Em agosto a Mundo Verde irá inaugurar sua terceira unidade no estado das Alagoas. A loja ficará situada em Arapiraca, no centro da cidade.
FONTE: www.mundoverde.com
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
LUCRO LIQUIDO DA RENNER TOTALIZA R$ 91 MILHÕES
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Os resultados da Lojas Renner (LREN3), no segundo trimestre de 2010, contaram com forte influência de duas datas comerciais importantes: o Dia das Mães e o Dia dos Namorados. A Companhia encerrou o período com R$ 630 milhões de Receita Líquida das Vendas de Mercadorias e crescimento de 13,6% em relação ao segundo trimestre do ano anterior, quando atingiu R$ 554,7 milhões.
As baixas temperaturas registradas nas estações de outono e inverno também contribuíram positivamente, uma vez que a Lojas Renner tem sua maior concentração de operações nas regiões Sul e Sudeste. Com isso, as Vendas em Mesmas Lojas aumentaram 7,4% no 2T10. Já no primeiro semestre de 2010, a Lojas Renner teve incremento de 16,7% na Receita Líquida das Vendas de Mercadorias e de 10,5% nas Vendas em Mesmas Lojas.
A Companhia registrou Margem Bruta da Operação de Varejo recorde de 51,4% no 2T10, ante 47,3% no 2T09 como conseqüência das iniciativas operacionais adotadas nos últimos anos referentes ao desenvolvimento da cadeia de suprimentos, ajustes na relação de itens nacionais e importados, bem como melhoria na composição dos estoques, planejamento de compras e aperfeiçoamento de processos no desenvolvimento das coleções. O maior entendimento das particularidades de cada região do país também vem garantindo resultados consistentes da Margem Bruta, que no semestre passou de 47,3% no 1S09 para 50,7% no 1S10.
A produtividade das lojas teve crescimento de 5,8%, passando de R$2.321 por m² para R$ 2.455 por m² no segundo trimestre de 2010 e de R$ 3.915 para R$ 4.221 por m² no 1S10.
Lucro líquido tem crescimento de 90,2%
O EBITDA e a Margem EBITDA foram impactados positivamente pelo ambiente que se mostrou favorável para as vendas com elevado índice de confiança do consumidor e menores níveis de desemprego. Além disso, tiveram participação importante as iniciativas operacionais implementadas ao longo dos anos, as diluições das despesas devido à estrutura de custos fixos e os maiores resultados dos serviços financeiros.
O EBITDA no 2T10 alcançou R$ 156 milhões, ante R$ 98,8 milhões em igual período do ano anterior, com aumento de 57,8%. A Margem EBITDA sobre a Receita Líquida das Vendas de Mercadorias, de abril a junho de 2010, foi de 24,8%, ante 17,8% apresentados em igual trimestre do ano anterior. Já no primeiro semestre de 2010, o EBITDA atingiu R$ 232,6 milhões, com crescimento de 65,1% sobre os R$ 140,9 milhões do 1S09. Por sua vez, a Margem EBITDA passou de 15,4%,nos primeiros seis meses de 2009, para 21,7% em 2010.
Com isso, o Lucro Líquido da Lojas Renner encerrou o 2T10 com incremento de 90,2%, passando de R$ 47,8 milhões no 2T09 para R$ 91 milhões. No 1S10, o Lucro Líquido foi de R$ 127,9 milhões contra R$ 58,7 milhões em igual período de 2009.
Serviços financeiros crescem 85,5%
O desempenho favorável das operações de Empréstimo Pessoal e Seguros e a melhor performance de crédito foram alguns dos fatores que contribuíram para o resultado de R$ 31,5 milhões nos Serviços Financeiros oferecidos pela Lojas Renner no 2T10, montante 85,5% maior que o apresentado no mesmo período do ano anterior.
A maior participação das vendas no Cartão Renner através da opção de pagamento em 0+8 parcelas com encargos também teve influência no resultado apresentado que, de janeiro a junho de 2010, ficou em R$ 63,9 milhões, com crescimento de 47% sobre o 1S09.
O Cartão Renner foi responsável por 57,8% das vendas realizadas no 2T10, e por 57% das transações efetuadas no primeiro semestre de 2010. Estima-se que o lançamento do Cartão Renner híbrido com Mastercard e Visa, no segundo semestre deste ano, deverá contribuir para aumentar ainda mais sua participação nas vendas totais da Companhia.
O ticket médio das vendas efetuadas no Cartão passou para R$ 138,08 no 2T10, comparado aos R$ 128,53 do 2T09, com um incremento de 7,4%. No 1S10, o ticket médio foi de R$ 128,31 versus R$ 117,63 no 1S09, apresentando um crescimento de 9,1%.
No 2T10, foram emitidos 435,8 mil novos cartões, totalizando 757,5 mil novos plásticos no 1S10, o que fez a Companhia alcançar a marca de 16 milhões de unidades em junho de 2010. De abril a junho de 2010, a Lojas Renner concedeu R$ 27,7 milhões em empréstimos pessoais, uma elevação de 21,7 % em relação ao ano anterior. No período acumulado, o volume de empréstimos concedidos aumentou 22,2% sobre o 1S09, totalizando R$ 54,8 milhões no 1S10. Em junho de 2010, a carteira, incluindo os encargos, atingiu a marca de R$ 97,1 milhões, com um ticket médio de R$ 589,00 e prazo médio de 8,3 meses.
Investimentos
No 2T10, o investimento na abertura de novas operações chegou a R$ 15, 4 milhões, do total de R$ 20,6 milhões aplicados em ativos fixos pela Companhia. No primeiro semestre do ano, foram direcionados R$ 36,4 milhões em novas lojas, remodelações de instalações, sistemas e equipamentos de tecnologia entre outros.
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Mercado de luxo no país crescerá 23% neste ano
O mercado de luxo no Brasil deve avançar 23% neste ano e faturar R$ 15,1 bilhões. A expansão esperada é o triplo do que deve crescer o PIB do país neste ano --7%, na previsão dos mais otimistas.
O resultado é apontado na pesquisa "O Mercado do Luxo no Brasil", realizada pelas consultorias MCF e GfK Brasil, com 95 empresas nacionais e internacionais ouvidas entre janeiro e março.
Mesmo sob impacto da crise financeira mundial, essas empresas faturaram juntas R$ 12,3 bilhões no ano passado -o que correspondeu a 12% de incremento sobre o ano de 2008. Cada consumidor gastou no ano passado R$ 2.726 por compra.
O crescimento recorde esperado se deve em parte ao fato de o Brasil ter sofrido de forma menos intensa os reflexos da crise mundial. Ele é resultado ainda de investimentos feitos há dois anos (por indústria, varejo e setor de serviços) e do aumento de consumidores nesse segmento.
Fonte: Folha Online
O resultado é apontado na pesquisa "O Mercado do Luxo no Brasil", realizada pelas consultorias MCF e GfK Brasil, com 95 empresas nacionais e internacionais ouvidas entre janeiro e março.
Mesmo sob impacto da crise financeira mundial, essas empresas faturaram juntas R$ 12,3 bilhões no ano passado -o que correspondeu a 12% de incremento sobre o ano de 2008. Cada consumidor gastou no ano passado R$ 2.726 por compra.
O crescimento recorde esperado se deve em parte ao fato de o Brasil ter sofrido de forma menos intensa os reflexos da crise mundial. Ele é resultado ainda de investimentos feitos há dois anos (por indústria, varejo e setor de serviços) e do aumento de consumidores nesse segmento.
Fonte: Folha Online
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Franquias regionais avançam pelo País
Planos ambiciosos para estar entre os maiores franqueadores do País, criação de ferramentas de vendas e negociação com empresários internacionais estão entre as principais metas das franquias nascidas na região para avançar no setor que faturou R$ 63 bilhões em 2009.
Há 11 anos no mercado, a andreense Antídoto Cosméticos vê fôlego no segmento de perfumaria e cosméticos. Após faturar R$ 40 milhões no ano passado, a rede com 112 lojas, a maioria no Sudeste, acumula crescimento de 38% no primeiro semestre.
Além do ponto tradicional, a marca tem quiosque, venda por catálogo e franquia virtual, lançada há dois meses. "A loja on-line receberá os pedidos dos CEPs na região em que está instalada. É um canal que cresce muito", diz a sócia Vera Lucia Lukesic. O aporte na loja virtual é de R$ 19,9 mil, o quiosque custa R$ 47,5 mil e a loja tradicional R$ 70,5 mil. O prazo de retorno fica entre 18 e 24 meses. Neste ano serão abertas 24 lojas e 12 franquias virtuais entre Interior paulista e Nordeste.
Na mesma área, a Valmari Cosméticos, de Diadema, que vendeu 90% do capital para um fundo de investimento em 2009, focará a atuação no consumidor final. Até então, as lojas atendiam mais os profissionais de estética. "A prioridade é estar nos shoppings para dar visibilidade à marca. É um novo posicionamento após 25 anos de mercado", afirma o diretor de franquias, Mário Zafalon.
As 70 unidades estão no Sul e Sudeste e a promessa é acelerar abertura de 24 pontos em um ano no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Nordeste. O investidor interessado na Valmari precisa desembolsar R$ 190 mil, com retorno estimado de 24 a 36 meses. A rede prevê crescer 50% neste ano.
POTENCIAL - Com franquias há dois anos, a são-caetanense Zoom, que em parceria com a Lego desenvolve jogos educativos para crianças, tem ambição de ser a maior do País em número de franqueados em cinco anos, com 3.800 unidades.
O diretor da marca, Maurício Caetano, explica que existe o franqueado premium, responsável por território maior, e o educador, que aplica os programas extracurriculares. Esses geralmente são professores que complementam a renda.
Entrar nesta rede requer a partir de R$ 250 mil para o premium e R$ 25 mil para o educador. Os retornos são a entre 12 e 24 meses, respectivamente. A Zoom tem 17 franqueados premium e 33 educadores espalhados por 12 Estados.
Espaço no mercado está mais disputado
Mesmo com certa dificuldade, as pequenas e médias marcas de franquia estão encontrando fora do eixo Rio-São Paulo-BeloHorizonte espaço para crescer e se estabelecer frente às grandes do setor.
De acordo com a consultoria Claudia Bittencourt, os segmentos que mais atraem essas redes são alimentos e calçados. "A empresa deve se fortalecer na região onde nasceu para depois buscar espaço em novos mercados", orienta.
Das companhias consultadas pela equipe do Diário, a Valmari e a Zoom têm maior presença no Grande ABC, com quatro lojas cada, e a Antídoto, com uma unidade.
A Spa Odontológico, de São Bernardo, que ingressou no franchising neste ano, após 12 meses de estudo, negocia duas unidades para a Capital e Campinas. Segundo Conrado Ferreira Pinto, dono da marca, o custo da franquia é de R$ 80 mil.
Ele aposta na conversão de consultórios para o sistema de tratamentos de até dois dias. Além do Interior paulista e algumas capitais, a equipe da rede negocia com máster franqueados em Portugal e na Espanha.
Fonte: Diário do Grande ABC
Há 11 anos no mercado, a andreense Antídoto Cosméticos vê fôlego no segmento de perfumaria e cosméticos. Após faturar R$ 40 milhões no ano passado, a rede com 112 lojas, a maioria no Sudeste, acumula crescimento de 38% no primeiro semestre.
Além do ponto tradicional, a marca tem quiosque, venda por catálogo e franquia virtual, lançada há dois meses. "A loja on-line receberá os pedidos dos CEPs na região em que está instalada. É um canal que cresce muito", diz a sócia Vera Lucia Lukesic. O aporte na loja virtual é de R$ 19,9 mil, o quiosque custa R$ 47,5 mil e a loja tradicional R$ 70,5 mil. O prazo de retorno fica entre 18 e 24 meses. Neste ano serão abertas 24 lojas e 12 franquias virtuais entre Interior paulista e Nordeste.
Na mesma área, a Valmari Cosméticos, de Diadema, que vendeu 90% do capital para um fundo de investimento em 2009, focará a atuação no consumidor final. Até então, as lojas atendiam mais os profissionais de estética. "A prioridade é estar nos shoppings para dar visibilidade à marca. É um novo posicionamento após 25 anos de mercado", afirma o diretor de franquias, Mário Zafalon.
As 70 unidades estão no Sul e Sudeste e a promessa é acelerar abertura de 24 pontos em um ano no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Nordeste. O investidor interessado na Valmari precisa desembolsar R$ 190 mil, com retorno estimado de 24 a 36 meses. A rede prevê crescer 50% neste ano.
POTENCIAL - Com franquias há dois anos, a são-caetanense Zoom, que em parceria com a Lego desenvolve jogos educativos para crianças, tem ambição de ser a maior do País em número de franqueados em cinco anos, com 3.800 unidades.
O diretor da marca, Maurício Caetano, explica que existe o franqueado premium, responsável por território maior, e o educador, que aplica os programas extracurriculares. Esses geralmente são professores que complementam a renda.
Entrar nesta rede requer a partir de R$ 250 mil para o premium e R$ 25 mil para o educador. Os retornos são a entre 12 e 24 meses, respectivamente. A Zoom tem 17 franqueados premium e 33 educadores espalhados por 12 Estados.
Espaço no mercado está mais disputado
Mesmo com certa dificuldade, as pequenas e médias marcas de franquia estão encontrando fora do eixo Rio-São Paulo-BeloHorizonte espaço para crescer e se estabelecer frente às grandes do setor.
De acordo com a consultoria Claudia Bittencourt, os segmentos que mais atraem essas redes são alimentos e calçados. "A empresa deve se fortalecer na região onde nasceu para depois buscar espaço em novos mercados", orienta.
Das companhias consultadas pela equipe do Diário, a Valmari e a Zoom têm maior presença no Grande ABC, com quatro lojas cada, e a Antídoto, com uma unidade.
A Spa Odontológico, de São Bernardo, que ingressou no franchising neste ano, após 12 meses de estudo, negocia duas unidades para a Capital e Campinas. Segundo Conrado Ferreira Pinto, dono da marca, o custo da franquia é de R$ 80 mil.
Ele aposta na conversão de consultórios para o sistema de tratamentos de até dois dias. Além do Interior paulista e algumas capitais, a equipe da rede negocia com máster franqueados em Portugal e na Espanha.
Fonte: Diário do Grande ABC
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Apenas vestuário e alimento geram crédito
Nem tudo o que é comprado e o CPF é fornecido para a emissão da nota fiscal paulista gera créditos ao consumidor. A grosso modo, praticamente vestuário e alimentos são os únicos itens que creditam. Bebidas, combustível, medicamentos, cosméticos e eletrodomésticos estão fora da lista.
Tudo depende do produto adquirido e não do tipo de estabelecimento em que ele é comprado. Se é o varejista quem tem de pagar ao governo estadual o ICMS (Imposto sobre Mercadorias e Serviços), 30% do valor volta ao consumidor. Agora, se o pagamento do tributo for feito pelo fabricante - regime conhecido como substituição tributária, em que o imposto é cobrado na produção a fim de evitar sonegação -, o consumidor não recebe esse percentual de volta.
É o caso de combustíveis, cosméticos, produtos de beleza, medicamentos e bebidas. Caso a pessoa forneça seu CPF em um supermercado, o crédito é dado apenas para os itens elegíveis, como alimentos e vestuário.
Outra situação em que não são gerados valores é se o estabelecimento tiver saldo credor e não recolher ICMS naquele mês. Em outras palavras, se ele tiver estoque de um produto que foi faturado no mês anterior, e alguém o comprar, a nota paulista não retorna os 30% do imposto estadual.
Segundo Edson Takashi Kondo, diretor adjunto da diretoria executiva da administração tributária da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, existe mais uma particularidade. Em restaurantes, a tributação é reduzida; incidem 3,2% de ICMS sobre a refeição e, do montante, 30% retorna ao cliente. Ou seja, os créditos são menores.
Kondo ressalta que, mesmo que não consigam os créditos, ou tenham pouco retorno, as pessoas têm a ganhar fornecendo seu CPF nas notas fiscais. "A cada R$ 100, o consumidor concorre a prêmios que vão de R$ 10 a R$ 50 mil em sorteio mensais", explica.
Se o cliente receber a nota fiscal em papel e quiser que ela seja computada no sistema da nota fiscal paulista, é preciso, conforme orienta o diretor adjunto, solicitar ao estabelecimento que a compra seja creditada em seu CPF. "O estabelecimento tem até o dia 19 do mês seguinte para realizar a inserção. Caso ele não o faça, o consumidor pode registrar denúncia no site."
No caso de oficinas mecânicas, que geralmente emitem a nota em papel, só é possível creditar se houver a venda de peças. Para os serviços prestados não há o pagamento do ICMS, mas do ISS (Imposto Sobre Serviços), tributo municipal.
Fonte: Diário do Grande ABC
Tudo depende do produto adquirido e não do tipo de estabelecimento em que ele é comprado. Se é o varejista quem tem de pagar ao governo estadual o ICMS (Imposto sobre Mercadorias e Serviços), 30% do valor volta ao consumidor. Agora, se o pagamento do tributo for feito pelo fabricante - regime conhecido como substituição tributária, em que o imposto é cobrado na produção a fim de evitar sonegação -, o consumidor não recebe esse percentual de volta.
É o caso de combustíveis, cosméticos, produtos de beleza, medicamentos e bebidas. Caso a pessoa forneça seu CPF em um supermercado, o crédito é dado apenas para os itens elegíveis, como alimentos e vestuário.
Outra situação em que não são gerados valores é se o estabelecimento tiver saldo credor e não recolher ICMS naquele mês. Em outras palavras, se ele tiver estoque de um produto que foi faturado no mês anterior, e alguém o comprar, a nota paulista não retorna os 30% do imposto estadual.
Segundo Edson Takashi Kondo, diretor adjunto da diretoria executiva da administração tributária da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, existe mais uma particularidade. Em restaurantes, a tributação é reduzida; incidem 3,2% de ICMS sobre a refeição e, do montante, 30% retorna ao cliente. Ou seja, os créditos são menores.
Kondo ressalta que, mesmo que não consigam os créditos, ou tenham pouco retorno, as pessoas têm a ganhar fornecendo seu CPF nas notas fiscais. "A cada R$ 100, o consumidor concorre a prêmios que vão de R$ 10 a R$ 50 mil em sorteio mensais", explica.
Se o cliente receber a nota fiscal em papel e quiser que ela seja computada no sistema da nota fiscal paulista, é preciso, conforme orienta o diretor adjunto, solicitar ao estabelecimento que a compra seja creditada em seu CPF. "O estabelecimento tem até o dia 19 do mês seguinte para realizar a inserção. Caso ele não o faça, o consumidor pode registrar denúncia no site."
No caso de oficinas mecânicas, que geralmente emitem a nota em papel, só é possível creditar se houver a venda de peças. Para os serviços prestados não há o pagamento do ICMS, mas do ISS (Imposto Sobre Serviços), tributo municipal.
Fonte: Diário do Grande ABC
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Brasil terá 12 novos shoppings até o fim do ano
Com os corredores climatizados cada vez mais cheios, a indústria de shopping centers aumenta a velocidade de expansão no Brasil ao sabor da maré mais favorável já vivida pelo setor. Após a inauguração de quatro grandes shoppings no primeiro semestre, outros 12 abrirão as portas até o fim do ano. Em 2011, serão pelo menos mais 29 shoppings, totalizando 439 em todo o País. Atualmente, há 396 empreendimentos desse tipo.
A conta é da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), que só considera empreendimentos com mais de 5 mil metros quadrados de área locável. Incluindo shoppings menores, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) prevê que o País fechará 2010 com mais de 750 centros em funcionamento e ganhará outros 200 até 2015 - ou seja, 40 por ano.
O principal impulso do movimento vem da explosão de consumo provocada pela alta do crédito e da renda do brasileiro, que resistiu à crise e tem ajudado as vendas dos shoppings a crescerem acima do comércio em geral. Em 2009, o varejo cresceu 5,9%. Os shoppings tiveram alta nas vendas de 10% e faturamento de R$ 71 bilhões. Para 2010, a previsão é de alta de 12%.
Não são apenas os consumidores que estão de bolso cheio. Outro fator que influencia o investimento em novos shoppings é a musculatura financeira que as administradoras de shoppings alcançaram no mercado de capitais. Os principais grupos brasileiros abriram capital nos últimos anos e arrecadaram mais de R$ 4 bilhões na Bolsa. "O crescimento atual é o dobro da média dos últimos cinco anos, o que mostra a pujança do setor", diz Nabil Sahyoun, presidente da Alshop. "Depois que abriram capital, as empresas ficaram com caixa, estocaram terrenos e estão com todas as condições para os investimentos."
Fonte: O Estado de São Paulo
A conta é da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), que só considera empreendimentos com mais de 5 mil metros quadrados de área locável. Incluindo shoppings menores, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) prevê que o País fechará 2010 com mais de 750 centros em funcionamento e ganhará outros 200 até 2015 - ou seja, 40 por ano.
O principal impulso do movimento vem da explosão de consumo provocada pela alta do crédito e da renda do brasileiro, que resistiu à crise e tem ajudado as vendas dos shoppings a crescerem acima do comércio em geral. Em 2009, o varejo cresceu 5,9%. Os shoppings tiveram alta nas vendas de 10% e faturamento de R$ 71 bilhões. Para 2010, a previsão é de alta de 12%.
Não são apenas os consumidores que estão de bolso cheio. Outro fator que influencia o investimento em novos shoppings é a musculatura financeira que as administradoras de shoppings alcançaram no mercado de capitais. Os principais grupos brasileiros abriram capital nos últimos anos e arrecadaram mais de R$ 4 bilhões na Bolsa. "O crescimento atual é o dobro da média dos últimos cinco anos, o que mostra a pujança do setor", diz Nabil Sahyoun, presidente da Alshop. "Depois que abriram capital, as empresas ficaram com caixa, estocaram terrenos e estão com todas as condições para os investimentos."
Fonte: O Estado de São Paulo
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Abras prevê aceleração das vendas nos supermercados
O volume de vendas de produtos comercializados nos supermercados deve acelerar no segundo semestre, segundo afirmou hoje o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Honda. Nos seis primeiros meses deste ano, os consumidores compraram uma quantidade 6,5% maior que no mesmo período de 2009. "Há tempos que não se vendia tanto nos supermercados. E o segundo semestre, tradicionalmente, é mais aquecido", afirmou.
O crescimento do setor foi puxado no período pelas categorias de bebidas alcoólicas (alta de 15%), bebidas não alcoólicas (10,9%), perecíveis (9%) e limpeza caseira (6,2%), de acordo com levantamento da Nielsen, realizado a pedido da Abras. Segundo Honda, o aumento do volume vendido nos supermercados foi impactado positivamente pela estabilidade nos preços dos produtos, aliado ao crescimento da renda e dos empregos.
Em junho, alguns dos principais produtos de maior representatividade na cesta dos consumidores tiveram retração nos preços ante maio, com destaque para batata (queda de 19,2%), tomate (baixa de 9,7%) e açúcar (recuo de 7,1%), segundo pesquisa encomendada pela Abras à GFK. Essa queda nos preços, destaca Honda, vem se refletindo em uma desaceleração do ritmo de crescimento do faturamento real das vendas nos supermercados, que entre abril, maio e junho ficou na faixa de 5,5% a 6%, ante os 8,6% do primeiro trimestre - ambos na comparação com o mesmo período de 2009.
Mesmo assim, o dirigente diz acreditar que o faturamento deve acelerar a partir agosto, impulsionado pelas eleições, juntamente com o aquecimento sazonal do fim do ano. "Mantemos nossa projeção de crescimento real das vendas nos supermercados de 8% a 9% para este ano", afirmou Honda.
O crescimento do volume das vendas nos supermercados foi maior no Espírito Santo, em Minas Gerais e no interior do Rio de Janeiro, com alta de 9,8% no primeiro semestre, ante o mesmo período de 2009. Em seguida apareceram o Nordeste (8,6%), o Sul (8,4%) e a Grande São Paulo (7,7%).
Bebidas
No semestre, o volume da venda de cervejas avançou 17,9%, puxando a categoria de bebidas alcoólicas. Entre as não alcoólicas, o destaque são os refrigerantes, com alta de 11,8%. Os produtos perecíveis com maior crescimento foram leite fermentado (22,5%), pizza congelada (15,1%) e queijo (14,8%).
A região Norte apresentou em junho a cesta básica mais cara do País, de R$ 321,35 (alta de 2,4% ante maio). Na sequência estão as regiões Sul (R$ 300,14), Sudeste (R$ 262,18), Centro-Oeste (R$ 253,48) e Nordeste (R$ 232,30).
Fonte: O Estado de São Paulo
O crescimento do setor foi puxado no período pelas categorias de bebidas alcoólicas (alta de 15%), bebidas não alcoólicas (10,9%), perecíveis (9%) e limpeza caseira (6,2%), de acordo com levantamento da Nielsen, realizado a pedido da Abras. Segundo Honda, o aumento do volume vendido nos supermercados foi impactado positivamente pela estabilidade nos preços dos produtos, aliado ao crescimento da renda e dos empregos.
Em junho, alguns dos principais produtos de maior representatividade na cesta dos consumidores tiveram retração nos preços ante maio, com destaque para batata (queda de 19,2%), tomate (baixa de 9,7%) e açúcar (recuo de 7,1%), segundo pesquisa encomendada pela Abras à GFK. Essa queda nos preços, destaca Honda, vem se refletindo em uma desaceleração do ritmo de crescimento do faturamento real das vendas nos supermercados, que entre abril, maio e junho ficou na faixa de 5,5% a 6%, ante os 8,6% do primeiro trimestre - ambos na comparação com o mesmo período de 2009.
Mesmo assim, o dirigente diz acreditar que o faturamento deve acelerar a partir agosto, impulsionado pelas eleições, juntamente com o aquecimento sazonal do fim do ano. "Mantemos nossa projeção de crescimento real das vendas nos supermercados de 8% a 9% para este ano", afirmou Honda.
O crescimento do volume das vendas nos supermercados foi maior no Espírito Santo, em Minas Gerais e no interior do Rio de Janeiro, com alta de 9,8% no primeiro semestre, ante o mesmo período de 2009. Em seguida apareceram o Nordeste (8,6%), o Sul (8,4%) e a Grande São Paulo (7,7%).
Bebidas
No semestre, o volume da venda de cervejas avançou 17,9%, puxando a categoria de bebidas alcoólicas. Entre as não alcoólicas, o destaque são os refrigerantes, com alta de 11,8%. Os produtos perecíveis com maior crescimento foram leite fermentado (22,5%), pizza congelada (15,1%) e queijo (14,8%).
A região Norte apresentou em junho a cesta básica mais cara do País, de R$ 321,35 (alta de 2,4% ante maio). Na sequência estão as regiões Sul (R$ 300,14), Sudeste (R$ 262,18), Centro-Oeste (R$ 253,48) e Nordeste (R$ 232,30).
Fonte: O Estado de São Paulo
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