terça-feira, 30 de novembro de 2010

AmBev lança jogo interativo da Skol na internet

A AmBev criou mais uma ação de fortalecimento da companhia, e a escolhida desta vez foi a marca Skol. Trata-se de um criativo game, em que os consumidores poderão jogar via internet.

Seguindo o esquema da polêmica brincadeira de venda da Amazônia, a empresa surge com uma plataforma interativa na web, que por meio de pistas espalhadas pelo hotsite, o objetivo é encontrar o cooler perdido por um grupo de quatro amigos. Ao viajarem pelo Brasil, os amigos perdem o quinto elemento grupo (o cooler), cheio de latinhas de Skol.

Brasil ocupa quarto lugar em ranking de consumo de PCs

Uma pesquisa realizada pela Ipsos aponta quatro importantes dados de consumo de computadores no Brasil. O primeiro deles indica que o País ocupa o quarto lugar na lista de ranking de mercado consumidor de PCs.

O segundo importante dado, é que se espera que o Brasil suba uma posição em breve neste ranking, conquistando desta forma, o terceiro lugar no pódio.

A terceira revelação diz respeito ao número de brasileiros que pretendem comprar um computador no próximo ano. Isto é, de acordo com a pesquisa, 38% dos consumidores responderam afirmativamente a esta pergunta.

Por fim, o quarto e último dado discorrem sobre a porcentagem de cada região brasileira, que contribuem com este consumo. Os sulistas são os mais propensos a investir representando 44% das intenções de compra, seguidos dos 32% do Norte, 31% do Nordeste e 31% do Sudeste.
Fonte: B2B Magazine

Indústria nacional desembarca no Nordeste



Até o ano que vem, alguns dos principais fabricantes de bens de consumo de massa investirão, pelo menos, R$ 700 milhões na região em fábricas e CDs. E mais: eles já incluíram em seu portfólio produtos voltados especialmente aos Estados nordestinos.

O acelerado desenvolvimento do Nordeste não entusiasma apenas as empresas do varejo. A indústria nacional de bens de consumo de massa também anda bem animada com as possibilidades que a região oferece. Fábricas de alimentos, bebidas, limpeza e higiene pessoal que até então tinham a produção concentrada nas regiões Sul e Sudeste, agora inauguram plantas e centros de distribuição em Estados como Bahia, Ceará e Pernambuco. E quem já está instalado nos principais centros se mantém otimista em relação aos resultados. Pesquisa realizada pela consultoria Deloitte com 40 companhias que atuam na região aponta que 97% esperam crescimento da receita em 2010. Na média, a expansão deverá ser de 15% sobre 2009.

É o crescente mercado consumidor que faz empresas como a Selmi desembarcarem na região. Ela adquiriu um terreno de 73 mil m2 no Porto de Suape (PE) para construir uma fábrica de massas tradicionais e instantâneas e, no futuro, de biscoitos. A indústria é dona das marcas Renata e Galo. “Atuamos há apenas três anos no Nordeste, mas temos dificuldades na distribuição, daí a opção pela construção da fábrica. Nossos planos são começar a operar em abril de 2012”, afirma Ricardo Selmi, presidente da empresa.

Segundo o empresário, serão investidos R$ 20 milhões na planta, que vai gerar 150 empregos diretos. A capacidade de produção mensal será de três mil toneladas de massa normal e instantânea. “Dali, pretendemos atender todo o Norte/Nordeste, além de exportarmos para a Venezuela e a África”, diz Selmi.
Seja pela facilidade do Porto de Suape ou pela proximidade do Estado com centros de consumo do Nordeste, Pernambuco tem se tornado o queridinho das grandes empresas. Quem também está se instalando no Estado é a Kraft Foods, que detém as marcas Lacta, Club Social e Tang, entre outras. De acordo com André Vercelli, presidente da Kraft Foods Norte e Nordeste, a empresa está construindo uma fábrica em Vitória do Santo Antão, no interior do Estado. A planta deverá entrar em funcionamento no início de 2011, com a contratação de 600 empregados diretos.

“Em 2005, criamos uma Unidade de Negócios da companhia no Recife, com o intuito de entender melhor o mercado local”, comenta Vercelli. Ele explica que a área tem a mesma estrutura de profissionais e setores do escritório central da companhia, localizado em Curitiba (PR). “Contamos com pessoal de marketing, recursos humanos, vendas, trade marketing e logística: todos trabalhando exclusivamente com foco no Norte e Nordeste”, afirma.

Prova disso é que nos últimos anos a empresa tem realizado campanhas específicas para a região, com ações voltadas para os costumes locais, como as festas de São João de Campina Grande, São João de Caruaru e da Bahia. Além disso, a Kraft tem em seu portfólio itens desenvolvidos especialmente para o consumidor local, como os regionais sabores de Tang: cajá, graviola, acerola e siriguela.
“Introduzimos nossas linhas nesse mercado, que é muito disputado por marcas regionais, e conseguimos aumentar as vendas”, diz Vercelli, sem revelar qual é a expectativa de crescimento na região. “O Norte e o Nordeste crescem mais rápido que o restante do País. Os 16 Estados da região somam 70 milhões de habitantes e têm um PIB de R$ 500 bilhões/ano. Com o poder aquisitivo do consumidor cada vez maior, sem dúvida o potencial de crescimento é enorme”, explica.

Para Paulo Roberto Tavares, sócio de consultoria Deloitte, além de um mercado excepcional, a indústria percebeu que a necessidade de quem mora na região é semelhante à de quem vive em qualquer outro lugar. “Não existem mais fronteiras. Um produto pode ser bem aceito em diferentes Estados, desde que tenha uma roupagem local”, diz.

A Bombril é uma das empresas que investem em produtos com o perfil local. Sua linha Pronto Bril foi desenvolvida especificamente para atender o Norte/Nordeste. De acordo com Marcos Scaldelai, diretor de marketing, pesquisa e desenvolvimento da fabricante, os produtos têm um perfume mais intenso, feito com essências típicas da região, e um posicionamento de preço diferente: 10% abaixo da linha regular. A produção também está no Nordeste, na fábrica de Abreu e Lima, localizada em Pernambuco.
Atualmente, 31% do volume de vendas da marca Bombril está concentrado no Norte e no Nordeste, e faz parte dos planos da empresa ampliar essa participação para 40% em 2010. “Iniciamos o ano com um crescimento de 14%, e já aumentamos esse patamar para 32%, graças ao projeto Arrastão – um conjunto de iniciativas como aumentar a distribuição, conscientizar o varejo sobre o preço correto para o consumidor e investir em mar­keting”, explica Scaldelai. Para este semestre, com a campanha “BomBril Abalou 1001 prêmios para você”, a empresa espera crescer 45%, o que na média do ano deve corresponder a uma alta de 40%. A companhia vai sortear 10 caminhões com 100 prêmios cada, além de uma casa no valor de R$ 50 mil em certificados de barras de ouro.

Outra que apostou em uma marca local para ganhar terreno foi a Química Amparo (Ypê), que produz e comercializa para a região a linha Atol, composta por sete diferentes produtos de limpeza. De acordo com João Augusto Geraldeni, gerente de mar­keting da companhia, a fábrica da Atol, localizada em Simões Filho, na Grande Salvador (BA), foi adquirida em 2002 para aumentar a penetração dos produtos da empresa na região. Aparentemente, a estratégia está dando resultado. “O aumento da renda da população e o desempenho da economia local favorecem a indústria em geral. No nosso caso, ano a ano conseguimos melhorar o desempenho, que se aproxima da média alcançada no faturamento nacional”, afirma Geraldeni.
A aposta na região é tal, que a Química Amparo destinou cerca de R$ 180 milhões para a construção de uma nova fábrica em Anápolis (GO), para produção de detergente líquido, sabão em pó e em barra, além de amaciantes. De lá, os produtos serão destinados aos Estados do Norte/Nordeste.

A Pepsico Brasil, dona de marcas como Cheetos, Fandangos e Coqueiro, comercializa nos Estados nordestinos embalagens um pouco menores que as vendidas no resto do País. Com isso, consegue reduzir o preço final dos salgadinhos de R$ 1,30 para R$ 0,99. “Ao diminuir a margem, aumentamos as vendas”, afirma Alexandre Wolff, diretor da Unidade de Negócios Norte/Nordeste.

A Pepsico já tem uma fábrica de salgadinhos em Recife (PE), onde produz Fandangos e Cheetos, além do Toddynho, e pretende inaugurar uma planta em Feira de Santana (BA) no primeiro trimestre de 2011. A unidade terá uma linha de produção de achocolatados em pó e, em uma segunda fase, de achocolatados líquidos. Embora não cite números de crescimento, Wolff diz que, nos últimos cinco anos, as vendas no Nordeste aumentaram duas vezes e meia acima da média do Brasil. “Temos crescido cerca de dois dígitos nos últimos anos, resultado que deverá se repetir em 2010 e 2011”, afirma.

O principal cliente da Pepsico é o pequeno varejo. Segundo Wolff, na maioria das vezes, é mais fácil atender as lojas menores do que as grandes redes. “Normalmente realizamos a venda direto para os donos, que são mais rápidos em decidir e têm pressa em ter o produto nas gôndolas. Nesses estabelecimentos, ocorrem mais promoções. Para se ter uma ideia, 75% do total de salgadinhos consumidos no País sai dos pequenos supermercadistas. Os grandes são responsáveis por apenas 25% do nosso faturamento no segmento”, diz Wolff.

A Kraft Foods também não descuida dos pequenos. Segundo André Vercelli, o plano de distribuição na região inclui cada vez mais pontos de venda menores. “Fazer compra no supermercado de vizinhança está no dia a dia do nordestino, que, muitas vezes, faz suas atividades diárias a pé ou de ônibus. Queremos estar onde ele está”, diz o executivo.

E-commerce deve crescer 25% em 2010

O faturamento do canal ficou em R$ 7,8 bilhões no primeiro semestre deste ano. A previsão é de que o setor feche 2010 com crescimento de 25% em relação a 2009, atingindo R$ 14,6 bilhões. Segundo a Fecomércio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), com base em estudo da e-bit, o número de consumidores online deve passar de 17,2 milhões em 2009 para 23 milhões de internautas até dezembro.

Um motivos para a expansão do segmento é o sucesso dos sites de compras coletivas no País. O tíquete médio dessa modalidade já é superior a R$ 30. Nesse formato, os compradores cadastrados recebem propostas de descontos dos lojistas. No entanto, a promoção só vale se um número mínimo de internautas bancar a promoção em um período determinado.

De olho nesse mercado, o empresário Felipe Murta e mais dois sócios lançaram o site de compras em grupo Vitrine Coletiva. “A intenção é aproveitar uma oferta para divulgar um produto ou serviço e a própria marca dos parceiros”, explicou Murta. Com investimento de R$ 100 mil, o site já conta com uma estrutura de 12 funcionários e atuará, inicialmente, apenas na cidade do Rio de Janeiro. A ideia é trabalhar com descontos entre R$ 35 e R$ 85. A previsão é movimentar cerca de R$ 500 mil em um ano e reinvestir até 60% na própria empresa.

Já a papelaria Paperchase, 20 anos no mercado, abriu seu braço online em 2007 para vender os mesmos produtos da unidade física, que fatura R$ 1,4 milhão. Durante 2009, o site, com tíquete médio de R$ 148, faturou R$ 22 mil. A previsão para 2010 é chegar a R$ 25 mil.

Em 2011, a Paperchase vai investir cerca de 40% da receita prevista na plataforma digital. “Vamos investir em navegabilidade, conteúdo e atuação nas redes sociais”, adiantou Álvaro Real, gerente de marketing da empresa. O site também ganhará novas ferramentas de apresentação de produtos, como vídeo e fotos em 360 graus. “A novidade vai tirar dúvidas do internauta na hora da compra.”
Fonte: Valor Econômico

Consumidor deve ter várias formas de pagamento ao ir às compras de Natal

O fim de ano está chegando e, com ele, mais pessoas vão às compras, consequentemente aumentando o número de transações com cartões e o medo de consumidores e lojistas de ocorrer uma pane nas maquininhas.

Caso isto aconteça, a Pro Teste - Associação de Consumidores, informa que os comerciantes devem avisar o quanto antes que não estão trabalhando com esta forma de pagamento, sendo que, nesta época do ano, é sempre prudente que o consumidor tenha outra maneira de pagar suas compras.

“A partir do momento que o lojista fica sabendo do problema, ele deve avisar o consumidor, usando até alto-falantes, no caso de lojas grandes, e colando cartazes na frente da loja avisando que não estão trabalhando temporariamente com aquela forma de pagamento. Se a pessoa já estiver no caixa, ela deve negociar outra forma de pagamento e, caso ela se sinta lesada, pode procurar um órgão de defesa do consumidor e, dependendo do caso, a Justiça”, explica a advogada da Associação, Tatiana Viola de Queiroz.

Empresas

Apesar da preocupação do consumidor e de alguns comerciantes, sobretudo após o compartilhamento das maquininhas de cartões, as principais empresas credenciadoras de cartões de crédito, responsáveis pelas maquininhas, garantem que tanto consumidores como lojistas podem ficar tranquilos neste Natal.

Na Cielo, por exemplo, segundo o vice-presidente de tecnologia da empresa, Paulo Guzzo, em todas as datas relevantes, a empresa toma uma série de ações preventivas para que não haja problemas por conta do aumento da demanda.

“Nós já monitoramos o negócio em todo o momento, acompanhando segundo a segundo as operações e nestas épocas reforçamos estas ações. Neste Natal, começamos desde o Dia das Crianças (...) Dentre outras coisas, revisamos todos os ambientes de contingência e fizemos ações de continuidade do negócio junto às empresas de telecom”, explicou.

No ano passado, ainda segundo Guzzo, a Cielo não registrou nenhum problema em suas operações e, caso isso ocorra este ano, a empresa está preparada para resolver rapidamente.

2009

No ano passado, por conta de uma intermitência no sistema, a Redecard parou de funcionar, levando inúmeros consumidores a mudar de operadora no ato da compra ou até mesmo desistir de adquirir produtos.

O problema ocorreu no dia 24 de dezembro, data considerada pelo comércio como uma das mais importantes para as vendas de Natal. Procurada, até o fechamento desta matéria, a empresa ainda não tinha um posicionamento sobre o assunto.
Fonte: Info Money Pessoal

Compras de Natal vão sair mais caras

As prestações dos presentes de Natal ficaram mais caras. Segundo o Banco Central, entre setembro e outubro os juros médios para o consumidor subiram 1% impulsionados, principalmente, por expectativas de um aperto monetário até janeiro e projeções de piora para a inadimplência. Essa foi a primeira elevação após quatro quedas consecutivas nas taxas. Para quem vai bancar o Papai Noel, dividir as compras em 12 vezes, por exemplo, pode sair caro: vai desembolsar o equivalente a quase um presente e meio. Para cada compra no valor de R$ 1 mil, parcelada, o brasileiro vai gastar mais R$ 404 apenas com juros por ano.

A servidora pública Sônia Rosenberg, 41 anos, sentiu no bolso o peso dos juros. Apesar de preferir fazer as compras de eletrodomésticos à vista para fugir das taxas elevadas e de parcelamentos longos, está à procura de uma nova máquina de lavar e terá de fazer a aquisição em prestações. Na pesquisa de preços que realizou, as condições de financiamentos encontradas a assustaram. “As lojas não dão desconto na compra a prazo e terei de pagar uma taxa abusiva”, reclamou.

Sônia vai pagar uma prestação mais pesada em função do jogo entre mercado e Banco Central. Com a inflação em escalada e o mercado projetando um Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 5,72% em 2010 — acima do centro da meta perseguida pelo governo, de 4,5% ao ano — o sistema financeiro está se antecipando aos possíveis movimentos de alta na Selic e já subindo juros. Com a possibilidade de elevação da taxa básica da economia, o custo de captação dos bancos ficará mais alto e esse gasto a mais das instituições financeiras é imediatamente repassado ao consumidor.

Efeito calote

“É óbvio que as expectativas na curva de juros influenciam na formação da taxa, mas como o mercado é volátil, temos de ver com ressalvas essa elevação”, ponderou Eduardo Otero, sócio da corretora Progredir Investimento. Luiza Rodrigues, economista do Banco Santander, concorda com a opinião de Otero, mas acrescenta outro fator na conta para a elevação dos juros para os consumidores: a possibilidade de aumento do calote. “Esse maior custo do crédito para pessoas físicas decorre de medo de inadimplência e de uma expectativa de juros maiores”, argumentou. “Com a projeção de Selic mais alta, o custo de captação realmente vai subir e também deixar as taxas mais pesadas”, concluiu.

O professor Paulo Marinho Machado, 45 anos, comprou um automóvel novo em 60 parcelas, número de prestações que é considerada por especialistas uma armadilha. Deu uma entrada e obteve uma taxa de juros de 1,29% ao mês. Porém, ao fim do financiamento, terá desembolsado o suficiente para quitar dois carros iguais ao que adquiriu. “O carro é uma necessidade, uma ferramenta de trabalho. Vou comprar um e pagar quase o preço de dois”, desabafou.

Armadilha no crédito

A concessão de financiamentos no país está crescendo fortemente e em outubro bateu recorde. O volume de recursos chegou a 47,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todas as riquezas do país) — número nunca registrado desde 2001, quando o Banco Central começou a fazer esse levantamento. Em valores totais, o montante de operações de crédito é de R$ 1,644 trilhão. Com tanto dinheiro na praça e os juros pesados praticados no Brasil, o consumidor precisa ficar atento para não cair nas armadilhas escondidas sobre o crédito fácil e comprometer o orçamento.

O bancário Marcelo Nonnenmarcher, 39 anos, tem aversão às altas taxas de juros praticadas no mercado e criou um mecanismo próprio para não recorrer a financiamentos prolongados. Nonnenmarcher procura poupar o dinheiro necessário para adquirir, por exemplo, um carro, e usa o cartão de crédito, que dependendo das parcelas não cobra juros, para financiar as compras de outros bens de valores menores, como uma geladeira. “Dessa forma, me livro dos juros que, no Brasil, ainda são bastante elevados”, dá a dica.

Com taxa de 40,4% ao ano, empréstimos alongados como os de 72 vezes (tradicionais para financiamento de veículos) fazem com que o consumidor pague duas vezes ou mais por um mesmo bem. Esse tipo de crédito de longo prazo também carrega riscos embutidos, como a incerteza de que o consumidor vai estar empregado dois ou três anos depois de assumir as prestações. Analistas de risco de crédito, como o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Serasa Experian, afirmam que outras “turbulências”, como uma doença e problemas financeiros, podem causar a interrupção dos pagamentos. Por isso, o recomendado é fazer o mínimo de prestações possíveis.
Fonte: Correio Braziliense Online

Casas Bahia inaugura primeira loja em Sergipe

A rede varejista Casas Bahia inaugura hoje a primeira loja em Sergipe, na capital Aracaju. Localizada no shopping RioMar, a nova unidade tem o formato de loja conceito, especialmente desenvolvido para shoppings, e com foco em produtos de alta tecnologia. A loja conta com 750 metros quadrados de área de vendas.

A empresa atua na Região Nordeste desde o ano passado e já conta com 26 lojas na Bahia, em Salvador e municípios vizinhos. Segundo o comunicado, a empresa está prestes a inaugurar o primeiro Centro de Distribuição da Casas Bahia na Região Nordeste, na cidade de Camaçari (BA).

Segundo a companhia, o shopping em Aracaju tem um fluxo de 600 mil pessoas por mês, possui 126 lojas satélites e seis lojas âncoras.
Fonte: O Estado de São Paulo