sexta-feira, 21 de maio de 2010

Brasil é o terceiro mercado em consumo de produtos de higiene

A crescente participação da mulher brasileira no mercado de trabalho e a evolução na renda da nova classe C são fatores que explicam a expansão anual em média de 10,6% do setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos nos últimos 13 anos, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosmética (Abihpec). A expectativa é registrar incremento real (descontada a inflação) acima de 11% em 2009.

Francisco Caravanti Júnior, da Consult Cosmética e Farmacêutic, destaca que o mercado tem tudo para expandir-se ainda mais em 2010. Ele lembra do resultado positivo que o setor teve mesmo com a crise mundial, e afirma que, se a economia continuar como está, o crescimento deve passar de 13%.

– As condições econômicas estão melhores e o poder de compra da população também. Isso deve refletir-se nos resultados desse ano – afirma Caravanti Júnior.

O Brasil é o terceiro mercado consumidor de produtos de higiene e beleza do mundo, ficando atrás dos Estados Unidos e do Japão. Em 2008, o setor registrou R$ 21,2 bilhões em volume de vendas.

A produtora Juliana Gama, 26 anos, gasta R$ 1.500 por mês com cuidados para beleza, incluindo academia, tratamento estético e a compra de alguns produtos. Ela conta que está sempre procurando novidades para cuidar do corpo, mas diz que intensifica os tratamento durante o verão.

– A preocupação com o corpo é constante, mas no início do ano faço ainda sessões para eliminar a gordura localizada, cujo pacote com dez procedimentos custa R$ 800, – relata Gama.

No caso de algumas clínicas de estética, a projeção de incremento é de até 40% do movimento esse ano. Para isso, foram comprados novos equipamentos e oferecidos descontos para conquistar as clientes. Os tratamentos mais procurados nessa época do ano são para perda de medidas, celulites, flacidez, depilação a laser e rejuvenescimento facial.

A advogada Anna Paula Teixeira, 28 anos, só faz academia durante o ano, mas quando chega o verão testa procedimentos estéticos. Ela disse que parcela os gastos extras do início do ano, para não ficar com dívidas.

– No verão, vou mais à praia e preciso me preparar. Gasto R$ 500 por mês a mais com meu corpo por causa dos tratamentos – conta Anna.

A clínica Dicorp, da Barra da Tijuca, registra aumento da procura de tratamentos de pelo menos 20% a cada ano nos últimos cinco anos. Para esse ano, a previsão é de incremento de pelo menos 30% de movimento em relação ao ano anterior. A médica Marinez Peracchi, proprietária da Dicorp, atribui o aumento do faturamento do setor a uma busca frenética pela boa forma.

– Os tratamentos de beleza possibilitam a todos uma melhora significativa na aparência – justifica Marinez.

A clínica oferece descontos de até 40% no horário das 10h às 14h durante o verão. Segundo Marinez, a estação é sem dúvida a época de maior volume de vendas de programas corporais na clínica. Ainda assim, ela diz que vale a pena oferecer descontos para fidelizar e atrair novos clientes.

Na Dicorp da Lagoa, o movimento é 35% maior durante o verão. A gerente da unidade, Maria Helena Lauria, acredita que o aumento da procura deve-se à busca por resultados para poder colocar o biquíni e aproveitar as praias.

Já Onodera Estética, inaugurada há apenas seis meses, na Barra da Tijuca, registra crescimento mensal de 10%. A proprietária da unidade Viviane Laviola projeta crescimento de 40% nos próximos meses em comparação com o semestre anterior. Viviane disse que um cliente gasta em média R$ 1 mil em tratamentos, já que a recomendação para os programas de estética são dez sessões, para ter resultados duradouros.

– Quando uma pessoa procura a clínica, ela tem grande expectativa por bons resultados e está disposta a fazer um tratamento de médio prazo – explica Viviane.

O Salão Eclat aderiu aos descontos e oferece promoções de até 20% no peeling de maçã (renovação da camada superior da pele) e na hidratação de diamantes. Segundo Ana Junger, sócia do Eclat, os descontos oferecidos são uma ótima maneira de apresentar a qualidade dos serviços e cativar a clientela.

– A cliente compra um tratamento com desconto, gosta dos resultados e, naturalmente, se interessa por outros serviços com a mesma qualidade – observa Ana.

A publicitária Shirley Nunes, de 31 anos, diz que demorou a procurar clínicas de estética, mas ressalta que não fica mais sem os tratamentos. Ela admitiu que tinha muitos preconceitos contra tratamentos estéticos, mas deu o braço a torcer quando viu os resultados em uma amiga.

– É um pequeno gasto a mais todo mês, mas recompensa quando chega o verão e uso biquínis e saias – destaca.

Cuidados

A coordenadora institucional da Associação de Defesa do Consumidor (Pro Teste), Maria Inês Dolci, recomenda que o consumidor fique atento com promessas de resultados muito rápido. Ela recomenda que o cliente só faça tratamento em clínicas recomendadas por alguém de confiança e com indicação médica.

– O cliente deve sempre passar por uma avaliação. Deve ser informado sobre quais resultados pode esperar e a duração do serviço – alerta.

Inês explica que o cliente deve exigir no contrato todas as informações e promessas do serviço. Ela destacou também que o consumidor precisa saber se o procedimento é autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

– O mais importante sempre é saber que não existe resultado milagroso – ressalta.

Fonte: JB Online

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

Preços de carros novos têm reajuste de 2,7%, aponta FGV

Pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas) aponta que o preço dos carros novos subiu, em média, 2,7% nos últimos 12 meses terminados em abril. A elevação reflete sobretudo a retirada do incentivo da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), a partir de março. Essa foi a maior variação em 17 meses.

No ano passado, os veículos haviam apresentado retração de 4,63%, também de acordo com o levantamento da FGV.

O percentual de aumento de preços, no entanto, foi inferior à alta no IPI após o fim do estímulo tributário. Desde 1º de abril, a alíquota do imposto dos carros flex 1.0, que estava em 3%, retornou aos 7% e, no caso dos flex de 1.0 a 2.0, passou de 7,5% para 11,5%.

Segundo o consultor especializado Paulo Roberto Garbossa, diretor da ADK Automotive, o pequeno reajuste no valor final dos carros se deve à concorrência acirrada no setor. "Ninguém quer perder vendas", afirma.

Em contato com concessionárias da região, a reportagem constatou que alguns modelos básicos tiveram aumento que chega a 4%, ou seja, a variação do tributo, enquanto alguns que já vêm mais equipados receberam, em alguns casos, bonificações das montadoras e se mantiveram praticamente sem variação.

Foi o caso do Gol 1.0 equipado com vidro, trava e direção hidráulica, que é encontrado na concessionária Avel, de São Bernardo, por R$ 30.700, mesmo preço de antes da retirada do incentivo. Já o carro sem esses itens passou de R$ 27.290 para R$ 28.990, alta de R$ 1.700.

De forma geral, as versãos mais básicas dos modelos populares subiram, pelo menos, R$ 1.000, o que daria para pagar a documentação mais o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores). Na Itavema, de Santo André, por exemplo, foi informado que o Fiat Palio subiu de R$ 23.490 para R$ 24.990 e, na Vigorito, o Celta passou de R$ 22.700 para R$ 24.200.

PERSPECTIVA - A perspectiva nas concessionárias é de melhora no volume comercializado na segunda metade deste mês, por conta da chegada de modelos da linha 2011 nas revendas e de promoções das montadoras.

Na primeira quinzena, o setor registrou retração de 27,98% nas vendas de automóveis e comerciais leves na comparação com os primeiros 15 dias úteis de abril - período em que as lojas ainda tinham estoque alto de carros faturados antes da retirada da redução do IPI.

Para o gerente de vendas de novos da Itavema, Oswaldo Rodrigues Domingos Júnior, o lançamento do Novo Uno, há poucos dias, já ajudou a elevar o fluxo de público.

Fonte: O Estado de São Paulo


cláudio oliveira

aluno do ivar

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Inflação do varejo recua em 4 de 7 capitais pela 2ª semana consecutiva

RIO - A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou em quatro das sete cidades pesquisadas pela segunda semana consecutiva.

Entre a segunda e a terceira quadrissemana de abril, esse foi o caso de São Paulo (0,60% para 0,50%), Recife (de 1,79% para 1,75%); Porto Alegre (de 0,90% para 0,82%); e Belo Horizonte (de 0,60% para 0,57%), segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Já as três capitais restantes apresentaram aceleração de preços. É o caso de Rio de Janeiro (de 0,95% para 0,96%); Salvador (de 0,84% para 0,88%); e Brasília (de 0,39% para 0,48%).

cláudio oliveira

aluno do ivar

Comércio varejista cria associação para dar mais segurança ao crédito


Brasília – As entidades mais representativas do país no comércio varejista anunciaram nesta terça-feira (27/4), em São Paulo, a criação da Associação Nacional dos Birôs de Crédito (ANBC) - associação civil de direito privado, sem fins lucrativos, cujo objetivo é o de contribuir para o desenvolvimento sustentável do crédito, de acordo com o presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Júnior.

Ele disse que a concepção da ANBC surge em um “momento propício, de crescimento econômico do país”, e destacou que a iniciativa envolve também a Associação Comercial de São Paulo e o Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro, além das empresas Equifax do Brasil e Serasa Experian, que trabalham com a inteligência empresarial e o acompanhamento de desempenho creditício.

Roque Pellizzaro disse que com a expansão da oferta de crédito, tanto pelo sistema financeiro quanto pelo segmento de varejo, a operação em si passa a merecer mais atenção dos empresários e, principalmente, dos legisladores. Segundo ele, “não é justo para o consumidor que a decisão sobre oferta de crédito se prenda apenas a informações sobre a existência ou não de dívidas em atraso”.

Ele ressaltou, como exemplo, que o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), braço operacional do serviço vinculado à CNDL, poderia disponibilizar farto material sobre o comportamento e o grau de endividamento do consumidor, tornando mais seguras e mais baixas as taxas de juros incidentes nas operações creditícias. Seria uma forma de “privilegiar o bom pagador” que, segundo ele, é o perfil da grande maioria dos cidadãos brasileiros.

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

China in Box sorteia 5 casas para clientes


Entre 1 de abril e 25 de junho de 2010, os clientes de China in Box terão mais um ótimo motivo para comprar os produtos da rede. Como se não bastasse o cardápio de dar água na boca, agora eles ainda concorrem a 5 casas, de 50 mil reais, na Promoção Casa in Box.

A cada Box comprado, o consumidor recebe um Biscoito da Sorte Promocional. Dentro dele haverá um código, que deve ser enviado por SMS para o número 49221, respondendo a pergunta: “Qual a maior rede de culinária chinesa do Brasil?”.

O sorteio será realizado no dia 30 de junho, e mais informações podem ser obtidas no hot site promocional: casainbox.com.br.

Fonte: Varejista

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

McDonald's bate novo recorde e fatura mais de R$ 3 bilhões no Brasil em 2009


O McDonald's Brasil, operado pela Arcos Dourados, maior operadora de restaurantes da América Latina e maior franquia do McDonald's no mundo, presente em 19 países, obteve um faturamento de R$ 3,45 bilhões em 2009. O valor é 4,8% superior ao registrado no ano anterior. O crescimento foi de 3% em vendas comparáveis, considerando a mesma quantidade de restaurantes de 2008.

A expansão das operações foi um dos fatores que contribuiu para o incremento. Só no ano passado, a empresa inaugurou 102 pontos de venda no Brasil. Em um ritmo de duas novas unidades por semana, ao todo foram abertos 22 restaurantes, 11 pontos McCafé e 69 quiosques.

Dessa forma, a companhia encerrou 2009 com um total de 1.264 pontos de venda no país, sendo 577 restaurantes, 60 pontos McCafé e 627 quiosques. Tais resultados, frutos de 31 anos de operação, imprimem um ritmo de crescimento médio de 18 novos restaurantes a cada 12 meses.

O período marcou também a chegada do McDonald's Brasil a novas cidades, entre elas Caruaru (PE) e Vitória da Conquista (BA). Porto Velho (RO) também recebeu o primeiro restaurante da rede, que ampliou sua presença nas capitais brasileiras. Com atuação em 143 cidades, a rede atendeu uma média de 1,6 milhão de clientes por dia no país.

Para o presidente do McDonald's Brasil, Marcelo Rabach, a empresa aposta no crescimento do país e tomou decisões importantes, que culminaram no resultado de 2009. "Mesmo em um ano que, por um período, trouxe incertezas ao mercado, mantivemos o ritmo forte de expansão, com campanhas e promoções que intensificaram a fidelidade dos nossos clientes. Não paramos de expandir nossos pontos de vendas, inovar em variedade e investir na capacitação de funcionários para que o atendimento e o serviço sejam, cada vez mais, um diferencial da rede. Demos também uma atenção especial às nossas relações com a sociedade com ações voltadas à sustentabilidade. Para este ano, o ritmo será ainda mais agressivo, com foco na preferência de nossos consumidores e em eventos importantes, como a Copa do Mundo", afirma.

Em uma relação direta com a expansão, 1.500 novas vagas de emprego foram abertas, fazendo com que a rede fechasse o ano de 2009 com 48 mil funcionários entre restaurantes próprios e franqueados e consolidasse sua posição como uma das maiores empregadoras do país.

Foram investidos R$ 40 milhões em treinamento e desenvolvimento dos funcionários. Entre eles, 89% são jovens em sua primeira experiência de trabalho com carteira assinada, assistência médica, reais oportunidades de carreira e crescimento profissional com uma série de programas de incentivo.

Fonte: Varejista

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR

Bis e McDonald's fazem parceria irresistível



A marca de chocolates mais vendida do país, BiS, da Kraft Foods Brasil, estabeleceu uma parceria inédita para uma novidade deliciosa. A partir do dia 1º de abril, cerca de 577 restaurantes do McDonald’s oferecerão uma edição limitada da sobremesa McFlurry Mini BiS, uma combinação perfeita de sorvete de baunilha, cobertura de chocolate e os irresistíveis e crocantes BiS em sua versão mini. A nova sobremesa promete agradar os apaixonados pela marca BiS, sucesso entre os clientes há 68 anos.

O McFlurry é conhecido pelas novas combinações de sabores e associação com grandes marcas que transmitem qualidade e confiança aos consumidores. “Os clientes já esperam pelas novidades que o produto traz periodicamente aos restaurantes”, conta Roberto Gnypek, Diretor de Planejamento e Marketing da Arcos Dourados, empresa que opera a marca McDonald's na América Latina.

O executivo destaca ainda a qualidade do sorvete McDonald’s, lembrando que o sorvete de baunilha, utilizado no McFlurry e em outras sobremesas, apresenta 75% de leite em sua composição, tornando-o uma excelente fonte de cálcio. “O processo de fabricação do sorvete segue os já conhecidos padrões mundiais de qualidade da rede, que inclui os melhores fornecedores do setor de leite do país”, afirma Roberto Gnypek.

As lojas do McDonald’s contarão com material de comunicação específico para o novo produto, que também terá a veiculação de uma vinheta em canal de TV a cabo.

“Apostamos nesta parceria para oferecer aos nossos consumidores uma nova maneira de consumir Mini BiS, potencializando a experiência de consumo da marca que já é reconhecida como irresistível”, afirma o diretor de marketing de chocolates da Kraft Foods Brasil, Eduardo Caldas.

A marca BiS ocupa o primeiro lugar no mercado de chocolates no país com 11,2% de participação em volume, segundo dados do Instituto Nielsen (Dez/Jan 2010).

Fonte: Varejista

CLÁUDIO OLIVEIRA

ALUNO DO IVAR