A venda de bens de consumo não duráveis no varejo cresceu em ritmo mais lento no primeiro quadrimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2010. Pesquisa da Nielsen com 134 produtos mostra um avanço de 2,3% em volume entre janeiro e abril, contra alta de 6,4% nos quatro primeiros meses de 2010.
Segundo o levantamento, o resultado reflete diretamente a queda na procura por bebidas, sobretudo cerveja, categoria cuja comercialização caiu 0,1% no primeiro quadrimestre – as vendas haviam crescido 14% no mesmo período de 2010. "Há, claro, a comparação com uma base muito alta. Mas a categoria é muito sensível a variações de preço", afirma Arlete Soares Corrêa, gerente de análises especiais da Nielsen.
O preço da cerveja, que já havia subido no final do ano, sofreu outro reajuste em abril, em razão do aumento de alguns impostos federais. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que a bebida preferida dos brasileiros ficou 4,5% mais cara nos supermercados durante os primeiros meses do ano.
Na cesta de bebidas não alcoólicas, o crescimento das vendas entre janeiro e abril foi de apenas 3%. O resultado modesto tem relação com a queda na comercialização de refrigerantes no período.
Fonte: Valor Econômico
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Walmart pode ser o “eterno vice” no Brasil
Com a possível união Pão de Açúcar-Carrefour, o gigante norte-americano não seria o líder de seu setor no Brasil nem se comprasse 17 concorrentes. Se realmente o Pão de Açúcar se unir ao Carrefour, o Walmart vai figurar em segundo lugar no ranking dos supermercados no Brasil.
Não há demérito na posição, mas ela não deixa de ser curiosa. O Walmart é, afinal, a maior empresa do mundo em vendas - e não apenas em seu setor. Atrás dela, nesse quesito, estão portentos como ExxonMobil e General Electric.
Com US$ 421,8 bilhões em receita em 2010 (ou R$ 675 bilhões, em valores atuais), o Walmart seria o 25º maior País do mundo, à frente da próspera Noruega. Somadas, as receitas de Pão de Açúcar e Carrefour em 2010 foram de R$ 65,1 bilhões (número que inclui os dados da Casas Bahia, agora parte do Grupo Pão de Açúcar).
Se o Walmart incorporasse todas as outras 17 redes de supermercados que compõem o grupo de 20 maiores empresas do setor no País, sua receita, com base nos dados de 2010, seria de R$ 50,65 bilhões, de acordo com as estatísticas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
Fonte: Portal IG
Não há demérito na posição, mas ela não deixa de ser curiosa. O Walmart é, afinal, a maior empresa do mundo em vendas - e não apenas em seu setor. Atrás dela, nesse quesito, estão portentos como ExxonMobil e General Electric.
Com US$ 421,8 bilhões em receita em 2010 (ou R$ 675 bilhões, em valores atuais), o Walmart seria o 25º maior País do mundo, à frente da próspera Noruega. Somadas, as receitas de Pão de Açúcar e Carrefour em 2010 foram de R$ 65,1 bilhões (número que inclui os dados da Casas Bahia, agora parte do Grupo Pão de Açúcar).
Se o Walmart incorporasse todas as outras 17 redes de supermercados que compõem o grupo de 20 maiores empresas do setor no País, sua receita, com base nos dados de 2010, seria de R$ 50,65 bilhões, de acordo com as estatísticas da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
Fonte: Portal IG
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BNDES dá R$ 4 bi para compra do Carrefour
Mesmo contra a vontade do sócio francês Casino, o empresário Abilio Diniz, do Grupo Pão de Açúcar, se associou ao banco BTG Pactual e ao BNDES para comprar as operações do Carrefour no Brasil, formando um gigante sem concorrente à altura e com 32% do varejo supermercadista brasileiro. Para viabilizar o negócio, o banco BTG Pactual, de André Esteves, propôs uma complexa engenharia financeira que colocará os brasileiros na posição de maiores acionistas do Carrefour no mundo.
O dinheiro para viabilizar o negócio - que será questionado no Brasil e no mundo pela defesa da concorrência - virá do BNDESPar, braço de investimento do banco. Com o argumento de criar um "campeão nacional", o BNDES já se comprometeu a aportar R$ 3,91 bilhões - 85% do necessário -, tornando-se sócio da empreitada, com 18% da empresa que nasce. A empresa já é chamada no governo de "AmBev do varejo", em alusão à cervejaria brasileira que dominou o mercado global de bebida.
Segundo apuração do Portal Exame, o empresário Abílio Diniz só teria se decidido pela fusão com o Carrefour depois de consultar o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, que por sua vez teria recebido o sinal verde da presidente Dilma Rousseff. Os R$ 690 milhões restantes (15% do total) virão de um fundo do BTG Pactual, que ainda emprestará R$ 1,15 bilhão à nova empresa.
No Brasil, Pão de Açúcar e Carrefour passarão a ter 2.386 pontos de venda em 178 municípios, com receita anual de R$ 65 bilhões. Isso se a operação for aprovada. Já a nova empresa terá 11,7% do Carrefour mundial.
Especialistas do setor temem que o poder da nova rede se reflita nos preços aos consumidores, reduza o poder de barganha de fornecedores e motive a demissão de funcionários.
Fonte: Folha de São Paulo e Portal Exame
O dinheiro para viabilizar o negócio - que será questionado no Brasil e no mundo pela defesa da concorrência - virá do BNDESPar, braço de investimento do banco. Com o argumento de criar um "campeão nacional", o BNDES já se comprometeu a aportar R$ 3,91 bilhões - 85% do necessário -, tornando-se sócio da empreitada, com 18% da empresa que nasce. A empresa já é chamada no governo de "AmBev do varejo", em alusão à cervejaria brasileira que dominou o mercado global de bebida.
Segundo apuração do Portal Exame, o empresário Abílio Diniz só teria se decidido pela fusão com o Carrefour depois de consultar o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, que por sua vez teria recebido o sinal verde da presidente Dilma Rousseff. Os R$ 690 milhões restantes (15% do total) virão de um fundo do BTG Pactual, que ainda emprestará R$ 1,15 bilhão à nova empresa.
No Brasil, Pão de Açúcar e Carrefour passarão a ter 2.386 pontos de venda em 178 municípios, com receita anual de R$ 65 bilhões. Isso se a operação for aprovada. Já a nova empresa terá 11,7% do Carrefour mundial.
Especialistas do setor temem que o poder da nova rede se reflita nos preços aos consumidores, reduza o poder de barganha de fornecedores e motive a demissão de funcionários.
Fonte: Folha de São Paulo e Portal Exame
Brasileiro teme mais volta da inflação do que a violência, diz pesquisa
O brasileiro tem mais medo da volta da inflação do que da violência urbana ou do desemprego, segundo pesquisa Pulso Brasil, divulgada nesta quarta-feira (22) pela Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). O levantamento foi realizado pelo Ipsus, que ouviu mil pessoas em 70 cidades de 9 regiões metropolitanas.
O questionário da pesquisa trouxe a seguinte pergunta: ‘O que faria você perder o sono?’ Do total de entrevistados, 26% escolheram a alternativa ‘a volta da inflação’, 23% ‘a violência urbana’, 20% ‘o desemprego’, 10% ‘a saúde pública’ e 7% ‘o aumento de novas taxas e impostos’.
Considerando respostas múltiplas - quando o entrevistado pode dar mais de uma resposta - , a inflação foi citada como um dos maiores problemas por 42% dos entrevistados, atrás da violência urbana (66%), da saúde pública (51%) e do desemprego (46%). Outros 24% citaram o aumento de novas taxas e impostos.
As entrevistas foram feitas entre os dias 23 e 31 de maio. Segundo a Fiesp, foi a primeira vez que a pergunta foi introduzida no questionário da pesquisa, que não possui periodicidade fixa.
Classe social e idade
Na avaliação por classe social, a inflação é o principal fator de temor nas classes AB (36%) e C (25%). Na classe DE, desemprego foi o mais citado, com 32% do total; a volta da inflação foi citada por 14%.
Na divisão por região do país, o aumento dos preços é a principal preocupação no Sul (53%) e Sudeste (28%). No Nordeste, a violência urbana aparece em 1º lugar (36%). Já no Norte, o item mais citado foi o medo do desemprego (26%).
Ainda segundo o levantamento, 30% dos homens temem a inflação, enquanto entre as mulheres, o percentual é de 22%.
A preocupação com a elevação dos preços foi mais acentuada entre os mais velhos. Segundo a pesquisa, 39% dos entrevistados com mais de 60 anos temem a inflação em primeiro lugar.
Na faixa entre 45 e 59 anos, 34% dos entrevistados deram a mesma resposta, enquanto entre 35 e 44 anos, o número cai para 23%, abaixo do temor do desemprego (25%).
Para aqueles com idade entre 25 e 34 anos e entre 16 e 24 anos, a principal preocupação citada foi, respectivamente, o desemprego (28%) e a violência (27%).
Fonte: G1
O questionário da pesquisa trouxe a seguinte pergunta: ‘O que faria você perder o sono?’ Do total de entrevistados, 26% escolheram a alternativa ‘a volta da inflação’, 23% ‘a violência urbana’, 20% ‘o desemprego’, 10% ‘a saúde pública’ e 7% ‘o aumento de novas taxas e impostos’.
Considerando respostas múltiplas - quando o entrevistado pode dar mais de uma resposta - , a inflação foi citada como um dos maiores problemas por 42% dos entrevistados, atrás da violência urbana (66%), da saúde pública (51%) e do desemprego (46%). Outros 24% citaram o aumento de novas taxas e impostos.
As entrevistas foram feitas entre os dias 23 e 31 de maio. Segundo a Fiesp, foi a primeira vez que a pergunta foi introduzida no questionário da pesquisa, que não possui periodicidade fixa.
Classe social e idade
Na avaliação por classe social, a inflação é o principal fator de temor nas classes AB (36%) e C (25%). Na classe DE, desemprego foi o mais citado, com 32% do total; a volta da inflação foi citada por 14%.
Na divisão por região do país, o aumento dos preços é a principal preocupação no Sul (53%) e Sudeste (28%). No Nordeste, a violência urbana aparece em 1º lugar (36%). Já no Norte, o item mais citado foi o medo do desemprego (26%).
Ainda segundo o levantamento, 30% dos homens temem a inflação, enquanto entre as mulheres, o percentual é de 22%.
A preocupação com a elevação dos preços foi mais acentuada entre os mais velhos. Segundo a pesquisa, 39% dos entrevistados com mais de 60 anos temem a inflação em primeiro lugar.
Na faixa entre 45 e 59 anos, 34% dos entrevistados deram a mesma resposta, enquanto entre 35 e 44 anos, o número cai para 23%, abaixo do temor do desemprego (25%).
Para aqueles com idade entre 25 e 34 anos e entre 16 e 24 anos, a principal preocupação citada foi, respectivamente, o desemprego (28%) e a violência (27%).
Fonte: G1
Hortifruti lança Projeto Ícones
Fazer uma alimentação adequada para ter uma vida mais longa e saudável, evitar doenças e manter o peso em dia é a dica de médicos, nutricionistas, especialistas e até dos amigos. Mas, na maioria das vezes as pessoas não conseguem identificar quais as propriedades funcionais de cada fruta, legume e verdura que vão comprar. Para facilitar essa escolha, a Hortifruti criou o projeto “Ícones”.
O objetivo é utilizar símbolos que facilitem o reconhecimento das propriedades das frutas, legumes e verduras (FLV’s). A ideia de criar os ícones nasceu devido a demanda dos clientes da Hortifruti que sempre perguntam aos nutricionistas da rede sobre as propriedades funcionais do produto que estão comprando.
“O consumidor tem muitas informações sobre as vantagens que os FLV´s representam na sua alimentação. O difícil é se lembrar delas na hora da compra. Resolvemos isso com os Ícones que de uma maneira prática e objetiva vão responder ao consumidor a seguinte pergunta: é bom para quê?”, explica Fabio Hertel, Diretor de Comunicação e Novos Negócios da Hortifruti.
Fabio afirma, ainda, que o projeto de comunicação começa nas 22 lojas da Hortifruti, mas pretende sair da loja e se transformar em um serviço para a comunidade. “Apostamos nesse projeto como um diferencial no atendimento e na prestação de serviço, que auxilie nas escolhas dos produtos. Com os Ícones, os clientes poderão fazer suas compras certos de que estão levando os produtos mais adequados para o beneficio que buscam”, diz Fabio Hertel.
Para que os clientes possam identificar os Ícones, a Hortifruti fará uma sinalização em cada produto e disponibilizará legendas espalhadas pela loja, em cartazes, folhetos e no carrinho de compras. Os Ícones também estarão nas sacolas, no site e em vídeo explicativo nas redes sociais.
“Os Ícones darão informações preciosas sobre as propriedades funcionais de cada produto. Esta é uma interação educativa que mesmo as crianças vão adorar. Queremos passar essa informação para os clientes de forma gradual para que a alimentação saudável se transforme cada vez mais em um hábito natural e cotidiano”, completa Fabio Hertel.
Fonte: Varejista
O objetivo é utilizar símbolos que facilitem o reconhecimento das propriedades das frutas, legumes e verduras (FLV’s). A ideia de criar os ícones nasceu devido a demanda dos clientes da Hortifruti que sempre perguntam aos nutricionistas da rede sobre as propriedades funcionais do produto que estão comprando.
“O consumidor tem muitas informações sobre as vantagens que os FLV´s representam na sua alimentação. O difícil é se lembrar delas na hora da compra. Resolvemos isso com os Ícones que de uma maneira prática e objetiva vão responder ao consumidor a seguinte pergunta: é bom para quê?”, explica Fabio Hertel, Diretor de Comunicação e Novos Negócios da Hortifruti.
Fabio afirma, ainda, que o projeto de comunicação começa nas 22 lojas da Hortifruti, mas pretende sair da loja e se transformar em um serviço para a comunidade. “Apostamos nesse projeto como um diferencial no atendimento e na prestação de serviço, que auxilie nas escolhas dos produtos. Com os Ícones, os clientes poderão fazer suas compras certos de que estão levando os produtos mais adequados para o beneficio que buscam”, diz Fabio Hertel.
Para que os clientes possam identificar os Ícones, a Hortifruti fará uma sinalização em cada produto e disponibilizará legendas espalhadas pela loja, em cartazes, folhetos e no carrinho de compras. Os Ícones também estarão nas sacolas, no site e em vídeo explicativo nas redes sociais.
“Os Ícones darão informações preciosas sobre as propriedades funcionais de cada produto. Esta é uma interação educativa que mesmo as crianças vão adorar. Queremos passar essa informação para os clientes de forma gradual para que a alimentação saudável se transforme cada vez mais em um hábito natural e cotidiano”, completa Fabio Hertel.
Fonte: Varejista
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Le Postiche abre loja conceito no Rio de Janeiro
A Le Postiche chegou ao Shopping Via Brasil, que fica em Irajá, trazendo ao Rio de Janeiro um layout diferenciado de loja. O projeto tem assinatura do escritório de arquitetura Kawara Takano.
O novo formato de loja ressalta as diferentes necessidades das mulheres de acordo com os momentos da vida. Os móveis também foram desenhados exclusivamente para organizar os produtos em nichos: dia a dia, lazer, viagem, esporte, infantil, homem, organização e presentes.
Essa ação faz parte do reposicionamento da marca, que pode ser percebida tanto nos produtos quanto na arquitetura. Essa é a 20ª loja do Rio de Janeiro e 170ª do Brasil. Com o novo formato de loja, a Le Postiche espera aumentar o volume de vendas em 30%.
Fonte: Varejista
O novo formato de loja ressalta as diferentes necessidades das mulheres de acordo com os momentos da vida. Os móveis também foram desenhados exclusivamente para organizar os produtos em nichos: dia a dia, lazer, viagem, esporte, infantil, homem, organização e presentes.
Essa ação faz parte do reposicionamento da marca, que pode ser percebida tanto nos produtos quanto na arquitetura. Essa é a 20ª loja do Rio de Janeiro e 170ª do Brasil. Com o novo formato de loja, a Le Postiche espera aumentar o volume de vendas em 30%.
Fonte: Varejista
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Rede Bob´s vai gerar mais de 350 vagas de empregos
A rede Bob´s dá continuidade ao plano de expansão traçado para o ano de 2011 e confirma a inauguração, até dezembro, de 30 novos pontos de venda em todo o estado do Rio de Janeiro. Com as novas unidades, a empresa vai gerar mais 350 vagas de empregos diretos. As novas contratações são para o cargo de atendente.
Para trabalhar em um dos restaurantes do Bob´s é necessário ter idade entre 16 e 22 anos e cursar o ensino médio. A empresa não exige experiência prévia e oferece treinamento na própria loja. Os currículos devem ser entregues nas unidades Bob´s ou cadastrados no site www.bobs.com.br.
Fonte: Varejista
Para trabalhar em um dos restaurantes do Bob´s é necessário ter idade entre 16 e 22 anos e cursar o ensino médio. A empresa não exige experiência prévia e oferece treinamento na própria loja. Os currículos devem ser entregues nas unidades Bob´s ou cadastrados no site www.bobs.com.br.
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