quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Maracujá dá o tom do Verão 2011 no Lecadô

A estação mais quente do ano terá o sabor do maracujá no Lecadô. É que a rede de docerias escolheu os sundaes que misturam a fruta com chocolate e chantilly para marcar o “Festival de Verão 2011”.

O evento acontece em janeiro e fevereiro e já faz parte do calendário da rede. O doce não leva sorvete, mas não deixa de ser uma delícia gelada para comer de colherinha. O Sundae de maracujá com chantilly é elaborado com finas camadas de massa pão-de-ló, chantilly e mouse de maracujá.

Já o sundae de maracujá com chocolate conta com finas camadas de massa de bolo de chocolate, entremeadas com mousse de maracujá e mousse de chocolate. Para os clientes que já se tornaram fãs do doce geladinho, os famosos sabores de “Chocolate com Morango”, “Brigadeiro com Morango” e “Abacaxi com Coco” também estarão no cardápio do festival.

“Ano passado, o sundae de abacaxi com coco foi o campeão de vendas no verão. Esse ano, apostamos em novos sabores do doce que é leve e refrescante”, explica Michele França, Gerente de Marketing do Lecadô.
Fonte: Varejista

Walmart abre 60 vagas para cargos de liderança

O Walmart está recrutando para suas lojas na Grande São Paulo, São Vicente e Praia Grande, no litoral paulista, e Sete Lagoas e Contagem, em Minas Gerais.

São cerca de 60 vagas para diretor de loja, gerente geral, gerente de área de perecíveis, gerente de departamento de perecíveis, encarregados de perecíveis e encarregados de operações trainee.

Os interessados devem enviar currículo até o dia 30 de janeiro para o e-mail: brchtdse@wal-mart.com.

É exigido o ensino médio completo, experiência no varejo, na área de operações, perecíveis e mercearia, e disponibilidade para mudança de cidade.

O candidato também precisa ter habilidade de relacionamentos; liderança; experiência em gestão de pessoas; resolução de problemas e tomada de decisão; organização pessoal e administração do tempo; orientação para atendimento; potencial para desenvolvimento; e capacidade de aprender e ensinar.

O processo de seleção envolve teste de matemática, português, redação, dinâmica de grupo e entrevistas com líderes das áreas. Os aprovados participarão de integração, treinamento teórico e vivência nas unidades do Todo Dia.

Os contratados terão direito a assistência médica (extensiva aos dependentes legais) e odontológica, seguro de vida e vale-transporte.
Fonte: G1

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Dilema entre moral, ética e ambição na vida profissional

Um novo ano começa, e com isso, muitas promessas de mudanças também vêm à tona. Mas será que fazer uma lista de tarefas que precisam ser cumpridas e listar reformas que devem ser realizadas é o bastante para que sua empresa deslanche em 2011?
Talvez você ainda não saiba, mas há um conflito moral entre os valores que formam o caráter dos profissionais e a cultura organizacional que rege a empresa em que trabalham. Muitos se veem em um beco sem saída, uma vez que os valores sustentados pela companhia vão de encontro a seus próprios valores.
O entrevistado Thiago de Siqueira desabafa: “Fui chamado para trabalhar em uma multinacional do ramo de telecomunicações. A proposta era perfeita, pois trabalharia na minha área, com um salário fixo altíssimo, fora o bônus. Além disso, ainda teria a oportunidade de ser transferido para o país de origem dessa empresa. Entretanto, simplesmente não pude aceitar o trabalho, pois eu não só desacredito na honestidade dessa empresa, como já entrei com processos no PROCON algumas vezes em cima dela”.
Claro que cada peso exige uma medida diferente. Ao entrevistar alguns alunos do curso de Jornalismo, a maioria concordou que estaria disposta a deixar de publicar determinado assunto, caso o mesmo fosse contrário ao interesse do jornal: “Isso acontece o tempo todo. Todos os jornalistas são obrigados a publicarem o que é de interesse do meio, e deixar de noticiar o que vai contra os negócios”, declara o jornalista Leandro Siqueira.
Números não mentem
Segundo o Barômetro Global de Corrupção 2010, uma em cada quatro pessoas em todo o mundo pagou suborno no último ano.
Mais de 91,5 mil pessoas em 86 países foram entrevistadas. A conclusão é que uma em cada quatro pessoas reportou que pagou suborno para uma em nove instituições e serviços, de saúde e educação a autoridades fiscais.
Resolução para 2011
Ter uma empresa é mais do que brincar de delegar funções. Fazer parte da equipe que compõem a empresa que você trabalha é mais do que acordar e estar presente nas reuniões e executar as tarefas diárias. Essa é a hora de arregaçar as mangas e começar uma nova cultura empresarial; uma cultura que integre funcionários, empresários, fornecedores, consumidores e stakeholders.

fonte - eu sei vender

Nunca é tarde para encontrar a profissão certa

Minha família sempre teve poucos recursos financeiros, porém, meu pai tinha o sonho de que eu me formasse em medicina. Desde pequeno, sempre fui muito estudioso e tirava boas notas. Durante o colegial me esforcei muito e acabei entrando em uma faculdade pública de medicina.

Todos ficaram muito felizes, mas eu ainda não sabia se era realmente isso que queria fazer. Sempre fui muito comunicativo, gosto de me relacionar com as pessoas e queria uma profissão que fosse bastante dinâmica.

Mesmo assim, comecei a faculdade. Como meu curso era integral, não podia trabalhar. Na época, minha família estava passando uma fase bem complicada e eu tinha pouco dinheiro para sair com meus amigos e me divertir.

Apesar dos problemas, via meu pai tão orgulhoso de mim que nem reclamava de nada, muito menos queria contar que talvez não tivesse vocação para medicina.

Na faculdade, era amigo de todos os alunos, tanto dos meus colegas de da sala como dos veteranos. O pessoal sempre marcava vários programas e eu quase nunca podia estar presente, pela falta de dinheiro.

Até que um dia, tive uma idéia que mudou radicalmente a minha vida:

comecei a vender algumas coisas que tinha. Primeiro foi meu vídeo- game, que era de última geração, pois uma tia com boas condições financeiras havia me dado quando passei na faculdade.

Com o dinheiro que ganhei, resolvi guardar uma parte, comprar algumas coisas legais e depois revendê-las. Cheguei até a comprar ingressos para shows e festas da faculdade e repassá-los aos outros alunos.

Assim, os anos foram passando, até que completei o curso. Então pude sentar com meu pai e confessar que não queria ser médico e que havia cursado os seis anos porque não tive coragem de contar isso a ninguém.

No começo sofri muito, minha família não me deu apoio, ninguém acreditava que eu pudesse agüentar seis anos cursando algo que não serviria para minha carreira. Mas, aos poucos, as coisas foram se ajeitando, logo consegui um emprego como auxiliar de vendas na empresa de um conhecido e ali comecei a perceber o que queria para o resto da minha vida.

Comecei a me especializar na área, completei vários cursos e até iniciei a faculdade de administração, mas acabei largando porque meu trabalho passou a ocupar todo o meu tempo.

Hoje sou diretor comercial de uma metalúrgica multinacional, me casei e tenho dois filhos na faculdade. Sou totalmente realizado em minha profissão e tenho certeza que apesar de todo o esforço feito naquela época, a decisão de desistir de tudo e procurar o meu caminho foi a melhor coisa que já fiz.

Desde que meus filhos são pequenos, conto a eles essa história e ambos sempre puderam fazer suas escolhas, de acordo com o tempo e a maturidade de cada um. Acredito que desta forma as chances de erro sejam menores.

fonte- eu sei vender

Consumidores aguardam as liquidações de 2011 para comprar produtos eletrônicos mais caros

Pesquisa sobre Consumo de Eletroeletrônicos conduzida pelo Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico, Eletrônicos e Eletrodomésticos do Município do Rio de Janeiro (Simerj), em parceria com a Fecomercio-RJ, revela que a maioria dos entrevistados (68,39%) optaram por aguardar o início de 2011 para efetuar as compras de eletroeletrônicos. Produtos como a máquina de lavar (78,75%), geladeira (75,27%) e ar condicionado (74%) serão os mais desejados pelos consumidores neste ano.

“Os consumidores estão aguardando as liquidações do início do ano para comprar os produtos com preços mais altos, como é o caso de máquinas de lavar, geladeiras e aparelhos de ar condicionado”, afirma o presidente do Simerj, Antônio Florêncio de Queiroz Junior.

O levantamento ouviu 2.905 pessoas entre os dias 10 e 17 de novembro, em cinco locais da Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
Fonte: Varejista

Schincariol vai levar Devassa para outras regiões

Restrita aos Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, a cerveja deve começar a circular em outras praças já nos próximos meses. Segundo Luiz Claudio Taya, diretor de marketing da empresa, o produto será levado a novos mercados em esquema de "ensaio". “Há planos de expansão, mas sempre com muita cautela. Vamos fazer alguns ensaios já no primeiro semestre deste ano, mas queremos ter isso guardado a sete chaves", diz, sem revelar quais serão os novos mercados.

Ele acrescentou, porém, que o foco do produto continua sendo o Sudeste. "Queremos consolidar o lançamento tanto no Rio quanto em São Paulo, ganhar mais corpo, mais distribuição, tornar a marca mais presente na mente do consumidor".

Aquisições
Sem dar muitos detalhes, Taya revelou que a Schincariol pode fazer novas aquisições em 2011. "Há essa possibilidade. Temos que estar sempre abertos. O mundo é globalizado e as empresas menores acabam se associando às grandes", afirma. "Podemos ter associações que sejam estratégicas para nós, porque não produzimos só cerveja, mas também água, refrigerante e suco", completa.

De acordo com o executivo, a empresa aumentará sua capacidade produtiva, especialmente das unidades no Norte e no Nordeste, para atender à crescente demanda por bebidas. "Temos de estar preparados para o consumo que o País terá. Vai ser um grande oxigênio", diz Taya, atribuindo a expansão da demanda à melhoria da renda da população.
Fonte: O Estado de S. Paulo

Lojas Americanas vai se incorporar à B2W

A varejista está se preparando para adquirir o total de ações em circulação no mercado de sua controlada B2W e, com isso, fechar seu capital provavelmente ainda neste trimestre. Hoje, a Lojas Americanas possui 54,94% do capital da empresa de comércio virtual, resultado da fusão da Submarino com a Americanas.com. A preços de mercado, a operação seria de cerca de R$ 1,7 bilhão.

A transação se tornou atrativa agora que expirou o acordo que estabeleceu que, por quatro anos, a Lojas Americanas estaria impedida de adquirir ações adicionais da B2W que superassem 10% dos papéis em circulação no mercado sem a aprovação prévia da maioria dos membros independentes do conselho de administração. O acordo foi assinado em dezembro de 2006, quando foram unidas as operações de Submarino e Americanas.com.

A Lojas Americanas tem diversas alternativas para realizar a operação, mas a expectativa é de que ela aconteça por meio de uma incorporação - na qual não há oferta pública e nem desembolso de caixa. E nesse caso, segundo a orientação do parecer 36 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ou o controlador não vota para aprovar os termos da transação ou existe a necessidade da criação de um comitê de membros independentes para negociar a relação de troca. Ou seja, o poder de decisão dos minoritários é grande.

A ideia é concluir primeiro uma reestruturação em andamento na B2W para depois realizar a incorporação. Essa reformulação inclui a integração de todos os sites sob a bandeira B2W e está envolvendo diversos dirigentes da empresa. Ela só termina no final de janeiro.Hoje, o valor de mercado da B2W está em R$ 3,68 bilhões e as ações estão cotadas a R$ 32. Em seu pior momento em bolsa, quando o mercado ainda vivia a crise de crédito global, em 2009, chegou a R$ 19, menor valor histórico. Em dezembro de 2009, a ação perdeu de vez a casa dos R$ 50 após o anúncio da associação do Pão de Açúcar e Globex.

A Lojas Americanas está avaliada na bolsa em R$ 11,16 bilhões e tinha caixa total - incluído contas a receber de cartões de crédito e débito, aplicações financeiras etc. - de R$ 3,23 bilhão em setembro. A companhia de varejo registrou receita de R$ 6,5 bilhões e lucro de R$ 104,6 milhões nos nove primeiros meses do ano passado. A B2W teve receita de R$ 3,02 bilhões de janeiro a setembro, enquanto o ganho líquido foi de R$ 11,8 milhões.
Fonte: Valor Econômico