terça-feira, 22 de março de 2011

SHOPPINGS DEVEM VENDER 15% A MAIS DURANTE A PÁSCOA

Com a chegada da Páscoa coincidindo com o fim do período de altas temperaturas, e as condições econômicas dos consumidores apresentando-se cada vez melhores, o consumo de chocolates atrairá um fluxo ainda maior de pessoas às lojas nesta Páscoa, uma realidade que já vêm movimentando o varejo que atua na venda de ovos típicos da data, além de chocolates em barra, bombons, entre outros gêneros do produto.

Para este ano, a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) espera um crescimento de 15% nas vendas em empresas que atuam em shoppings, ante a mesma data do ano passado, motivando um avanço também no número de funcionários temporários para atender a demanda de mais clientes nos estabelecimentos, com expectativa de aproximadamente 11 mil novos profissionais atuando na indústria e comércio varejista na data, em comparação ao mesmo período de 2010.

As principais representantes do setor de chocolates apostam ainda na criação de ovos com tamanhos ainda maiores do que nos anos anteriores, além de novas linhas de produtos dirigidos à diferentes públicos, seduzindo desde crianças, eternas apreciadoras do doce, até adultos de paladares mais exigentes, gerando vendas ainda mais expressivas.

“A confiança do consumidor na economia nacional estimula o crescimento das vendas no varejo neste período, que certamente terá um desempenho expressivo em comparação ao ano passado, fazendo com que a Páscoa cumpra com a sua parte dentro do calendário promocional do setor varejista”, comenta o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun.

Outros segmentos também aproveitam o período para expandirem suas vendas, como o setor supermercadista, que além de comercializarem ovos de chocolate, dispõe de produtos que são comuns ao almoço da Páscoa, como o bacalhau; o de brinquedos, tendo em vista que muitos compram ursinhos de pelúcia para complementar o chocolate escolhido como presente, especialmente aqueles dados às mulheres; além das lojas de demais segmentos que veem no aumento do fluxo de consumidores nos shoppings um grande momento para elaborar ações promocionais diferenciadas à época.

Consumidores globais ainda optam por celulares mais simples na hora da compra

Embora os aparelhos como o iPhone e smartphones recebam toda a atenção na mídia, muitos consumidores ainda continuam a comprar telefones com recursos menos sofisticados, segundo relatório da ABI Research.

No ano passado, esses produtos, que costumam estar longe dos holofotes do mundo tecnológico, representaram mais de 75% do mercado de celulares. Este tipo de aparelho atrai um público variado simplesmente por contar com recursos específicos para as tarefas diárias, como mandar mensagem, por exemplo.

"Um telefone de mensagens, no caso, é um aparelho que foi aprimorado para os serviços de texto, incluindo SMS, MMS, e-mail móvel e mensagens instantâneas móveis. Estes aparelhos têm um teclado QWERTY e outros recursos a um preço que normalmente é mais acessível do que um smartphone", afirma a analista sênior da ABI Research, Victoria Fodale.

"Os telefones celulares para mensagens devem abranger uma porcentagem crescente das demandas por telefones com recursos específicos, subindo para quase o terceiro lugar na categoria em 2015", completa a especialista.

Comportamento

A opinião é compartilhada pelo diretor da companhia, Kevin Burden. "Os telefones móveis otimizados para as mensagens são direcionados a mercados específicos, incluindo os consumidores nas regiões em desenvolvimento, que precisam de soluções acessíveis para as mensagens e serviços de internet móvel."

De acordo com Victoria, nas regiões em desenvolvimento da Ásia, Oriente Médio e América Latina, o acesso à banda larga móvel ultrapassa em muitas vezes o acesso de linha fixa em banda larga. "Para muitos usuários dessas regiões, a experiência na internet só pode ser por um telefone celular", diz a especialista.
Fonte: Info Money Pessoal

Tíquete médio do comércio eletrônico foi de R$ 373 em 2010

O comércio eletrônico brasileiro apresentou, em 2010, mais de 40 milhões de pedidos, divididos em uma base de aproximadamente 23 milhões de consumidores que gastaram, em média, R$ 373. Em 2009, o tíquete médio havia sido de R$ 335.

Desta forma, o e-commerce teve um desempenho acima do esperado. O faturamento do ano passado foi de R$ 14,8 bilhões nas lojas virtuais brasileiras, um crescimento nominal de 49% frente aos R$ 10,6 bilhões de 2009. A expectativa para o período era de R$ 14,5 bilhões.

“Em 2010, tivemos um alavancador que foi a Copa do Mundo, que deu impulso maior ao comércio eletrônico. Além do fator macroeconômico, com aumento do poder de compra”, afirmou o diretor-geral da e-bit, Pedro Guasti.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (22) pela e-bit e a camara-e.net (Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico)

Motivos

Além dos fatores já citados, o superaquecimento do setor no ano foi incentivado pela entrada de novos players e a consolidação de grandes grupos de varejo.

“As vendas no setor superaram nossas expectativas iniciais para o ano. Isso se deve à grande aceitação que esse tipo de comércio vem tendo por parte dos brasileiros, cada vez mais confiantes”, afirmou Guasti.

“Paralelamente a isso, percebemos que não estão apenas comprando mais, mas comprando produtos de maior valor agregado, como eletrodomésticos, informática, eletrônicos e telefonia, mais especificamente notebooks, desktops e televisores de tecnologia avançada”, afirmou o executivo.
Fonte: Info Money Pessoal

Brasil é o primeiro país da AL a receber loja online da Microsoft

A Microsoft Store – loja online de produtos da empresa – chegou ao Brasil, nesta segunda-feira (21/02). É o primeiro país da América Latina em que ela começa a atuar. Assim, os usuários brasileiros já podem comprar os softwares da companhia a partir do site oficial.

Por enquanto, os programas adquiridos só serão distribuídos via download, ou seja, não há a opção de recebê-los em mídia física. No site já é possível comprar versões do Windows, do Office e do Expression. Os preços fixados são os mesmos que os encontrados no varejo: o Office Home and Student, por exemplo, custa 199 reais, e o Windows 7 Home Premium sai por 399.

Nas lojas online dos Estados Unidos ou da Espanha, computadores ou assinaturas do Xbox Live também são comercializados. É possível, portanto, que em alguns meses o site brasileiro passe a vender uma maior gama de produtos.

Devido à abertura da Microsoft Store no Brasil, a loja está em promoção: as compras acima de 150 reais podem ser parceladas em dez vezes sem juros.
Fonte: IDG Now!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Cláudio Oliveira

Criar seu atalho

Receita vai fiscalizar escritórios de contabilidade

A Receita Federal vai acompanhar a movimentação de entrega de declarações de Imposto de Renda pelos escritórios de contabilidade suspeitos de cometerem fraudes. O objetivo é evitar que os clientes recebam restituições indevidamente.

Os escritórios investigados cometeram algumas irregularidades em anos anteriores, dentre as quais, destacam-se a simulação de despesas com médicos, clínicas, instituições de ensino e pensões alimentícias e o aumento fictício dos IR retido pelas fontes pagadoras.

Fiscalização
A Receita começou, nesta terça-feira (15), um conjunto de ações de fiscalização, para investigar os contribuintes que aparentemente tenham sonegado o imposto.

O fisco cruzou informações de várias fontes e identificou sinais de omissão de rendimento e de redução indevida da base de cálculo do Imposto de Renda em um grande número de contribuintes.

Alguns deles deixaram de incluir grande parte dos rendimentos nas declarações. Outros incluíram deduções irreais, valores de dependentes ou despesas médicas que não existem.

Mesmo 7,5% mais caro, mercado aposta em vendas inéditas de ovos de páscoa

A Páscoa deste ano não será tão doce para o bolso do consumidor brasileiro. Os tradicionais ovos que abarrotam o comércio já estão sendo vendidos, em média, a um preço 7,5% maior do que o verificado em 2010. Segundo os fabricantes, a culpa pelo encarecimento dos produtos é do cacau e do açúcar, que estão supervalorizados no mercado internacional. Mas, apesar dos aumentos, a Associação Brasileira das Indústrias de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) prevê vendas recordes de 25 milhões de quilos de ovos de páscoa, apostando no aumento da renda da população e no ingresso de milhões de pessoas no mercado de consumo.

Os produtores afirmaram que a cotação do cacau está no maior nível desde 1979. Já o açúcar e os brinquedos (que vão dentro dos ovos) estão, em média, 20% mais caros ante o ano passado. Os empresários garantiram, porém, que não repassaram todo o aumento de custos para as mercadorias, temendo retração nas vendas e porque estocaram cacau. “Estamos usado estoques de 2010, quando o produto estava mais barato”, afirmou Plínio Freitas, gerente de marketing da Barry Callebaut, a maior empresa de chocolate do mundo. Ele admitiu que a tendência de reajustes deverá se manter ao longo deste ano e, em 2012, por causa das recentes crises políticas em países africanos exportadores da commodity que é matéria-prima do chocolate — caso da Costa do Marfim.

O otimismo do setor, porém, é grande. “Acredito que teremos crescimento das vendas em torno de 10% neste ano”, disse o diretor de marketing da Arcor, Ciro Mariane, durante o Salão de Páscoa 2011, evento que reúne as principais fabricantes de chocolate do país. Não à toa, as empresas estão ampliando o número de lançamentos de produtos. Segundo a Abicab, cerca de 80% de tudo relacionado à data que chegou ao comércio são inovações. Mas que fique claro: qualquer novo elemento — um brinde diferente, por exemplo — é suficiente para que a mercadoria seja considerada inédita.

Independentemente de produtos consagrados ou novos, a demanda por ovos de Páscoa deverá ser enorme. E para atender à procura, as empresas anteciparam a fabricação, contrataram centenas de promotores de vendas e reforçaram o quadro de pessoal nas unidades industriais. Somente a Lacta arregimentou seis mil pessoas para esse período. “A nossa produção começa em setembro. Por seis meses contratamos funcionários extras. E muitos deles conseguem a efetivação após a fase de contrato temporário”, disse Fábio Ascerb, diretor de assuntos corporativos do grupo Kraft Foods, responsável pelos chocolates da marca.
Fonte: Correio Braziliense