Realizar compras sem sair de casa já se tornou um hábito entre os brasileiros. Mais de 23 milhões de pessoas compraram pela internet no último ano. O E-bit estima que em 2010, o varejo eletrônico faturou em torno de R$15 bilhões. A expectativa para 2011 é de 19% de crescimento em todo o mundo, afirma pesquisa JP Morgan.
Só na época do Natal, as vendas via web cresceram 40%. Dados do E-bit apontam que entre o dia 15 de novembro a 24 de dezembro foram movimentados R$2,2 bilhões em vendas de bens de consumo pela web. O pico de vendas foi em 14 de dezembro, com 224 mil pedidos. O valor médio dos pedidos feitos pela internet ficou em R$ 370,00.
Um dos pioneiros em e-commerce no país e com mais de oito mil itens na sua loja virtual, a Eletrônica Santana registrou crescimento de 90% em relação ao mesmo período no ano passado. Rubens Branchini Martins, diretor comercial, diz que seus consumidores gastaram a média de R$220 com produtos eletro-eletrônicos, principalmente acessórios para linha Apple (IPod, IPad e IPhone), para TV digital e informática, equipamentos de segurança, além da linha saúde e beleza.
Para 2011 Martins promete superar 100% em incremento de vendas. “O primeiro mês do ano já alcançou este índice mensal se comparado ao mesmo mês do ano passado”, conclui.
Fonte: Varejista
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Serasa: atividade no comércio desacelera em janeiro
Após uma forte expansão no fim do ano passado, a atividade no varejo começou 2011 em desaceleração. De acordo com o indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito, o movimento dos consumidores nas lojas em todo o Brasil cresceu 9,8% em janeiro ante o mesmo mês do ano passado. O resultado ficou abaixo da expansão anual de 12,8% registrada em dezembro.
A alta em janeiro foi puxada pela expansão de 15,0% do segmento de materiais de construção. Em seguida, com crescimento de 10,4%, aparecem as lojas de móveis, eletroeletrônicos e informática. O único dos seis segmentos analisados que registrou queda na atividade foi o de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, que recuou 1,4% na comparação com janeiro de 2010. Segundo os analistas da Serasa Experian, as fortes chuvas na região Sudeste podem ter atrapalhado as vendas da coleção de verão no período.
Na comparação com dezembro de 2010, na série com ajuste sazonal, a atividade do comércio caiu 2,7% em janeiro deste ano. Mais uma vez, a retração foi liderada pelo setor de tecidos (baixa de 1,9%). Na sequência aparecem móveis (recuo de 1,3%) e supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (baixa de 0,6%).
A Serasa Experian prevê que a expansão na atividade do varejo será mais moderada em 2011, devido às medidas macroprudenciais de restrição ao crédito implantadas pelo governo e ao início do processo de aumento da Selic (a taxa básica de juros da economia).
Metodologia
O indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio é construído, exclusivamente, pelo volume de consultas mensais realizadas por estabelecimentos comerciais à base de dados da empresa. A amostra é composta de cerca de 6 mil empresas comerciais.
Fonte: O Estado de São Paulo
A alta em janeiro foi puxada pela expansão de 15,0% do segmento de materiais de construção. Em seguida, com crescimento de 10,4%, aparecem as lojas de móveis, eletroeletrônicos e informática. O único dos seis segmentos analisados que registrou queda na atividade foi o de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, que recuou 1,4% na comparação com janeiro de 2010. Segundo os analistas da Serasa Experian, as fortes chuvas na região Sudeste podem ter atrapalhado as vendas da coleção de verão no período.
Na comparação com dezembro de 2010, na série com ajuste sazonal, a atividade do comércio caiu 2,7% em janeiro deste ano. Mais uma vez, a retração foi liderada pelo setor de tecidos (baixa de 1,9%). Na sequência aparecem móveis (recuo de 1,3%) e supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (baixa de 0,6%).
A Serasa Experian prevê que a expansão na atividade do varejo será mais moderada em 2011, devido às medidas macroprudenciais de restrição ao crédito implantadas pelo governo e ao início do processo de aumento da Selic (a taxa básica de juros da economia).
Metodologia
O indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio é construído, exclusivamente, pelo volume de consultas mensais realizadas por estabelecimentos comerciais à base de dados da empresa. A amostra é composta de cerca de 6 mil empresas comerciais.
Fonte: O Estado de São Paulo
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Magazine Luiza realiza liquidação exclusiva para consumidores do Nordeste
Depois do sucesso absoluto nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, chegou a vez da população do Nordeste conhecer a promoção mais verdadeira do varejo brasileiro: a Liquidação Fantástica do Magazine Luiza, que acontece agora com exclusividade na região, neste sábado, 5 de fevereiro.
As 141 lojas da rede, distribuídas pelos Estados do Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Bahia, Pernambuco, Piauí e Maranhão, abrirão suas portas às 6h da manhã, oferecendo descontos que chegam a 70% em todos os seus produtos.
Serão milhares de itens em oferta, que prometem satisfazer os sonhos dos clientes dispostos a conferir a novidade que a rede leva às 83 cidades da região. São produtos de todos os setores, como eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis e informática, negociados diretamente com os fabricantes para atender exclusivamente aos consumidores da liquidação.
“Fomos pioneiros em transformar um momento que era ruim para todo o varejo no verdadeiro mês das liquidações – já que antes da Liquidação Fantástica janeiro apresentava o pior resultado em vendas”, afirma Frederico Trajano, diretor de Vendas e Marketing do Magazine Luiza.
Segundo Trajano, com o lançamento da Liquidação Fantástica no Nordeste, a empresa espera mudar também o calendário de vendas do local. “Estamos levando nossa experiência e tradição para essa importante região do país e temos a certeza de que, depois dessa ação, o varejo do Nordeste não será mais o mesmo”, analisa o diretor.
Para Luiza Helena Trajano, a realização da Liquidação Fantástica nos estados nordestinos é uma prova de que a empresa prima por estender suas vantagens promocionais a todas as suas lojas, independentemente da localização. “Nosso respeito pelo cliente vem em primeiro lugar e queremos atender a todos de maneira semelhante. Por isso, estamos dando agora aos nossos consumidores do Nordeste a mesma oportunidade que é oferecida há 18 anos aos nossos clientes do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país”, enfatiza a presidente.
Fonte: Varejista
As 141 lojas da rede, distribuídas pelos Estados do Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Alagoas, Bahia, Pernambuco, Piauí e Maranhão, abrirão suas portas às 6h da manhã, oferecendo descontos que chegam a 70% em todos os seus produtos.
Serão milhares de itens em oferta, que prometem satisfazer os sonhos dos clientes dispostos a conferir a novidade que a rede leva às 83 cidades da região. São produtos de todos os setores, como eletrodomésticos, eletroeletrônicos, móveis e informática, negociados diretamente com os fabricantes para atender exclusivamente aos consumidores da liquidação.
“Fomos pioneiros em transformar um momento que era ruim para todo o varejo no verdadeiro mês das liquidações – já que antes da Liquidação Fantástica janeiro apresentava o pior resultado em vendas”, afirma Frederico Trajano, diretor de Vendas e Marketing do Magazine Luiza.
Segundo Trajano, com o lançamento da Liquidação Fantástica no Nordeste, a empresa espera mudar também o calendário de vendas do local. “Estamos levando nossa experiência e tradição para essa importante região do país e temos a certeza de que, depois dessa ação, o varejo do Nordeste não será mais o mesmo”, analisa o diretor.
Para Luiza Helena Trajano, a realização da Liquidação Fantástica nos estados nordestinos é uma prova de que a empresa prima por estender suas vantagens promocionais a todas as suas lojas, independentemente da localização. “Nosso respeito pelo cliente vem em primeiro lugar e queremos atender a todos de maneira semelhante. Por isso, estamos dando agora aos nossos consumidores do Nordeste a mesma oportunidade que é oferecida há 18 anos aos nossos clientes do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país”, enfatiza a presidente.
Fonte: Varejista
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Carrefour promove "Liquida Têxtil"
Para esquentar as vendas do mês de fevereiro e dar uma força para os clientes renovarem o guarda-roupa, o Carrefour preparou uma grande liquidação no setor de vestuário. É a chamada Liquida Têxtil, que oferece descontos de até 70% em todas as peças da Moda Verão. A partir do dia 4, mais de 800 produtos estarão em oferta nos hipermercados da rede.
A tradicional Liquida Têxtil Carrefour tem ofertas para atender a todos os bolsos e gostos. A promoção acontece até o dia 20 de fevereiro e suas ofertas variam de acordo com o estoque de cada loja. No Cartão Carrefour, o cliente Carrefour ainda pode parcelar suas compras em até 6 vezes sem juros.
Fonte: Varejista
A tradicional Liquida Têxtil Carrefour tem ofertas para atender a todos os bolsos e gostos. A promoção acontece até o dia 20 de fevereiro e suas ofertas variam de acordo com o estoque de cada loja. No Cartão Carrefour, o cliente Carrefour ainda pode parcelar suas compras em até 6 vezes sem juros.
Fonte: Varejista
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Grupo Petrópolis apresenta as novas embalagens de Itaipava e Crystal
O Grupo Petrópolis apresenta ao mercado suas latas de 269 ml. Menores e mais finas, as novas latas de Itaipava Pilsen e Crystal Pilsen, além de gelarem mais rápido, são uma nova alternativa de formato e preço ao consumidor.
“Nosso objetivo com esse lançamento é seguir a tendência de diversificação de formatos, adequando nossos produtos às diversas situações de consumo”, explica o gerente de marketing e relações com o mercado do Grupo Petrópolis, Douglas Costa.
A previsão é que as latas de 269 ml cheguem ao mercado na primeira quinzena de fevereiro. Logo em seguida será a vez da Itaipava Fest, que permanece com as mesmas características da lata 310 ml: tinta especial refletiva, que brilha na luz negra. Por fim, Itaipava Premium e Crystal Premium também terão o novo formato.
As novas latas serão distribuídas individualmente ou em embalagens de 12 unidades. “Para o lançamento da nova embalagem estaremos trabalhando materiais de ponto de venda (PDV) direcionados aos canais de distribuição. Também vamos inseri-la no contexto da comunicação de nossas marcas”, explica Costa.
Fonte: Varejista
“Nosso objetivo com esse lançamento é seguir a tendência de diversificação de formatos, adequando nossos produtos às diversas situações de consumo”, explica o gerente de marketing e relações com o mercado do Grupo Petrópolis, Douglas Costa.
A previsão é que as latas de 269 ml cheguem ao mercado na primeira quinzena de fevereiro. Logo em seguida será a vez da Itaipava Fest, que permanece com as mesmas características da lata 310 ml: tinta especial refletiva, que brilha na luz negra. Por fim, Itaipava Premium e Crystal Premium também terão o novo formato.
As novas latas serão distribuídas individualmente ou em embalagens de 12 unidades. “Para o lançamento da nova embalagem estaremos trabalhando materiais de ponto de venda (PDV) direcionados aos canais de distribuição. Também vamos inseri-la no contexto da comunicação de nossas marcas”, explica Costa.
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Tire o telefone do gancho
"Tire o telefone do gancho". Essa foi a primeira frase que escutei ao adentrar certa vez em uma farmácia. A frase foi dita pelo entregador da farmácia. O motoboy em questão parecia já estar incomodado com os muitos pedidos via delivery. Você sabe como é: mudança no clima e uma típica noite fria fazem com que muitos evitem sair de casa, motivo pelo qual as entregas de farmácias e pizzarias costumam ganhar ímpeto.
Mas a despeito do aumento do volume causado por situações ambientais, fiquei curioso com a queixa do entregador. Enquanto estava no caixa, perguntei ao atendente sobre as entregas e questionei se o entregador recebia remuneração por quantidade de entregas. A resposta: SIM!
A partir daí, fiquei confuso. Como pode alguém que é remunerado pela quantidade de entregas reclamar justamente da BOA quantidade de entregas? Inquieto que estava, provoquei o atendente quanto à questão e seu ponto de vista. Segundo o atendente, a suposta queixa do entregador não era uma questão de insatisfação e sim apenas uma brincadeira, um passatempo e uma forma de satirizar as situações do dia-a-dia.
Ainda insatisfeito, questionei quanto aos tipos de brincadeiras que ocorriam quando a situação era inversa. Ou seja, uma situação de baixo volume de entregas. “Aí não tem brincadeira”, decretou o atendente. “Quando as entregas estão em baixa o entregador fica quase que desesperado”.
Situação um tanto quanto paradoxal não é mesmo? Se tenho entregas para fazer, ainda que de “brincadeira”, reclamo das mesmas e sugiro retirar o telefone do gancho como forma de cessar a demanda por novas entregas. Se não há entregas, clamo aos céus por uma ligação que torne importante os meus serviços e remunere minha função. Talvez seja por isso que tanta gente anda de lado na vida ou por vezes patina. Talvez, mesmo sem perceber, vivem em conflito entre o que desejam para si e o que desejam fazer para conseguir obter.
No que pese a atuação quase esquizofrênica do entregador, para os gestores, empreendedores e empresários fica o alerta: quando brincadeiras deste tipo acontecem no “palco” da loja, imagine o que acontece nos bastidores. De um jeito ou de outro, recordem que “tire o telefone do gancho” foi à primeira frase que ouvi ao adentrar a farmácia e, portanto o meu primeiro contato com a empresa. Comportamentos como estes são inaceitáveis em um ambiente de varejo e precisam ser combatidos com vigor e banidos da cultura.
Os funcionários; sejam eles entregadores, garçons, atendentes ou quem quer que seja, precisam entender qual o impacto destes comportamentos no ambiente cultural, nas relações com o cliente e nos resultados da empresa e compreender que este tipo de atitude geralmente culmina por causar problemas para toda a cadeia, inclusive os próprios funcionários.
Diante desse raciocínio fica a pergunta: funcionário que causa impacto negativo no ambiente da empresa está fazendo sabotagem ou cometendo suicídio?
Reflita sobre isso e triunfe!
Scher Soares é administrador de empresas e diretor do Grupo Empresarial Triunfo.
scher.soares@grupotriunfo.com
Mas a despeito do aumento do volume causado por situações ambientais, fiquei curioso com a queixa do entregador. Enquanto estava no caixa, perguntei ao atendente sobre as entregas e questionei se o entregador recebia remuneração por quantidade de entregas. A resposta: SIM!
A partir daí, fiquei confuso. Como pode alguém que é remunerado pela quantidade de entregas reclamar justamente da BOA quantidade de entregas? Inquieto que estava, provoquei o atendente quanto à questão e seu ponto de vista. Segundo o atendente, a suposta queixa do entregador não era uma questão de insatisfação e sim apenas uma brincadeira, um passatempo e uma forma de satirizar as situações do dia-a-dia.
Ainda insatisfeito, questionei quanto aos tipos de brincadeiras que ocorriam quando a situação era inversa. Ou seja, uma situação de baixo volume de entregas. “Aí não tem brincadeira”, decretou o atendente. “Quando as entregas estão em baixa o entregador fica quase que desesperado”.
Situação um tanto quanto paradoxal não é mesmo? Se tenho entregas para fazer, ainda que de “brincadeira”, reclamo das mesmas e sugiro retirar o telefone do gancho como forma de cessar a demanda por novas entregas. Se não há entregas, clamo aos céus por uma ligação que torne importante os meus serviços e remunere minha função. Talvez seja por isso que tanta gente anda de lado na vida ou por vezes patina. Talvez, mesmo sem perceber, vivem em conflito entre o que desejam para si e o que desejam fazer para conseguir obter.
No que pese a atuação quase esquizofrênica do entregador, para os gestores, empreendedores e empresários fica o alerta: quando brincadeiras deste tipo acontecem no “palco” da loja, imagine o que acontece nos bastidores. De um jeito ou de outro, recordem que “tire o telefone do gancho” foi à primeira frase que ouvi ao adentrar a farmácia e, portanto o meu primeiro contato com a empresa. Comportamentos como estes são inaceitáveis em um ambiente de varejo e precisam ser combatidos com vigor e banidos da cultura.
Os funcionários; sejam eles entregadores, garçons, atendentes ou quem quer que seja, precisam entender qual o impacto destes comportamentos no ambiente cultural, nas relações com o cliente e nos resultados da empresa e compreender que este tipo de atitude geralmente culmina por causar problemas para toda a cadeia, inclusive os próprios funcionários.
Diante desse raciocínio fica a pergunta: funcionário que causa impacto negativo no ambiente da empresa está fazendo sabotagem ou cometendo suicídio?
Reflita sobre isso e triunfe!
Scher Soares é administrador de empresas e diretor do Grupo Empresarial Triunfo.
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Você aceitaria ser um camelô virtual?
Não é novidade que qualquer empreendimento sem planejamento está fadado ao fracasso ou, no melhor dos casos, a se manter estável, sem crescimento até seu empreendedor se cansar e desistir do negócio.
Quando converso com empresários que querem iniciar uma loja virtual ou que sentem necessidade de ampliar uma já existente, procuro, antes de tudo, saber o que significa para eles ter um empreendimento virtual. Tento mensurar o grau de importância que é atribuído ao projeto virtual em comparação a outros empreendimentos que os empresários já possuem, como lojas físicas.
A empolgação para lançar ou expandir seus negócios no ambiente virtual é notável, afinal, é um setor que cresce anualmente a taxas com dois dígitos. O primeiro pensamento é sempre: “Vamos lucrar muito!”. Uma postura positiva é essencial para novos projetos. Como consultor, cabe a mim incentivar e pontuar alguns passos. Assim, costumo dizer: “Show de bola! A vontade de fazer a coisa acontecer é um excelente começo. Você sabe como fará isso?”.
Geralmente, as respostas ficam em torno das seguintes ideias: “tenho muita experiência com meu comércio e agora quero apenas fazer um site para colocar meus produtos na internet”; ou “não pensei muito nisso, mas acho que não deve ser tão difícil assim”.
É verdade que não é mesmo tão difícil, mas se a tarefa não for planejada e não tiver o investimento correto, dificilmente crescerá. Precisamos pensar que atenderemos ao público consumidor de maneira muito mais extensa e nesse ponto, se isso não for levado em conta, certamente estamos fadados a atendê-los de forma amadora, tal qual um camelô, sem base, sem planejamento, sem conhecimento, sem experiência e muito menos credibilidade.
Abrir uma loja virtual não é tão diferente de abrir uma loja de rua ou de shopping, mas há pontos que merecem muita atenção. A base é a mesma, mas o projeto é diferente, afinal, estamos lidando com muito mais consumidores do que quando falamos em lojas físicas.
Em um ponto físico, há preocupação com cada detalhe: ambiente atraente e convidativo, postura e habilidade dos vendedores para que tenham bom desempenho nas vendas, equipes responsáveis pelo financeiro, administrativo, tributário, compras, marketing etc. Enfim, tudo deve funcionar em prol do crescimento da empresa, certo?
Parece óbvio, mas nem sempre o empresário age assim quando pensa em abrir sua loja na internet. No ponto virtual, o foco parece sempre ser o máximo de lucro como mínimo de investimento. E esse mínimo de investimento muitas vezes impede que a operação virtual rume ao crescimento. O empresário parece não acreditar que esse segmento exige investimentos. E é aí que eu percebo que para ele o negócio virtual não tem tanta importância quanto o seu negócio físico. E isso é preocupante.
Onde quero chegar com esse raciocínio? Bem, se você está convencido que para ter uma loja física bacana precisa de um ponto legal, precisa de bons vendedores, além de fazer a propaganda de maneira certa para ter resultados, sabe que esse investimento não é baixo e nem único, que consome boa parte da receita da empresa, é contínuo e dá resultado, eu pergunto: por que então os empresários pensam diferente em relação às lojas virtuais? Por que acham que realizar um investimento inicial para desenvolver a loja, não planejar e investir em todas as outras atividades necessárias para o negócio deslanchar é o mais correto a fazer? Quanto é investido em uma boa loja física para que ela comece a dar retorno?
Geralmente as lojas virtuais têm o potencial de serem mais lucrativas que a loja que mais fatura em uma rede física. O empresário até acredita nisso, mas não ao ponto de investir na sua loja virtual, que tem todo este potencial de faturamento, o mesmo que investe mensalmente para, no mínimo, manter sua melhor loja física funcionando. Mas ainda assim espera resultados melhores. Incoerente, não?
Faça essa conta. Quanto você gasta com aluguel, funcionários, estoque, fundo de marketing de uma loja física? É um bom dinheiro, certo? Bom, se você tem esse número em mãos, sabe a porcentagem que ele representa do faturamento desta loja física. Esteja certo que, na sua loja virtual, você também investirá mensalmente uma porcentagem parecida e, dependendo das expectativas, até mais, para fazer o negócio andar e que levará um tempo para você ter de volta o que investiu. Mas também saiba que você está fazendo a coisa certa. Você está se planejando e dimensionando para crescer.
Se você não fizer isso, certamente não crescerá e após alguns meses cansará da brincadeira, como disse no início. Quem não realiza um bom planejamento para fazer os investimentos corretos, terá uma loja virtual que não transmite credibilidade, que não oferece conforto e comodidade, além de produtos e serviços de qualidade.
Se o processo fosse inverso, e você quisesse migrar do mundo virtual para o físico, agindo desta maneira você facilmente perceberia que não abriria uma loja física de qualidade. Você abriria uma banquinha de camelô. Como tenho certeza que não iria querer isso para sua loja física, por que iria querer isso para sua loja virtual?
Quando for iniciar sua operação de loja virtual, pense em tudo isso. Não deixe sua marca, forte no mundo real, parecer um camelô no mundo virtual.
Rafael Forte é Diretor de Atendimento da WX7, empresa de desenvolvimento de soluções web
rafael.forte@wx7.com.br
Quando converso com empresários que querem iniciar uma loja virtual ou que sentem necessidade de ampliar uma já existente, procuro, antes de tudo, saber o que significa para eles ter um empreendimento virtual. Tento mensurar o grau de importância que é atribuído ao projeto virtual em comparação a outros empreendimentos que os empresários já possuem, como lojas físicas.
A empolgação para lançar ou expandir seus negócios no ambiente virtual é notável, afinal, é um setor que cresce anualmente a taxas com dois dígitos. O primeiro pensamento é sempre: “Vamos lucrar muito!”. Uma postura positiva é essencial para novos projetos. Como consultor, cabe a mim incentivar e pontuar alguns passos. Assim, costumo dizer: “Show de bola! A vontade de fazer a coisa acontecer é um excelente começo. Você sabe como fará isso?”.
Geralmente, as respostas ficam em torno das seguintes ideias: “tenho muita experiência com meu comércio e agora quero apenas fazer um site para colocar meus produtos na internet”; ou “não pensei muito nisso, mas acho que não deve ser tão difícil assim”.
É verdade que não é mesmo tão difícil, mas se a tarefa não for planejada e não tiver o investimento correto, dificilmente crescerá. Precisamos pensar que atenderemos ao público consumidor de maneira muito mais extensa e nesse ponto, se isso não for levado em conta, certamente estamos fadados a atendê-los de forma amadora, tal qual um camelô, sem base, sem planejamento, sem conhecimento, sem experiência e muito menos credibilidade.
Abrir uma loja virtual não é tão diferente de abrir uma loja de rua ou de shopping, mas há pontos que merecem muita atenção. A base é a mesma, mas o projeto é diferente, afinal, estamos lidando com muito mais consumidores do que quando falamos em lojas físicas.
Em um ponto físico, há preocupação com cada detalhe: ambiente atraente e convidativo, postura e habilidade dos vendedores para que tenham bom desempenho nas vendas, equipes responsáveis pelo financeiro, administrativo, tributário, compras, marketing etc. Enfim, tudo deve funcionar em prol do crescimento da empresa, certo?
Parece óbvio, mas nem sempre o empresário age assim quando pensa em abrir sua loja na internet. No ponto virtual, o foco parece sempre ser o máximo de lucro como mínimo de investimento. E esse mínimo de investimento muitas vezes impede que a operação virtual rume ao crescimento. O empresário parece não acreditar que esse segmento exige investimentos. E é aí que eu percebo que para ele o negócio virtual não tem tanta importância quanto o seu negócio físico. E isso é preocupante.
Onde quero chegar com esse raciocínio? Bem, se você está convencido que para ter uma loja física bacana precisa de um ponto legal, precisa de bons vendedores, além de fazer a propaganda de maneira certa para ter resultados, sabe que esse investimento não é baixo e nem único, que consome boa parte da receita da empresa, é contínuo e dá resultado, eu pergunto: por que então os empresários pensam diferente em relação às lojas virtuais? Por que acham que realizar um investimento inicial para desenvolver a loja, não planejar e investir em todas as outras atividades necessárias para o negócio deslanchar é o mais correto a fazer? Quanto é investido em uma boa loja física para que ela comece a dar retorno?
Geralmente as lojas virtuais têm o potencial de serem mais lucrativas que a loja que mais fatura em uma rede física. O empresário até acredita nisso, mas não ao ponto de investir na sua loja virtual, que tem todo este potencial de faturamento, o mesmo que investe mensalmente para, no mínimo, manter sua melhor loja física funcionando. Mas ainda assim espera resultados melhores. Incoerente, não?
Faça essa conta. Quanto você gasta com aluguel, funcionários, estoque, fundo de marketing de uma loja física? É um bom dinheiro, certo? Bom, se você tem esse número em mãos, sabe a porcentagem que ele representa do faturamento desta loja física. Esteja certo que, na sua loja virtual, você também investirá mensalmente uma porcentagem parecida e, dependendo das expectativas, até mais, para fazer o negócio andar e que levará um tempo para você ter de volta o que investiu. Mas também saiba que você está fazendo a coisa certa. Você está se planejando e dimensionando para crescer.
Se você não fizer isso, certamente não crescerá e após alguns meses cansará da brincadeira, como disse no início. Quem não realiza um bom planejamento para fazer os investimentos corretos, terá uma loja virtual que não transmite credibilidade, que não oferece conforto e comodidade, além de produtos e serviços de qualidade.
Se o processo fosse inverso, e você quisesse migrar do mundo virtual para o físico, agindo desta maneira você facilmente perceberia que não abriria uma loja física de qualidade. Você abriria uma banquinha de camelô. Como tenho certeza que não iria querer isso para sua loja física, por que iria querer isso para sua loja virtual?
Quando for iniciar sua operação de loja virtual, pense em tudo isso. Não deixe sua marca, forte no mundo real, parecer um camelô no mundo virtual.
Rafael Forte é Diretor de Atendimento da WX7, empresa de desenvolvimento de soluções web
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