. Localizada no Shopping Rio Sul, a loja é uma ótima opção para quem quer dar uma pausa nas compras, descansar e apreciar uma rápida e saborosa refeição.
No comando do empreendimento está o empresário Italo Calvano Junior e seus sócios Constantino Lago, Robson Soares de Azevedo e Claudia Ramos Calvano. Os empresários optaram pela Casa do Pão de Queijo pela qualidade e variedade de produtos oferecidos, que atendem aos diversos públicos, e pelo padrão elevado da marca, que deixa de ser apenas um café e se torna um agradável lugar para relaxar e degustar outros deliciosos quitutes presentes no cardápio da rede. “Por ser uma marca já consolidada no mercado, acreditamos no sucesso da loja e já estamos pesquisando demais localidades, pois pretendemos investir em outros empreendimentos com a marca Casa do Pão de Queijo”, conta Italo.
A loja, que está localizada no piso G3, local de expansão do shopping, tem uma área de 40 m² e conta com mesas e sofás que acomodam confortavelmente 22 pessoas. No local será servido todo o mix de produtos oferecidos pela Casa do Pão de Queijo, como o macio e delicioso pão de queijo, carro-chefe da casa, sanduíches, folhados, bebidas quentes e frias, além da novidade da rede, o Pastel de Forno da Vovó, elaborado especialmente para quem deseja fazer uma alimentação rápida e saudável, ideal para quem quer manter a forma com a chegada do verão.
No comando do empreendimento está o empresário Italo Calvano Junior e seus sócios Constantino Lago, Robson Soares de Azevedo e Claudia Ramos Calvano. Os empresários optaram pela Casa do Pão de Queijo pela qualidade e variedade de produtos oferecidos, que atendem aos diversos públicos, e pelo padrão elevado da marca, que deixa de ser apenas um café e se torna um agradável lugar para relaxar e degustar outros deliciosos quitutes presentes no cardápio da rede. “Por ser uma marca já consolidada no mercado, acreditamos no sucesso da loja e já estamos pesquisando demais localidades, pois pretendemos investir em outros empreendimentos com a marca Casa do Pão de Queijo”, conta Italo.
A loja, que está localizada no piso G3, local de expansão do shopping, tem uma área de 40 m² e conta com mesas e sofás que acomodam confortavelmente 22 pessoas. No local será servido todo o mix de produtos oferecidos pela Casa do Pão de Queijo, como o macio e delicioso pão de queijo, carro-chefe da casa, sanduíches, folhados, bebidas quentes e frias, além da novidade da rede, o Pastel de Forno da Vovó, elaborado especialmente para quem deseja fazer uma alimentação rápida e saudável, ideal para quem quer manter a forma com a chegada do verão.
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Varejo busca personalização
Em meio à discussão sobre o futuro do varejo na 100ª edição do Congresso da NRF, em Nova York, o varejo quer mesmo, e precisa, voltar ao passado. A palavra de ordem é personalização. Num mundo cada vez mais complexo, surge a necessidade de simplificar a compra e o relacionamento com o consumidor. A tão debatida tecnologia pode, e deve, ajudar neste processo, mas como meio.
A personalização ganha importância para facilitar a vida dos consumidores. Marcas como a Macys, nos Estados Unidos, já sabem que as centenas de milhares de produtos que oferecem não são suficientes para conquistar os clientes. As pessoas não querem mais uma quantidade absurda de opções que não têm a ver com elas, desejam apenas os produtos com seu estilo. Saber o que eles querem e fazer uma oferta individual é o grande desafio.
Enquanto o varejo ainda está perdido, as pessoas já sabem o que desejam. “Quando procura por um produto, o consumidor sabe exatamente o que quer, quando quer, na hora que quer, quanto quer pagar e onde quer comprar”, aponta Cathy Green, Presidente da Food Lion Family of Banners. “Os consumidores querem uma compra personalizada”, ressalta. A busca por uma compra mais pessoal passa pela relevância.
Neste sentido, a tecnologia pode contribuir. “O desafio é fazer com que as milhares de categorias se transformem em dezenas que o consumidor possa olhar e achar relevante para ele”, afirma Peter Sachse, Diretor executivo de Marketing e CEO da Macys.com, uma divisão da Macys Inc. Para as pequenas empresas, isso já possível. O caso da Little Miss Matched é um exemplo.
A loja vende meias, um artigo comoditizado, que se transformou em sucesso em Nova York ao transformar um produto sem apelo de consumo em algo divertido. Primeiro, as meias são coloridas e em formatos diferenciados. Há muitas opções, é verdade, mas apenas algumas delas agradam a um determinado público. Segundo, os produtos podem ser personalizados. Crianças desenham seus próprios pares de meias. Os adultos também o fazem e, aliás, são um dos maiores compradores da marca.
Neste caso, a criatividade contribui para a personalização. O caso do Burger King no Brasil que estampou a foto de seus clientes na embalagem dos hambúrgueres atravessou fronteiras e veio parar nos Estados Unidos como exemplo do que as empresas podem fazer para se aproximar de seus clientes. Até a China, conhecida por copiar as marcas, já busca criar marcas originais como a esportiva Li Ning.
Na outra ponta estão as mulheres com mais de 50 anos. Nos Estados Unidos, elas não se vêem em nenhuma marca. As empresas simplesmente não têm ofertas segmentadas, pois estas consumidoras não são mais jovens, mas também não são idosas. “Elas estão insatisfeitas com as lojas do varejo”, explica Stephen Reily, fundador e CEO da VibrantNation.com, um site específico para mulheres nascidas no pós-guerra. “Os varejistas nos Estados Unidos e no mundo todo não prestam atenção na geração baby boomer”, completa Deborah Weinswig, executiva do Citi Investment Research.
A personalização ganha importância para facilitar a vida dos consumidores. Marcas como a Macys, nos Estados Unidos, já sabem que as centenas de milhares de produtos que oferecem não são suficientes para conquistar os clientes. As pessoas não querem mais uma quantidade absurda de opções que não têm a ver com elas, desejam apenas os produtos com seu estilo. Saber o que eles querem e fazer uma oferta individual é o grande desafio.
Enquanto o varejo ainda está perdido, as pessoas já sabem o que desejam. “Quando procura por um produto, o consumidor sabe exatamente o que quer, quando quer, na hora que quer, quanto quer pagar e onde quer comprar”, aponta Cathy Green, Presidente da Food Lion Family of Banners. “Os consumidores querem uma compra personalizada”, ressalta. A busca por uma compra mais pessoal passa pela relevância.
Neste sentido, a tecnologia pode contribuir. “O desafio é fazer com que as milhares de categorias se transformem em dezenas que o consumidor possa olhar e achar relevante para ele”, afirma Peter Sachse, Diretor executivo de Marketing e CEO da Macys.com, uma divisão da Macys Inc. Para as pequenas empresas, isso já possível. O caso da Little Miss Matched é um exemplo.
A loja vende meias, um artigo comoditizado, que se transformou em sucesso em Nova York ao transformar um produto sem apelo de consumo em algo divertido. Primeiro, as meias são coloridas e em formatos diferenciados. Há muitas opções, é verdade, mas apenas algumas delas agradam a um determinado público. Segundo, os produtos podem ser personalizados. Crianças desenham seus próprios pares de meias. Os adultos também o fazem e, aliás, são um dos maiores compradores da marca.
Neste caso, a criatividade contribui para a personalização. O caso do Burger King no Brasil que estampou a foto de seus clientes na embalagem dos hambúrgueres atravessou fronteiras e veio parar nos Estados Unidos como exemplo do que as empresas podem fazer para se aproximar de seus clientes. Até a China, conhecida por copiar as marcas, já busca criar marcas originais como a esportiva Li Ning.
Na outra ponta estão as mulheres com mais de 50 anos. Nos Estados Unidos, elas não se vêem em nenhuma marca. As empresas simplesmente não têm ofertas segmentadas, pois estas consumidoras não são mais jovens, mas também não são idosas. “Elas estão insatisfeitas com as lojas do varejo”, explica Stephen Reily, fundador e CEO da VibrantNation.com, um site específico para mulheres nascidas no pós-guerra. “Os varejistas nos Estados Unidos e no mundo todo não prestam atenção na geração baby boomer”, completa Deborah Weinswig, executiva do Citi Investment Research.
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Famílias da classe C vão representar 41% da população em 2020
Junto com a classe B, elas vão formar o grupo responsável por mais de R$ 270 bilhões do poder de compra, de acordo com pesquisa da consultoria CDE, especializada no universo das classes C, D e E. Um dos motivos é o fato da classe estar crescendo. A estimativa da CDE é de que 28,7 milhões de famílias estejam inseridas nesse grupo em 2020. O aumento da distribuição de renda, de 28% para 34%, entre 2002 a 2008, também contibui para esse progresso da classe C.
O estudo também aponta o crescimento da capacidade de consumo da classe B, que mostrou evolução em todos os parâmetros. Na projeção para 2020, as famílias deste perfil passarão de 6,4 milhões para 9,1 milhões, devendo representar 13% do total.
Nos dados consolidados de 2002 a 2008, a classe B registrou crescimento de 1% tanto na massa como na distribuição de renda, que foram, respectivamente, de 22% e 12% do total.
Em relação às classes D e E, a pesquisa revela que, para 2020, o número de famílias pertencentes a esses grupos se manterá estável, respectivamente em 15,3 milhões e 11,7 milhões.
Já a massa de renda das classes D e E caiu 1% entre 2002 e 2008, representando 13% e 5% do total, respectivamente. “Mesmo com essa queda na renda e sem um crescimento absoluto na quantidade de famílias, as classes D e E representarão 39% das famílias em 10 anos, garantindo sua força de consumo”, observa Luciana.
Nessa projeção, até 2020, a classe A tende a uma pequena evolução do número de famílias, de 3,2 milhões em 2008 para 4,5 milhões, devendo representar 7% do universo de 69 milhões de famílias. Por outro lado, de 2002 a 2008, esse grupo manteve estável sua participação na distribuição de renda em 6% do total, e registrou queda de 3% na massa de renda, passando a representar 28% do total.
O estudo também aponta o crescimento da capacidade de consumo da classe B, que mostrou evolução em todos os parâmetros. Na projeção para 2020, as famílias deste perfil passarão de 6,4 milhões para 9,1 milhões, devendo representar 13% do total.
Nos dados consolidados de 2002 a 2008, a classe B registrou crescimento de 1% tanto na massa como na distribuição de renda, que foram, respectivamente, de 22% e 12% do total.
Em relação às classes D e E, a pesquisa revela que, para 2020, o número de famílias pertencentes a esses grupos se manterá estável, respectivamente em 15,3 milhões e 11,7 milhões.
Já a massa de renda das classes D e E caiu 1% entre 2002 e 2008, representando 13% e 5% do total, respectivamente. “Mesmo com essa queda na renda e sem um crescimento absoluto na quantidade de famílias, as classes D e E representarão 39% das famílias em 10 anos, garantindo sua força de consumo”, observa Luciana.
Nessa projeção, até 2020, a classe A tende a uma pequena evolução do número de famílias, de 3,2 milhões em 2008 para 4,5 milhões, devendo representar 7% do universo de 69 milhões de famílias. Por outro lado, de 2002 a 2008, esse grupo manteve estável sua participação na distribuição de renda em 6% do total, e registrou queda de 3% na massa de renda, passando a representar 28% do total.
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Brasil será quinta maior potência do varejo mundial em 2025
O poder de compra dos consumidores brasileiros atingirá a cifra de 2,145 bilhões de dólares até 2025, um crescimento de 80,5% em relação à soma de 1,188 bilhão, registrada em 2009. Caso concretizada, a projeção da Accenture, empresa de consultoria, tecnologia e outsourcing, elevará o Brasil ao posto de quinta maior potência econômica do varejo mundial, atrás apenas de China, Estados Unidos, Índia e Japão.
O dado revela uma tendência positiva e também desafiadora. Segundo Juan Manuel Rebollo (foto), líder mundial de varejo da Accenture, o aumento do poder aquisitivo elevará ainda mais os gastos com itens diferenciados. “A compra online tende a crescer, sobretudo para aquisição de produtos básicos. Já na hora de ir à loja, o cliente pensará apenas nos locais dos quais realmente gosta e que oferecem experiência de compra”, afirma.
Fábio Silvestre, líder de varejo da Accenture para América Latina, reforça que esse movimento já começa a acontecer entre os mais de 30 milhões de consumidores que emergiram recentemente para a classe C. “O primeiro efeito do acréscimo na renda é a procura por produtos de maior valor agregado. O passo seguinte é a busca por entretenimento na compra”, garante.
Segundo os especialistas, a eficiência operacional é um dos principais desafios do varejo brasileiro nesse novo momento, o que deve incluir investimentos em tecnologia. Outra questão importante, conforme lembra Fábio Silvestre, é adaptar estratégias e sortimento às reais necessidades do público. Para o executivo, cada vez mais quem tentar vender “tudo a todos” poderá acabar sem vender “nada a ninguém”. Um bom caminho, segundo Silvestre, é definir um foco e buscar ser o “category killer”, ou seja, a empresa considerada a melhor opção para compra de determinados segmentos de produto.
O estudo global realizado pela Accenture mostra ainda que o ingresso em novos países é uma das principais formas encontradas pelas empresas de todos os segmentos do varejo para expandir sua atuação. Das 100 maiores companhias do varejo mundial, menos de um terço opera apenas no país de origem. Atualmente, os maiores alvos dessa expansão são os BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), além de México e Coreia do Sul.
Juan Manuel Rebollo considera provável a chegada ao Brasil de novos varejistas especializados em áreas como artigos eletrônicos e esportivos. Especificamente sobre super e hipermercados, porém, o líder mundial de varejo da Accenture acredita que o principal movimento no País durante os próximos anos será de aumento na concentração de mercado, a partir de aquisições de redes médias e pequenas por parte das maiores empresas do setor.
O poder de compra dos consumidores brasileiros atingirá a cifra de 2,145 bilhões de dólares até 2025, um crescimento de 80,5% em relação à soma de 1,188 bilhão, registrada em 2009. Caso concretizada, a projeção da Accenture, empresa de consultoria, tecnologia e outsourcing, elevará o Brasil ao posto de quinta maior potência econômica do varejo mundial, atrás apenas de China, Estados Unidos, Índia e Japão.
O dado revela uma tendência positiva e também desafiadora. Segundo Juan Manuel Rebollo (foto), líder mundial de varejo da Accenture, o aumento do poder aquisitivo elevará ainda mais os gastos com itens diferenciados. “A compra online tende a crescer, sobretudo para aquisição de produtos básicos. Já na hora de ir à loja, o cliente pensará apenas nos locais dos quais realmente gosta e que oferecem experiência de compra”, afirma.
Fábio Silvestre, líder de varejo da Accenture para América Latina, reforça que esse movimento já começa a acontecer entre os mais de 30 milhões de consumidores que emergiram recentemente para a classe C. “O primeiro efeito do acréscimo na renda é a procura por produtos de maior valor agregado. O passo seguinte é a busca por entretenimento na compra”, garante.
Segundo os especialistas, a eficiência operacional é um dos principais desafios do varejo brasileiro nesse novo momento, o que deve incluir investimentos em tecnologia. Outra questão importante, conforme lembra Fábio Silvestre, é adaptar estratégias e sortimento às reais necessidades do público. Para o executivo, cada vez mais quem tentar vender “tudo a todos” poderá acabar sem vender “nada a ninguém”. Um bom caminho, segundo Silvestre, é definir um foco e buscar ser o “category killer”, ou seja, a empresa considerada a melhor opção para compra de determinados segmentos de produto.
O estudo global realizado pela Accenture mostra ainda que o ingresso em novos países é uma das principais formas encontradas pelas empresas de todos os segmentos do varejo para expandir sua atuação. Das 100 maiores companhias do varejo mundial, menos de um terço opera apenas no país de origem. Atualmente, os maiores alvos dessa expansão são os BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), além de México e Coreia do Sul.
Juan Manuel Rebollo considera provável a chegada ao Brasil de novos varejistas especializados em áreas como artigos eletrônicos e esportivos. Especificamente sobre super e hipermercados, porém, o líder mundial de varejo da Accenture acredita que o principal movimento no País durante os próximos anos será de aumento na concentração de mercado, a partir de aquisições de redes médias e pequenas por parte das maiores empresas do setor.
Coop adota nova estratégia para suas lojas de vizinhança
Com 30 unidades em São Paulo, a cooperativa decidiu elevar em 20% seu orçamento para 2011, totalizando R$ 30 milhões. Uma das principais estratégias para o ano é aumentar a área de vendas de suas lojas de vizinhança, caso da Zapt. É o que já está acontecendo com a filial no bairro Palmares, que será ampliada de 750 metros quadrados para 1.350 m². Depois disso, ela vai funcionar com a bandeira Coop.
A explicação é que a performance da unidade ficou aquém das demais, causando desequilíbrio nos custos operacionais. "O formato atual da Zapt não é capaz de satisfazer as necessidades dos cooperados, que sentiram falta de mix de produtos maior", diz Márcio Vale, vice-presidente da rede.Valle afirma que os novos pontos da Zapt não terão menos do que 1.000 m² de área de vendas.
Já as lojas de vizinhança de Utinga e Jardim Milena, instaladas em Santo André, não sofrerão modificações. Já a da Martim Francisco, acabou de ser fechada. Todos os funcionários foram transferidos. O formato Zapt nasceu em 2007 com a intenção de fornecer os itens mais vendidos em lojas menores, facilitando o deslocamento dos consumidores.
Fonte: Diário do Grande ABC
A explicação é que a performance da unidade ficou aquém das demais, causando desequilíbrio nos custos operacionais. "O formato atual da Zapt não é capaz de satisfazer as necessidades dos cooperados, que sentiram falta de mix de produtos maior", diz Márcio Vale, vice-presidente da rede.Valle afirma que os novos pontos da Zapt não terão menos do que 1.000 m² de área de vendas.
Já as lojas de vizinhança de Utinga e Jardim Milena, instaladas em Santo André, não sofrerão modificações. Já a da Martim Francisco, acabou de ser fechada. Todos os funcionários foram transferidos. O formato Zapt nasceu em 2007 com a intenção de fornecer os itens mais vendidos em lojas menores, facilitando o deslocamento dos consumidores.
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Restrição a crédito afeta confiança do consumidor no mês, diz Fecomercio
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) recuou 2,6% em janeiro, na comparação com o mês anterior, passando de 164,2 para 159,9 pontos. O resultado é atribuído às medidas de restrição a crédito anunciadas pelo Banco Central no final do ano passado.
Na comparação anual, o índice registrou aumento de 0,8%, ao passar de 158,7 para 159,9 pontos.
"O resultado do ICC no primeiro mês do ano demonstra a forte confiança do consumidor paulista de que a economia brasileira está bem estruturada, já que o indicador é medido em uma escala que varia de 0 a 200 pontos e denota otimismo quando acima dos 100", disse a Fecomercio, por meio de nota.
Segundo a Fecomercio, a queda verificada na comparação com dezembro é "natural", já que, após as compras relativas ao Natal, os consumidores precisam se preocupar com as contas de início de ano.
Atualmente
O Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA), um dos dois indicadores que compõem o ICC, registrou queda de 4,7% em relação a dezembro, caindo de 162,3 pontos para 154,7. Nos próximos meses, essa redução poderá ser maior. "Há a convicção de que o BC irá apertar ainda mais a política monetária", afirmou. Isso já se reflete no Índice de Expectativa do Consumidor (IEC), que registrou recuo de 1,3%, passando de 165,4 para 163,4 pontos.
Fonte: G1
Na comparação anual, o índice registrou aumento de 0,8%, ao passar de 158,7 para 159,9 pontos.
"O resultado do ICC no primeiro mês do ano demonstra a forte confiança do consumidor paulista de que a economia brasileira está bem estruturada, já que o indicador é medido em uma escala que varia de 0 a 200 pontos e denota otimismo quando acima dos 100", disse a Fecomercio, por meio de nota.
Segundo a Fecomercio, a queda verificada na comparação com dezembro é "natural", já que, após as compras relativas ao Natal, os consumidores precisam se preocupar com as contas de início de ano.
Atualmente
O Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA), um dos dois indicadores que compõem o ICC, registrou queda de 4,7% em relação a dezembro, caindo de 162,3 pontos para 154,7. Nos próximos meses, essa redução poderá ser maior. "Há a convicção de que o BC irá apertar ainda mais a política monetária", afirmou. Isso já se reflete no Índice de Expectativa do Consumidor (IEC), que registrou recuo de 1,3%, passando de 165,4 para 163,4 pontos.
Fonte: G1
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