quarta-feira, 11 de maio de 2011

Pequeno varejo deve apostar em relacionamento para aproveitar maior frequência de consumidores

Lojas e supermercados devem pautar sua atuação pelo relacionamento com o cliente para aproveitar a maior frequência deles nas lojas.

Essa é a opinião do professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing Ricardo Pastore.

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (9/5), durante feira da Associação Paulista de Supermercados, aponta que o número de vezes que o cliente vai às compras anualmente subiu de 106 para 123.

Nesse cenário, degustações, demonstrações de novos produtos e cartão com a bandeira da loja são algumas ações que o pequeno varejista pode adotar para que o cliente volte mais vezes ao local.

Promoções podem entrar na estratégia, mas devem ser customizadas, seguindo o perfil de cada consumidor, aleta Pastore. "Os clientes não se mobilizam tanto em busca do menor preço", assinala.

O empresário também precisa cuidar do atendimento - inclusive nos bairros populares, onde a população tem baixa renda. Nesses locais, destaca o professor, a confiança do consumidor na empresa é fundamental para o sucesso.

Outra medida a ser adotada - principalmente para enfrentar a concorrência crescente das grandes redes - é a operação em rede, em que diversos lojistas se associam em centrais de negócios para aumentar o poder de negociação com os fornecedores.
Fonte: Folha Online

Defesa do consumidor e representantes do comércio discutem Lei da Entrega

A Comissão de Defesa do Consumidor vai realizar, a partir das 14h30 desta quarta-feira (11), audiência pública para discutir a chamada Lei da Entrega, que obriga as empresas a definirem data e turno para entrega de produtos ou serviços adquiridos.

De acordo com a Agência Câmara, as normas são motivo de polêmica. De acordo com o deputado Eli Correa Filho (DEM-SP), que solicitou o debate, a regra é necessária hoje porque muitos consumidores perdem dias de trabalho esperando a chegada de produtos, como eletrodomésticos e móveis.

Para o presidente da Comissão Especial de Defesa do Consumidor da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Hércules Saraiva do Amaral, a medida busca equilibrar a relação entre o fornecedor e consumidor.

"Em um contrato de compra e venda, estão previstas várias obrigações para os consumidores, como valores das prestações e prazos de pagamento. É importante que as obrigações dos fornecedores também sejam previstas, afinal, quando eu compro uma geladeira, por exemplo, não adquiro só um produto, mas também sua garantia e a data de entrega, entre outros itens", afirmou Amaral.

Empresas

Do ponto de vista das empresas, elas alegam que não há como garantir data e hora para entrega de produtos. O economista-chefe da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Marcel Solimeo, argumentou que cidades como São Paulo têm problemas de trânsito e infraestrutra que estão além dos limites de atuação dos fornecedores.

"Ao contrário do que a maioria das pessoas imagina, a empresa não sai para entregar uma encomenda, mas um grande número delas. Fatores diversos como congestionamento e ausência de elevador em um determinado edifício, por exemplo, prejudicam todo o cronograma previsto", disse Solimeo.

De acordo com o economista, as novas regras vão gerar aumento de custos e até mesmo elevação de preços. "Caso isso, se estabeleça, vai ser preciso aumentar a frota e contratar pessoal e o consumidor é que vai acabar pagando por isso", declarou.

Muitas empresas questionam a Lei da Entrega. No estado de São Paulo, onde uma lei deste tipo está em vigor desde outubro de 2009, algumas já conseguiram liminares que afastam a aplicação de multas, em caso de descumprimento do prazo de entrega.

Participantes da audiência

Foram convidados para o debate o diretor-executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Lencioni Góes, o coordenador do Comitê Jurídico da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico de São Paulo, Leonardo Palhares, o presidente da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo), Rogério Amato, que será representado por Marcelo Solimeo, a autora da Lei da Entrega de São Paulo, deputada estadual Vanessa Damo, e o representante da OAB, Hércules Saraiva do Amaral.
Fonte: Info Money Pessoal

terça-feira, 3 de maio de 2011

Seis capitais registram avanço da inflação no final de abril

O IPC-S – Índice de Preços ao Consumidor Semanal – aumentou novamente, com aceleração em seis das sete capitais pesquisadas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), na quarta semana de abril. O IPC-S de 30 de abril cresceu 0,15 ponto percentual em relação ao aferido na semana anterior, fechando a semana em 0,95%.

Brasília foi a única capital a apresentar recuo da inflação semanal, cujo índice caiu de 0,86% para 0,58%. Entre as demais capitais avaliadas, o maior avanço foi observado em Belo Horizonte, capital onde o IPC-S passou de 0,75% na semana de 22 de abril para 0,97% no período encerrado em 30 de abril.

Em São Paulo, o indicador subiu de 0,80% para 0,93% no mesmo período. Também houve aceleração da terceira apuração para a medição final de abril em Salvador (de 0,64% para 0,81%), Recife (de 0,63% para 0,81%), Rio de Janeiro (0,99% para 1,14%) e Porto Alegre (0,56% para 0,67%).
Fonte: Infomoney

Consumo da classe E deve cair em 2011

É o que aponta o estudo IPC Maps, da IPC Marketing. De acordo com o levantamento, a classe E, com renda familiar média de R$ 490, é a única que apresentará recuo no consumo neste ano. Em 2010, o consumo dessa faixa de renda ficou em cerca de R$ 4,512 bilhões. A estimativa para 2011 é que esse montante caia para aproximadamente R$ 3,634 bilhões, uma retração de 19,46%.

Entre as demais classes, a A1, que representa apenas 0,5% dos domicílios brasileiros, é a que será responsável pelo maior crescimento em 2011. O consumo da população com renda média familiar mensal de R$ 13,1 mil deverá ter um avanço de 31,22%, saindo de R$ 66,697 bilhões em 2010 para R$ 87,523 bilhões este ano.
Na lista de potencial de consumo por classe social, aparece em seguida a C1, que deve aumentar o consumo em19,60%, C2 com alta de 18,02% e a B2, cujo avanço será de 12,52%.
O consumo das classes A2, B1 e D também deve expandir, mas de forma mais modesta, com índices crescimento de 0,34%, 2,42% e 0,31%, respectivamente.
Fonte: Portal Uol

Shoppings do Rio lançam promoções do Dia das Mães

Sete shoppings administrados pela BRMALLS no Rio de Janeiro dão início às ações do Dia das Mães com campanhas para proporcionar experiências inesquecíveis e prêmios aos seus clientes e mães. Center Shopping Rio, Ilha Plaza, NorteShopping, Plaza Shopping, Recreio Shopping, Shopping Tijuca e West Shopping prepararam campanhas diferenciadas que vão até o dia 8 de maio.

Center Shopping Rio

O Center Shopping Rio, em Jacarepaguá, preparou uma surpresa para este Dia das Mães. Os clientes que realizam compras no valor de R$200,00 ganham um cupom para participar da promoção “Sua mãe merece um descanso”, que irá presentear duas mães com uma semana inteira no Salus Per Acqua Spa, com direito a um acompanhante cada. O sorteio será realizado no dia 9 de maio, às 10h, no próprio shopping.

Ilha Plaza

Os clientes do Ilha Plaza irão concorrer a dois porta-retratos digitais por dia, em promoção válida pelo Dia das Mães. A cada R$200,00 em compras, o consumidor ganhará um cupom para participar dos sorteios, que acontecerão às 14h e às 20h, de segunda a sábado, e às 16h e às 20h, aos domingos, sempre na entrada principal do shopping. Os porta-retratos irão exibir declarações de amor para as mães e os cupons são cumulativos até o último dia da promoção.

NorteShopping

O NorteShopping também lança a promoção ‘Mãe feliz vive aqui’, que vai sortear um vale-compras de três mil reais por dia, até 8 de maio. Os interessados em participar deverão realizar R$200,00 em compras - nas lojas aderentes à promoção - e trocar as notas fiscais por um cupom em dois postos de trocas: um em frente à loja Siberian, no 2º piso, e outro próximo à Casa & Vídeo, no 1º piso do shopping.

Plaza Shopping

Em parceria com a Sensória, o Plaza Shopping inicia a promoção do Dia das Mães. A cada nota única de R$250,00 nas lojas do shopping ou R$150,00 em compras na Sensória, o cliente ganha um kit exclusivo da marca. O trio de sabonetes poderá ser escolhido pelo consumidor nos aromas: Amêndoas com própolis, Capim limão, Limão com eucalipto, Morango com pitanga, Pêra com avelã e Sal grosso com rosas.

Shopping Tijuca

O Dia das Mães do Shopping Tijuca proporcionará momentos inesquecíveis para três mães e suas famílias que serão sorteadas na promoção ‘Você escolhe o presente, sua mãe escolhe a viagem’ e poderão escolher entre três destinos para realizar uma viagem: Buenos Aires, na Argentina, Trancoso, na Bahia, ou o Resort Breezes em Búzios, litoral do Rio de Janeiro.

Para concorrer a essa experiência, é necessário acumular R$200,00 em compras, apresentar as notas fiscais e trocar por um cupom. O posto de troca estará localizado no 2º piso, ao lado da loja Opção e a urna para depósito dos cupons estará na entrada principal do shopping, no 1º piso.

West Shopping

O West Shopping, em Campo Grande, comemora o Dia das Mães distribuindo sete mil rosas para as clientes do shopping. Quem visitar o mall neste dia, também conhecerá a nova campanha desenvolvida pela agência WMcCann. A ação faz parte da nova campanha institucional do West Shopping, que tem como objetivo fortalecer o elo emocional entre os moradores da região.
Fonte: Varejista

Sudeste deve representar mais da metade do consumo no Brasil em 2011

A região Sudeste vai manter a liderança no ranking do consumo nacional, apesar de ter sido a única a perder participação, de acordo com a pesquisa realizada pela IPC Marketing. Enquanto no ano passado ela registrou 52,7% de participação, em 2011, deve chegar a uma parcela de 52,2%.

Em quase todas as demais regiões do Brasil, verifica-se leve incremento da participação. A Sul passou de 16,5% para 16,6% na mesma base comparativa, enquanto que o Centro-Oeste pulou de 7,7% para 7,9%, e a Norte, de 5,3% para 5,4%.

A região Nordeste, por sua vez, permanece com o percentual de 17,7% e com a segunda colocação no ranking, verificados em 2010.

Metade do consumo com 50 cidades

Os 50 maiores municípios brasileiros responderão por 44% do consumo nacional, em 2011. No ano passado, eles foram responsáveis por uma parcela maior, de 45,8%.

As oito cidades no topo do ranking perderam participação. São Paulo tinha 9,64%, em 2010, e fechará 2011 com 9,49%. Já a capital carioca tinha 5,87% de participação e passa para 5,42%, na mesma base comparativa.

O destaque positivo no ranking dos 10 maiores mercados fica para Curitiba, que, apesar de ter perdido participação no potencial de consumo entre 2010 e 2011, passou a ocupar a 5ª colocação, ultrapassando Salvador, que estava nessa posição ano passado.

Entre as capitais, Goiânia também merece destaque, pois entrou para o Top 10, ao apresentar um crescimento significativo entre 2010 e 2011. Ela passou a ser responsável por 0,98% do consumo nacional, ante participação de 0,83% no ano anterior.
Fonte: Info Money Pessoal

Encomenda do varejo para Dia das Mães cresce até 15%

Lojas de eletrodomésticos e eletrônicos compraram da indústria volumes de produtos para revender neste Dia das Mães até 15% maiores na comparação com a mesma data de 2010, aponta um levantamento da Associação Nacional de Fabricantes de Eletroeletrônicos (Eletros) feito a pedido da reportagem. "Vai ser um ótimo Dia das Mães", afirma o presidente da Eletros, Lourival Kiçula. Ele pondera que, se o governo não tivesse baixado medidas para contenção do crédito, o desempenho poderia ser ainda melhor.

De acordo com o levantamento feito com fabricantes, a indústria vendeu 15% a mais de eletroportáteis e de equipamentos de áudio e vídeo para a data neste ano, em relação ao registrado em 2010, e apresentou um acréscimo entre 8% e 10% nas encomendas de geladeiras, fogões e máquinas de lavar. Kiçula lembra que se trata de um crescimento em relação a um patamar de vendas alto. No caso de eletroportáteis, no ano passado as vendas do Dia das Mães, o "segundo Natal" para o comércio, haviam crescido 25%.

Apesar das medidas para segurar o consumo, o vigor do varejo, indicado pelas compras da indústria, também aparece nos dados de vendas a prazo apurados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Depois de arrefecer na primeira quinzena do mês, o número de consultas para vendas a prazo encerrou abril com crescimento anual de 7,4%, o mesmo ritmo registrado no primeiro trimestre do ano em relação a igual período de 2010.

Emílio Alfieri, economista da ACSP, explica que o ritmo de vendas foi retomado na segunda quinzena do mês passado por causa das vendas da Páscoa e do Dia das Mães, que foram antecipadas neste ano, com promoções agressivas, especialmente em lojas de bens duráveis. "Não sentimos a desaceleração mensal que normalmente costuma acontecer quando o Banco Central eleva juros", observa.
Fonte: O Estado de São Paulo