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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Grupo Petrópolis inaugura site do Projeto AMA

O Grupo Petrópolis, ampliou suas ações do projeto AMA – Área de Mobilização Ambiental - e lançou o hotsite de seu programa de sustentabilidade, cuidado e respeito com a natureza. Dividido em seis partes, o hotsite apresenta uma área dedicada a explicações sobre o Projeto com o conceito e benefícios das ações desenvolvidas. Em Resultados e Metas o internauta encontra informação sobre o projeto para a integração entre a empresa e o meio ambiente.

Na parte "Aconteceu na AMA" estão digitalizados alguns dos registros do projeto publicados na mídia. No canal "Você Sabia?" há sugestões, dicas e curiosidades sobre ecologia. Em Eventos, encontra-se o calendário de atividades de mobilização ambiental a serem desenvolvidas nos próximos meses. Na "Galeria de Fotos", o internauta pode acompanhar o plantio das 1,1 milhão de mudas de árvores nativas que o projeto faz nas cidades de Petrópolis, Teresópolis, Boituva e Rondonópolis, onde estão localizadas suas fábricas.

O www.projetoama.com.br conta ainda com um Contador Ecológico que permite acompanhar o número de árvores plantadas ao longo de toda a iniciativa.
Fonte: Varejista

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

OS IMPACTOS DA SUSTENTABILIDADE NO VAREJO

No painel A Sustentabilidade em Toda a Cadeira de Abastecimento, ocorrido durante o MultiRetail, o sócio sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza Rodrigo Catani apresentou as principais características da sustentabilidade no varejo. “O consumidor está cada vez mais consciente que consegue influenciar no varejo. E faz isso”, diz o empresário.
A grande questão que permeia os varejistas é o quanto de verde é suficiente para cativar e fidelizar o consumidor e agir em prol do meio ambiente? Catani citou pesquisas que mostram que o consumidor está disposto a ser mais fiel às marcas sustentáveis, assim como o mercado financeiro investe e facilita o crédito quando essas práticas são identificadas.
Além da pressão do consumidor e de investidores, ainda existem os concorrentes, planos de governo, ONGs, imprensa e colaboradores que cobram atitudes sustentáveis para estimular a competitividade e aumentar a rentabilidade do negócio.
Atualmente algumas atitudes exemplares estão em prática no Brasil. Sacolas plásticas estão sendo eliminadas em alguns estabelecimentos, assim como estão nascendo as lojas sustentáveis, eficiência enérgica, reduções do uso de água, reciclagem de embalagem etc.
“Soluções compartilhadas de transporte com outras empresas já é bem mais usado nos EUA, mas ainda há muito receio no Brasil”, afirma Catani. O empresário finaliza dizendo que ser sustentável é o futuro do varejo, mas há a necessidade de investimento consciente. “Ser verde também tem que significar ser azul nos números”, finaliza.
Carrefour garante sua qualidade
Afinal, o que o varejo tem a ver com o aquecimento global? Com essa questão, o gerente de sustentabilidade do Carrefour Daniel Charleaux abriu a palestra que mostrava o case de sucesso de sua empresa. “O consumidor 2.0 está preocupado com a origem do que está consumindo”, diz Charleaux.
A ideia primária do Carrefour para sustentabilidade era que deveriam suprir as necessidades da geração atual sem prejudicar as futuras, mas com o tempo viram que era muito mais do que isso. Mais do que tomar cuidado com as práticas, a sustentabilidade é um novo jeito de fazer negócio.
A empresa traçou um mapa de atuação para conscientização que consistia nos “5 Cs”. Consumidor, comunidade, colaborador, clima e cadeia passavam a ser considerados nesse processo. A prioridade passou a ser então como mostrar a sustentabilidade para o cliente. Desde 1999 a prática já funciona no Brasil.
O selo Garantia de Origem certifica todos os produtos da marca Carrefour. Com ele os consumidores têm a certeza de que a rede atribui qualidade total ao produto. Com esse selo, loja, cliente e fornecedor passaram a obter o sucesso esperado.
Conscientização sustentável
O diretor de meio ambiente da Tetra Pak Fernando Von Zuben apresentou algumas ações sustentáveis mantidas pela empresa. Segundo o empresário, as questões de sustentabilidade norteiam a empresa. “A preocupação ambiental tem crescido muito. Tão importante quanto emitir é receber a informação do consumidor, perceber suas expectativas”, afirma.
Como citado no início do texto, o tema reciclagem sempre foi muito abordado no cenário brasileiro e tem sido muito procurado nos últimos tempos, o interesse real aumentou bastante, e Von Zuben confirma essa tese. Atualmente, a Tetra Pak tem, inclusive, uma campanha televisiva chamando o consumidor a reciclar suas embalagens.
“Em agosto foi aprovada uma legislação que regulamenta aterros sanitários. Um dos grandes problemas ainda no Brasil é que 55% de todo o lixo produzido é jogado a céu aberto”, diz o diretor. Pontua ainda que essa forma de descartar o lixo prejudica tanto o ar quanto o lençol freático brasileiro.
Atualmente existem 600 cooperativas engajadas em reciclagem. Mais da metade do rendimento dessas organizações ainda é composta por papel e papelão. No site www.rotadereciclagem.com.br, os interessados podem localizar o centro de recolhimento mais próximo.
No varejo, a Tetra Pak atua para as marcas Carrefour e Pão de Açúcar. Distribui coletores, PEV e diversas outras ações de coleta e conscientização. “As empresas que colocam embalagens nas prateleiras têm que criar estratégias par reciclagem”, afirma o diretor.
A Tetra Pak atua também com educação e conscientização de reciclagem em escolas e cidades de todo o Brasil.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Sustentabilidade muda perfil de consumo

A consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza, realizou estudo mundial com objetivo de mensurar os impactos da sustentabilidade no comportamento do consumidor. O resultado foi que ao escolher um produto ou serviço, o consumidor não avalia somente o produto em si. “Ele considera também o aspecto sustentabilidade. E não compra visando somente seu conforto, mas também o que seu ato pode representar para o meio ambiente”, explica Luiz Fernando Goes, responsável pela área e inteligência do mercado da GS&MD.

No entanto, os entrevistados enfatizaram a falta de informação por parte das empresas. A expectativa é que os fornecedores eduquem as pessoas para um consumo mais sustentável. “No Brasil, 70% dos que foram entrevistados delegam para as empresas o ato da educação. No resultado global, esse índice cai para 41%”, afirma Goes.

“A comunicação ou a informação, seja na embalagem ou no ponto de venda, não estão sendo percebidas pelos consumidores”, destaca Marcos Gouvêa, diretor-geral da GS&MD. Isso obriga o consumidor a buscar essas informações em outros meios, como internet, televisão, rádio, entre outros. “Os empresários que não sonegarem informações sobre sustentabilidade naquilo que produzem ou vendem poderão cativar esse novo consumidor, que cresce de forma vertiginosa”, aconselha o diretor.

A advogada Ana Luisa Ariolli, especializada em direito ao consumidor concorda com Gouvêa, e acrescenta que informações sobre o serviço ou produto - como por quem e de que forma foi produzido, certificações e selos que indicam conformidade com a legislação do homem e com as leis ambientais - se tornarão um diferencial às empresas. “O fornecedor sério é aquele que busca fidelizar seu cliente de forma positiva, entregando a ele não só produtos e serviços, mas informação sobre preço, qualidade, características, composição, riscos e os impactos que o produto ou serviço trarão para a qualidade de sua vida e para o meio ambiente”, explica Ana Luisa.

Gouvêa ainda ressalta que esse novo perfil de consumo tem muito a ser explorado pelas empresas. “As mudanças no estilo de vida do consumidor terão um forte impacto no consumo ao longo dos próximos anos e gerarão novas oportunidades de negócios, produtos e serviços”, afirma.
Fonte: Diário do Comério - SP

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Setor de embalagens será mais pressionado pelo consumo sustentável

Haverá um aumento das exigências ambientais em relação à produção de embalagens no País. Segundo a Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade), os principais pontos de pressão vão partir do próprio consumidor, que tende a dar preferência a produtos sustentáveis, e também por novas regulamentações de órgãos públicos responsáveis pela qualidade ambiental.
Renault de Freitas, diretor executivo da Abralatas, diz que produtos que agregam inovações sustentáveis tendem a ganhar espaço nas casas de consumidores e também nas prateleiras das redes varejistas.
A Coca-Cola, por exemplo, acaba de anunciar que vai reforçar a presença de garrafas de vidro no mercado, como medida para aumentar a reciclagem e reutilização do material. "Uma garrafa de vidro dura em média cinco anos e diminui o carbono que seria emitido na fabricação de novas unidades", disse Rino Abbondi, vice-presidente de técnica e logística da companhia no Brasil.
Outro exemplo vem do Walmart. Nos Estados Unidos a rede só compra produtos que tenham, no mínimo, 10% de teor reciclado na composição. Freitas, da Abralatas, também acredita que a atividade empresarial deverá se adaptar cada vez mais a normas reguladoras do governo, como a recente Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada neste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A indústria de latas de alumínio prevê investir R$ 738 milhões até março de 2011. Isso no aumento da produção anual, que de 16 bilhões de unidades em 2010 deve passar para 24 bilhões em 2011, e em inovações tecnológicas para diminuir o consumo de matéria-prima e energia elétrica na fabricação das latas. A ideia é também privilegiar a reciclagem e a reutilização das diversas embalagens.
Segundo Freitas, hoje, o índice de 91,5% de reciclagem das embalagens de alumínio no Brasil é o mais alto do mundo, à frente dos EUA, onde apenas metade das latinhas é reciclada, um índice inferior ao da média mundial de 69%. O uso do alumínio reciclado diminui em até 95% o gasto de energia no processo de produção de novas latas. Entre os materiais utilizados em embalagens, as latas têm o maior índice de reciclagem. Em seguida vêm as garrafas de plástico (54,8%), vidro (47%) e papel cartão, usadas para sucos e chás (26,6%).
Fonte: Portal iG